Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

FODIDO NA SAUNA

Meu relato � verdadeiro e pelo fato de tratar-se de uma experi�ncia incomum para mim vou evitar dados mais exatos de datas e locais ou nomes. Explico tamb�m que n�o sou gay, tenho respeito por todos e tamb�m tinha tido pouco experi�ncia com homens antes deste dia.



Na verdade minha experi�ncia com o mesmo sexo foi aquela de todos os garotos de escola, brincando de troca-troca nos matagais. Lembro-me de termos tidos um colega na escola prim�ria que era o mais sacana e experiente do grupo de quatro e toda vez que �amos brincar de troca-troca ele acabava comendo n�s tr�s, por isso n�o achei muita gra�a naquele tempo e nunca mais participei das brincadeiras.



Casei-me com 24 anos e n�o tivemos filhos porque ambos trabalh�vamos e n�o quer�amos prejudicar a profiss�o de minha mulher, que � at� hoje assessora cont�bil numa grande empresa de com�rcio de carros. Separamo-nos ap�s cinco anos de casados, por�m nossa diferen�a nunca foi sexo, mas sim o fato de termos opini�es diferentes em muitos outros aspectos da vida.



Ela queria passar as f�rias no interior, onde os pais dela possuem uma fazendinha, eu gostava mais do mar. Ela queria sair sempre aos s�bados para badalar, eu preferia estar mais em casa. Com o tempo fomos sentindo que est�vamos nos travando mutuamente e decidimos nos separar numa boa, sem ressentimentos.



Somos at� hoje amigos e ela visita-me às vezes, pois combinamos que eu ficaria com o apartamento e com as d�vidas da hipoteca e ela ficou com o carro e ainda ficaram umas coisas que temos que esclarecer juntos. Estamos entretanto j� h� 7 sete anos separados e mesmo depois de eu ter acabado dando o rabo na sauna comi minha ex-mulher e tamb�m uma amiga dela que conheci ainda no nosso tempo de casados. Nunca contei a ela minha experi�ncia com homens.



Esclare�o tamb�m que nesta fodida que tomei na sauna n�o fui pego de surpresa absoluta. Digamos que foi uma surpresa esperada, meio calculada. Numa noite na sauna fui comido dos p�s à cabe�a por dois sujeitos pintudos, que apesar de serem estranhos, eram muito simp�ticos. Fizeram uma orgia com meu c�.



Tudo come�ou quando, para amenizar umas dores na coluna vertebral, procurei uma sauna onde pudesse ir de vez em quando, pois meu m�dico me aconselhou frequentar sauna, pois meu problema n�o � ortop�dico por�m neurol�gico. Ap�s visitar algumas saunas, encontrei uma que gostei por ser muito limpa e discreta, pois eu n�o estou acostumado com muito barulho.



Na primeira vez que fui, era uma sexta-feira, senti-me à vontade, pois fui muito bem recebido. Fui ao hor�rio em que estavam apenas homens na sauna e bati um papo com um ou outro, conversas de homens. Percebi sobretudo que quase todos estavam depilados e alguns tinham uma tora invej�vel no tamanho e na grossura da cabe�a e do tronco.



Foi uma curiosidade que eu n�o tinha tido antes, por�m n�o me fixei neste pensamento, pelo contr�rio achei alguns cacetes at� muito bonitos, sem pensar que fosse acabar tomando um deles no c�.



O que me fez sentir um pouco mal foi fato de al�m de ter um p�nis abaixo do tamanho normal, eu n�o estava depilado e me senti rid�culo nas cabines apertadas e cheias de homens.



Em geral, entretanto, gostei da sauna, decidi voltar l� e n�o deixei de pensar na quantidade de toras que vi no aperto da sauna. Minha primeira visita tinha sido numa sexta-feira e no bate-papo me disseram que a frequ�ncia na quarta-feira era tamb�m apenas masculina e a sauna estava quase sempre vazia.



Na semana seguinte n�o pude ir e na quarta-feira da semana posterior decidi tirar o atrasado e sa� mais cedo do escrit�rio, pois naquele dia eu tinha mais tempo. Para n�o me sentir estranho depilei-me antes completamente, ficando com uma bundinha branca despida de pelos e achei que ficaria mais adequado dentro da sauna.



