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MINHA DOCE ROCEIRA

Este conto come�a de maneira inusitada. O ano era 2008, fui convidado por amigo para passar um final de semana prolongado na fazenda do sogro dele. Minha esposa n�o gosta muito de fazenda ent�o ela n�o quis ir, fui e deixei ela e meus filhos na casa de minha sogra. Na verdade queira ficar um pouco sozinho, pois estava muito estressado. Chegando cheguei deslumbrado com aquele lugar, muito ar puro e muito sil�ncio. Logo que chegamos eu e meu amigo somos at� a casa do caseiro que ficava a uns 1500 mt da sede da fazenda. Chegando l� fiquei mais deslumbrado ainda. Tive uma vis�o maravilhosa de uma morena clara, alta de corpo bel�ssimo, muito linda. Ela se chamava Mariana e era mulher do caseiro, um sujeito gente boa, mas feio que d�i. Quando meu amigo me apresentou para ela n�o consegui parar de olhar para os seios de Mariana, eram fascinantes. Ela me olhou meio sem jeito pois percebeu que n�o parava de olhar pra ela. Quando est�vamos voltando pra casa perguntei pro meu amigo o que era aquilo, que mulher era aquele. Ele me disse que todos na regi�o a desejavam mas ela era uma esposa s�ria e fiel. Que jamais saia de casa sozinha e o Jo�o que era o nome do caseiro era muito ciumento. O Jorge que era o nome do meu amigo, tamb�m tinha me dito que j� havia tentado algo a mais com a Mariana, mas nunca tinha conseguido nada. Na manha do dia seguinte fomos acordados pela tal Jo�o aos gritos dizendo que uma das novilhas tinha ca�do num barranco e tinha quebrado a pata. O Jorge ficou doido pois ele cuidava da fazenda do sogro que estava muito doente e que n�o podia ir mais l�. Ele saiu as pressas sem nem mesmo trocar de roupa. Passado alguns minutos ele voltou dizendo que teria que ir imediatamente para a cidade procurar um veterin�rio e que o Jo�o iria com ele, ele perguntou se eu queria ir, mas disse que iria ficar se eles n�o precisassem de mim. Logo que eu disse isso veio em minha a mente a imagem de Mariana. Ent�o o Jorge me disse que tudo que eu precisasse era s� falar com a Mariana. Como n�o tinha nada na casa grande tive que ir at� a casa do Jo�o. Quando cheguei vi que a porta da frente estava trancada ent�o dei a volta por tr�s, e vi que a porta da cozinha estava aberta e o banheiro que ficava numa grande �rea na parte dos fundos da casa tinha algu�m tomando banho. Cheguei bem pr�ximo e vi que a porta estava meio aberta. Quando olhei quase cai de costas, era Mariana tomando banho. Que mulher maravilhosa, uma delicia de morena. Com um corpo absolutamente perfeito, uma bundinha deliciosa e uma bucetinha toda raspadinha e deliciosa tb. Meu pau endureceu na hora. Quase que num impulso entrei naquele banheiro e agarrei aquela mulher, mas fiquei com medo de algu�m aparecer. Quando percebi que ela tinha desligado o chuveiro, sai correndo para o lado da frente da casa, esperei por alguns minutos e bati palma. Ela apareceu na janela da frente, com os cabelos ainda molhadas e com vestido muito sensual. Ela me disse que podia entrar e que j� estava sabendo de tudo, que eu poderia tomar caf� da manh� na casa dela e tamb�m almo�ar, mas naquela altura estava interessando em comer outra coisa. Puder notas que ela usava uma calcinha toda atolada na bundinha, e quando ela foi me servir o caf� via tamb�m que estava sem suti�. Quase enlouqueci.depois come�amos a conversar. Quis saber um pouco mais sobre ela, ela me contou quase sua vida inteira. Falei um pouco de mim tb.logo j� est�vamos rindo de algumas bobagens que me contou de sua inf�ncia na fazenda. Logo depois disso comecei a elogi�-la dizendo que era muito bonita. Neste momento o meu celular tocou, era Jorge avisando que iria demorar e que provavelmente s� voltaria a noitinha. Naquele momento meu pau endureceu s� de pensar que ficaria ali o dia inteiro. O papo estava t�o bom que qdo percebemos j� era quase meio dia, ent�o ela me chamou para irmos para cozinha que ela ia fazer o almo�o. Sentei bem perto dela e fiquei admirando aquele corpo lindo e gostoso. Enquanto ela fazia o almo�o perguntei sobre o casamento dela, se ela era feliz. Ela disse que sim mas que faltava alguma coisa a mais. Eu perguntei o que era, ela resistiu muito para me contar mas acabou falando que o marido dela literalmente n�o dava no couro, que havia levado um coice de um cavalo no play ground dele e que o bicho n�o funcionava mais e que havia mais e um ano que ela n�o fazia sexo. Percebi que aquilo era um convite. Logo eu levantei e a abracei por tr�s. Ela aceitou prontamente e come�ou a esfregar a bunda no meu pau. Aquilo me deixou doido, comecei ent�o a alisar os seios dela e desci minha m�o pra bucetinha dela que j� estava toda meladinha de tes�o. Naquele momento agi como um animal, agarrei ela e a coloquei deitada na mesa de pernas aberta, tirei toda a sua roupa e comecei a lamber todo o seu corpo, ela rebolava e se mexia igual uma louca e dizia que queria que eu a comesse ali mesmo. Logo ela se levantou e tirou meu pau para fora e come�ou a suga-lo com for�a. Delirei, gritei de tanto tes�o, mas n�o aguentei e gozei igual a um cavalo, ela por nenhum momento o tirou da boca e engoliu tudo. A tes�o era tanto que meu pau quase n�o endureceu e depois ela ficou de quatro em cima da cadeira pedindo para que a comesse com muita viol�ncia. Atendi a seu pedido de imediato. Comecei devagar mas depois com mais for�a at� que ela gritou dizendo que ia gozar. Naquele momento gozamos juntos. Foi um del�rio s�. Paramos um pouco de meter e come�amos a nos beijar loucamente. Passados alguns minutos meu vigor j� tinha voltado, ent�o ela me pediu para que comesse o cuzinho dela que ainda era virgem, comecei ent�o a enfiar meu dedo para facilitar a entrada, ela estava desperada por que queria que enfiasse logo meu pau naquele cuzinho apertado, fui ent�o introduzindo com um certo medo de machuca-la, mas ela num movimento s�bito para tr�s fez com que ele penetrasse inteiro, naquele momento ela gritou como uma �gua no cio e gozou loucamente, comecei a colocar e tirar o pau com muita viol�ncia levando ela ao del�rio, n�o demorou muito e gozamos de novo, aquela altura quase n�o sai mais nada pois j� havia gozado como um louco antes. Aquilo durou a tarde inteira, nem almo�amos, s� ficamos ali trepando gostoso. De repente meu celular tocou de novo, era Jorge avisando que j� estava quase chegando. Vesti minha roupa e desci correndo para a sede da fazenda, mas durante os quatro dias que fiquei na fazenda comi a Mariana pelo menos umas 05 vezes, sempre que dava a gente se encontrava no meio do mato pra transar ou na casa da sede quando n�o tinha ningu�m por perto. Nunca mais voltei l�, mas sempre penso naquela morena deliciosa e assim que puder vou voltar l� pra repetir a dose



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