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FUI CABRITA DE FRANCISCO



Muitos dizem isso, mas essa historia realmente aconteceu. S� troco os nomes para preservar as pessoas envolvidas o resto eu relato exatamente como se passou.



Me chamo Jacinto tenho 28 anos, olhos claros corpo peludo, grande peso 105kg

Sou um tip�o que chama aten��o, bem urso mesmo. Sou um cara muito discreto mas na entoca, um verdadeiro puto!

Moro em Recife onde nasci e cresci.

Sempre procurei aventuras e tenho muitas mas a melhor delas ocorreu em uma viagem da qual vou descrever a voc�s nesse momento.



Alguns anos atr�s (eu estava com 19 anos) fui visitar minha m�e e alguns parentes em uma cidadezinha bem distante em algum lugar no litoral maranhense. O lugar parece que parou no tempo. as pessoas de l� s�o bem tradicionais do tipo que no domingo todos sem exce��o v�o para missa. O vilarejo aos domingos ficava um museu apenas eu n�o ia.



Eu fiquei hospedado na casa de um parente j� falecido e a vezes dormia na casa de uma tia que ficava num vilarejo vizinho. Naquela cidadezinha onde estive pela ultima vez com 8 anos todos se conheciam e me conheciam. Varias pessoas me chamavam pelo nome e eu envergonhado por n�o reconhecer as pessoa que me paravam fazia de tudo para n�o ser grosseiro.

Eu s� lembrava dos parentes mas mesmo assim tinha alguns perdidos na minha cabe�a.



Um deles era um primo leg�timo da minha m�e que todos chamam de Seu Francisco

O cara tinha na �poca 42 anos e tinha fama de muito autorit�rio e preconceituoso.

No meu primeiro dia, a mulher de Francisco Cidinha, que � 19 anos mais jovem preparou um banquete para minha chegada. Comidas bem tradicionais como pato a cabidela e leit�o assado vaziam parte do card�pio e durante banquete enquanto todos me tratavam da melhor forma poss�vel Francisco me encarava de forma hostil, mal falava comigo.

Eu sempre fui assumido para as pessoas mais �ntimas, mas n�o para as pessoas de l�, porem Francisco parecia saber alguma coisa sobre mim. O que s� poderia acontecer se minha m�e falasse j� que ela era a �nica dos convidados a saber sobre minha op��o sexual.

Mesmo assim evitei contato com ele e curti a festa, aproveitei para olhar discretamente para as pernas bunda e os enormes cassetes de alguns convidados...



Bicho os matutos de l� n�o eram bonitos de rosto, mas os corpos grandes peludos e as atitudes grosseiras dos homens do campo eram a maior fonte de tez�o que eu poderia querer!

Eles n�o tinham o costume de usar perfume e sempre que eu me aproximava sentia o cheiro de pescador, do homem da ro�a, o cheiro de homem cru e puro como cria a natureza.

Um dele era o irm�o de Francisco, Jose Nonato ou simplesmente Nonato

O homem me atraiu logo de cara! Ele n�o era muito grande mas tinha o corpo todo em forma por trabalhar duro na ro�a de arroz, seu peito era a coisa mais sexy que j� vi. Forte super peludo daquele tipo que desse at� os pentelhos da rola, seu mamilos grandes e rosados, quando ele apertava minha m�o parecia que iria quebr�-la tamanha for�a que ele utilizava num simples cumprimento.

Eu naquela noite me masturbei e enfiei objetos do meu c� imaginado ser o cacete de Nonato me rasgando.

Ele devia ser um garanh�o, e a prova era sua “ninhada de filhos” sete no total entre meninos e meninas.

Outro que me chamou a aten��o era um paraibano que morava bem em frete a casa onde eu estava ele era forte tamb�m muito peludo e com uma voz muito grossa. O homem era muito violento, nos poucos dias que estive l� cheguei a escutar ele gritar e bater algumas vezes na sua mulher.

O engra�ado � que comigo ele era muito simp�tico cheguei a achar que ele queria me comer!

A casa onde eu ficava era bem perto de dunas pertencentes aos len��is maranhenses que era frequentado nos fins de semana por muitas pessoas entre turistas e moradores. Eu j� havia perdido o medo e a timidez pois logo iria embora...

estava bem mais magro mas minha bunda j� era como hoje farta e empinada, cabeluda mas em quantidade adequada, sempre nesses fins de semana eu colocava uma sunga azul e branco que quando molhava, revelava bem meu pau e bunda e ia d� pinta por l�.



No segundo domingo de passeio nas dunas e lagoas da regi�o. L� estava eu muna grande lagoa curiosamente chamada lagoa do amor,

Eu deitado a beira tomando sol e conversando com um nativo filezinho que eu tentava tra�ar quando de longe avisto Cidinha, sua filha de 6 anos e Francisco com seu outro filho Jonas um garoto de 5 anos sentado em seus ombros.

Eu pensei... “puta que pariu esse cara veio acabar com meu domingo” e antes que eu sa�sse ele as aproximou mas n�o falou nada. Eu estranhei aquela atitude pois ele continuava com o filho pequeno nas costas s� que ali perto da �gua parado ouvido minha conversa com o Boy (depois descobri que o rapaz era seu afilhado) eu sem poder continuar a conversa e o cara que estava quase na minha, sem gra�a acabou saindo com a desculpa que iria almo�ar. Eu visivelmente chateado disse a mesma coisa mergulhei para baixar o tez�o que j� estava mesmo frustrado e quando me levanto me deparo com Francisco bem perto de mim.

