Sempre tive um conv�vio intenso com a fam�lia de meu pai, �ramos muito pr�ximos e se tornou muito comum que eu dormisse na casa de meus primos e vice-versa. Principalmente na �poca de f�rias, onde algumas vezes eu e minha irm� pass�vamos alguns dias por l�. Minha irm�, que tamb�m tinha 19 anos era muito t�mida e recatada,
Era comum durante o dia, eu e meu primo Rafael ficarmos jogando videogame e bot�o de mesa, enquanto minha irm� e minha prima ficavam em volta querendo participar. Muitas vezes, minha prima de 20 anos usava apenas uma camisolinha azul, quase transparente e uma min�scula calcinha por baixo. Minha irm�, por�m, sempre muito bem vestida, com cal�a de moletom e camiseta, nunca se esquecendo de usar um sutien dos mais tradicionais.
Sempre que poss�vel tentava olhar para Vanessa (o nome de minha prima), mas com o maior cuidado para que Rafael n�o percebesse meus olhares. Por muitas vezes tive d�vida se Vanessa tinha no��o do mal que ela estava fazendo para mim. �s vezes tinha certeza que era proposital e às vezes parecia mais um descuido ela preocupada apenas em se divertir. Por�m, o fato � que, enquanto ela brincava de videogame, ping pong, etc, fazia poses e mexia no cabelo como se estivesse querendo me seduzir e isso foi ficando insuport�vel para mim.
No dia seguinte l� estava ela, com uma camisola mais transparente, uma calcinha menorzinha e mais enfiadinha e sempre com os biquinhos do peito a mostra atrav�s da transpar�ncia. N�o podia ser coisa da minha imagina��o. O contraste com minha irm� era enorme, enquanto uma parecia uma vasilava, a outra tinha os movimentos calculados, a pose mais sexy e at� o jeito de quem quer provocar, mas sem perder a d�vida de que tudo podia ser coisa da minha imagina��o.
Enquanto ela estava na cozinha almo�ando, eu corria para o seu quarto pra ver a gaveta das calcinhas e ficava imaginando ela dentro de cada uma delas. Ficava procurando alguma roupa usada, cheirando, at� vestindo alguma pe�a e imaginando ela. Sempre, morrendo de medo de que algu�m fosse aparecer.
Quando ela acabava o banho, corria pro banheiro pra tomar meu banho e ficar sentindo o cheiro daquela calcinha que eu fiquei o dia todo observando no corpo dela. Chegava at� a beijar para lembrar-se da imagem dela.
Devagar, fui tomando coragem e fazendo alguns coment�rios, do tipo. U�, cad� aquela camisola que voc� tava usando ontem? Eu a achava mais bonita do que essa. Aquela calcinha azul era menor, n�o era? Ela ficava sem gra�a e desconversava, mas continuava a deitar no ch�o com o bumbunzinho pra cima pra jogar videogame e de vez em quando olhava pra mim pra ver se eu tava de olho.
Minha irm� e meu primo simplesmente n�o percebiam nenhuma movimenta��o. num certo dia minha irm� foi para casa e ficou s� eu com meus primos.
meu primo levou um colega para jogar videogame um campeonato, como ficou tarde ele ficou para dormir, ficou ele e meu primo em um quarto e eu e minha prima no outro, no quarto da minha prima ela tinha botado dois colch�es de solteiros no ch�o, pois dormia ele e minha irm�, antes da minha irm� ir embora e ainda estava assim, ficamos at� tarde conversando no quarto eu e minha prima, e quando eu fui ao banheiro tomar banho,quando voltei percebi que minha prima j� estavam dormindo no quarto, Passei, deitei devagar e vi que minha prima estava com a camisola acima da cintura e dormindo com as pernas um pouco abertas. Ai, que calcinha pequenininha branca folgadinha e velhinha, que bundinha maravilhosa! Parei, olhei pra todos os lados com medo que algu�m me visse ali e fiquei observando aquela coisa maravilhosa. Enquanto isso, meu primo e o amigo dela, dormiam.
Fiquei com medo que algu�m aparecesse, sa� r�pido Dal� e fui trancar a porta, na mesma hora. Meu cora��o estava a mil e meu pinto duro que nem pedra, s� de pensar que eu estava pertinho da minha prima. Vanessinha, cheirosinha e gostosinha, de camisola curta e calcinha dormindo de perninha aberta de costas.
