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O VIGILANTE, MARIDO DA MINHA PRIMA, ME ARROMBOU!

Tenho 27 anos, magro, alto, 1.88m e 79 kg. Sou um cara normal, n�o dou pinta sobre minha sexualidade. Desde de crian�a j� sentia atra��o por garotos e principalmente por caras mais velhos que eu. Sempre que surgia a oportunidade, adorava ver meu amiguinhos mijando, espiar primos no banho, observar os volumes dos pintos... isso me interessava muito, ali�s, ainda interessa.

O relato que farei agora aconteceu quando eu tinha uns 19 anos, na minha cidade, interior do RS. Minha av� teve muitos filhos, sendo que meu pai � um dos mais novos (por isso tenho primos bem mais velhos que eu, como � o caso da prima J�lia que tinha 28 anos na �poca).

A J�lia era casada com Paulo, que aos 30 anos de idade pode-se dizer, era um tes�o de macho. Paulo mede cerca de 1,80m, 80 kgs, moreno claro, pernas grossas, peludas, bra�os fortes e rosto quadrado com uma barba sempre por fazer. Tem ainda uma cicatriz na testa que o deixava mais tesudo, sem falar no volume do pinto que faz com que pare�a estar sempre meio duro.



Paulo � do tipo meio mal-humorado, n�o fala muito e quando �amos na casa da minha prima, ele nunca interagia com a gente. J�lia e Paulo tinham dois filhos pequenos que ficavam na creche o dia todo pois J�lia era professora em uma escola do outro lado da cidade e Paulo trabalhava como vigilante noturno em uma ind�stria. Durante boa parte do dia, ele dormia. As vezes eu ficava imaginado como ele fazia pra comer minha prima j� que os hor�rios deles eram bem dif�ceis... ficava imaginado que aquele baita macho se aliviava em punhetas e desperdi�ava litros de porra e eu sem ningu�m pra me amamentar.



As vezes, J�lia tinha que ficar at� mais tarde na escola, ent�o ela pedia para eu cuidar das crian�as at� ela chegar. Quando ela chegava muito tarde eu dormia l� e no outro dia saia cedo junto com ela e as crian�as (o Paulo s� chegava às 09 hs da manh�). Certo dia, precisei dormir l� pois J�lia chegou bem tarde, por�m eu estava de f�rias e n�o precisaria sair cedo no outro dia. Adorei a id�ia pois eu estaria dormindo quando Paulo chegasse e poderia talvez me tornar mais amigo daquele gostoso. Fiquei t�o ansioso que acordei bem cedo mas fiquei deitado na cama de um dos meninos, com a porta aberta. Eu estava sem camisa, apenas com um cal��o de malha vermelho que uso pra dormir... quando ouvi a porta da sala abrindo, tratei de puxar um pouco o cal��o pra cima, enfiando um pouco na minha bundinha, deitei de bru�os e percebi que ele caminhou e parou bem em frente ao quarto aonde eu estava. Suei frio... acho que ele ficou me olhando. Se movimentou um pouco pela casa e foi para o banheiro, onde ligou o chuveiro. Levantei e fui at� a porta, de longe vi que a porta do banheiro estava aberta, mas n�o sabia se ele j� estava no chuveiro... queria espi�-lo, ent�o andei um pouco mais e l� estava ele... aquele macho tesudo, totalmente pelado, se ensaboando todo. Fiquei louco, o box era transparente mas o vapor estava dificultando minha vis�o, cheguei mais perto. Pude ver em meio aos pentelhos negros aquele pauz�o, grande, grosso e cabe�udo... Pertinho de mim, no ch�o bem ao lado da porta, estava a cueca que ele tirou, estiquei a m�o e peguei..... fiquei cheirando aquele cheiro de macho, misturado com suor e mijo, ao mesmo tempo em que via o tesudo e me masturbava. Neste instante ele olhou pra porta e achei que tivesse me visto. Larguei a cueca e voltei de fininho pro quarto mas antes mesmo de deitar escutei ele chamar meu nome... gelei! Ele realmente tinha me visto l�... fingi n�o ter escutado pois tive medo de ele me xingar, sei l�, mas ele me chamou novamente, desta vez mais alto.



Respirei fundo eu fui ao banheiro, ele havia desligado o chuveiro... Fiz uma cara de sono e ao chegar l� ele perguntou na cara dura o que eu estava fazendo antes na porta do banheiro (ele j� estava enrolado na toalha). Eu disse que estava com vontade de mijar e que fui ver se o banheiro estava ocupado e.... “N�o me enrola!” disse ele em tom rude. _“Tu tava me espiando que eu sei! O que tu queria ver, hein? Isso aqui???” Tirou a toalha ao mesmo tempo em que segurava aquele pauz�o ainda meio mole.

