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PRIMEIRA VEZ COM UM HOMEM DE VERDADE

Desde o inicio da minha adolescencia sempre tive muito tesao por garotos, mas nunca deixei isso tranparecer. Tive alguns contatos mais profundos com alguns garotos da minha idade, mas sempre com aquela desculpa de ser uma brincadeira. Numa proxima vez posso contar com mais detalhes essas minhas aventuras iniciais. O que vou relatar � a minha primeira aventura com um homem de verdade. Sempre fui vidrado em historias em quadrinhos e at� hoje, com mais de trinta anos, eu ainda coleciono alguns t�tulos. Como era de costume, todos os dias passava na banquinha de revista perto de casa. Certo dia , enquanto eu verificava as revistas novas que haviam chegado, percebi que um senhor, que conversava com o meu amigo jornaleiro, n�o tirava os olhos de mim, o que me deixava bastante sem gra�a. Era um homem de uns 45 anos, cabelos quase grisalhos e boa apar�ncia . Apesar de estar meio sem gra�a, continuei procurando a minha revista. A banca era pequena e tinha um desses refrigeradores para sorvete bem no meio, o que deixava pouco espa�o para circula��o de pessoas. Numa das vezes que eu me inclinei para escolher uma das revistas, ele passou por tr�s de mim, esbarrando “sem querer” na minha bunda. Eu fiquei quieto e agi como se nada tivesse acontecido. Escolhi a revista e fui at� o balc�o para pagar. Foi quando o homem come�ou a puxar assunto, falando sobre as revistas em quadrinhos e os personagens .Ele disse que seu nome era Artur e come�amos a conversar os tr�s numa boa. Todos n�s t�nhamos um bom conhecimento sobre o assunto , o que rendeu v�rios minutos de conversa. Em um momento ,Artur comentou que tamb�m colecionava revistas, dos mais variados t�tulos e g�neros, e que sua esposa estava reclamando da falta de espa�o na casa por causa do acumulo de caixas, cheias de revistas. Ele falou que poderia me vender algumas revistas que poderiam estar faltando nas minhas cole��es. Eu achei legal e ent�o marquei de ir ver as revistas no s�bado pela manha. Eu j� estava ficando em duvida se os olhares e o esbarr�o eram reais ou apenas a minha imagina��o, pois ele me tratava normalmente e sem nenhuma outra insinua��o. Tentei n�o pensar mais nisso e no s�bado fui ate o seu endere�o. La estava ele do lado de fora da casa, apoiado em um Vectra preto. Me aproximei e ele me apresentou para sua esposa que estava dentro do carro. Era uma senhora muito legal e ate brincou dizendo que eu era o rapaz que ia dar sumi�o naquela “tranqueira”. Ela ent�o se despediu e falou que estava indo ao mercado fazer as compras do m�s com a empregada. Ele fechou o port�o eletr�nico e entramos na casa. Era uma casa bem grande, com muitos moveis e bem decorada. Coisa de rico. J� Artur era bem simples. Estava com uma bermuda jeans e uma camisa p�lo. Nos dirigimos para os fundos da casa, onde tinha uma enorme churrasqueira. Entramos em uma porta ,bem ao lado da garagem. Tinha uma escada com mais ou menos trinta degraus que levava a uma esp�cie de por�o. N�o tinha nenhuma janela e era iluminado apenas por um l�mpada .Desci as escadas na frente e vi muitas caixas ao longo das paredes. Estavam empilhadas a uma altura de mais ou menos um metro e meio. Ele ent�o se aproximou e abriu umas tr�s caixas e falou pra eu ver se achava algo que me interessasse .Eu j� n�o sabia mais o que pensar pois j� fazia mais de vinte minutos que eu estava separando as revistas e o Artur n�o tinha nem amea�ado alguma investida. Quando eu j� estava perdendo as esperan�as de que alguma coisa fosse rolar , ele abriu uma outra caixa , com diversas revistas Playboy. Perguntou se me interessava e eu respondi gostava mas n�o colecionava devido ao pre�o. Foi ent�o que o rumo da historia mudou. Ele abriu outra caixa cheia daquelas pequenas revistas de sexo. N�o tinha nada gay. Era s� homens com mulheres, mas com muito sexo anal. Ele falou que sempre que podia, vinha para o por�o para ler as historinhas escondido da sua esposa. Ent�o ele pegou algumas revistas e foi pro outro canto folhea-las. Eu tamb�m comecei a ler algumas enquanto percebia que o Artur j� estava bem excitado, se alisando por cima da bermuda. Ele ent�o abriu o z�per da bermuda e tirou seu pau pra fora. Apesar da pouca ilumina��o , dava pra ver que n�o era pouca coisa. Ele me perguntou se eu ficava incomodado com aquilo e eu lhe disse que n�o e que era normal. Ele falou pra eu ficar a vontade e continuou se alisando. Eu j� estava louco de tes�o, trancado em um por�o semi-escuro, com um homem mais velho que se masturbava a menos de tr�s metros de mim. S� que mesmo assim eu n�o tinha coragem de tomar a atitude e pelo visto nem ele. Eu ent�o aproveitei o fato de estar com uma calca de moletom. Como n�o tinha z�per, pra ficar mais “a vontade” eu baixei as minhas calcas ate o joelho e fiquei meio de costas, com a bunda virada para ele. Eu estava me masturbando e disfar�adamente eu olhava para o Artur que n�o tirava os olhos de mim. Ele ent�o me disse pra pegar uma das caixas que estava atras das outras que nos t�nhamos aberto porque ali tinha revistas mais