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CONHECI UM CARALHO 2

Depois que conheci um caralho, peguei nele, mamei e bebi seu leite, como contei na primeira parte, passei um bom tempo meio sem gra�a comigo mesmo. A coragem que tive para deixar tudo acontecer naquele cinema, desapareceu e me vi brigando comigo mesmo. Uma parte de mim n�o parava de pensar: "... sou um viadinho igual àqueles que pegavam no meu pau e mamavam engolindo minha porra...". Outra parte respondia: "... que nada, sou um homem que gosta de buceta e de caceta dura, n�o tem problema, o que importa � o prazer...".



V�rias semanas se passaram e at� dei uma esfriada no namoro, pois Marina era uma mulher muito careta, com quem n�o conseguia falar de sexo. N�s fod�amos sempre da mesma maneira, ela apagava a luz e abria as pernas. Isso n�o me satisfazia mais. N�o depois do clima que vivi com o desconhecido no cinema.



Finalmente terminei o namor e decidi ir buscar minha felicidade. Voltei a sair sozinho e fui muitas vezes ao cinema. Infelizmente n�o reencontrei meu macho. Continuei a dar minha pica aos viadinhos e a gozar em suas bocas. Mas ainda n�o era iso que eu queria.



No primeiro feriad�o resolvi viajar. Pedi uma grana aos meus pais e fui para a serra. Escolhi um hotelzinho simp�tico e pequeno que servia refei��es regionais e tinha piscina, sauna e um bosque para passeios. Cheguei de noitinha, ap�s uma jornada de aulas e algumas horas de estrada. Fui fazer uma sauna seca antes do jantar.



Ao entrar no recinto deparei-me com um casal de meia idade e tomei um susto: o cara era meu macho do cinema. A mulher que o acompanhava era uma puta morena, gostosa pra caralho, bem torneada e peituda. Ele fingiu n�o me conhecer, fiz o mesmo. N�o pude impedir minha ere��o. Fiquei doido de tes�o. Meu macho ali na mesma sauna que eu, acompanhado de um avi�o com um bikini tesudo e n�s dois de sunga.



Eles ficaram um pouco e depois se levantaram e sa�ram. Na porta ele deu um jeito de olhar para tr�s. Aquele olhar de macho dominador e incontest�vel apareceu em seu rosto. Derreti-me todo e sorri para ele. A porta se fechou e o tes�o tomou conta de mim. Esperei alguns instantes e voltei para o quarto. Tomei uma ducha e deitei-me na cama. A pica dura sobre a barriga. Peguei o mastro e toquei uma punheta. Com um detalhe: pela primeira vez molhei o dedo m�dio da outra m�o e enfiei no meu cu. Gozei rebolando como uma menina safada. Enchi minha barriga de porra e molhei as m�os, levando-as à boca. Gostosa porra, mas n�o tanto quanto a de meu macho. A dele era agridoce, um cheiro mais forte... Estava assim quando o telefone tocou. Era meu macho.



-- Que surpresa, hein?



A mesma voz grave e impositiva. Minha caceta j� deu sinais de vida novamente. Mas n�o tive coragem de responder. Ele continuou falando.



-- Voc� ainda � meu viadinho tesudo?



Peguei na pica e fiquei ouvindo suas palavras sem dizer nada.



-- Eu sei que est� a� de pau na m�o, safadinho...



Acelerei a punheta, comecei a ofegar com a proximidade do gozo.



-- T� perto do gozo, sua respira��o n�o mente. Vai, putinho, toca essa punheta bem gostoso... Lembre da minha caceta dura na sua boquinha de puta, de cadela... Lembre de meu esporro e de como bebeu meu leite todinho... goza, safadinha, goza meu viadinho, goza minha cadelinha vadia...



Gozei pra caralho. Esporrei minha barriga todinha, desliguei o telefone e espalhei minha porra pelo corpo, me sentindo uma putinha, a cadelinha de meu macho de quem nem conhe�o o nome.



Dormi e acordei uma hora depois morrendo de fome. Desci para jantar e l� estavam eles jantando. Meu macho e sua mulher. O restaurante estava praticamente vazio. Sentei duas mesas mais longe e pedi a comida. Logo fui servido. CVopmi prestando aten��o aos dois, que n�o me olhavam, namorando e cochichando. Aproveitei para sacar a mulher. Era linda. Morena deslumbrante.



Acabei de comer e j� me preparava para ir embora, quando ele se levantou e veio at� minha mesa.



-- Voc� est� a� sozinho, n�s estamos tomando um vinho e achamos que talvez quisesse vir nos fazer companhia...



A voz era outra. Gentil e amig�vel. Olhei para a mulher que acenou confirmando o convite. Levantei-me hesitante, mas dirigi-me à mesa deles. Ele veio atr�s de mim e senti que me olhava. Foi mais forte que eu, dei uma reboladinha discreta para meu macho. Sentei-me em frente a ela e ele a seu lado.



