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TIRO PELA CULATRA

De in�cio vou me apresentar: Em 2.001 completei 25 anos , sou loura, tenho mais ou menos 1m60, sou magrinha (mais ou menos 52 kg.), tenho seios pequenos (manequim 36), cinturinha fina (65 cm.), bundinha arrebitada (91 cm.) e sou casada h� quase seis anos.

Li muitas hist�rias parecidas com a minha e resolvi cont�-la.

“Depois de algum tempo de casados, meu marido disse que uma de suas fantasias era me ver transando com outro homem, id�ia recha�ada de imediato, por me parecer coisa de homossexual enrustido, depois resolveu que queria sexo anal, n�o entendia o que havia com ele, j� que t�nhamos uma vida sexual bem ativa, sexo oral e vaginal da melhor qualidade, n�o entendia essa sua fixa��o, at� tentamos, mas seu pau � um grosso e grande demais e eu n�o aguentava aquela dor, reclamei, n�o tentei mais e lhe disse que, se quisesse, poderia procurar na rua, pois comigo sexo anal s� com dedinhos e na l�ngua, o engra�ado � que a l�ngua e o dedo no cuzinho me davam um tes�o desgra�ado, penetra��o com o pau nunca, no m�ximo s� l�ngua e dedinho. Acho que a “libera��o” pra que procurasse na rua s� n�o foi levada a s�riopoor mim, pois, a partir daquela vez ele come�ou a ficar esquisito, chegava tarde em casa, de pilequinho e me procurava pra trepar com intervalos cada vez maiores e, o principal, j� n�o bolinava e nem lambia mais meu cuzinho. Aquilo foi me deixando com a pulga atr�s da orelha, indaguei alguma coisa e ele respondeu que n�o havia nada demais, que eu estava imaginando coisas e aquelas besteiras todas. T�nhamos uma amiga em comum no servi�o dele e, ele nem imaginava que passei a conversar mais com ela a respeito dessa situa��o, de forma que essa amiga virou uma esp�cie de espi�o minha dentro da empresa. E soube que, al�m da sa�da pro futebol sempre às ter�as feiras serem bem animadas, ele tinha um chefe homossexual que os amigos sempre insinuavam ter caso com meu marido e, como gato escaldado tem medo de �gua fria, procurei averiguar. N�o descobri muita coisa de concreto, a �nica coisa que consegui entender � que M�rcio (nome fict�cio) andava dando umas saidinhas com uma mulher que tomava conta de um barzinho que existia onde eles jogavam bola, mas parecia que a mulher era daquelas que dava pra todo mundo. Aquilo me deixou possessa, conversei com M�rcio, que foi muito reticente, n�o confirmou, nem desmentiu nada. Sei que, à medida que o tempo passava, nosso casamento minguava a olhos vistos e o comportamento dele n�o mudava nada. Resolvi que iria armar uma vingan�a e comecei a ceder às cantadas que recebia no dia a dia. No local onde eu trabalhava tinha um homem quase vinte anos mais velho que eu que tamb�m passava por uma crise conjugal, ele � alto (quase 1m80), mulato, magro, aparenta bem menos idade e vivia se insinuando pra mim, elogiando minha bundinha e me dava beijinhos de bom dia que quase sempre passavam raspando pela minha boca e, como eu j� o achava interessante, passei a dar-lhe corda cada vez mais e ele gostando da situa��o, com o tempo, quando n�o tinha ningu�m por perto, os beijinhos passara a ser na boca mesmo e j� n�o disfar��vamos o tes�o que sent�amos um pelo outro, eu, apesar de tudo, n�o deixava de pensar no meu marido (que continuava do mesmo jeito, talvez pior), s� que a carga de sexualidade daquela situa��o tava me deixando doidinha e n�o tava quase resistindo mais, me insinuava cada vez mais, inclusive uma vez, num dos corredores da empresa, esse meu amigo tava tomando �gua, ele de costas pra mim, eu passei e lhe falei no ouvido:

- At� que voc� tem uma bunda bem interessante tamb�m.

E, sem que ele esperasse, passei-lhe a m�o na bunda. Ele sussurrou bem de pertinho:

- A minha � interessante, a sua � gostosa.

