Aviso: Voltamos Envie seu Conto estamos aguardando, recupere sua senha caso ja foi cadastrado antes !
J� est� liberada a �rea de Cadastro de contos. Cadastre-se e evie-nos o seu conto

DESCOBRINDO A ADOLESC�NCIA 3

Meu cacete j� tava todo cansado, mole, exausto como eu. Eu havia gozado com aquele menino lindo mais uma vez, est�vamos agora em meu quarto, sozinho em casa novamente, assistindo televis�o. Ele estava sentado, e eu me sentava atr�s, abra�ando com as pernas e os bra�os. Eu beijava seu pesco�o e mordia sua orelha. Ele come�ou a gemer, colocou a cabe�a pra cima de olhos fechados mordendo os l�bios, deixando que eu desse lambidinhas e mordidinhas na sua orelha. Ambos est�vamos de camiseta e cuecas. Eu estava feito. Haviamos acabado de limpar nosso gozo, e eu estava ali com aquele gostoso. Ele passou a m�o pelas minhas pernas, acariciando os pelos em minha canela e coxas. Eu me senti um homem naquela hora. “Nossa, cara, voc� � o meu homem”, ele falou, parecendo que sabia o que eu estava pensando. Foi tudo que eu precisei para o meu pau ligar de novo. Ele sentiu aquele grande cacete ro�ar nas suas costas, apertado na cueca e riu. “Voc� � muito safado”. E era mesmo. Eu era totalmente tarado por ele. Deitei, as pernas ainda abra�ando seu corpo, e fiquei acariciando meu pau por cima da cueca.

Olhei para aquela bunda, coberta pela sua cuequinha branca.Fiquei s� imaginando, porque eu sei que ele n�o quer me dar de verdade. Dava pra ver o contorno certinho daquela bunda, redondinha, peladinha. S� minha. Peguei nela. Ele se sobressaltou levemente, mas deixou que eu pegasse. Acariciei, massageei. Ele gostou. Apertei suas n�degas. Que delicia. Macia, fofinha, com um cusinho delicioso esperando no meio. Lisinho, podia imagin�-lo piscando pra mim. Peguei ele pela cintura. Ele, que estava absorto com a televis�o, me olhou confuso. Coloquei-o sentado na minha piroca. Cueca com cueca, minha pica tentando encostar no seu cusinho, impedida pelo tecido. Fechei os olhos e imaginei. Ele me olhou solid�rio. Deitou em cima de mim e me consolou com beijos. Segurei sua bunda, apertando, e beijando-o. Que linguinha gostosa, entrela�ando com a minha. Ele cochichou no meu ouvido: “Na pr�xima vez eu prometo.”