novas. Eu me debrucei sobre a primeira pilha tentando retirar a caixa que estava atras. Foi a� que eu decidi aproveitar a minha posi��o pois eu estava totalmente debru�ado sobre a pilha de caixas, com as calcas no joelho, a bunda totalmente exposta e as m�os pra frente tentando levantar a caixa. Eu virei a cabe�a e disse que a caixa era muito pesada e que n�o conseguiria levantar sozinho. Ele rapidamente se prontificou a ajudar. Ele veio se aproximando e foi nesse momento que eu pude ver melhor o seu pau. Ele ainda estava de bermuda , mas com o pinto e o saco totalmente fora do cal��o. O pau estava muito duro e empinado e tinha uma cabe�a muito grande e inchada que brilhava mesmo com a pouca luz. Ele se aproximou timidamente, se encostando de leve ao lado do meu quadril, como se estivesse me testando. Como eu n�o reclamei ele se posicionou bem atras de mim e esticou os bra�os sobre o meu corpo para alcan�ar a caixa. Nesse momento seu pau ficou totalmente encaixado no meio da minha bunda e um arrepio percorreu toda a minha espinha. Acabou-se a timidez. Ele come�ou a alisar o meu peito descendo as m�os pelo meu quadril, enquanto esfregava aquela imensa cabe�a na porta do meu rabo. Eu ainda estava naquela posi��o enquanto ele come�ava a lamber a toda minha bunda, deixando o meu c� bem molhado. Depois de enfiar um, dois e tr�s dedos bem dentro do meu c�, ele se levantou, molhou bem o pau com saliva e disse que a hora era essa. Quando ele encostou aquela enorme cabe�a bem na entrada do meu c� e come�ou a forcar eu fiquei com um pouco de medo. Eu ent�o relaxei e percebi que estava com tanto tes�o que aguentaria qualquer tamanho de pau. Eu fui sentindo aquele pinto me invadindo, cent�metro por cent�metro at� o momento em que os pentelhos dele encostavam na minha bunda. Enquanto ele me segurava pelos quadris e bombava lentamente, eu colocava as m�os para tr�s, abrindo a minha bunda no m�ximo e aproveitando cada estocada. De repente tudo mudou. Aquelas lentas bombadas foram ficando mais fortes e j� come�ava a doer. Eu pedi para ir mais devagar ,mas ele come�ou a me xingar e falar besteiras dizendo que agora eu iria aprender. Tentei sair daquela posi��o mas ele rapidamente me pegou pelos bra�os, dobrando-os sobre as minhas costas. Ele ent�o tirava o pau e o enfiava bruscamente. Eu estava ficando com medo mas aquela situa��o de quase estupro s� aumentava o meu tes�o. J� haviam passados v�rios minutos e ele me fodia loucamente e sem dar mostras de querer gozar. Ele ent�o tirou o pau do meu rabo e me tirou daquela posi��o. Pegou um pano que estava jogado sobre as caixas e limpou o pr�prio pau. Sem dizer uma s� palavra, me levou at� a escada e me fez sentar em um dos degraus. Ent�o ele ficou bem na minha frente e disse: "p�e na boca" . Eu olhei pra ele e para aquele pau balan�ando a alguns cent�metros da minha boca e n�o resisti. Eu ja feito isso antes, mas com alguns meninos. nunca havia feito com um apu tao grande e grosso mas, como ele disse, parecia que eu tinha nascido pra isso. Enquanto aquele pinto preenchia a minha boca e a minha l�ngua deslizava sobre a enorme cabe�a, eu s� ouvia os gemidos de tes�o que retirava daquele homem. Ap�s alguns minutos chupando aquele pau, ele me disse que j� estava pronto. Quando eu pensei que ele ia gozar, ele levantou as minhas pernas e as for�ou para tr�s me deixando totalmente im�vel. Eu estava quase deitado com as costas sobre os degraus, o que me causava muita dor. Ent�o ele come�ou a me comer novamente. Agora ele metia o pau at� o limite, tirava todo ele e voltava a meter. Alem de sentir cada cent�metro de pau entrando e saindo do meu cu eu podia ver tamb�m. E isso aumentava muito o meu tes�o. Mas como a posicao era muito incomoda para n�s dois, ele me virou e fez com que eu colocasse meus joelhos sobre a escada me deixando de quatro. Ele subiu alguns degraus alem dos que eu estava, montou sobre mim e continuou metendo. Foram alguns minutos naquela posicao, sentindo toda a vitalidade daquele "senhor" , quando ele comecou a me segurar com mais firmeza e a meter com mais for�a. Ele parou de gemer e comecou a quase gritar e falar besteiras at� que eu senti um jato quente atingindo as minhas costas e finalmente ele gozou. Apos alguns minutos n�s j� est�vamos limpos e subindo as escadas, sem trocar muitas palavras. Ganhei uma caixa de revistas e um convite pra quando eu quisesse ler alguma coisa diferente, as portas estariam abertas. Depois dessa visita, fui ler mais algumas vezes, antes de eu me mudar de endere�o. Depois disso nunca mais o encontrei. Ele foi um dos motivos pelo enorme tesao que sinto por homens mais velhos. O mais interessante � que nao sinto necessidade que o homem seja bonito ou sarado. Pra mim, o homem pode ser feio, gordo, baixinho. Tanto faz. S� preciso que ele seja discreto e saudavel. Hoje estou casado, minha esposa nem desconfia, mas aguardo anciosamente uma oportunidade para relembrar meus velhos tempos. Quem quiser, pode entrar em contato comigo para trocar experiencias ou manter contato, pelo email [email protected]

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