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TRANSEI COM PAI DO ALUNO � NR 01

Ol� sou a M�rcia, casada, mesti�a japonesa, tenho 29 anos, 1,69 de alt, cintura fina, seios m�dios, bunda redondinha e pernas grossas. Sou apaixonada por sexo, adoro fantasias sexuais e tenho um tes�o incontrol�vel. Por ser japonesa, e um corpo quase perfeito, uso roupas que realcem meus seios e bumbum, chamo muito a aten��o dos homens, oque adoro, deixou-os babando por mim. O relato a seguir � real e aconteceu no come�o de set2010, com o Edgar, engenheiro e pai de meu aluno do ensino fund em um col�gio particular de Maring�-Pr.

Mandamos aviso aos pais dos alunos que estavam com dificuldades de ensino para uma conversa com o professor, no dia marcado, enquanto atendia um outro pai, vi o Edgar chegar e assinar a lista de presen�a, qdo chegou a sua vez chamei pelo seu nome, ele levantou-se e me deu uma olhada de cima em baixo, aquele que te diz, “vou te comer inteirinha”, gelei, ele � um coroa e esta em �tima forma, cabelos grisalhos, alto, e n�o � de se jogar fora...

Conversamos sobre seu filho e dei algumas orienta��es, ele sempre me encarando e as vezes dando uma olhada em meus seios, no final da conversa, ele me perguntou se ainda fazia caminhada em volta do bosque, assustei, perguntei com um leve sorriso, como vc sabe ?, ah , eu fa�o e quase sempre te vejo, me desculpei pois n�o o conhecia, era sempre sua esposa que vinha at� a escola, ele falou td bem, mais que dia vc ta indo, falei as quartas f. e aos s�bados, ele com uma piscada, falou a gente se encontra, apertou minha m�o e foi-se.

No s�bado vou sempre pelas 9 hr sempre qdo meu marido sai com seus amigos de trabalho para jogar bola at� perto do meio dia. Como moro em um pr�dio perto do bosque, tinha come�ado a andar e dei de cara com o Edgar, parece que estava me esperando, eu tinha colocado um cal�a suplex, com um busti� e uma camiseta telhada sem manga por cima, ele falou que surpresa, vc esta Lina, posso caminhar com vc, falei td bem � um prazer. Conversamos um pouco coisas banais, logos veio as perguntas, aquela conversa que o sujeito ta babando por vc, louco pra te comer, tipo, , essa roupa cai bem em vc,vc � casada, seu marido deixa vc caminhar sozinha, ele n�o tem ci�mes, se fosse minha mulher n�o saia s�. Fui dando corda e dando uma apimentada no assunto, vi que ele tava quase perdendo o controle, as vezes ele dava uma engasgada e as palavras n�o saiam.

Quando passamos pelos aparelhos de gin�stica, falei vamos fazer alongamento e depois corremos um pouco, pedi a ele que me ajudasse, j� para provoca-lo, segurando meu bra�o na nuca, e dei uma ro�ada de leve em suas pernas, ele � bem safado, e disse bem perto de meu pesco�o, nossa cheiro delicioso vc tem, vc � linda e gostosa, dei um sorriso e rapidinho me soltei dele, j� que tinha v�rias pessoas por perto, ele criou coragem e me perguntou, vc n�o gostaria de ir tomar um suco em meu apto, a gente poderia conversar mais sossegado, falei vc � malandrinho n�, mais hj n�o d�, no pr�ximo s�bado eu vou, sabe eu j� tava com um tes�o enorme, minha xaninha tava molhadina, pensei ser� que aguento sem dar uma trepadinha com esse coroa, perguntei e sua esposa e filho n�o est�o em seu apto, ele disse foram ontem na casa da sogra que mora em Curitiba, estou s� em casa, chegou a segurar no meu bra�o, inssistindo para ir, amoleci o tes�o falou mais alto, e disse a ele com um sorriso, bom s� um suco e rapindo, ta, seus olhos brilharam e minha xana come�ou a piscar.