Esperei a pr�xima vez ansioso. Passou-se uma semana e eu ficava s� teclando com ele, morto de desejo. Rimos juntos e conversamos, mas s� isso n�o me satisfaria. Hav�amos “transado” quatro vezes, e eu o queria cada vez mais. Mas comecei a me preocupar. Bastante. Porque eu tenho uma piroca enorme, grossa, musculosa, um saco gostoso. A paix�o daquele meu machinho. Mas nunca tinha comido ningu�m, ent�o estava nervoso. Queria providenciar tudo, a camisinha, o lubrificante, mas n�o tinha como fazer isso sem ningu�m descobrir. Eu n�o tinha camisinha nem lubrificante. Pedi que meu parceiro arranjasse(eu ainda n�o mencionei o nome dele.vamos cham�-lo de Danilo). Tive vergonha de contar-lhe minhas afli��es, mas acabei cedendo, e ele prometeu dar um jeito de comprar tudo. Me surpreendi com essa gentileza, mas estava tudo bem. Remarcamos a data em que ele me daria. Chegou o dia e eu estava ansioso. Caprichei nas preliminares. N�o sei se porque eu queria retardar o momento que me preocupava, ou porque isso me dava tes�o mesmo. Beijei ele, sem muito ensusiasmo. Ele persebeu isso, e tomou a iniciativa. Chupou a minha l�ngua tanto que quase a secou. Engoliu meu l�bios, arrancou minha camisa, me deixando s� de jeans, e fez o mesmo, despindo sua camiseta.Se deitou em mim, esfregando todo seu corpo no meu. Seu pau duro ro�ava o meu, que ficou duro imediatamente. Ele fazia as coisas com tanto tes�o, tentando me contagiar, que ofegava me beijando. Ele desceu beijando meu pesco�o, foi at� meus mamilos e mamou ali. Fiquei dur�ssimo. “Canalha” eu xinguei baixinho, entre risos. Ele sabe que eu amo isso. Ele deu lambidinhas no biquinho do meu peito pra ficar duro, depois chupou, e fez o mesmo com o outro. Segurei sua cabe�a, agora muito excitado, enquanto ele mamava em mim. Meu pau j� estava machucando na cal�a, ent�o a desabotoei e deixei aquela criatura enorme sair, segurando ele em dire��o ao meu machinho. Meu pau estava quente, e endureceu mais ainda quando ele come�ou a bab�-lo de tanto chupar. “Isso, mama. Hmmmm, mama quinem puta, seu safado. Assim, vai.” Eu dizia entre gemidos. Dei todos os sinais de que estava adorando, gemi e me contorci, eu sabia que ele gostava de ver que seu macho estava satisfeito. Ele engoliu minha piroca at� o talo, s� deixou as bolas pra fora, depois engasgou, e tirou a boca, com um pouco de �nsias. Achei muita gra�a. E tirei o resto da roupa, tirando a dele tamb�m. Beijei aquele corpo todo, explodido de tes�o. Enfiei aquela pica dentro da minha boca, chupei a cabe�a. Ele gemeu e se contorceu todo arrepiado. Lambi o saco, beijei o pau dele todo, at� brilhar de tanta baba minha. Depois comecei a chupar aquele cu, enfiei minha l�ngua e lambi tudinho la dentro. Beijei o seu cu com a l�ngua, chupando ao mesmo tempo como ele gostava. Ele amava que eu tratasse o seu rabo como se fosse uma boca. “T� doido pra meter nesse seu cus�o guloso”, eu falei. Ele se mostrava apreensivo. Peguei aquele gel estranho, lubrificante, e espalhei no seu cusinho. Isso ia doer, eu sabia. Arreganhei o m�ximo que eu consegui daquele cu com as m�os. E forcei a cabe�a do meu paus�o a entrar. Ele gemeu, o meu pau arrega�ou ele muito. O gel estava facilitando muito a entrada. Fui deslizando pra dentro. Ele gemia muito, e se contorcia, o rosto vermelho. Quando chegou na metade da minha pica, a parte mais grossa, pouco abaixo da cabe�a, ele deixou escapar um grito. Eu tamb�m sentia sensa��es estranhas no p�nis e gemia. Ele estava muito apertadinho naquele cu, porque era muito grosso. Mas eu estava gostando. Continuei deslizando, e ele gritava. Passamos pela pare pior do meu pir�, ent�o decidi que j� era seguro estocar o resto de uma vez s�. Meti tudo, e ele viu luzes a frente dos seus olhos. Ele ficou totalmente desorientado, de tanta dor. Senti que era melhor passar a parte da dor, e pular para o tes�o. Comecei o vai-e-vem. Era uma del�cia. Aquele era apertadinho. N�o pude deixar de gemer, mordendo os l�bios e fazendo caretas de tes�o. Meus gemidos eram abafados pelos gritos de sofrimento do Danilo. Ele fez men��o de sair, mas o segurei, e deitei sobre suas costas. Me senti um caval�o comendo uma eguinha. Ficamos uns dez minutos nessa posi��o. Eu, em �xtase total, b�bado de prazer, sentido seu cu quentinho por dentro. Ele gemendo e deixando escapar l�grimas de vez em quando. Mas a dor foi passando,ele foi acostumado. Agora gemia de prazer, e eu dominava aquele homem delicioso. Peguei sua bunda com a maior for�a que meus dedos conseguiram, uma m�o em cada n�dega, e ele gemeu um pouco porque agarrei com for�a. Forcei sua bunda pra frente e pra tr�s. “Rebola” eu mandei. Acontece que quando eu estou com ele fico maluco de tes�o, e at� meio grosso. Ele ama isso. Rebolou gostoso, co cara de vagabunda ceia de desejo. Morri de tes�o, e persebi que eu ia gozar rapidinho. E ent�o comecei a estocar forte, e fiz uma coisa cruel. Deitei meu viadinho na cama, abri sua bundinha, e forcei a pica at� o talo na bunda dele. Ficamos numa posi��o torta, mas que eu achei favor�vel para que nada ficasse do lado de fora. Ele gritou de tes�o. “HMMMMMMMMMMMMMMMMMM” eu delirei de prazer. “Pode falar, voc� tava louco pra ter a minha pirocona no seu rabinho, n�? Louco pra eu arrega�ar teu cu. Porque fez charminho ent�o?” Eu falei gemendo. Ele n�o respondeu, mas minhas palavras me deram a sensa��o tesuda de dom�nio m�sculo, ent�o esporrei aquele cu todo, at� escorrer gozo pelas pernas dele. Ele gemeu tamb�m, e eu tirei meu caralho do cu dele, que estava totalmente arrombado. Mas ele n�o tinha provado ainda a minha porra hoje, ent�o n�o tinha acabado, ele sabia disso. S� acaba quando ele engole minha porra. Ele ainda estava deitado, ent�o fui at� seu rosto, com meu pau semi-duro todo gozado. Com uma m�o apertei seu rosto pelas bochechas, for�ando-o a fazer um bico. Com a outra, enfiei meu pau naquele biquinho, e fudi como se fosse um cuzinho, ou uma bucetinha. Ele amou, pelo visto, e continuei fudendo at� gozar um pouco mais. Depois tirei o pau, enfiei a l�ngua naquele bico, e lambi tudo. A l�ngua dele, a minha porra, tudo. Depois, satisfeito, levantei, e como de costume, larguei ele exausto, todo gozado na minha cama, e fui fazer outras coisas.

