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TARA POR VELHINHOS

Oi, meu nome � “Helen”, e quero relatar o que me aconteceu h� algumas semanas. Desde que eu era novinha mesmo, eu sempre tive uma tara sexual por velhinhos. Isso come�ou quando eu estava no ponto de �nibus com uma amiga minha e um velhinho olhou pra mim descaradamente e come�ou a passar a l�ngua dele nos pr�prios l�bios. � claro que eu sabia o que aquilo queria dizer. Na hora, eu senti nojo, mas as minhas regi�es baixas come�aram a ficar �midas e quentes. Achei aquilo muito estranho. Fui pra casa, lembrei do velho e senti que a minha xaninha estava molhadinha. Instintivamente, comecei a passar a m�o nela e lembrar do velho. Essa foi a primeira vez que eu comecei a me tocar, e ainda mais por causa de um velho safado! Comecei a acelerar o movimento do meu dedo e gozei deliciosamente. Desde ent�o, sou louca por velhinhos.

H� um m�s atr�s, eu estava na sala de bate papo porque adoro mostrar meus peitos pela cam. Um homem me chamou e logo me mandou o convite para a sala reservada. Eu logo fui tirando a blusa e o suti�, quando vi ele era velhinho. Ele n�o sabia que n�o eh habito das pessoas mostrar a cara pela cam em uma sala de imagens er�ticas. Enfim. Ele estava me excitando tanto que pela primeira vez na minha vida, eu exibi a minha xaninha pela cam, fikei passando o dedo no meio dela e chupando meu pr�prio dedo. O velhinho fikou t�o excitado que come�ou a alisar o pau por fora da roupa. Aquilo estava t�o provocante que falei –ahhh deixa eu ver o seu pau pra me deixar feliz! E ele fikou meio inseguro, desligou a cam e saiu da sala. Aquilo me decepcionou tanto que at� desanimei. Tive que me contentar em ver o pau dos mais novos.

Uma semana depois disso, eu estava indo para a faculdade e, como moro um pouco afastada do ponto de �nibus, levantei cedo e fui andando. Estava escuro ainda. De repente, encontrei o Seu Juliano, meu vizinho, chegando em casa. Eu disse oi pra ele e ele me abriu um sorriso de orelha a orelha. Eu perguntei o pq da felicidade e ele soh respondeu –ahh minha filha,eh que n�o se tem idade pra ser feliz. Eu perguntei –arranjou uma namorada? E ele fikou meio sem gra�a e disse –namorada? Claro que n�o, Helen. Nessa idade que eu estou n�o tenho mais idade pra namorar. E eu me interessei e perguntei –mas pra trepar sim, ne? E ele fikou sem gra�a e disse –vc eh nova demais pra essas coisas.

Ahhh velho safado, estava na zona! –pensei.

Seu Juliano eh um senhor que morava com as duas filhas e um neto muito lindo na casa da rua de cima. Eu pouco o via, mas sabia que ele levava uma vida boemia desde que a esposa dele morreu, h� 2 anos atr�s.

Fikei imaginando como aquele velhinho iria se sair na cama, jah que havia a possibilidade de ele n�o funcionar mto bem. Eu queria provocar. Passado uns tr�s dias, a filha dele mais velha estava saindo de f�rias do emprego e disse pra minha m�e que iria viajar com o filho e com a Irm� dela, pra aproveitar o tempo. Minha m�e disse –ah mas vc n�o vai levar seu pai? E a filha dele disse –ah, ele quer ficar na casa dele, disse que tem umas coisas pra fazer por aqui, com certeza farrear neh? Quando eu ouvi isso, eu jah fui lah pro port�o fingindo que ia apenas cumprimentar a mo�a. Ai ela continuava conversando com a minha m�e –ah, mas eu fiko preocupada, ele precisa de algu�m pra cuidar dele, mas a Catarina (irm� dela) quer pq quer ir viajar comigo e com o Vitor. Ela nunca viaja, soh cuida do pai, eu tenho que dar essa chance pra ela neh? Minha m�e disse –se vc quiser, eu posso cuidar dele. Digo, dar os rem�dios na hora certa, verificar se tah td bem com ele. E eu jah disse –se vc quiser eu tbm posso fazer isso, ainda mais pq jah vou fikar de f�rias na facul e n�o fa�o nada mesmo... A minha “enteada” ficou toda feliz, disse que falaria conosco. Um dia depois, ela jah estava na porta da minha casa dando recomenda��es. Seu Juliano estava com elas. Ele resmungou algo sobre n�o querer ningu�m lah pq ele sabia se virar. E eu disse –relaxa, seu Juliano, companhia eh sempre bom! E olhei com cara de putinha pra ele. Ele n�o disse nada e voltou pra casa. Minha m�e disse que cuidaria dele durante a noite e eu durante o dia. Eu concordei. No primeiro dia, eu entrei de fininho na casa dele e ele n�o estava. Fikei esperando pra ver se ele chegava. N�o demorou mto e ele chegou com cheiro de bordel. Fui de fininho cutucar ele e ele levou o maior susto. Perguntei se ele jah tinha tomado o rem�dio, se estava com fome e ele disse que estava bem. Eu perguntei –o senhor sai com frequ�ncia? E ele fikou meio constrangido e disse –n�o mto. Eu disse –mas o senhor tem pique? O senhor sabe do que estou falando. Ele disse –por q seu interesse? N�o eh coisa pra menina da sua idade! Vc poderia ser ateh minha neta. Estranho que, quando ele falou aquilo, fikei extremamente excitada. E disse –relaxa v�, eu to aki pra cuidar do senhor com carinho ta?

