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PRIMEIRA VEZ DE UMA MULHER.... COM OUTRA MULHER

A hist�ria que vou escrever aqui aconteceu comigo a uns 9 anos atr�s, na �poca eu tinha 20 anos e fazia um curso de idiomas na parte da manh� às ter�as e quinta. Eu sou uma morena quase mulata, tenho uma bunda bem durinha e redondinha os homens sempre olham quando passo, meus seios s�o bem fartos, tenho a boca carnuda e uma Xana bem avolumada e doce. Em uma destas ter�as-feiras t�nhamos uma pesquisa pra entregar na pr�xima aula, ao sair do curso a Bia nos falou que seu marido s� chegaria do trabalho por volta das seis e convidou a Carla e eu para fazermos a pesquisa em sua casa. Fizemos um lanche na rua e fomos at� a sua casa, terminamos a pesquisa por volta das 19 horas a Carla foi embora, pois tinha outro compromisso, a Bia ent�o me convidou para vermos uns clipes.

Ela pegou uma garrafa de vinho para bebermos, pediu uns minutos para tomar um banho e me deixou assistindo uns clipes de musica americanos. Quando ela voltou, eu n�o sei bem o que aconteceu, n�o sei se foi pelos clipes sensuais ou pelo vinho que j� dava sinais do seu efeito, mais olhei para ela com olhos diferentes. Olhos que nunca antes haviam se interessado por uma mulher e agora suavemente posavam sobre aquele belo corpo reluzente ainda levemente molhado. Ela tinha os cabelos loiros com umas mechas levemente escurecidas, agora molhados e caindo sobre seus ombros como a emoldurar aquele lindo rosto, os olhos eram verdes quase que da cor das �guas, seus seios de tamanho m�dio bem durinhos com o bico empinado e cobertos levemente apenas por um roup�o, quando ela foi mexer na TV pude ver a polpinha das suas n�degas (ela estava sem calcinha).

Ela se virou e percebendo que eu estava completamente perdida no seu corpo, deu uma pequena risada e me perguntou se eu gostava do que via, engoli a seco e gaguejei como uma crian�a que � pega em flagrante, n�o tinha mais o que dizer, ela se aproximou colocou o dedo indicador na minha boca, como se eu n�o precisasse mais falar nada, desamarrou seu roup�o, abriu um pouco e perguntou se dava pra eu ver bem. Balancei levemente a cabe�a fazendo sinal de positivo. Falou bem de mansinho que se eu quisesse poderia toc�-la ou at� algo mais.

Neste momento acho que sai de mim, agarrei sua cabe�a e comecei a beij�-la como se fosse a �ltima boca do mundo, ela me correspondeu puxando meu cabelo e mordendo meu queijo. Passei a fazer o mesmo, mordiscando sua orelha, depois seu pesco�o e descendo pelo seu ombro at� chegar aos seus seios, me concentrei exaustivamente neles, hora em um hora em outro e depois voltando no outro. Comecei lambendo com a ponta da l�ngua cada parte daquelas peras rosadas, circulei seu biquinho com a l�ngua. Depois passei a dar leves mordiscadas, ela gemia de prazer e cada vez aumentava seu gemido e o ritmo da sua respira��o. Isso me encheu de excita��o e eu passei a chup�-los com uma for�a enquanto apertava o outro com as m�os. Ela j� delirava, quando a joguei no sof� cai de boca na sua Xana bem rosadinha e com um cheirinho doce de boceta rec�m lavada. Levantei um pouco sua perna e lambia desde o cuzinho at� seu grelo. Enfiei dois dedos e fiz movimento como se estivesse chamando algu�m por dentro da sua vagina enquanto sugava seu grelinho, na demorou muito e ela explodiu em gozo retirei os meus dedos e comecei a sugar sua vagina tentando chupar todo o melzinho que ela soltava, acho que nesse momento ela teve o segundo orgasmo.

