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19 ANOS, ME ESCRAVIZOU.

Este conto � uma historia real. Chamo-me Marcos tenho 38 anos, 1,85, cabelo corte militar, barbicha, n�o afeminado, corpo normal, pau de 19 cm quando duro.

Sou bissexual, casado duas vezes e com duas filhas adolescentes, sempre tive namoradas, e um desejo secreto por garotos de16 a 25 anos, s� sai tr�s vezes com homens, sendo os dois primeiros meus primos e o terceiro um amigo de quando morava nos EUA. Esse desejo por homens sempre foi muito discreto e eu tentava ignorar. Ate que um dia conheci um cara que realizou todas minhas fantasias.

Sempre tive amigos gays assumidos, por trabalhar no mundo das artes, mas nunca me envolvi com eles, pois n�o sou muito chegado a esse mundinho, alem de ser pai de duas adolescentes numa cidade pequena. Sou artista pl�stico. Mesmo assim meus desejos sempre foram secretos. Ate que um desses amigos gays me pediu para emprestar um quarto para ele sair com um cara. Emprestei. Eles vieram em casa tr�s vezes, o tal carinha uma vez me perguntou se eu curtia homens, eu falei a verdade, sim, mas que ate ent�o s� saira com tr�s caras h� muito tempo atr�s. Ele me perguntou se eu gostaria de conhecer um amigo dele, era um cara muito discreto. De repente topei. Ele dois dias depois me trouxe o tal amigo, que se chamava Renato, 1,70 mts, musculoso, 19 anos, bem moreno, olhos claros e coxas forte, muito tesudo de rosto, cara de menino-homem, barba por fazer. Ao chegar o Renato me falou que nunca tinha sa�do com o outros homens, mas como o Daniel tinha falado que eu era muito na minha ele foi conferir, apesar de falar que tinha passado a noite em claro e n�o iria rolar, queria apenas saber qual era. Eu como j� estava meio b�bado, falei que tamb�m era inexperiente, mas tinha a fantasia de um cara dominador. Dois dias depois liguei para ele e marcamos na minha casa. Tomamos alguns drinks e j� meio loucos ele me perguntou qual minha fantasia. Eu tornei a dizer que era ser dominado, ter algu�m que me mandasse fazer o que ele gostaria. E s� fizesse o que ele mandasse que eu fosse sua vadiazinha. E ele falou que adorou a historia e toparia ser o cara. Ent�o baixou a bermuda e me mostrou um pau ainda meia bomba, de excelente tamanho, Talvez uns 20 cm e grosso, que me deixou vidrado, n�o sei por que fiquei fascinado por aquele cacete. Ficou serio e me mandou chupar ele, mostrar o que sabia fazer, queria saber se eu conseguiria deixar ele teso . Se ele gostasse eu seria a putinha dele. Imediatamente ajoelhei e comecei a passar a l�ngua no cacete bem lentamente e ele falou:

-Chupa sua vadia, n�o era rola que vc queria, ent�o faz direito, gosto que faca bem divagar e n�o passe os dentes.

Comecei a fazer do jeito que ele mandou. Ele gemia, eu sentia seu cacete ficar duro em minha boca e dobrar de tamanho, ele passava a mao na minha cabe�a, dizendo que eu sabia fazer. Ent�o come�ou a segurar em minha nuca e fazer um vai e vem muito gostoso. Depois s de uns 19 minutos me deliciando naquela rola, enquanto ele gemia e ordenava como eu devia fazer. Senti seu pau crescer ainda mais em minha boca, ele tirou um pouco e me bateu na cara com seu pau duro e me xingou de puta pra baixo e me fez pedir pelo seu pau. Assim:

-Sua putinha vc gosta mesmo de pau n�o �?

-Sim, eu gosto do seu pau.

-Vc tem a boca muito gostosa sua vadia.

Na �nsia por aquele cacete, deixei passar os dentes e tomei uma porrada na cara.

-Sua puta, se eu sentir esses dentes de novo, vc vai tomar outra porrada, pede perd�o pro seu macho e olha pra min enquanto me chupa.

-Perd�o meu macho n�o vou deixar acontecer de novo.

-isso mesmo agora engole meu cacete inteiro.

-Mas � muito grande.

-Se vc quer vara vai ter que engolir ele todo.

Respirei fundo e n�o sei como, senti chegar à base do pau, ele batia na minha garganta.

-isso mesmo sua vadia, viu como vc consegue? Agora vai chupando e vira esse rabo pra ca, quero ver como ele esta.

