Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

UM ATAQUE NO CONSULT�RIO

Fazia horas que ele estava l�.



Ela n�o soube como ele entrou. Mais prov�vel que estivesse na rua à espreita. Quando a �ltima cliente saiu, aproveitou a porta aberta. Bem vestido, bem apessoado, n�o despertou suspeitas.



Ali agora estava ela. Toda nua, amarrada de bru�os na cadeira de seu consult�rio odontol�gico. Cadeira, ali�s, da qual ele parecia conhecer todos os controles, acionando-os sempre de forma a deix�-la na melhor posi��o, para ent�o fazer pleno uso de seu corpo.



Quando ele entrou, n�o houve tempo para surpresas ou espantos. Ele n�o disse uma palavra. Dominou-a, despiu-a totalmente, usou seu len�o de seda, os el�sticos das m�scaras faciais e o que mais encontrou por l� e a amarrou na cadeira.



Nua, de bru�os, as pernas amarradas em �ngulo que expunha totalmente sua intimidade, ela recebeu palmadas vigorosas. Sentiu sua carne tremer, sentiu que ele deixava a marca de suas m�os nas suas n�degas. Ela que em segredo se orgulhava delas, agora n�o mais dispunha de qualquer arb�trio. Ele faria o que bem quisesse.



S� quando sua pele j� fervia, rubra dos golpes recebidos, ele disse as primeiras palavras. Rudes:



- Voc� � uma puta. N�o estou fazendo nada mais que usar voc�, do jeito que uma vagabunda deve ser usada... - e riu...



Ele a penetrou. Estando de bru�os, de costas para ele, n�o era t�o f�cil, mas ele parecia saber bem o que fazer, como fazer. Presa como estava, ela sentiu como que um ferro em brasa entrando dentro de suas entranhas. Entrando fundo.



Ele era de poucas palavras. De vez em quando dava-lhe mais uma palmada, chamava-a de novo de puta, vagabunda, piranha...



E dava-lhe uma estocada mais forte, que parecia que ia lhe rasgar toda. Seguia assim num crescendo. Ela sentia todo seu peso comprimindo-a contra a cadeira onde tratava seus clientes. Ele cada vez mais dentro dela.



At� que por fim, sentiu quando um jorro quente inundou-a internamente. Ele ent�o saiu de dentro dela, sussurrando ao seu ouvido:



- Putinha gostosa...



Ele teve ainda o desplante de investigar seu arm�rio, achar uma garrafa de vinho que um cliente agradecido presenteara e abri-la. Bebendo, teve o requinte de derramar um pouco do vinho sobre ela e lamb�-lo, concupiscentemente.



C�nico, ainda lhe perguntou:



- Quer um pouco n�o �? J� vou te servir...



Derramou algumas gotas sobre seu membro, que j� estava de novo r�gido. Puxou seus cabelos, for�ando a erguer sua cabe�a. For�ou o falo contra sua boca, at� que ela, sem poder opor qualquer resist�ncia a abriu.



Sentiu que ele tratava sua boca como tratara antes sua vagina. Segura pelos cabelos, ele fazia e coordenava seus movimentos.



- Chupa vagabunda! Bebe teu vinho, que logo te dou uma recompensa...



O vinho logo seu foi. Mas o membro grosso, pulsante, ficou ali dentro de sua boca, por v�rios minutos, enquanto, sob a mira de seu algoz, ela tinha de chup�-lo. At� que sentiu um gosto levemente �cido, apimentado, de um l�quido muito espesso, ir se espalhando pela sua l�ngua. Dois ou tr�s jorros.



Ele deixou seu membro ali, dentro da sua boca, olhando-a com aquele ar de perversa satisfa��o.



- Bebe tudo! Esse � teu leite de puta...



Ent�o tirou-o. Ainda esfregou a glande melada no rosto dela. Afastou-se e foi beber mais vinho, enquanto ela sentia aquele resto de esperma secar nas ma��s de seu rosto.



