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CARONA M�GIA



Trabalho numa empresa ocupando cargo de diretor. Sou casado, 1,73m, moreno, 40 anos, n�vel superior.



Numa tarde, tive que me ausentar de minha sala indo at� outro departamento que fica do outro lado da cidade.



Quando estava saindo, uma das meninas que trabalham na limpeza do pr�dio se dirigiu at� mim, solicitando uma carona, pois ela tinha que ir em uma empresa coligada, nas proximidades do local que me dirigia.



Esta garota, tamb�m casada, � possuidora de um corpo fenomenal, longos cabelos, uma bunda sensacional, bela pernas, os seios s�o fant�sticos, pura tes�o.



Quando trabalh�vamos noutro pr�dio, sempre ficava observando seus movimentos, era um tal de jogar os longos cabelos pr� l� e pr� c�.



Certo dia, fui feliz em v�-la dando uma arrumada nos belos seios. N�o resisti e liguei no ramal e fiz o elogio que realmente ela merecia. Ela ficou surpresa pela minha aud�cia, disse que ningu�m da empresa ainda havia lhe falado da forma que eu falei. Respondi que sempre a observava e que ela poderia ter certeza, enquanto est�vessemos por ali, sempre daria um jeito de lhe observar, bastaria ela dar uma olhada para o andar onde estava instalada minha sala.



E assim a vida continuou, at� que mudamos de pr�dio e por sorte ficamos no mesmo pavimento.

D

a� retorno ao epis�dio da carona, no qual relatei que esta me solicitou uma carona em pleno hor�rio de expediente. Estava com uma roupa que sempre me deixou com muita tes�o: roupa escura, short apertado e blusa preta com um decote tentador. Seu cabelo, negro como a noite sem lua ou estrelas, preso no alto da cabe�a.



Claro que me prontifiquei, resolvi ir no meu carro, pois caso surgisse uma oportunidade esta menina estaria na rola com certeza.



Quando saimos do estacionamento perguntei onde ela queria mesmo ir, disse que queria ir a um departamento da empresa para pegar umas coisas que haviam lhe avisado que estavam à sua disposi��o.



At� a� tudo bem. Muito papo, com a seriedade de sempre imperando. Quando chegamos ao destino e de imediato recolheu o que fora buscar, disse a ela que teria que ir at� um departamento mais distante, e que se ela se importaria de me acompanhar. Ao dizer tudo bem, num piscar de olhos pensei: hoje faturo esta vadia.



Ao chegarmos no local determinado, procurei colocar meu carro em um local em que o mesmo n�o fosse notado, lembrando que tal local ainda n�o estava em funcionamento.



Convidei-a para ir comigo no segundo pavimento para ver como estavam a situa��o das salas que deveriam ser ocupadas nos pr�ximos meses. Esta se recusou. Fique p da vida. Mas fiz a vistoria e desci.



Ao adentrar em meu carro, notei que algo diferente havia acontecido. Seus cabelos estavam soltos e seu olhar foi a gota d'�gua.



Toquei seu lindo joelho e a encarei e lhe perguntei porque recusou meu convite.



Disse-me, olhando em meus olhos, que ficou com medo de que algo entre n�s acontecesse.



Me aproximei de seu rosto e com um leve toque a fiz me olhar> olhos nos olhos.



Disse a ela que eu a desejava h� muito tempo. Procurei seu l�bios e fui correspondido com um super beijo. Meu pau a esta altura j� estava a estourar minha cal�a.



Peguei sua m�o e a fiz sentir o que tinha para lhe oferecer. Foi uma pegada fenomenal, enquanto acariciava seus seisos, com mamilos t�o delicados e prontos para serem saboreados.



Enquanto nos beij�vamos, num passe de m�gica, liberei meu cacete que pulsava vorazmente e deixei que ela o sentisse com mais vontade.



Ofereci meu membro a ela que se acomodou no banco do carro e numa rapidez de uma leoparda, abocanhou-o e o sugava com maestria.



Enquanto chupava, ora com muita voracidade, ora com muita delicadeza, balbuciava que aquilo n�o poderia estar acontecendo, minhas m�os percorriam seu corpo meio desnudo, tocava seus seios, sugava seus mamilos que estavam durinhos de pura tes�o. Sua buceta fervilhava, babava feito uma cadela no cio. A cada toque em sua buceta, levava meus dedos em minha boca e saboreava o n�ctar que jorrava com intensidade.



Decorridos alguns minutos e n�o suportando aquela boca m�gica, que sugava, acariciava, mamava, lambia, gemia, sempre jogando seus negros cabelos para o lado, n�o resisti, gozei tal qual um animal goza quando completa seu desejo.



Minha adorada colega, num passe de m�gica, nada deixou escapar, degustou cada gota de meu l�quido precioso e se ajeitando no banco do carro, arrumando o cabelo em forma de coque, no alto da cabe�a, me convida a irmos embora, dizendo-se preocupada com o acontecido.



Digo-lhe que n�o � necess�rio esta preocupa��o, pois afinal somente n�s est�vamos ali e de minha parte este segredo � meu e dela.



E passados alguns dias, esta garota me procura me perguntando se eu havia comentado com algu�m, pois uma colega disse que estava desconfiada daquela saida nossa e que tinha certeza que algo havia acontecido.



Mas lhes garanto que foi uma das melhores caronas que ofereci. Quando este conto chegar at� ela, tor�o para que me procure para lev�-la em algum lugar, mas a� teremos que amar, trepar, fuder, chupar, fazer tudo que temos direito, afinal, quando existe o desejo, n�o podemos deixar que n�o aconte�a com a pureza que se deve acontecer...

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