Ele p�s um dedo em b oca e come�ou a enfiar no meu buraco. Eu falei.

-Eu nunca dei.

-Mas vai dar hoje, pro seu macho, ou vc n�o vai me obedecer?

Eu estava morrendo de tesao.

-Vou sim, vc pode fazer o quiser.

-Era isso que eu queria ouvir. E metia a rola toda em minha boca, j� estava com dois dedos dentro do meu cu que ardia.

Ent�o ele fudia minha boca com forca e me perguntou onde queria que ele gozasse. Eu disse que quem decidia era ela, pois ele era meu macho e eu sua vadia.

-Eu vou encher sua cara e sua boca de porra. Depois vou depilar esse rabo, n�o quero um cu de macho, quero o cu de minha puta.

E me mandou engolir o cacete e beber todo seu leite de macho. Segundos depois ele gozou litros de porra.

-Agora limpa meu cacete.

Limpei imediatamente.

Depois disso ele me fez chupar varias vezes aquela rola maravilhosa, eu sendo sempre sua vadia que s� fazia o que ele ordenasse. Mandou-me ir ao Box e me seguiu, La ele mandou ficar de quatro, e abrir com as m�os minha bunda. Passou bastante espuma e come�ou a me depilar, de vez em quando enfiava o cabo do barbeador no meu, eu gemia e ele falava

-Geme sua cachorra, quando este rabo estiver do jeito que eu gosto, vou tomar posse desse cu apertadinho, vou te arrombar e deix�-lo na forma de meu cacete.

Eu ia a loucura, nunca havia me sentido dessa forma, ele falava aquelas sacanagens e eu rebolava para ele, sentia tesao no rabo pela primeira vez, estava doido para sentir ele me fudendo.

Quando acabou de me depilar me mandou para o quarto ficar de quatro na beira da cama com o cu bem aberto, ele iria se enxugar e quando chegasse ao quarto, queria-me ver aberto para ele. Assim fiz, minutos depois ele chega, eu naquela posi��o senti sua l�ngua invadir meu cu, tremi e gemi, ele me chupava forte, eu rebolava como uma puta.

N�o aguentava mais e pedi.

-Me fode, por favor. Me arromba, quero sentir seu pau em min.

Ele come�ou a pincelar a entrada, eu ia à loucura, empurrava minha bunda pra tr�s.

-� rola que vc quer n�o �, ent�o vai ter.

Me segurou com forca pela cintura e meteu seu cacete todo de uma vez. Eu dei um grito, do�a muito. Ele parou no fundo, sentia suas bolas na minha bunda. A dor foi passando e eu s� queria sentir ele me fudendo.

-Por favor, me fode.

Ele entrava e sai devagar e eu gemia e rebolava. Estava totalmente sobre o controle daquele moleque. Sentia cada veia do seu caralho.

Ent�o ele saiu e se deitou na cama me mandando subir no cacete dele. Montei e abaixei de vez, j� com o rabo todo aberto por ele. Subia e descia loucamente. O cara tinha o maior controle sobre si. Depois de alguns minutos, mandou que ficasse de pe com uma das pernas sobre a cama. De novo meteu sem do. Eu pedia para ele gozar e me encher de porra.

-Se vc quer porra eu vou te dar agora.

P�s-me de quatro de novo.

Deu mais alguma bombadas com muita forca, senti seu pau inchando e logo vieram v�rios jatos de porra quente, meu cu ardia. Nessa hora, apesar de nunca ter acreditado ser poss�vel, gozei sem nem me tocar.

O Renato me mandou ajoelhar, tirou um resto de porra que sai do meu cu e meteu na minha boca, me mandandoeu engolir e em seguida limpas seu cacete sujo de sangue e esperma.

Depois desse dia, e j� faz um ano ainda sou seu escravo e nunca mais fiquei com mais ningu�m homem ou mulher. Ele realiza todas as minhas fantasias e eu as dele. Esses dias ele me disse que um dia dever�amos achar algu�m, macho como nos e sem preconceitos que respeitasse os limites de cada um, mas que fosse mais liberal que ele, ao menos enquanto ele ainda n�o curti algumas coisas. , queria algu�m sem noias, sem frescuras, j� que o que ele gostava mesmo era de ser chupado, e me arrobar o cu. Ele queria duas bocas no seu pau, n�o gostava de beijos, nem que pegassem em sua bunda, queria ser o rei dessa historia que mandasse e os outros dois fizessem o que ele ordenasse, mas que tamb�m fosse mais relaxado que ele que trepasse comigo de igual para igual, que topasse tudo na boa e ele pudesse assistir.

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