Me chamo Bruno e h� algum tempo namoro Cris, por nos conhecermos a algum tempo desde o col�gio sempre procurei respeitar seus limites e ela era muito cheia de reservas pra tudo, n�o gostava de fazer nada, s� transava no escuro essas coisas. Mas como sempre procurava respeitar suas neuras fui deixando apesar de j� estar um pouco irritado com isso.
Sou moreno, olhos cor de mel, corpo magro por�m definido. Cris � branca cabelos negros encaracolados e nos ombros, olhos cor de mel e um corpo escultural, peitinho e bumbum bem durinhos de deixar qualquer homem maluco.
Mas sempre me perguntava porque na hora do sexo Cris insistia em se esconder e tudo o que faziamos era o papai e mam�e tradicional.
Um dia ela me pediu que fosse pra casa dela e esperasse ela por l� porque ia se atrasar do trabalho para o jantar com um grupo de amigos que tinhamos marcado, entrei e fiquei um tempo na sala mas depois sabe como �, a curiosidade vai aumentando e fui mexer nas coisas dela.
Comecei com a gaveta de calcinhas e foi ai que comecei a ficar surpreso, modelos dos quais jamais havia visto, minusculos daqueles que cravam direitinho e que ela nunca tinha vestido pra mim. Fiquei irritado e comecei a vasculhar tudo, at� que dentro do guarda-roupa numa gaveta com chave a minha curiosidade foi ao limite, perdi a linha e quebrei a gaveta, ja n�o me importava com o que pudesse acontecer, afinal vinha fazendo a linha de bom mo�o a tempos.
Quando abro a gaveta me deparo com v�rios brinquedos er�ticos, de todo tipo vibradores de v�rios tamanhos, bolinhas tailandesas, �leos, algemas, morda�as, chicotes, fantasias er�ticas, videos er�ticos e videos dela se masturbando, uma Cris que nunca tinha visto antes, tinham coisas que at� eu desconhecia . Coloquei tudo em cima da cama e esperei que ela chegasse, me escondi e aguardei ancioso porque naquele dia acabava toda aquela farsa de mulher puritana e boa mo�a. Eu apesar de irritado j� estava de pau duro e naquele dia mostraria a ela tudo que me segurei nesse tempo todo.
Ela chegou e ao entra no quarto se viu chocada e sem a��o porque eu havia deixado o video dela se masturbando rodando no pc, eu logo apareci e perguntei se tnha algo a me dizer a respeito, n�o esperei a resposta que sabia que n�o viria, mas disse que naquele dia ela n�o me escapava. Joguei Cris na cama rasguei toda a sua roupa, cheirava o seu corpo como um cachorro atr�s da cadela no cio e ela apesar de dizer n�o me puxava cada vez mais com viol�ncia pra perto do seu corpo. Meu pau j� latejava de t�o louco que j� estava mas preferia me deliciar aos poucos e afinal se fui torturado por tanto tempo n�o deixaria as coisas assim t�o f�ceis pra ela.
Amarrei Cris na cama, ela resistia e percebi que ela gostava de ser dominada, coloquei ela com aquela bunda bem arrebitada para o alto, aquele cuzinho que j� fazia tempo que queria comer para o alto e algemei suas m�os e seus p�s na cama de forma que ficasse de quatro mas n�o completamente im�vel.
Me deitei por baixo dela e enfiei toda a minha cara naquela buceta gostosa que j� estava toda enxarcada de tes�o, ela me xingava me chamava de safado de que eu n�o poderia pensar que ela era uma vadia ou qualquer uma, mas quanto mais gritava me xingando mas arreganhava as pernas e esfregava e cavalgava na minha cara. Chupei ela at� que n�o tivesse mais for�as quase chegando ao orgasmo, de repente paro , pego a bolinha tailandesa e um vibrador que ela tinha guardado, com ela ainda de quatro vou enfiando bolinha por bolinha e sussurrando no seu ouvido que uma puta que se faz de puritana tem que ser tratada assim, que eu ia preparar aquele seu cuzinho todinho pra depois cravar minha pica, que j� estava latejando todinho. Dizia, “vamos ver Cris sua putinha safada se voc� aguenta” e coloquei o vibrador na sua buceta bem devagar, ela se contorcia tanto de prazer que acho que naquele dia at� os vizinhos escutaram seus gemidos. Coloquei o consolo bem fundo e voltei a chupar seu gr�lo, quando ela estava quase pr�ximo do orgasmo fui puxando as bolinhas e colocando cada vez mais fundo vibrador, ela teve um orgasmo t�o intenso que seu corpo inteiro estremecia na cama.
Fui pra tr�s dela e meu pau que j� estava mais que latejando parecia que ia rasgar de t�o duro, suspendi sua bundinha bastante e deixei bem arrebitada, acariciei, lambi bem devagar fui esfregando lentamente s� a cabe�a do meu pau naquele cuzinho apertadinho, fui empurrando aos poucos e tudo o que Cris fazia era se impinar cada vez mais pra mim, rebolando aquele rabo todinho na cabe�a do meu pau, fui entrando e claro aproveitei o vibrador e fui junto com o meu pau penetrando a buceta dela com ele, no mesmo ritmo, Cris dizia que daquele jeito ia rasgar ela, que ela n�o era mo�a desse tipo, mas se era o que eu queria que ela ia mostra a puta safada que existia dentro dela, dei uma parada meu pau j� estava na metade e de surpresa cravei bem fundo junto com o consolo at� ela gemer bem fundo.
A Cris urrava de prazer e eu mais ainda, n�o podia acreditar que minha mulher gostava daquilo tudo, fui socando cada vez mais aquele rabo gostoso que esporrei aquele cuzinho todinho e ela depois ainda me suplicava de quatro que desse a ela tudinho pra ela acabar de me chupar.
Me chupou e lambeu tudinho, soltei a cris das algemas e ela se levantou r�pido e se vestiu e disse “seu safado, ainda limpando a boca, n�o sou mulher de safadezas, nem sei que coisas todas s�o essas .... Mas espero que voc� amanh� esteja aqui pra me explicar novamente o porque trouxe todas essas coisas...” Agora sempre brinca assim, a puta e a virgem inocente, na presen�a de todos a mais recatada e na cama a mais safada e piranha de todas,... e eu o que fa�o, entro no jogo de Nelson Rodrigues rs......