Dito e feito, a sauna estava pouco ocupada. Havia mais gente no bar que na sauna mesmo. Tomei um chuveiro frio e fui logo para a sauna. Umas duas horas depois a sauna estava ainda mais vazia e num momento em que estava s�, entraram tr�s homens que devem ter chegado de fora pois eu n�o os tinha visto antes.



Cumprimentamo-nos e eles sentaram-se dois à minha frente e um ao meu lado. Engatilhamos um bate-papo e num certo momento um deles se foi e ficamos os tr�s l�. Ambos eram corpulentos, um mais jovem, parecendo ter uns 25 anos e o outro uns 35 anos, ambos bem dotados. Percebi que o mais jovem tinha uma piroca de perder o f�lego, certamente com mais de 20 cent�metros e com uma cabe�a avermelhada de serpente, que me fez o sangue correr r�pido nas veias.



Eles devem ter visto meu p�nis pequeno e pensado que eu seria bi ou coisa id�ntica. Na verdade meu pau estava apenas meio encolhido porque exatamente antes deles entrarem na sauna eu havia entrado no chuveiro frio e meu pau tinha encolhido a quase desaparecer. Como n�o havia mais ningu�m e o papo estava bom, convidei-os para uma cerveja no bar. L� eu convidei-os tamb�m para a segunda e a terceira rodada e um deles encomendou uma caipirinha de sa�da para voltarmos à sauna.



Nesta altura est�vamos j� todos meio grogues e as piadas j� tinham tamb�m entrado na conversa. Est�vamos bem descontra�dos e ao entrarmos na sauna novamente eu j� fui tirando a toalha para estend�-la na sauna. Um deles que estava atr�s de mim passou a m�o demoradamente na minha bunda e eu nem me incomodei, pois pensei que ele estivesse apenas brincando. Virei-me e ri e ele tamb�m riu.



Percebi por�m logo que n�o era brincadeira, pois ao me debru�ar um pouco para estender a toalha expus um pouco mais a bunda e ele logo esfregou de novo a m�o no meu rego e desta vez ele foi com o indicador at� na minha entradinha escondida. Foi tudo meio r�pido, por�m senti o dedo me cotucando nitidamente c� e me ro�ando as pregas do buraquinho morno e confesso que foi uma sensa��o gostosa. Ri um pouco e ele tamb�m e nos sentamos j� bem descontra�dos. Como viram que eu n�o tinha me ofendido, sentaram-se ao meu lado comigo entre os dois e um deles me pegou no pau enquanto o outro me abra�ou por tr�s. N�o reagi, pelo contrario at� abaixei um pouco as pernas e deixei-o brincar com meu pauzinho, que estava morto.



Isto foi o que o outro esperava para levar a m�o por baixo de meu saco at� no reguinho do c�. Logo me fizeram um sandu�che de bolina��o. Um me acariciando o buraquinho que a esta altura j� estava �mido enquanto o outro me apunhetava tentando me acordar o pau. O problema era que com um dedo me cutucando o c� eu n�o conseguia nenhuma ere��o, pelo contr�rio, meu pau encolheu ainda mais, enquanto o cacete dos dois ia ficando cada minuto maior e mais duro.



Eu peguei sem constrangimento uma das duas pirocas na m�o e logo est�vamos nos movimentando todos os tr�s. Um deles me disse que tinha a chave da dispensa do zelador da sauna, que era um amigo dele, e prop�s irmos à dispensa que era espa�osa e discreta.



Fomos-nos e, b�bado como eu estava, nem pude distinguir logo no in�cio qual das duas picas me enrabou primeiro. Ao entrarmos no quartinho um deles acendeu a luz e fechou a porta por dentro. Havia no quartinho um sof� que desdobramos virando uma cama de casal. Duma pilha de toalhas da lavanderia da sauna improvisamos um len�ol e cobrimos o sof�. Antes mesmo de me deitarem no sof� estavam j� ambos me cutucando de novo.



Um me puxava o pau, enquanto o outro me corria o indicador no rego da bunda. Um tentava desesperadamente me fazer levantar o pau, enquanto o outro me abria o c�, enfiando o dedo. Eu me excitei no c� apenas. Expliquei que no pau, naquele momento, n�o sentia nada por�m apenas no c�.



Eles deitaram-me de costas, abriram-me as pernas e enquanto um me passava a l�ngua na barriga, o outro me bolinava o c� enfiando dois dedos sem cerim�nias. A sensa��o no in�cio foi estranha por�m ficou gostosa à medida que me descontra� e me abri como uma flor na primavera. Eles gostaram da brincadeira e eu os deixei prosseguir.