Fiquei roxo de vergonha, n�o sabia o que dizer, estava com medo mas ver aquela tora enorme me deu mais tes�o... ent�o ele disse _”Vem aqui veadinho, vem ver mais de perto como � um cacete de verdade” e me segurou pelos cabelos, empurrando minha cabe�a pra baixo... perguntou se o cacete dos garotos que eu chupava eram assim e eu n�o respondi. Empurrou o pau at� a minha boca, n�o precisou mandar e eu ca� de boca naquele pauz�o... n�o acreditava naquilo, eu estava chupando o Paulo, marido da minha prima... motivo de v�rias punhetas minhas... Aquele pau cresceu muito r�pido na minha boca, era gross�o, todo grande, com veias expostas e pentelhos na base... eu quase engasguei, queria lamber o saco, chupar as bolas, as coxas, tudo que aquele macho tinha de bom... Ele ficava dizendo que eu era um veadinho sem vergonha, muito sacana, que era pra eu chupar direitinho aquele pau sen�o iria bater na minha cara pra eu aprender a deixar de espiar homem casado... Ele tirava o pau da minha boca e com ele batia forte na minha cara, do�a porque era um pauz�o pesado.... fiquei uns 19 minutos mamando naquela pica deliciosa at� que ele mandou eu virar de costas e come�ou a passar aquela cabe�ona no meu cuzinho... gelei porque at� ent�o s� havia dado pra gurizinhos da minha idade pra menos e que tinham pau muito menor que o do Paulo. Mas ele n�o meteu... apenas esfregou o pau no meu cu at� que eu senti algo quente nas costas... Paulo gozou muito, dando um banho de porra nas minhas costas e bunda. Mandou eu limpar o pau dele com a boca, o que eu fiz com desespero pois queria sentir o gosto do leite daquele macho... e embora tivesse gozado nas minhas costas, ainda pude tirar uma quantidade razo�vel de porra enquanto limpava ele.

Ent�o Paulo saiu do banheiro, mandou eu tomar um banho e ir embora. Tentei puxar assunto mas ele n�o me deu abertura, seco como sempre.



Fui pra casa realizado... bati umas dez punhetas naquele dia, n�o queria ter tomado banho, pois teria ficado com aquela porra seca em mim o dia todo.

Continuou tudo normal... no outro dia, embora eu n�o tivesse dormido l�, me deu uma vontade de ir de manh� na casa do Paulo mas me controlei... ele poderia n�o gostar, n�o sei... aquele mau-humor dele, era um cara estranho.

No �ltimo dia daquela semana minha m�e me disse que a J�lia havia ligado pra eu ficar l� de noite..... meu cora��o disparou... se eu dormisse l�, poderia rolar algo na manh� seguinte.



Foi o que aconteceu... mal consegui dormir naquela noite... Acompanhei tudo: a J�lia acordou, arrumou as crian�as, saiu... às 9 hs em ponto ouvi a porta abrir e continuei “dormindo”. Paulo foi at� o quarto onde eu estava e mandou eu levantar como se soubesse que eu estava acordado... Sentei na cama e ele sacou o pau sem rodeios... disse que a partir daquele dia ele iria fazer o que quisesse comigo, que eu seria a sua putinha e que se eu n�o me comportasse bem, eu apanharia.... aquilo me deixou louco.... chupava aquele macho como se fosse uma mamadeira de carne, desta vez queria todo aquele leite na minha boca, queria beber tudo... s� que eu estava enganado.... Paulo mandou eu ficar de quatro... pedi pra ele gozar na minha boca e ele mandou eu ficar quieto. Cuspiu no meu rabo e come�ou a ro�ar aquela piroca em mim... eu fiquei alucinado, comecei a rebolar com aquela vara apoiada no meu anelzinho... de repente ele enfiou a cabe�ona em mim...... vi estrelas, foi como se tivesse levado um choque, doeu e ao mesmo tempo anestesiou com o susto... eu apenas gemi.......... Paulo tirou a cabe�a pra fora e cuspiu novamente no meu rabo, abriu bem minha bunda e largou um monte de baba no meu buraco. Me chamava de veado desgra�ado, puto sacana, cadelinha.... e enfiou a cabe�a novamente..... eu gemi alto e pedi _”mete tudo” e assim ele fez. Dei um grito abafado pelo travesseiro, aquilo me rasgou, foi como se tivessem enfiado uma lan�a em brasa..... doeu muito, ent�o pedi pra ele tirar e ele falou que quem mandava era ele, come�ou a bombar sem d�, tirava toda a vara e metia de novo, eu n�o podia fazer nada, comecei a chorar baixinho, ele estava com o bra�o no meu pesco�o me imobilizando.......... mas logo comecei a sentir o prazer, afinal eu estava sendo arrombado por um macho de verdade.... fui sentindo meu pau endurecer, comecei a rebolar no cacet�o do Paulo e levei ele à loucura, pensei que provavelmente a J�lia nunca tivesse dado o cuzinho pra ele. Pedi pra ele deitar pra eu sentar por cima.......... cavalguei como um louco naquela pica............. subia at� o pau sair todo de mim e em seguida sentava de uma s� vez, at� sentir os pentelhos negros dele ro�arem na minha bunda......... O Paulo gemia muito, dava tapas no meu rabo, dizia que eu era uma cadelinha no cio, que era meu dono...........



Eu sentia meu rabo arder mas n�o queria mais parar, queria ser dele por completo. Paulo mandou eu ficar novamente de quatro e meteu sem d�, me segurou pelos cabelos, me desnucando pra tr�s e mordeu minha orelha, dizendo que ia gozar, me encher de leite de macho......... me arrepiei todo, comecei a rebolar mais ainda, ele aumentou o ritmo das estocadas e me puxou forte pela cintura................... pude sentir o leite inundando meu rabo............... ele caiu por cima de mim e ficou quieto, o pau latejava dentro de mim ................. fui tomado por uma realiza��o sem igual, eu havia servido ao meu macho, ele estava satisfeito e eu arrombado, foi uma troca...........

A partir deste dia, Paulo continuou me comendo por uns dois anos. Quando a irm� dele foi morar na casa deles para ajudar na cria��o dos meninos, ficou dif�cil de ir l� pra foder, ela estava sempre em casa.



Mas ainda hoje sei que sou dele, e ele sabe que quando quiser, � s� chamar.



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