Mas ele tinha mais requintes em sua perversidade. Apanhou o telefone, come�ou a discar enquanto olhava-a bem nos olhos, dizendo-lhe:



- J� sei muito bem a puta que voc� �. Mas agora o mundo todo vai saber...



Fez v�rias liga��es. Amea�ava-a erguendo sua cabe�a para traz at� que a dor a fizesse render-se.



N�o bastando us�-la, agora a obrigava a fazer sexo virtual com desconhecidos.



Colocava o telefone no viva-voz e a fazia provocar os interlocutores. Alguns desligaram, mas muitos ficaram interessad�ssimos.



Ela ent�o – ele ia lhe sussurrando ao ouvido suas falas – era obrigada a oferecer-se, a dizer do quanto gostava de ser uma prostituta. Mas n�o por dinheiro. Por que nascera assim.



Obrigava que ela se oferecesse, fazi-a descrever atos libidinosos da forma mais vulgar, com as palavras mais chulas poss�veis. A ela n�o restava outra op��o do que cumprir suas ordens.



Ele se excitava com essa situa��o.



Logo desligava o telefone. Novamente caia sobre ela e a penetrava. Parece que ainda mais fundo que das outras vezes.



Gozava dentro dela e novamente retomava o ritual humilhante das ofertas sexuais a estranhos pelo telefone.



As liga��es pareciam ser aleat�rias, mas eram sempre homens que atendiam. Uns poucos desligaram, mas mais da metade entrou no jogo. Quase todos eram portugueses, alguns outros falavam espanhol com sotaque argentino. Ele a humilhava internacionalmente.



Dono e senhor da situa��o, ele se portava cada vez mais cinicamente:



- Hmmm! Acho que voc� est� precisando de um novo est�mulo...



Sumiu de seu raio de vis�o. Parecia buscar algo nos bolsos do palet�.



Voltou por tr�s dela, de uma forma que n�o podia v�-lo.



Ria...



- Vai adorar isto!...



Aiiiiii! – ela grita, sentindo alguma pe�a ser alojada em seu �nus. Provavelmente aquele tarado lhe colocara algo, certamente um plug anal.



Foi for�ada a mais telefonemas. O plug anal ardia-lhe, for�ando a abertura de sua entrada proibida.



Uma hora ele at� soltou sua m�o direita. N�o a estava libertando. Fazia isso apenas para for��-la a masturbar-se para que o interlocutor ouvisse os ru�dos de sua vagina tocada.



Portugueses e argentinos marturbavam-se com ela. Tamb�m a chamavam de todas as formas poss�veis. Muitos claramente tiveram orgasmos...



Em outros telefonemas, era ele que falava, dizendo que tinha uma esposa tarada e devassa. Fazia o interlocutor ouvir enquanto ela – mais uma vez – era obrigada a chupar seu membro.



At� que ele parou. Pareceu ter se saciado com essa forma. Sumiu de sua vista. Ao que pode ouvir, estava terminando com a garrafa de vinho.



Ent�o ele volta:



- S� falta uma coisa, putinha...



Ela mal teve tempo de respirar. Sentiu o plug anal ser retirado. Em troca, l� veio ele de novo. Agora em seu �nus. Ironicamente, essa penetra��o foi f�cil e sem resist�ncia. Estava previamente escancarada pelo plug que ficou tanto tempo por l�.



Como ele j� tivera outras ejacula��es antes, orais e vaginais, essa penetra��o foi muito longa. At� que finalmente ela sentiu de novo aquele jorro espesso dentro dela.



Ele tirou o membro de seu �nus. Deu-lhe uma outra palmadinha:



- Voc� leva jeito pra coisa, putinha...



Ouviu-o vestir-se. Ele voltou e soltou de novo sua m�o direita. Colocou uma tesoura ao seu alcance.



- Estou indo. Qualquer dia eu volto. Use essa tesoura e n�o ouse tentar nada sen�o...