Dei mais uns 19 minutos (mais longos de minha vida) e fiquei olhando aquilo e com o cora��o quase saindo pela boca. Levantei a camisola dela e encostei o nariz no seu cuzinho, bem no rego
Fiquei olhando e sentido o cheiro de Vanessa uns 19 minutos sem toc�-la, s� com um filete de luz que vinha da janela de vidro. Aquilo j� era um sonho pra mim. Tomei coragem e encostei a ponta do dedo em sua perna, fui devagarzinho sentindo seu calor e aumentando a superf�cie de contato. Depois de 5 minutos j� estava com toda minha m�o em sua perna e subindo para sua coxa. Ela realmente estava dormindo, eu sentia isso de verdade. Fui aumentando a intensidade de meus carinhos e devagar chegando perto de seu bumbum e afastei as n�degas e fiquei cheirando a bunda dela Minha respira��o foi aumentando e quando j� apalpava sua bundinha, e abria toda para por o meu rosto, senti uma movimenta��o r�pida, ela tomou um susto e abriu os olhos. Olhou pra mim como se tivesse visto um fantasma e n�o entendeu nada. Eu virei para o outro lado mi enrolei no cobertor e fiquei quieto,
Fiquei uns 19 minutos ofegante e com o cora��o a milh�o pensando nas consequ�ncias do que eu acabava de ter feito. Depois de mais uns 30 minutos, j� tinha dado tempo de me acalmar e de perceber que ou ela n�o tinha acreditado no que tinha acontecido ou n�o queria fazer nenhum esc�ndalo mesmo. Eu fiquei quieto e dormi. Umas 8h da manha eu acordei e sai logo do quarto, meu primo estava acordado e iria levar o amigo dele em casa e disse que ficaria la um pouco eu como tinha a cordado naquele momento n�o fui com eles. (meu tio e tia j� tinham sa�do para o trabalho). Fui ate o quarto da minha prima para pegar minha camisa.
Cheguei ao quarto dela foi minha surpresa ao perceber que ela havia jogado a coberta que mau a cobria ela no ch�o, enfiado aquela minuscula calcinha mais ainda na bundinha e "dormia" numa posi��o muito mais sexy,mais que empinando a bunda, deixando a mostra toda sua sensualidade.
Percebi que a chance de toc�-la de forma mais objetiva era m�xima, mais desta vez n�o fui a te ela, entrei no quarto peguei a camisa e quando dou as costas para sair ela diz -esta com medo?, Olhei para ela, fechei e tranquei a porta pra n�o correr o risco de ser pego em flagrante.
Deitei e devagar me posicionei ao lado de minha priminha. Eu tinha certeza que ela sabia que eu estava querendo ali, quando vou ficando por cima dela ela diz - assim n�o. E ficou de costa tirou a calcinha e abria devagarzinho as perninhas. Sua respira��o desta vez era mais r�pida e mais silenciosa, afinal, quando se est� no controle da situa��o (acordada) fica mais f�cil de produzir menos som.
A maior dificuldade desta vez era n�o deixar que ela acordasse, tive que chupar toda bunda dela
Depois de alguns minutos, sentei na cama de Vanessinha e devagarzinho fui sentindo o tremendo calor que aquele corpo exalava. Ela queria, queria muito que eu a tocasse.
Devagar passei a acariciar aquele corpo fervendo com minha m�o direita, depois com as duas m�os e pela primeira vez toquei na bucetinha virgem e j� um pouco �mida. Fiquei uns 19 minutos massageado e devagar ela abria mais e mais suas pernas pra que fosse poss�vel maior contato. Sua calcinha min�scula at� a metade do joelho. Tive dificuldades, pois nesta hora, suas pernas estavam bem abertas e tive que puxar suas pernas para o meio.
Baixei mais a calcinha e passei a massagear sua bucetinha pela primeira vez. Era maravilhoso o calor, o cheiro e a textura daquele tecido. Foi aumentando a viscosidade como se tivesse �leo, mas era claro que ela ainda era virgem, pois n�o havia espa�o para nenhum tipo de penetra��o. Fiquei nessa massagem quase uma hora e meu pinto estava quase explodindo quando come�ou a ficar tarde e colocar em risco minha estadia naquele local Cheguei a pegar a m�o dela e colocar em meu pau, mas rapidamente ela se virou pra outro lado fingindo um movimento involunt�rio de quem ainda queria dorme. N�o a comi, pois era virgem com 20 anos mais n�o quis mim dar pois tinha medo e duvidas sobre sexo..