E sai. Eu ia atacar no dia seguinte.

Dia seguinte, colokei uma saia sem calcinha, sapatilha, suti� e um casaquinho pra ele n�o ver que eu estava pronta pro ataque.

Cheguei lah um pouco mais tarde e ele tava dormindo. Deitei na cama dele, de lado, e fikei mto excitada. Fikei alisando o pau dele pela cueca e, quando vi que ele estava acordando, fikei chamando ele e tokando na cueca, pra disfar�ar que eu soh queria acorda-lo. Seu Juliano acordou, eu dei bom dia, disse que iria arrumar seu caf� e dar seu rem�dio. Ele sentou na cama, colokou a coberta no colo pra disfar�ar a excita��o e eu fui andando ateh a cozinha. Abaixei e peguei um sapato que estava no ch�o, propositalmente pra ele ver meu rabo inteiro. Arrumei a mesa, fui ateh o quarto para chama-lo e falei –vamos tomar caf�, v�. Ai ele disse –vc eh estranha, menina. Eu sentei no colo dele, abracei-o pelo pesco�o e disse –pq v�? Ele disse –por nada. Entao eu levantei disse –ta bom, vou pra cozinha. Qdo levantei, vi seus “remedinhos” na c�moda e fui feliz para a cozinha. Abri um bot�o do meu casaco, fui servir caf� pra ele e, “sem querer”, esfreguei meu peitinho no bra�o dele. Ele me olhou com cara de velho tarado e disse –senta no colo do v�. Eu me fiz de besta e sentei. Ele come�ou a falar –eu n�o sabia que vc era putinha safada. E eu disse –eu n�o sou! Eu sou soh netinha safada.

Nessa hora, ele come�ou a alisar a minha bucetinha que estava toda encharcada, e disse –ah eh? Mostra pro vov� ent�o. Ai eu disse –eu sou dif�cil, vov�. Tem que me for�ar. Ele disse –dificil nada, vc eh toda putinha que eu sei. Eu disse-tem que me for�ar. Ele disse –ah eh? Me puxou com for�a pelo bra�o em dire��o ao sof� e eu me fazendo de dif�cil. Fez eu sentar, abriu as minhas pernas e come�ou a dar linguadas na minha buceta que me fez ir ao universo e voltar. O velho era bom de l�ngua! Ele me fez gozar na boca dele que eu n�o tinha nem for�as pra levantar. Eu fui pegando no saco dele e abaixando o short dele. Quando vi aquele caralho de velho fez eu tremer as pernas! Ele dobrou o joelho de leve e disse –chupa o vov�, netinha puta, vai sua vagabundinha safada. Quando colokei akele caralho na minha boca, eu delirei. Chupava ele como se fosse a primeira vez, pra tornar minha fantasia mais excitante. Depois de chupar aquele pau, pedi que ele me penetrasse. Ele foi pincelando minha buceta ateh que uma hora enfiou tudo. Como ele estava meio lerdinho, eu colokei ele deitado no sof� e fikei pulando feio vadia no pau dele, querendo ateh as bolas dele dentro de mim. O mais engra�ado foi sentir o pau dele endurecendo e amolecendo dentro de mim umas duas vezes. Ai comecei a acariciar as bolas dele enquanto trepava quando senti aquele jato quente de porra dentro de mim, gozei junto com ele. Gozamos demoradamente, enquanto eu fikava rebolando nele. Assim que levantamos, fikei de costas enquanto ele esfregava aquela rola velha na minha bunda, e acariciando os meus peitos. Foi quando eu abaixei um pouco e fikei esfregando minha bunda na rola dele. Ele gozou novamente. Ai me trokei, falei pra ele tomar o caf� direitinho e os rem�dios...

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