Atravessamos a Av. me apontou seu pr�dio, mora no 2’ andar, abriu a porta, pr�dio comum sem portaria, e fomos subindo pela escada em silencio, eu pensava comigo, oque esse coroa vai aprontar comigo. Apto bonito, ele me levou at� a cozinha, pegou �gua e suco na geladeira, puxou uma banqueta para eu sentar, pedi pouco, tamb�m tava anciosa pelo que estava pra vir, peguei meu copo bebi em um gole s�, e levei at� a pia, percebi que ele tamb�m se levantou, qdo vi ele me enla�ou por tr�s se encostando em minha bunda e beijando meu pesco�o. Me arrepiei toda seu penis tava dur�ssimo, dei uma de dif�cil e tentei me livrar, ele me segurou firme, pensei agora n�o tem mais jeito, tenho de encarar, ele me virou ficou beijando meus ombros, pesco�o at� chegar a minha boca, n�o recusei, dei um beijo de arrancar f�lego daqueles de chupar a l�ngua e bem molhado, ele tava doidinho, come�ou a tatear minhas costas, como ele � alto e eu baixa, curvou-se at� suas m�os tatearem minha bunda apertando e alisando sem parar, puxou minha camiseta, e arrancou meu busti� com tanta for�a que meus seios chegaram a balan�ar, meus bicos estavam duros, ele abocanhou e ficou lambendo e chupando bem gostoso por um certo tempo, eu j� tava louca de tes�o, alisei seu penis por cima do cal��o, ele me beijou novamente, at� que enfiei a m�o por dentro e comecei a alisar seu penis, as veias tavam saltadas, dava para sentir, ap�s v�rios beijos, pedi para tirar o cal��o, sentei na banqueta e puxei ele at� mim, e dei um beijo em seu penis e comecei lambendo a cabecinha, passando a l�ngua no seu penis inteirinho, at� que abocanhei e comecei a gulosa, seu penis n�o era muito grosso, mais em compensa��o era bem comprido, engoli quase tudo, batia na garganta, ele tava segurando minha cabe�a e metendo em minha boca, chegou a pedir pra parar, percebi que ia gozar... me ergeu me deu mais um delicioso beijo e me pegou pelo bra�o levando-me at� o quarto.

No quarto pediu para subir na cama e tirou minha cal�a e calcinha, beijando meus pelos pubianos, pediu para eu deitar com as pernas apoiadas na beirada da cama, come�ou lamber meus p�s e foi subindo at� chegar a minha xana, que tava ensopada, tambem j� tinha gozado duas vezes, uma na hora dele chupar meus seios e outra na hora da gulosa. Ele me chupou de todo o jeito, tinha hora que parecia que ia engolir minha xana, fui ao del�rio, gozei gostoso e cheguei a desfalecer.

Deitou-se ao meu lado, come�ou a me beijar, e foi abrindo minhas pernas, para transar no papai-mamae, dei um giro e deitei ele de costa na cama e disse deixa eu comandar, deixa eu sentar em cima, agachei com os joelhos para cima e encaixei a cabe�a de seu penis na minha xana, e fique no vai e v�em, mais so com a cabecinha dentro de minha xana, at� sentar com tudo, ele gemeu e eu senti um frio na espinha com aquele penis todinho dentro de mim, ai n�o dei tr�gua, comecei a subir e descer bem r�pido, o penis quase saia todo de minha xana e eu sentava com for�a novamente at� o talo, tava uma del�cia, muito gosto mesmo, fique socando por um certo tempo, at� segurei firme em suas m�o e gritei que ia gozar, cheguei a cair deitada em seu peito, ele me abra�ou, me virou e sem perder tempo come�ou a meter com for�a, abra�ou minha pernas, minha bunda chegou a levantar, a penetra��o tava firme, n�o tinha me recuperado ainda do gozo, ele come�ou a socar mais r�pido, gritou que ia gozar, finquei as unhas em sua costa, e tamb�m gritei e gozei gostoso, ai n�o teve jeito, apaguei de tanto tes�o, ele ficou grudadinho em mim me fazendo carinho at� eu me recobrar, me beijou, abra�ou e saiu de cima de mim, seu esperma come�ou a escorrer de minha xana, coloquei a m�o para n�o molhar a cama, meu clit�ris ainda tava inchadinho e sens�vel.

Ele saiu do quarto, trouxe um pouco de papel e me levou at� o banheiro, me limpei e fui me vestir, ele sentado na cama me assistindo, pensei comigo, seu penis ta molinho que s�, acho que n�o vai ter segundo tempo, ele come�ou a falar que eu era um tes�o de mulher, gostosa e sabia fazer um homem feliz, e que desde que tinha me visto tinha sentido uma atra��o enorme por mim, principalmente por ser descendente de japonesa e que desde a conversa no col�gio tinha ficado louco para transar comigo.

Agradeci os elogios e disse que tinha de ir, perguntou quando poderia me ver novamente, e se poderia dar o nr de meu celular, achei perigoso, ele prometeu sigilo, perguntando qual hor�rio que poderia ligar pra mim, criei coragem e dei o nr e disse somente na quarta f. at� as 19 hr da manha, quando tenho folga no col�gio.

Meu deu um beijo e um abra�o bem apertado e insistiu de quando poder�amos nos encontrarmos, falei vc sabe onde me encontrar ao s�bado pela manh�, n�o �, ele soltou um sorriso, com meu sinal de aprova��o, me levou at� a porta e desci embora.

Esta transa tava gostosa, foi diferente, nunca tinha transado com um homem coroa, senti uma atra��o grande por ele tamb�m, contudo que j� sai novamente com ele por mais duas vezes, uma foi logo na semana seguinte em um motel da cidade, e a outra uma rapidinha dentro do carro dele no banco traseiro, ele tava viajando ficou muito tempo fora a trabalho e tava louco para transar comigo, logo relato a vcs. Beijos.

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