VISITE NOSSOS PARCEIROS

SELE��O DE CONTOS



contos eroticos sequestrocontos fui adotadafui chantagiada pelo meu amigo de trabalhoconto erótico estrupada no cinema porno sadomasoquismo passei a mao na menina conto erticofotos de caseiro de calcinha fii dentalContos fui violentada ate sangrar o cu e a bucetacontos de casadas o negro desconhecido me arromboutitio me estuprou. tinha 7 aninhos incesto. analflogdosexo.compauloelizabethcanto erotico levei rola do meu amigoconto erótico meu sobrinhotitia terminou o noivado tava carente e me convidou pra irmos a casa de praia contos eroticosSexo com a tatuada contoconto eróticos mana so de calcinhacontos calcinhas de mamaecontos eroticos cunhada morando no mesmo patioContos eroticos mae seduzindo filho com os pes lindos CONTO ESCONDIDO COM AMIGO /conto_19242_irma-bebeu-demais-de-teve-sono-pesado.htmlconto erotico mae dedocontoerotico.com/mudinhaComtos erotico meu sogro me chantagiouNovinha Bebi porra do meu amigo contoconto erotico sair.com minha sogracontos eroticos ilustradosTennis zelenograd contocontos de meninas que adoram ser estrupadas por todos dà casacontos de dei o cu para um jumento Negrãocontos eroticos mulher e amigadormindo ao lado conto eróticocontos eroticos de homens que vestem as calcinhas das esposas e saem com travestifotos de loira sapeca abrindo as pernas a abrindo a xana rosacontos vendo o meu cunhado a fode minha irma betinhameu irmaozinho tarado.contoscontos eroticos sou casada o velho da chacara sozinhocontos eroticos sequestrocomto erotico tia fudeu a sobrinha virgem com comsolo gigantecontos vendo minha prima sendo fodida pelo namorado acabei dando tambe betinhaContos briga de xanascontos minha tia me pediu favorporno gay peguei meu amigo batento punheta e me juntei a elecontos de sexo brincando na piscina minhasobrinhae sua amigacontosesposa transando em caldas na piscina quenterelato erótico real- a visitacontos esposas na praiacontos eróticos eu minha irmã fizemos sexo com faxineiro do condomínio.Mamae da a xana peluda pro filho novinho(pornodoido)Conto erótico mãe filha cachorraContos de casadas peidando na pica do vizinho e gostandoconto erótico assediaram minha mulher na ruaConto eu meu marido e nosso melhor amigoLambie o cu da minha esposacontos sexo minha tia queria leitemeu filho e meu marido conto eroticoCasadoscontos-flagrei.contos eroticos de enteadasconto erotico eu não queria ser cornoTennis zelenograd contoimcestoscontos novinha molhadinhacontos eroticos sequestroConto erotico japinhacontos fragei meu amigo dotado e minha esposacontos coroas fudendocom novinhocontos com padre gayconto erotico incesto casal estupra cunhadinhavideos de peladas e meladas de manteiga no cucontos eróticos dona de casa empregada e mendigoo preto fodeu-me contocontos com minha comadre na praia lingeries.ferias.sitio.crossdresser.mamae.contoshetero batendo punheta conto gayeu batendo ciririca-casadocontocontus orgia reforma casa loiracontos comi a amante do meu paicontos pornos passando gel aquece na bucetacontos eroticos seius masiuContos eroticosque boceta e essa irmacabacinho seduzidana frente da maecomi o bebado contos gaysConto erticos menina sendo estrupada pelo pai no matochefe do meu marido contos eroticos tennisContos eróticos no banheiro da escolaMeu namorado virou corno contos teenconto er seios quadril glandeConto comendo a enteada lesbica de 23 anos que chegou em casa bebadaconto erotico homem andando fay de cueca pela.casacontos eróticos gays cu de bebado nao tem donocontos eróticos cunhado retardadominha filha punhetando o cavalo contosconto de vibrador na esposanora putacontos