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IDADE CR�TICA

Idade cr�tica



No per�odo de adolescente brinc�vamos muito, tinhamos muito espa�o e nossa casa era rodeada de mata baixa, algumas das brincadeiras que gostavamos de realizar era a famosa troca-troca, faz�amos de conta que est�vamos nos relacionando apesar de nossos pintinhos n�o entrarem,

fic�vamos s� esfregando no rego. Sempre tive uma bundinha bem gordinha e todos os garotos da rua

gostavam de apert�-la e passar a m�o, eu gostava disso, e procurava estar sempre no meio deles para ser apalpado. Cresci gostando disso, mas, nunca ningu�m conseguiu me penetrar, era t�o somente brincadeira de crian�a, quando cheguei à puberdade, ia muito mal na escola, notas baixas

e muita reclama��o, nessa ocasi�o um casal de velhos com um filho j� adulto veio morar pr�ximo de nossa casa. Ele acabou fazendo amizade com meus pais, e quase todos os dias aparecia por l� e ajudava em alguns afazeres. Mam�e passou a confiar nele e nessa �poca ela teve que trabalhar para ajudar em casa, ele se prontificou em ir buscar-me na escola todos os dias e ficar em nossa casa tomando conta de mim ate ela voltar. V�nhamos brincando por todo o caminho e quando cheg�vamos ele sempre perguntava se eu tinha afazeres escolares para resolver, eu muitas vezes falava que j� tinha feito e �amos brincar. Gostava de brincar de luta, por que em dado momento ele me pegava por traz me apertava contra seu corpo, eu sentia algo que n�o sabia explicar, mas gostava do que sentia, rebolava, me mexia, erperneava, na esperan�a de soltar-me, ele me apertava mais ainda.

Quando me soltava batia em minha bundinha e ia ao banheiro, eu gostava dessas brincadeiras e do que eu sentia, muitas vezes eu arrebitava-a para que ele batesse de novo, aqueles tapinhas eram gostosos. Numa dessas brincadeiras meu cal��o desceu, fiquei com uma boa parte da bunda para fora, ele brincando acabou tirando mais ainda, come�ou a apertar minhas nadegas e falar que eu

estava com a bundinha de fora. Eu queria erguer o cal��o ele n�o deixava e continuava a apert�-la, e falava que era linda, tinha vontade de mord�-la, eu comecei a gostar, desisti de

ergu�-lo, e fazia gra�a rebolando, mexendo-me, achando que era s� brincadeira. Ate que ele passou o dedo pelo meu rego e parou bem na porta do meu cuzinho, fiquei estatico, estremeci, falei para ele que tinha gostado pedi para fazer mais um pouco, ele ro�ou de novo, rodopiou o dedo, eu me

larguei todo, me arreganhei e falei que tinha gostado, queria mais. Ele ent�o meteu a cara dentro do meu rego e lambeu meu olhinho , mordeu minhas nadegas , pedi a ele que iria querer isso todos os dias, era gostoso demais. Ele parou de brincar, sentou-me em seu colo, e falou que s� continuaria com essa brincadeira quando tivesse realmente certeza de que eu n�o contaria isso para ningu�m. N�o adiantou eu jurar de p� junto, nos pr�ximos dias nem brincamos de luta, e quando eu o provocava rebolando e facilitando a retirada do meu cal��o, ele evitava. Eu j� estava ficando irritado com ele, sabia fazer coisas gostosas, eu pedia e ele nem ai comigo. Depois de alguns dias, ao chegarmos em casa, ele colocou-me sentado em seu colo, na hora senti um tremor e

um calor percorreu meu corpinho, falou se eu gostaria de voltar a brincar com a bundinha gostosa que tinha. Fiquei todo contente e tratei logo de tirar meu cal��o e mostrar-lhe a bundinha, ele come�ou a rodopiar os dedos nas bordas do meu rabinho, eu me arrepiava todo, sentia frio e calor

ao mesmo tempo, babava sem querer e n�o conseguia falar nada, gemia, urrava e rebolava naqueles dedos. Meu pintinho endureceu, ele o agarrou e come�ou a exercit�-lo para baixo e para cima, eu estava excitado e sentia alguma coisa muito dura cutucar minha bunda. De repente ele parou com as brincadeiras e falou agora s� a semana que vem iremos brincar de novo, isso se voc� melhorar as notas na escola. Sua m�e tem que ver que eu estou ajudando voc� nos trabalhos da escola, e em troca voc� ter� que ajudar para receber seu brinquedinho. Fiquei chateado na hora, mas, depois vi que ele tinha raz�o, se eu melhorasse na escola ela reconheceria o trabalho dele e o manteria em