Tomei um susto e quando tentei caminhar ele pos seu p� por baixo do meu como se me alisando por baixo da �gua. Fiquei assustado sem a��o e sem voz! E desesperado pois de longe a Cidinha observava tudo. At� hoje acho que ela sabia o que se passava ali.



A �nica coisa que Francisco disse foi “sua m�e esta em casa hoje?”

Eu gaguejando disse “n�o ela so aparece amanha”

E antes que eu sa�sse ele falou. Quer conversar mais tarde?

Essa frase fez meu pau voltar a subir pois at� ali n�o tinha reparado nele e nem fazia id�ia de que ele queria algo comigo.

Virei e olhei pro seu f�sico.

Francisco tem o bi�tipo ind�gena com poucos pelos mas gordo. N�o era bonito mas dava pra ser aproveitar muita coisa...

Demorei uns 3 segundos e disse “quero sim passa l� as quatro horas” sair dali boquiaberto pensando: “aquele coroa corpulento com olhar de desprezo tava mesmo querendo me comer???”

vamos ver onde isso d�. Como disse no come�o gosto muito de aventuras e essa poderia ser uma �tima!

Corri pra casa tomei um banho bem caprichado pus um cal��o curtinho mas folgado parecido com aqueles cal��es voador.

As 4 em ponto ele bate a porta eu abro. nos olhamos Francisco entra e quando eu fechava a porta ele me agarrou por traz!

Eu dei uma risadinha e pedi para ele espera eu trancar tudo. Perguntei por sua mulher e ele falou para eu n�o me preocupar com isso pois ela n�o iria incomodar..

Falei tamb�m para ele ir devagar conversar um pouco beber algo e o que ouvi foi:

“EU N�O VIM CONVERSAR E SIM FUDER ESSE RABO CARNUDO QUE ME DEIXA DOIDO”

Aquilo me derrubou e meu cu come�ou a piscar ansioso pelo prometido!

Enchi a m�o na sua bermuda e senti uma verdadeira macaxeira dura dentro daquele cal��o ele colocou pra fora e j� foi for�ando minha cabe�a pra chup�-lo.

Eu ao me abaixar apreciei um dos paus mais lindos que j� vi. N�o era t�o grande tinha uns 14cm mas era grosso e muito cabe�udo marrom mais escuro que seu corpo com uma cabe�ola quase rocha. Uma rola perfeita que me lembrava muito a de um cavalo. Mas sem todo aquele comprimento.



Chupei com toda vontade do mundo e curiosamente n�o tinha gosto forte (ele se lavou bem pra mim) ai sim eu me animei... lab�, mamei esfreguei no rosto fiz tudo que ele pediu e mais um pouco. eu poderia mama-lo a noite toda mas n�o tinha tempo tinha ainda que d� meu cu pra ele. Fomos pro quarto e ao tentar deitar na cama percebi o barulho que iria causar ent�o coloquei o colch�o no c�o tirei minha roupa e deitei de cu pra cima.

Meu maior tez�o � ser comido por caras grandes peludos e pesados n�o precisa pau grande mas tem que ter corpo grande.. Francisco tinha isso menos os pelos corporais.



Caros leitores eu juro que isso n�o fez a menor falta! Assim que Francisco deitou sobre mim e encaixou sua rola preta na entrada faminta do meu cu, eu gemi e s� n�o gritei de prazer e tez�o para n�o chamar a aten��o dos vizinhos (muitos tamb�m eram parentes).



Francisco n�o tinha pena nem se importava comigo. Tudo que ele queria era comer e gozar dentro de mim! Com aquela rola grossa sem camisinha e quase seca ele pos fossa e com seu peso entrou tudo de uma vez rasgando-me de verdade.

Mordi o travesseiro para n�o gritar! Eu mal respirava com aquele peso e tudo que ouvia eram os afagos e suspiros de Francisco no meu ouvido.



Aquela foda durou uns oito minutos que pareceram horas. Pois por mais que a rola do coroa entrasse e sa�sse n�o parava de arder...

Meu prazer era t�o grane quando a dor e meu gozo era eminente mesmo sem siquer poder tocar no meu pau.

Nos �ltimos minutos Francisco bombava com tanta for�a que minha bacia do�a com a press�o. Seu ultimo gemido foi quase um grito e logo senti seu esperma quente amenizar a ard�ncia do meu rabo...

Francisco antes de levantar puxou meu cabelo pra traz e disse no meu ouvido

“esse c� de cabritinha � bem apertadinho... eu achava que tu tinha c� folote. Se n�o gostou vai gostar porque vou te comer sempre que eu quiser”....................................



Bem amigos assim come�ou minha maior aventura sexual

Na continua��o vou relatar como se sussederam as continuas metidas de Francisco em mim,

Como embriaguei dois primos, como consegui que nonato mijasse na minha boca e a coisa mais estranha! Descobri quem vinha a noite e fazia barulho na janela do quarto onde eu dormia!



Pedido do autor: gostaria de receber em meu email relatos reais e picantes como o meu



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