Sumiu. N�o ouviu mais passos, sequer ru�dos de portas abrindo e fechando.



Ela se soltou das amarras, mas ficou ali deitada ainda algum tempo. O corpo todo estava dolorido.



Finalmente saiu de l�, foi à sua toalete lavar-se. Sua vagina come�ava ficar inchada. De se prever para o dia seguinte algum exsudato, corrimento de secre��o e pequeno sangramento, resultado de tanta fric��o que houvera por ali.



Estranhamente n�o sentia muito incomodo no �nus. Mesmo a penetra��o tendo sido longa. Ardia um pouco apenas. Talvez ele tenha usado algum gel. Ou foi o plug anal que a deixou mais aberta.



Lavou-se e vestiu-se.



O celular toca. O n�mero n�o est� registrado em seu aparelho, mas reconhece: � o novo n�mero do Zeca.



- Oi! D� pra falar agora ou est� no tr�nsito?

- Ainda estou no consult�rio. Nem queira saber como foi meu dia...

- Ok! Precisava te perguntar uma coisa: voc� faz implantes?

- Ainda n�o. Estou terminando a especializa��o at� o fim do ano. Por qu�? Precisa de alguma indica��o?

- Sim... um colega me pediu, t� com problemas e precisa...



Ela pega sua agenda, encontra os telefones de Caio, um colega e os repassa.



- Mande ligar pra ele. � um excelente profissional. Meu marido fez dois implantes com ele e vive elogiando. E tem pre�os bem razo�veis...

- Legal! Obrigado...

- Zeca: que barulho todo � esse?

- Estou no supermercado...

- Ah! O marid�o prendado comprando especiarias para fazer mais um dos seus famosos jantares...

- Hoje n�o! Hoje vai ser s� comida pronta...

- U�... por qu�?

- Cansado mulher... at� me ligaram agora, a turma ta no clube e falta um pra completar dois times prum joguinho...

- N�o vai por qu�? Voc� adora um bate-bola...

- Hoje? Nem pra dar o pontap� inicial. Exausto como estou ia cair sentado...

- Exagerado...



Ap�s um pequeno sil�ncio, ela retoma a conversa��o:



- Sabe, Zequinha...

- Ih!... Quando voc� come�a a falar desse jeito melado vem coisa por a�...

- � que vou te mandar um email amanh� ou depois. Estou tendo umas id�ias novas...

- N�o disse? Eu sabia!...

- Voc� vai gostar...

- Mulher... pega leve comigo, faz tempo que j� n�o sou mais um garoto...

- He, he, he... voc� d� conta...

- T� bom... vamos ver...Mas meu amor...

- Eu sei querido: t� na hora da gente voltar para nossos cotidianos n�o �?

- �... A gente se fala, ok?

- Certo! Depois te mando aquele email...

- Ai, ai, ai... valei-me meu S�o Carlos Z�firo!...

- He, he, he...Tchau! BeijosÂ…

- Bye, bye… Olha, querida, o tr�nsito est� infernal. V� com cuidado pra casa, ok? Del�cia...



Desligou, fechou o consult�rio e saiu. Deixava seu carro num grande estacionamento bem em frente.



Clarice, a gerente do estacionamento, assim que a viu atravessando a rua, gritou para os manobristas:



- Pega o Honda azul da Doutora!



Clarice sempre se intrigava com ela. A Doutora deve ter uns vinte anos a mais que ela. Fica claro que n�o � daquele tipo de perua que passa horas na academia e sal�es de beleza. Tampouco indo e vindo de cirurgias pl�sticas.



Mas parece sempre t�o jovem quanto ela.



Pelos registros do computador do estacionamento, hoje chegou às 07h20min da manh�. Estava saindo agora, quase 08h30min da noite.



No entanto, l� estava a Doutora, agora entrando em seu carro, com um rosto luminoso.



Qual seria seu segredo?



Sem respostas, Clarice ficou vendo o Honda azul lentamente desaparecer no tr�nsito pesado do rush daquela hora...