casa cuidando de mim e eu receberia o meu brinquedo todo os dias. Esforcei-me ao m�ximo e na pr�xima semana minhas notas melhoraram muito, cobrei dele e recebi o tratamento adequado. Todos os dias ao chegar da escola eu tirava o cal��o, ele vinha come�ava a dedilhar e massagear as bordas do meu cuzinho mordia de leve minhas nadegas, apertava-a, o que me deixava alucinado. Cada dia que passava ele massageava mais forte meu cuzinho e logo come�ou a tentar enfi�-los lambuzados com manteiga, for�ava e os dedos come�avam a entrar, eu for�ava e sentia que eles entravam eu gostava e pedia que ele os enfiasse, era gostoso. Ele apenas massageava e falava que depois ele enfiaria, e assim fez por alguns dias. Na outra semana minhas notas melhoraram mais ainda, falei que agora eu merecia mais aten��o, ele prometeu que iria me ensinar tudo o que ele sabia, mas que eu tinha que manter esse segredo entre nos dois apenas. Nesse dia desci o cal��o,

ele me colocou de bru�os no sof�, abriu minha bundinha, eu senti um ar quente no meu reguinho e logo sua l�ngua a cutucar o meu cuzinho, ele chupava, lambia e tentava enfiar a l�ngua, mordia de leve as bordas das minhas nadegas, eu estava totalmente entregue, todo arreganhado a sua

disposi��o, senti seu dedo entrar com muita delicadeza no meu rabo, ele foi aos poucos enfiando, eu gemia de prazer, rebolava e ele enterrava. Me senti voando nas nuvens, fiquei com a argolinha ardendo, mas satisfeito com o trabalho. No final dessa semana eu j� recebia dois dedos no meu

cuzinho e ele os rodopiava, tirava e colocava repetidas vezes, eu ia à loucura de tanto prazer que sentia. Come�ou a mostrar-me seu pau, comecei meio envergonhado a pega-lo e vi que o mesmo jogava um leitinho que espirrava longe, ele falou que esse leite faz muito bem, que eu poderia

chup�-lo como um sorvete e beber seu caldinho, melhoraria muito na escola. Passei a mamar nessa enorme teta e no come�o sentia nojo com o sabor do seu leite, mas, logo me acostumei e todos os dias eu queria minha dose. Ate que um dia, depois de chupar muito meu cuzinho e dedilhar

bastante, ele falou, se voc� gosta dos dedos, quando engolir uma vara desta, vai sentir muito mais prazer. Aquilo ati�ou minha curiosidade, como j� estava com ela na m�o, apertei-a e ouvi- ser� que voc� consegue sentar nela, vou engraxar seu rabinho com manteiga, - fui levando minha bundinha para o seu pau e comecei a sentar, senti a cabe�a gostosa encostar-se no meu buraquinho, fui rebolando, ajeitando e for�ando a descida, ela entrando, eu sentindo meu cuzinho

arreganhar-se todo, desci mais um pouco, j� devia ter entrado a metade daquela bela vara, quando ele me fala vou acabar no seu rabo, percebi a vara engrossar mais ainda, quis parar, mas, ele atarracou-se em mim, acabei descendo e o resto entrou, sentei em seu colo. Fiquei quietinho saboreando pela bunda as ejacula��es e o derramar de seu leite dentro de mim. Tinha colocado seu

pau inteiro no meu cuzinho, rebolei como doido, descobri do que eu mais gostava, comecei a chorar de alegria. Fomos nos lavar, voltamos para o sof�, agora eu j� sabia o que queria e ele tinha o que eu gostava, comecei a brincar com sua vara e faz�-la ficar novamente dura, mamei, bebi seu

leitinho e novamente a guardei no seu devido lugar onde ele sempre sonhou em p�, na minha bundinha gordinha dentro do meu cuzinho. Ele levantou-se, eu espetado no seu pau, debru�ou-me sobre a mesa, e come�ou um vai e vem lento e gostoso, aos poucos foi acelerando causando-me uma

sensa��o nunca sentida por mim, ate encher-me de leite. Agora n�o tiro mais notas baixas, n�o fico mais para segunda �poca e quase todo fim de ano vamos viajar e ficamos uma ou duas semanas em algum hotel ou numa ch�cara. Depois eu conto mais.

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