Sandra era muito simp�tica e comunicativa. Dirigiu a conversa agradavelmente. De vez em quando eu olhava para Marcel. Bem nos seus olhos. Sentia seu tes�o e meu tes�o. Ela n�o parecia perceber nada. Falava e ria despreocupadamente. Seu decote era bem cavado e seus seios grandes e carnudos apareciam bastante. Quando gargalhava eles saltavam graciosamente, me dando vontade de peg�-los. Puta que o pariu, estou com tes�o nos dois. Pra um quero ser f�mea, pra outra macho.



-- O que acha do convite dela?



Sa� de meus devaneios e percebi que ela tinha acabado de me convidar para o apartamento deles. Gaguejei um pouco, mas aceitei. E fomos andando, ela na frente, eu logo atr�s admirando sua bunda gostosa e rebolando pro meu macho atr�s de mim.



O apartamento deles era bem maior que o meu, tinha uma bela saleta com sof� e poltronas, Tv e aparelho de DVD, geladeira e bar. Sandra abriu uma outra garrafa de vinho e Marcel cuidou do som e da ilumina��o. Sentei numa das poltronas, eles no sof�. Continuamos a conversa. Sandra estava bem na minha frente. Cruzava e descruzava as pernas, mostrando as coxas roli�as. Quando se inclinava para pegar ou pousar o copo na mesinha de centro, me oferecia uma linda vis�o de seus peitos carnudos. Marcel me encarava naturalmente, sempre com aquele olhar firme e cheio de inten��es. Inebriado, deixei rolar. Minha caceta estava doendo de tanto dura, e agora eu abria as pernas para que os dois vissem em que estado me encontrava. Sandra sacava abertamente meu pau, mas Marcel continuava me olhando nos olhos. Pedi para ir ao banheiro enquanto Sandra pegava outra garrafa. Rebolei mais atrevidamente, aproveitando que s� ele me via, e olhei para tr�s. Agora ganhei. Ela olhava minha bunda com um olhar guloso. Continuei andando e mais parecia uma mocinha. Me senti mocinha.



Voltei do banheiro e os dois estavam se agarrando no sof�. Se beijavam e se alisavam. Sentei e apreciei. Marcel passava a m�o em seua peitos por sobre o vestido, ela esfregava as pernas dele. Cocei minha caceta levemente por sobre a cal�a e reparei que Sandra via meu gesto. Fiquei passando a m�o na geba e ela lambeu os l�bios pra mim. Marcel convidou:



-- Vem pra c�, vem, estamos querendo...



N�o era a voz do cinema, mas era convidativa. Levantei-me e sentei ao lado de Sandra. Como estava virada pro marido, abracei suas costas timidamente. Ela se aninhou em mim. Que tes�o de mulher. Senti que primeiro eu ia ser macho. Enlacei-a forte e coloquei as m�o em seus seios. Marcel pegou-as e colocou-as dentro do decote. Carnes rijas e macias, Deliciosas tetas. Agora os dois se beijavam sofregamente. Marcel abra�ava ela de frente e passava as m�os em meus cabelos, o puto. Deliciei-me com suas mamas e passei à barriga gostosa, descendo às suas coxas. Sandra levantou o vestido at� a cintura e tomei conta de suas carnes. Desabotoei os bot�es de seu vestido e Marcel acabou a tarefa, deixando sua mulher s� de calcinha.



Sandra nos deixou, se levantou e come�ou a dan�ar sozinha. Eu e Marcel nos ajeitamos para ver o espet�culo. Ela rebolava, mexia os peitos para todos os lados, se virava de costas e rebolava mostrando a calcinha enterrada no rego, chupava os dedos como se fossem picas. Senti a m�o de Marcel sobre minha coxa. Olhei pro lado e ele me encarou com cara de safado. Era de novo aquele olhar tesudo. Alisou minhas coxas at� chegar ao meu pau. Eu olhava sua mulher se oferecendo de calcinha, ele passava a m�o em minha caceta. Estendi minha m�o e tamb�m peguei seu pau.



-- Tirem as roupas, meus machos safado...



Sandra disse isso tirando a calcinha e mostrando a buceta lisinha, depilada com apuro. N�o se via um s� pelo. A buceta era estufada, linda!



Marcel se adiantou e tirou minha camisa. Colu a boca em um de meus mamilos e mamou gostoso, mexendo a l�ngua e mordendo de levezinho. Soltou meu cinto, abriu meu ziper e arriou minha cal�a. Fiquei s� de cueca, o pau duro desenhado no tecido. Ele se levantou e tirou a roupa, menos a cueca. Seu mastro portentoso quase rasgava o tecido. Sandra ajoelhou-se, arriou a cueca dele e mamou. Puta que o pariu, ela fez o que eu estava com vontade de fazer. Ela me chamou, mandou que ficasse em p� ao lado dele e tamb�m me arriou a cueca, abocanhando minha pica com presteza. Ela ficou nos mamando alternadamente, e às vezes esfregava nossas cacetas duras, o que eu estava adorando.



Marcel pegou meu rosto e me deu um beijo na boca. Sua l�ngua entrou em mim deliciosamente. Correspondi chupando sua boca, bebendo sua saliva. Gozei na boca de Sandra, ele tamb�m, enquanto nos beij�vamos ardentemente.



A noite foi maravilhosa. Gozamos de todas as maneiras e dormimos juntinhos.



Da pr�xima vez eu conto o resto.



Beijos do Jack.

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