E, r�pido, aproveitando-se da proximidade, deu-me um beijo na boca de l�ngua e passou a m�o na minha bunda bem devagarinho e ainda pediu pra que o esperasse depois do expediente. Meio assustada, concordei. Passei o resto do dia achando que tinha ido longe demais, j� tava me arrependendo da minha tentativa de vingan�a. No fim do expediente ele me esperava no meio do caminho. Me expliquei e disse que tava arrependida de ter ido t�o longe, ele, compreensivo, entendeu tudo e disse-me que pararia com aquelas “brincadeiras”. Apesar de M�rcio continuar do mesmo jeito, n�o tive coragem de dar o tal “desconto”.

S� que algo de estranho ocorreu comigo. Sentia muita falta daquelas sacanagenzinhas que o Pedro, meu amiguinho do servi�o, fazia comigo, ent�o comecei a me insinuar novamente, sempre que ningu�m estava vendo vivia passando a m�o na bundinha dele - que tava cada vez mais interessante e, porque n�o dizer, “gostosa” -, deixava os beijinhos sempre pr�ximos à boca e me mostrava cada vez mais carente (tava mesmo). At� que ele, n�o resistindo, me deu outro beijo cinematogr�fico daqueles, sendo plenamente correspondido, grudei naqueles bei�os grosso, enfiei a l�ngua dentro daquela boquinha e chupei com vontade, a m�o boba (esperta) dele passeou por onde pode, desgrudamo-nos rapidinho, mas ficou no ar um gostinho de quero mais. E, como eu j� previa, Pedro me aguardava no caminho, dessa vez ele foi mais direto, j� me agarrou, me beijou a boca e quase n�o me deixava falar, ele dizia:

- Voc� recome�ou porque quis, eu tava quietinho no meu canto, agora voc� vai ter que me aguentar.

E passava a m�o em mim todinha, eu n�o resistia, muito pelo contr�rio, at� ajudava ele, aproveitando da minha submiss�o, me levou pruma esta��o de metr� pr�xima de onde est�vamos, me levou a um cantinho bem escondidinho e me dava amassos, isso me agradava bastante, fazia um temp�o que eu n�o “namorava”, e, aquele cara sabia fazer isso muito bem . Depois desse epis�dio, passamos a pagar ped�gio no metr� e ele sempre insistindo pra que eu fosse com ele prum motel, eu sempre negava, planejava levar aquilo em banho-maria at� quando pudesse, ele vivia amea�ando terminar nosso “namoro”, eu nem me abalava. Numa dessas vezes, em que ele pediu e ouviu mais uma negativa, parou o “amasso” no meio de caminho e disse que n�o queria saber mais de mim. Duvidei, mas paguei pra ver. Desde aquele dia ele nem olhava mais na minha cara, achei aquilo de uma sacanagem gigantesca e tamb�m fiz o mesmo com ele. Passamos quase um m�s naquela "frescura" e eu tava sentindo uma falta desgra�ada do namoro e resolvi agir. Fui at� a mesa dele e deixei um bilhetinho que queria encontr�-lo depois do expediente no “nosso lugar”, quando ele passou por mim abriu um sorriso de orelha a orelha. Fim do expediente l� vou eu pra “nossa esta��o de metr�”, ele me perguntou se eu iria ao motel, eu, disfarcei e disse que ele teria que me convencer. R�pido ele me agarrou e me deu um dos beijos mais gostosos de toda a minha vida. Capitulei, disse que iria sim, s� n�o poderia ser aquele dia. Combinamos ent�o que nos encontrar�amos no s�bado, num Shopping Center aqui de S�o Paulo aproveitando que meu marido iria trabalhar e naquele dia demos os “malhos” mais quentes de todos, ele inclusive me enfiou um dedinho no rabinho, enquanto eu apertava seu pau.

