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ALIVIO COMPLETO

Temos um casamento muito feliz que j� tem 35 anos. Quanto mais nos conhecemos nosso amor cresce ainda mais. Neste �ltimo ano eu (Lauro) estou muito estressado por problemas financeiros. Por n�o conseguir desligar dos problemas aconteceu de eu ter problemas de ere��o. Isso j� dura um ano.

N�o achava justo minha esposa (Nanda, 50 anos) sofrer por minha causa e disse a ela que n�o me importaria dela transar com outro homem s� que teria que ser algum amigo nada de gente que n�o conhec�amos. Ela sempre dizia que jamais faria isso, n�o importava os meus problemas pois minha l�ngua, boca e dedos eram suficientes para faz�-la gozar.

No fundo eu sabia que n�o era verdade, por mais amor que ela tenha nada substitui um bom cacete. Sempre que tinha oportunidade tocava no assunto e ela se negava a discutir.

Com o passar do tempo fui ficando mais e mais interessado e descobri que aquilo me dava tes�o, n�o o suficiente para manter a ere��o por tempo suficiente. Enquanto chupava sua bocetinha comecei a pedir a ela para fantasiar com um amigo nosso (L�o) que sabia achava ela uma grande mulher. Dizia a ela que vi o pau dele durante o banho no vesti�rio ap�s o futebol , que era mais grosso que o meu, ela gozava diferente, eu sentia que aquilo mexia muito com ela. Eu confiava nele afinal era nosso amigo h� v�rios anos.

Levei quase um ano inteiro falando dele e ela negando at� que um dia ela disse :”Ok, se voc� quiser eu topo transar com o L�o, mas n�o vou me insinuar para ele, ele tem que saber que � apenas sexo e nada mais”. Subi na lua. Naquela noite consegui ficar duro o suficiente para gozar dentro dela mais foi muito r�pido e ela n�o gozou, tive que faz�-la gozar na minha boca.

L�o se espantou com meu convite e expliquei a ele a situa��o. Meio que desconfiado ele acabou topando. Combinamos tudo e ele foi jantar na nossa casa no s�bado.

Discutimos sobre o que iria se passar, Nanda estava um tanto nervosa, ele acanhado e eu tarado. O vinho que tomamos nos deixou relaxados. Eu disse que iria deixar eles a vontade.

Sai para uma volta no quarteir�o mais n�o aguentei pensando no estava acontecendo.

Acabei voltando logo para casa e quando cheguei eles estavam se beijando no sof� enquanto as m�os procuravam o corpo de cada um. Se assustaram quando me viram mais eu disse para me esquecerem, fazer de conta que eu n�o estava l�. Ficaram um tanto inibidos mais o tes�o j� havia aflorado em seus corpos e logo me esqueceram.

Eu ouvia seus suspiros. L�o abrindo a blusa de Nanda e a cada bot�o era um suspiro. Meu cora��o batia mais forte. Estava com ci�me mais me controlei. J� sem blusas atrapalhando ele sugava seus seios, os bicos rijos, duros. Nanda agarrava seu pau sobre a cal�a at� que abriu o z�per e tirou-o para fora. Duro era ainda maior do que imaginei. Ela o pegou pela m�o e levou para o quarto. Nus na cama se beijavam. Nanda come�ou a beijar seu peito e foi descendo at� atingir seu pau. Beijou seu saco tomando uma bola na boca. L�o gemia. Enquanto o masturbava chupava a cabe�a, tentava engolir o pau inteiro. Ent�o foi a vez dele descer por seu corpo beijando cada cent�metro, os bicos duros, a barriga, se ateve ao umbigo, chegou em suas coxas, mordiscava arrancando suspiros mais altos de Nanda. Quando chegou a sua boceta, abriu os l�bios com as m�os, e penetrou a l�ngua. Nanda gozou na hora.

A l�ngua descia da boceta at� o anus fazendo Nanda delirar.

Ent�o abrindo suas pernas, colocando-as sobre seu ombro, encaixou a cabe�a na porta da boceta e foi enfiando devagar. Eu via pela primeira vez minha esposa levando um pau que n�o era o meu. Quando ele come�ou a se mexer dentro dela Nanda gemia a cada estocada at� que avisou que estava gozando. Ele aumentou o ritmo da penetra��o e gemendo gozou dentro dela. Ele tirou o pau, caindo ao lado dela, a porra dele escorria pelas pernas da Nanda.

Ambos arfavam, suados, L�o disse “Lauro que mulher voc� tem em casa, Nanda como voc� � gostosa”. Depois de um pequeno descanso Nanda passou a chupar o pau fl�cido do L�o e ele foi crescendo em sua boca. Quando j� estava duro ela se encaixou e desceu vagarosamente fazendo o pau do L�o sumir em suas entranhas. Come�ou um movimento para cima e para baixo. Eu via o pau sair at� a cabe�a e sumir novamente.

Nanda ent�o me chamou e pediu para chupar meu pau. Quando ela o apanhou na boca estava duro como h� muito eu n�o via. Ela entrou em �xtase, chupava e mordia meu pau.

Eu n�o ligava para a dor, s� queria que ela gozasse bastante, coisa que eu n�o mais podia dar a ela. Ap�s alguns minutos Nanda avisou que iria gozar. Aumentou o ritmo do corpo, chupava mais forte. “Meu amor estou gozando, que del�cia, L�o mete com for�a, assim que bom, estou gozando de novo, n�o p�ra, mais, eu quero mais, o gozo n�o p�ra”.

N�o aguentei e tirando pau de sua boca explodi em seu rosto. L�o anunciou que ia gozar, agarrou Nanda com for�a fazendo-a se deitar sobre ele metendo com for�a gemia “Gostosa, mexe assim, sente meu pau inchado, vou gozar, assim”. E explodiu inundando a boceta de Nanda, sentindo o jato quente ela gemendo gozou mais uma vez abra�ada a L�o.

Eles ainda transaram mais uma vez naquela noite. L�o foi embora com o dia j� clareando.

Nanda estava esparramada na cama. Entrei entre suas pernas e chupei sua boceta ainda molhada da porra do L�o at� ela gozar mais uma vez. Exausta Nanda acordou apenas na hora do almo�o. Perguntou como eu estava me sentindo e ao me ouvir dizer que tinha amado, sorriu e me beijou profundamente dizendo que me ama muito e agradecendo pela noite anterior.

O L�o ficou mais amigo ainda e vem em casa pelo menos uma vez ao m�s para dar a Nanda o que eu j� n�o posso mais. Nanda s� permite isso com a minha presen�a.

Mande uma mensagem para a Nanda falando o que voc� gostaria de fazer com ela em uma noite e ela responder� o que vai fazer com voc� (voc�s).

N�s vamos fantasiar muito e ficar muito felizes. [email protected]

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