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A FAXINEIRA

Daniela � uma senhora t�mida de 43 anos, casada, 1,60, negra com cabelos compridos e com sorriso largo.

Trabalhou comigo por aproximadamente 3 anos e nunca falamos de assuntos que n�o fossem da empresa.

Percebi que Daniela apesar de t�mida olhava para alguns homens da empresa com certo olhar de desejo, e tamb�m percebi que todas as vezes que me trocava no vesti�rio ela aparecia pra passar pano, mesmo quando chegava atraso ela aparecia exatamente quando eu estava no vesti�rio.

Ent�o resolvi tirar minha duvida e saber se aquilo era mesmo safadeza ou apenas estava vendo demais.

No dia seguinte fui me trocar e deixei a porta aberta, escovava os dentes quando ouvi o barulho da porta da sala abrindo, ela entrou e se aproximou vagarosamente para que eu n�o ouvisse, pelo espelho percebi que ela me observava, sai do banheiro sem camisa ela assustou-se e me pediu desculpas dizendo que n�o sabia que tinha gente.

Eu a acalmei dizendo que tava tudo bem, que n�o tinha problema e sai para o escrit�rio, percebi que logo em seguida ela se retirou tamb�m sem passar pano l� dentro.

Minhas suspeitas estavam confirmadas, ela n�o era aquela senhora t�mida que pens�vamos na empresa.

No dia seguinte fiz o mesmo esquema, mas dessa vez resolvi ficar s� de cueca no vesti�rio, a porta da sala rangeu avisando a entrada de algu�m, era ela novamente se aproximando lentamente, olhei para o espelho e a vi me olhando com cuidado para que eu n�o percebesse. Ent�o sai de cueca no corredor e mais uma vez ela fingiu espanto como se n�o soubesse que tinha gente no banheiro, ent�o me aproximei e disse que sabia que ela estava me olhando, e que n�o era a primeira vez.

Ela sem gra�a n�o sabia o que falar apenas deu um leve sorriso, peguei suas m�os e coloquei no meu peito, ela ainda sem gra�a perguntou o que eu estava fazendo, respondi que mostraria a ela tudo o que ela quisesse ver, ela sorriu e deixou a m�o descer para o meu abdome.

Peguei a m�o dela e coloquei no meu pau por cima da cueca, ela apertou com for�a olhando o volume crescer, ent�o tirei pra fora e deixei ela me masturbar, em seguida a mandei chupar e sem pestanejar caiu de boca e mamou at� eu gozar na boquinha, limpou meu pau todinho e ainda engoliu toda porra que ficou na boca.

Pedi que se levantasse e desabotoei aquele uniforme azul que escondia as formas do corpo, chupei os peitinhos pequeninos e durinhos e terminei de desabotoar o resto esponto aquela bunda grande e as pernas grossas.

Sentei na cadeira e mandei que ela cavalgasse, ela sentou no meu pau com tanta vontade que senti meu pau entrar rasgando naquela bucetinha quente e molhada, ela rebolava enquanto eu apertava sua bunda gostosa e mamava em seus seios.

Daniela tinha um gemido suave e fazia quest�o de gemer pr�ximo ao meu ouvido, sentava gostoso e rebolando at� que gozou, me beijou na boca agradecendo, falei no ouvido dela baixinho que iria comer a bundinha dela, ela sorriu e ficou de quatro na cadeira rebolando, lambi o cuzinho dela que piscava pra mim, ela gemia baixinho. Ent�o me levantei e coloquei a cabecinha for�ando a entrada, ela gemeu alto rebolando e aos poucos eu ia empurrando naquele cuzinho lindo, quando coloquei a metade do cacete eu dei uma estocada forte e ela gritou , rebolou mais ainda se acostumando com o tamanho.

Comecei a bombar naquele cuzinho apertado abrindo com as m�os aquelas nadegas negras enormes e fiquei com mais tes�o ainda quando ela abriu com as pr�prias m�os dando entra para meu cacete.

Fiquei com as m�os livres apenas observando ela fazer aquele movimento de vai em vem engolindo meu pau com aquele rabo apertado, n�o resisti muito tempo e gozei dentro do cuzinho dela, quando tirei meu pau escorreu muita porra e um pouco de sangue, ela disse que n�o costumava dar o rabo, pois o marido n�o curtia muito anal.

Vestimos nossas roupas e voltamos ao trabalho, depois desse dia eu chegava mais cedo e comia aquela bunda deliciosa, hoje ela n�o trabalha mais na empresa.

Mas minha esposa esta querendo uma empregada e dessa eu j� tenho o curr�culo e �timas referencias.

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