No s�bado, nos encontramos no Shopping pegamos um t�xi e partimos direto prum motel, n�o sei o que poderia esperar daquilo, mas tava numa ansiedade incr�vel. J� no quarto, ele mostrou o quanto era carinho, me beijava a boca, o colo, me passava a m�o pra me deixar relaxada. Me tirou a camiseta e caiu de boca nos meus peitinhos, aquele cara tava me deixando louca! A m�o dele passeava pelo meu corpo todinho. Pedi pra que ele parasse, fui ao banheiro e voltei com um conjunto de lingerie vermelha, ele j� tava s� de cueca samba-can��o, andei sinuosamente at� ele, sentei-me em seu colo, rebolava, lhe dava beijinhos e ela passava a m�o nas minhas pernas, virou-me de costas, tirou meu suti� e come�ou a mamar nos meus peitinhos, tava come�ando a ficar louquinha, quando menos percebi, j� tava sem calcinha e sua l�ngua passeava pelo meu umbigo, deitei-me e ele desceu mais e chegou a minha bucetinha, que l�ngua maravilhosa ele tinha! N�o sei como fazia, deixava a l�ngua toda mole e passeava devagarinho por cima da buceta, o cara era um mestre nisso! Ele continuava chupando gostoso, colocou minhas pernas no seu ombro e enfiava a l�ngua bem l� dentro, sa�a de vez em quando e cutucava o cuzinho, voltava pra buceta. Queria retribuir, dei um jeito de me virar e comecei a beijar aquele cacete, enfiava na boca quase todo, lambia e enfiava as bolas do saco inteirinhas na boca. N�o tava aguentando mais, parei com aquilo e pedi pra que me penetrasse, ele subiu em mim, encaixou na entrada e empurrou bem devagar, tava bem lubrificada, entrou tudinho, ent�o ele come�ou a fazer uns movimentos circulares, rodava a p�lvis e o pau rodava pra l� e pra c�, nunca tinha sentido algo parecido, s� sei que era muito gostoso, depois e come�ou a entrar e sair bem forte, deu uma paradinha l� dentro, me enfiou um dedo no cuzinho e continuou a martelar, ficou um temp�o s� nisso, ent�o apertei-o bem e comecei a gozar feito uma doida, depois que terminei ele come�ou a gozar tamb�m. Aquilo foi demais pra mim. Precisava me recuperar, tava molinha. Demos um tempo e fomos à hidromassagem, ficamos brincando e conversando bastante tempo. Quando senti que est�vamos recuperados, voltei à cama e comecei a lamb�-lo inteirinho, quando cheguei ao seu peito o homem parecia que ia enlouquecer, lambi bastante, fiquei de quatro e pedi pra que ele entrasse de novo, enfiou de novo e mexia gostoso, ficamos nessa “mete��o” um temp�o. Depois come�amos a conversar de novo, eu deitada de bru�os e ele de costas, ele come�ou a me lamber a espinha e foi descendo, chegou na minha bundinha e lambeu, deu mordidinhas foi indo pro meinho, abriu meu reguinho e enfiou a l�ngua no cuzinho, eu at� chiava! Quando imaginei, que ele fosse tentar meter no rabinho ele entrou na bucetinha de novo, tava doida pra tentar um anal com ele, j� que n�o era t�o grosso como meu marido, era at� maior de tamanho, mas a grossura n�o era a mesma. Pedi:

- Tenta p�r atr�s....

Pra minha surpresa, ele respondeu:

- N�o! As experi�ncias que tive com sexo anal n�o me foram agrad�veis.

Eu insisti, reclamei, at� que ele resolveu fazer.

Continuei deitada de costas, ele enfiou a l�ngua no cuzinho e deixou com bastante cuspe, mirou o pau na entradinha e foi empurrando bem devagar, quando a cabe�a encaixou, senti uma dorzinha, n�o reclamei, ele foi empurrando o resto com muita delicadeza, quando tava dentro perguntou:

- T� te machucando?

Quando disse que n�o ele come�ou a entrar e sair. Tava t�o gostoso aquilo! Ele ficou fazendo isso mais de meia hora!?!?!? Tirou, me p�s de quatro e come�ou a entrar e sair bem r�pido, confesso que aquilo tava me excitando demais. Quando ele parou no fundo, senti at� seu pau latejar e ele me encheu o rabo de porra.

Eu estava exultante. Conseguira fazer sexo anal!

Depois daquilo fiz anal com meu marido, a falta de delicadeza dele me decepcionou, às custas disso (so sexo anal), meu casamento revitalizou-se, mas quando eu quero fazer um sexo total bem gostoso, apelo pro meu "namorado".

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