A seguir senti uma m�o me passando �leo no c� e senti o dedo escorregando para dentro e me lambuzando toda a entrada. No segundo seguinte uma pica j� estava me procurando a entrada do rabo. Um deles anunciou que iria me comer o c� e eu disse que ele podia fazer o que quisesse, jurando entretanto que era virgem e que se doesse ele deveria interromper, com o que ele concordou.



A cabe�a do cacete era monumental, estava dura e ao sentir o aperto pedi-lhe para enfiar devagarzinho. Ele me sussurrou que n�o iria doer nada, que ele introduziria com cuidado e com um jeitinho especial.



Ele disse a verdade, pois realmente s� doeu um pouco ao ele me for�ar a cabe�a da piroca por entres as preguinhas do c�. Naquele momento senti uma falta de ar, arregalei os olhos e respirei fundo, tentando afast�-lo quase reflexivamente do meu furinho atacado. Tudo in�til, ele j� havia atravessado a cabe�a da pica pelo apertinho da entrada. Assim que a cabe�a escorregou para dentro, senti um grande al�vio e foi gostoso.



Tentei ainda controlar a espetada, por�m ele n�o me permitiu e for�ou mais, fazendo entrar o talo todo. Eu for�ava suas ancas tentando desacelerar a velocidade no in�cio, enquanto ele me apertava a barriga com as duas m�os. Com os movimentos inc�modos me apertando o est�mago eu abria as pernas instintivamente e o pau entrava escorregando c� adentro.



A picona safada foi entrando at� me atingir a profundidade do reto. As pregas de meu c� j� n�o estavam mais resistindo o p� da lingui�a que era a parte mais grossa da piroca. Perdi o f�lego no in�cio por�m fui come�ando a gostar da pica. O vai-e-vem foi ficando delicioso e acabei pedindo mais. Ele entusiasmou-se e socou a pica sem cuidados. Enquanto ele me socava a pica bunda adentro e eu gemia de prazer. Num momento ele me perguntou se do�a e eu disse que n�o havia do�do nada. Nesta altura ele me sacudia a cada estocada que me deixava a bunda fumegando.



Enquanto o primeiro me judiava o c�, vi o outro ajeitando a camisinha sobre sua tora. Era o mais jovem, com a pica maior. Quando o primeiro gozou senti o jorro quente dentro de mim e tive medo que a camisinha tivesse estourado, o que felizmente n�o aconteceu.



Ao sentir a piroca saindo de minha bunda passei a m�o no c� e vi que estava suando todo de tanta pica e meu orif�cio estava arreganhado como a avenida Rio Branco no Rio de Janeiro. O garot�o que estava na fila n�o me deu nenhuma pausa. Ele foi logo ajeitando o poste na posi��o anal e me invadindo as pregas arrebentadas do c�.



Doeu de novo, eu n�o havia me enganado, a tora do sujeito era realmente de uma dimens�o espantosa. Foi entrando sem resist�ncia, comigo gemendo e gozando. Com a segunda piroca enfiada na bunda e j� estava pegando fogo. Depois ele me bombeou a jib�ia at� o fundo no rabo, at� que gozei contraindo o c� num gesto que nunca tinha imaginado ser poss�vel. Foi uma del�cia e pedi-lhe apenas para n�o machucar-me enfiando lentamente, o que me fez gozar em dobro.



Como ele estava ainda mais duro que o primeiro, pedi-lhe para deitar-se e sentei-me sobre o mastro. Ele ajudou-me a acertar a cabe�a da tora vertical no buraco e quando senti que estava exatamente sobre o alvo, dei uma ajeitadinha na cabe�a da cobra para n�o perder o orif�cio do c�, forcei o peso de meu corpo sobre a pica e fui afundando lentamente at� meu saco encostar na barriga dele com a piroca dura totalmente entalada no meu c�.



Dei ainda umas desbundadas para enterrar ainda mais, por�m j� estava sentado at� na raiz do cacete. A� o cavalguei, levantando a bunda e sentando novamente at� que ele deu um gemido enorme e senti o jorro da porra quente escorrendo dentro da camisinha. A cada levantada de bunda meu c� se despregava todo. Eu tamb�m adorei a gozada dele, o pau inchou ainda mais e eu me segurei firme nos ombros dele para n�o cair de cima do cacete. Tentei ainda apertar o c� para prender o pau dentro de mim, por�m n�o foi poss�vel e o cacete acabou escorregando para fora, numa enchorrada de porra. Quando passei a m�o no meu c� tomei um susto ao perceber o arrombo. Estava dolorido e arrega�ado...