Fiquei assim um tempo, eu ajoelhada com a cabe�a na suas coxas. Ela se recuperou e falou com voz de safada que agora era a vez dela, me empurrou e jogou-me no ch�o, me deu um beijo ardente e j� foi enfiando dois dedos na minha boceta, n�o teve muito trabalho, pois eu j� estava encharcada. Falei ao seu ouvido que era pra ela enfiar mais um dedo. Ela enfiou mais dois e ficaram quatro dedos na minha xaninha que outrora era apertadinha. Agora estava com quatro dedos dentro de mim, isso estava me rasgando e tamb�m me enchendo de tes�o e prazer, ela ent�o come�ou a sugar meus seios sem tirar os dedos da Xana, neste momento gozei implorando pra ela enfiar mais fundo. Ela empurrava tudo que conseguia e eu queria ainda mais e ela conseguiu enfiar o ded�o, nesse momento senti como se estivesse sendo rasgada ao meio, e gozei gritando como uma louca.

Depois de refeita do orgasmo estupidamente intenso, come�amos um 69 delicioso ela por baixo e eu por cima, ficamos assim por um tempo que n�o descrever o quanto passou, s� percebemos quando ouvimos o Andr� (seu marido) falar do nosso lado que aquela era a sena mais linda que ele tinha visto, o safado falou isso enquanto j� se punhetava com a cal�a pelos joelhos. Fiz men��o em levantar, ele s� colocou a m�o no meu ombro e falou (com um cacet�o de 19 cm a um palmo do meu nariz) que n�o precis�vamos parar por culpa dele, que se ele incomodasse a n�s duas, ele apenas sentaria e ficaria olhando.

Respondi com voz ainda tonta do primeiro orgasmo, que por mim n�o teria problemas e que se a Bia n�o se importasse, queria aquele pint�o dentro de mim. Quando fui olhar pra traz pra ver a rea��o da Bia, nem consegui, pois quando virava, j� fui surpreendida por uma linguada ardente dentro do canal (que j� estava bem exposto) da minha vagina, s� pude retribuir abocanhando aquele cacet�o que tava na minha frente enquanto enfiava tr�s dedos na sua boceta (queria devolver a rasgada que ela me deu), e quanto mais fundo ela enfiava a l�ngua, mais fundo eu empurrava a m�o e mais engolia aquela espada.

Quando enfiei o quarto dedo, ela soltou um gemido meio que de dor e meio de prazer, percebi que ela estava quase gozando e apertei seu grelo com meu ded�o ela mergulhou a cara na minha boceta e gozou feio uma �gua no cio, sua Xana chegava a piscar de tes�o. Ela gozou e caiu desfalecida esperando a for�a voltar a seu fr�gil e delicado corpo. Enquanto ela se recuperava, coloquei o Andr� sentado na poltrona e segurei seu pinto e perguntei com carinha de menininha mossa safada, se teria problema de dar s� o meu cuzinho pra ele, pois minha xaninha ainda estava dolorida da m�o da Bia. Ele n�o entendeu bem a parte da m�o, mais que adoraria fuder minha bundinha morena.

Passei bastante saliva e o l�quido da Xana na portinha da gruta quente, e ele passou na cabe�a da piroca. Sentei nele e senti cada um dos 19 cm entrando nas minhas pregas at� nossas leves penugens se encontrarem e suas bolas acariciarem a minha Xana por baixo. Rebolei pro anelzinho acostumar e comecei a cavalgada. J� estava cheia de tes�o e quando a Bia se recomp�s e come�ou a chupar meu grelo, quase vi estrelas, parei de mexer e senti meu �nus fechar como se quisesse cortar o membro que adentrava o meu intimo. Ele percebeu e o safado come�ou a bombar de baixo pra cima, com for�a e virilidade que quase me jogava pro alto, mais uma vez gozei gostoso com uma vara completamente enterrada no rabo e uma l�ngua afiada sugando meu grelinho, desta vez eu que cai, e ele me segurou por tr�s, pelos seios e continuou a bombar um pouco at� gozar e encher meu cu com um esperma grosso e quente. E assim terminamos, ficamos sentado a Bia, o Andr� ao centro e eu do outro lado.

Tudo isso foi antes de eu me casar, quando casei, perdi o contato com minhas antigas amigas e s� agora estou tentando repetir esta e outras experi�ncias com meu marido.

Se alguma MULHER, de prefer�ncia Bissexual quiser nos conhecer e de repente, rolando uma afinidade, sairmos n�s duas ou de prefer�ncia n�s tr�s, � s� nos escrever:

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