LOBO

[email protected]



Direitos autorais reservados. Proibidas sua reprodu��o, total ou parcial, bem como sua cess�o a terceiros, exceto com autoriza��o formal do autor, de acordo com a Lei 5988 de 1973

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



Contos eroticos lesbicos massagista enfia dedo.na buceta da cliente  conto erotico castigando o cu  enrabado na cadeia contos  /conto_29620_fui-traido-mais-ainda-continuo-com-ela---o-envolvi.html de frango assada recebendo lingua do gay safado  sua buceta me pertence  cumi minha sogra e minha cunhada  Conto punheteira do meu filho  minha esposa safada de saia deixo o vizinho a funda a xoxota dela  /conto_23276_um-castigo-merecido.html  contos eróticos de mulheres casadas de Biguaçu  conto erotico peluda no ginecologista  contos eróticos infância na piscina  Contos de podolatria-pisei na cara  mulher as pono aportei a minha esposa  netinha safada adora sentar no colo do vovô contos eroticos  Contos eroticos policial e novinho menino gay  contos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casa  sou novinhalevei pica d varios conto  4 amigos do meu irmão com ele me fuderam conto  Conto gay chantageado colegas  me comeram contos teen  me masturbeipensando nela contos eróticos  Contos eroticos coroa estrupada  irmã dormindo pelada  contoseroticos anal brital no acampamento  Freira contos eróticos  contos de cú por dinheiro  Empregadas que Obedencem suas patroas Chupando sua buceta com vontade  comi as duas vizinha q moravam juntas cantos eróticos  ninfetinhhas dando o cuzinho pra padrastos pai avo padrinho tio cunhado.  minha tia mim pediu uma massagem conto  bucetao de argola ppreza em um pauzao  contoseroticos ai papai fode esse cu todo  contos eroticos so de pensar gozo  como brexar a cunhada no banheiro  meus filhos me foderam contos  contos caipiras amadores bucetas  /conto_25798_meu-filhinho.html  senhor negro-contos de sexo  so grelu esticado  contos eroticos esposa e filha susto no metrô  de calcinha na frente do meu pai contos  conto erotico gayzinho se vestiu de putinha pra dar o cuzinho  estupro sogra conto  xvidio minha mina sai para tranpa e eu como Minha sogra xvidio  contos gays picantes o filho da vizinha  Contos pornos-mamae deu um selinho no meu pau  meu eletricista chupou meus seios  contos eroticos enganada e oferecida pelo marido  contos eróticos as amiguinhas  contos do sexo menina mimada  conto erotico eu esculto minha mae gemendo com meu padrasro  conto erotico cachorro lambe pau  conto com onze anos trepei gostoso com meu padrasto que gozou na minha buceta inchada  conto erotico calcinha no varal  videos eroticos de castigadas com muitas palmadas  Contos virei uma travesti porque tenho penis pequeno  meu paizinho . contos eroticos  conto erotico minha enteada gravida  contos a irma da igreja chupeteira  patroa rabuda contos  foderam minha boca contos erotico  contos comedor de casadas alph  Contoseroticos de maduras  incesto contos fodas  minha vizinha poliana muito gostosa contos  contos de cú de madrinha  contos eróticos pedindo vara  Contos eroticos de podolatria com fotos desejando chupar os pes de primas dormindo  contos eroticos fui bem fodida igual puta e chingada de vadia  cusudalesbica  meu filho meu macho contos  novinha peguei no pinto do cachorro relatos  podendo com a sogra  conto erotico comedo as namoradas lebicas  contos chupei minha namorada a força  sou casada loba contos  Fudendo a intiada novinha d shortinha  conto incesto cunhada  /conto_12199_me-tornei-um-corno-publico-.html  Contos eróticos rebola  www.xconto.com/encesto  Porno maes pais iniciando suas ninfetinhas no incesto contos  contos a irma da igreja chupeteira  Contos estrupado pelas vizinhas ninfetas