Deitei-me no sof�, descansamos um pouco, fomos ao banho e com uma �gua morna minha bunda j� estava mais aliviada, apesar de sentir sempre ainda uma queimadura em volta do c�. Rimos ao me verem andando devagar, mas eu disse que valeu a pena.



Ap�s o banho voltamos ao quartinho e ficamos l� ainda uma hora e meia. Neste tempo eles me comeram de novo, embora a meu pedido j� n�o tenha sido com tanta viol�ncia, por�m com carinho e sem for�ar, pois eu estava com o c� queimando. Eles foram amig�veis e me fizeram uma sacanagem muito gostosa. Deitei-me de costas, pois estava cansado e me colocaram o encosto m�vel do sof� sob a bunda com o que fiquei com o c� na posi��o ideal de ser fodido sem aperto.



Ambos enfiaram novamente as picas em meu rabo um ap�s o outro, sempre enfiando e tirando lentamente. Foi um vai-e-vem em c�mera lenta que desfrutei deliciosamente. Foi a festa do c�.



Quando sa� de l� estava com as pernas bambas e o c� ainda meio arrebentado, por�m feliz da vida... Despedimos-nos, um deles (o mais pintudo) me deu passou seu celular e disse que trabalhava numa exportadora e que tamb�m n�o era bi, por�m gostava muito de comer um c� porque sua esposa n�o o deixava. Disse que adorou minha bunda e que eu podia cham�-lo a qualquer momento, para nos encontrarmos num apartamento de um amigo dele que morava s�, pois o quartinho na sauna era acess�vel apenas para o amigo dele.



Nunca o chamei, pois n�o sabia se queria realmente ter uma amizade deste tipo. Voltei ainda algumas vezes à mesma sauna, por�m n�o os vi mais l�. Um dia tive a chance e a vontade de desabrochar mais uma vez, por�m me faltou a coragem. Acho que os dois sujeitos que me comeram tinham ido l� apenas para encontrar algu�m por acaso que tivesse a disposi��o de dar o c� ap�s umas rodadas de caipirinhas... Por isso n�o me aventurei em procurar outro homem.



Essa foi minha primeira experi�ncia h� tr�s anos (exatamente em fevereiro de 2007) e a segunda e at� agora �ltima foi h� dois meses e relato logo aqui, pois foi simples e matem�tica:



H� uns quatro meses baixei um filme na internet e era um filme gay com t�tulo falso. Acabei assistindo o filme e me veio a vontade de experimentar de novo um cacete. Como n�o queria tatear no escuro da sauna, procurei um an�ncio na internet e ap�s umas tentativas e trocas de e-mail, contatei um massagista profissional especializado em massagem masculina, que dizia ser bem dotado e aberto a tudo.



Batemos um papo no telefone, expliquei-lhe a situa��o exata e disse que n�o era homo nem bi por�m tinha experimentado uma pica e gostado e queria experimentar mais uma vez, nos certificamos de que se tratava de uma pessoa s�ria e o visitei num domingo de manh� em seu apartamento.



L� chegando, às nove como combinado, toquei a campainha, ele abriu a porta e tive uma impress�o agrad�vel dele. O moren�o musculoso recebeu-me polidamente sorrindo maliciosamente, de sunguinha apertada, quase estourando, com um volume enorme entre as pernas.



Entrei, paguei adiantado a massagem e ele quis convidar-me a um caf� o que dispensei pois tinha j� tomado um caf� em casa. Fomos logo ao assunto, ele acompanhou-me ao banheiro, ofereceu-me um roup�o de banho, despi-me no banheiro e voltei vestido apenas com a sunga e o roup�o ao quarto de massagem que ele havia me mostrado antes e onde ele j� estava.



Ao entrar senti o cora��o bater forte: Ele estava completamente nu, com uma piroca de jumento pendurada. Mole e ca�da, por�m gigante. Senti as pernas bambearem por�m segui as ordens dele e tirei o roup�o. Ele me mandou deitar-me de barriga na cama de massagem. Puxou-me a sunga e ajudei-o empinando um pouco a bunda para deixar a sunga chegar aos joelhos e j� eu estava pelado como uma banada descascada.



Certamente ao ver minha bundinha branca empinadinha e redondinha ele deve ter acordado a piroca tamanho fam�lia, pois ao virar-me percebi que o monstro j� estava meio levantado, movimentando-se lentamente para cima. Fechei os olhos e desta vez j� sabia o que viria sem surpresas. A d�vida era apenas em que posi��o e como.



Ele passou-me um �leo de massagem nas pernas, costas, ombros e bunda e massageou-me realmente uns 19 minutos. Foi uma sensa��o agrad�vel, e eu quase dormiria se n�o pensasse que tinha encomendado o servi�o completo e o melhor ainda estava para vir.



E como veio. Quando eu j� estava me sentindo aquecido pelas m�os fortes dele, ele abriu-me as coxas um pouco e come�ou a massagear-me a parte interior das n�degas. Senti um prazer enorme e excitei-me, com o sangue correndo r�pido pelas veias. A� senti finalmente o primeiro dedo encostando como se fosse por acaso nas minhas preguinhas do c�.



Na verdade ele estava apenas analisando a posi��o exata do buraquinho. Logo o dedo atrevido foi entrando devagarzinho e gemi de prazer, abrindo ainda mais as pernas, como para convid�-lo a fazer o trabalho. Foi o sinal para ele colocar o cacete em a��o. Sil�ncio curto, ele estava tentando enfiar a cobra numa camisinha. A� ele lubrificou-me o c� cuidadosamente com dois dedos lambuzados de �leo de massagem, que ele logo limpou na toalha e senti suas m�os fortes me pegando por baixo e me suspendendo de repente a bunda.



Ele ainda alisou-me a bunda com a m�o direita e perguntou-me se estava confort�vel com o que respondi que estava uma del�cia. Ele ordenou-me a deixar a bunda empinada naquele �ngulo e manter os joelhos afastados e me massageou a bunda com os dedos, como trabalhando massa de p�o. O pr�ximo movimento, sem coment�rios, foi uma m�o me abrindo as duas partes da bunda e a outro ajeitando a cabe�a inchada da piroca na entrada do c�.



O massagista era experiente e deixou-me à vontade para dizer se doesse, assegurando entretanto que ele tinha muita experi�ncia em massagem e que ele iria enfiar com jeitinho especial. Primeiro ele deu uma empurradinha para a cabe�a se afundar um pouco entre as pregas e quando ele sentiu que estava entrando cutucou forte fazendo a dimens�o da cabe�a atravessar a entrada principal do canal do c�. Gemi e arrebitei ainda mais a bunda de dor. Isto ele interpretou errado e atolou a pica c� adentro enrabando-me de uma vez. Foi a massagem mais �ntima que jamais tive. A pica tamanho jamanta atravessou-me as entranhas do c� rasgando-me todo. Enquanto ele enfiava-me o cacete, ele me massageava as costas e eu gemia como uma porca sendo rasgada. Foi uma loucura de embriagar.



O massagista era sacana e experiente e sabia como fazer. Sua piroca se movimentava de todo lado dentro de mim. Suei de calor e gemia a cada estocada do caralho entrando at� o talo. Ao mesmo tempo em me puxava pelas orelhas e pelo cabelo, me pressionava os ombros contra a cama e metia-me a piroca que eu sentia bater no est�mago. Quase desmaiei, minha bunda atacada afundou na cama e a piroca saiu completamente.



Ele posicionou a cama uns 20 cent�metros mais alta e puxou como eu estava deitado, para tr�s, assim minha bunda atingiu o canto da cama, com as pernas caindo para baixo. Minha bunda arreganhou-se novamente, s� tive que abrir as pernas para o cacete se colocar de novo em posi��o. Ele deu-me ainda uma ajeitadinha na bunda para obter o �ngulo ideal e mais uma vez ele enrabou-me. Desta vez pra valer, porque eu n�o tinha nenhum espa�o de movimento. Estava paralisado e a pica gingante deslizava soberana no meu cuzinho ardido. De repente o senti jorrando de novo e eu tamb�m tive uma jorrada de possa, sendo ter tido o pau duro.



Quando ele terminou eu estava arrebentado, com o cuzinho fervendo. Ele foi carinhoso, disse-me que eu tinha uma bundinha deliciosa e passou-me uma pomada na bunda avermelhada, cobriu-me, disse-me para descansar um pouco e foi ao banho. Ap�s uns vinte minutos e levantei-me tomei tamb�m um banho, troquei-me, dei-lhe uma gorjeta soberana e despedi-me prometendo que voltaria com prazer nos pr�ximos dias. Estou pensando...



VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



contos erotico a calcinha da vo/conto_21567_oswald-e-eu-em-caioba-pr.htmlmulheres falando putariacontos eróticos "peladinho" sobrinhoeu e minha irmanzinha acediano papai contos eroticoscontos visinha gemendocontos eroticos primeiro cucontos eróticos minha mulher foi f***** por um travestichantageada contoscontos porno travestis estupros sadomazoquismofui criado para ser gay Contoscontos xupo pau desde novinhoVELHA CARENTE CONTOcontos eróticos o cachorro me lambeu na piscina dos meus pais enquanto eu tava dormindo contos eroticos subistituindo o marido da minha filhacontos eróticos as amiguinhasporno club conto eroticos de meninos gaysconto erotico paquei um negro pra fude minha namoradacontos erotlcos minha esposa solangecontos gozando pelo cuzinhocontos de cú de madrinhacontos eroticos tio emgravidando a sobrinhacontos namorada arrombada assaltantesconto erotico gay coroa pirocudo gosta de humilhar viadoContos supreendida pelo novinhocontos eróticos com mulher q usa vestido coladocontos excitantesde sexocontos eróticos peguei ela se masturbandorelatos eróticos determinada por um negão roludoo novinho me encoxoucomtos gozoticoscontos eroticos sequestrovideo completo mulher por nome cidinha baixinha gostosa transando ate gosavideo d gostosa se ensinuando na camacontos eroticos sentei no hugocontos eroticos incesto orgamos adolecesnteconto erotico tomando banho com a irmã casadaSou casada fodida contoquebrei o cabaço da minha irmã ela chorou muito porno cariocacontos eróticos mete um milho na bucetacontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casacontos eroticos vi a pepeca de minha amigamorena gostoza engatada com cachorro grande conto eroticomeu professor comeu meu cu conto femininocontos minha mãe punheta entregadorminha netinha contos eróticosContos eroricos transei com minha empregadaconto erotico com xupa minha xota paiMe comeram ao lado do meu namoradoContos entiadas apanhando para submeter ao sexocontos de coroa com novinhoMamando piroca do filhinho contoseroticosprimeiro eu dei pro negao depois ele me comeu conto erotico gayconfeceu a amiga a tomar banho com ela pornocontos negras visinhas gostosasminha cunhada tinha coriosidade sobre o meu pau se enprecionou/conto_2210_minha-namorada-virou-a-puta-de-um-homem-casado.htmlcontoeroticomaefilhacontos eroticos menor de idadecontos eroticos menina de 07anos dando a xaninhacontos reais de zoofiliaconto erotico gay hostel dormir peladocontos eróticos longos viagemconto erótico técnico de internetcontos eroticos de irmã chupando pinto pequeno do irmão novinho de idadecontos meu marido me levou na festa e dei ocucontos comi a japonesa rabuda casadacontos eroticos sai de casa com mini saia e plug anal no cucontos eroticos pau monstruoso destruindo cú da minha esposafudendo com a benga do vovô contoscontos mem tinha peitinho dava cusinhoMeu marido é caminhoneiro quando ele viaja eu levo rola do visinhominha iniciação gay contosporno zoo insesto e dominacao en contos eroticosadoro menino sacudo contosmotoboy gay contomamae gostosa engatada com o dog alemao feito uma cadela conto erotico zoofiliasexo velho gozando dentro da menina de quise ano e gosanodentrotravesti vizinha surpresa contos eróticosminha cunhada casada evangélica que parecia ser santinha eu no meu carro eu levei ela pro motel ela deixou eu fuder sua buceta conto eróticofirme de sexo com a minha conhada bem safadaconto lesbica levei-a para camacontos eróticos entiada no colocontos transando em silêncio Costos eroticos leite na mamadeiracontos de coroa com novinhoquelegal vouponhacontoseroticos subrinho penes muito grandeestoria porno a fantasia do meu marido e c cornoconto do negao velho e pirocudocontos de maes flagando fihos punheteirosSou casada e fui comida pelo pedreirocontoseroticos foi fuder no mato e foi comida por malandros