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DANDO O CUZINHO DE PRESENTE DE ANIVERS�RIO!



Algumas coisas deveriam ficar entre 4 paredes somente, mas quando acabam n�o vejo mal algum em relembrar, reviver, reascender...



Est�vamos apaixonados ainda, todo um fogo que n�o se apagava, um tes�o imenso, uma vontade louca de estar a cada minuto fazendo amor com o homem que n�o foi o primeiro mas deveria ter sido o �ltimo (quem sabe o pr�ximo!!!!!)

Foi em um anivers�rio dele que fiz loucuras. Nesta �poca o sexo anal j� era mais comum entre n�s mas, devido ao pouco tempo que t�nhamos (ele casado e eu trabalhava e estudava) sempre acontecia na minha casa, com vizinhos pr�ximos e sempre os loucos gemidos abafados. Mas esta data foi especial. Ele me convidou para jantar e disse que de presente gostaria de me ver usando uma lingerie preta, soutien meia-ta�a, liga, meia 78, fio dental.

Passei dias procurando algo bem excitante. Estava no auge do meu condicionamento f�sico (tenho 1,67m, à �poca estava com 61k). Tenho belas pernas, coxas bem grossas, bumbum bem arrebitado e grande, belos seios brancos com mamilos rosados, durinhos, discreta marca de biquini, uma cinturinha fina, o t�pico corpo “gostoso” que enlouquece os brasileiros e principalmente enlouquecia este homem que tanto amei.

Na hora marcada ele me pegou, fomos para a cidade Natal dele, jantamos numa cantina italiana gostosa mas n�o pensava em mais nada à n�o ser em sair logo dali e trepar, trepar, trepar....e ele tamb�m n�o via a hora pois nem acabamos a garrafa de vinho, a levamos pela metade ainda, consco ao Motel.

Eu ainda n�o estava “pronta” ent�o pedi para ir ao banheiro e levei o “presente” e um roup�o. L� eu o vesti, me olhava ao espelho e me sentia uma prostituta, toda de preto, cinta liga, mantive o salto alto, demorei de prop�sito e por n�o saber lidar com os prendedores da cinta, amei tudo aquilo.

Ao lado de fora ele j� me aguardava, de cueca boxer preta (eu levei de presente tamb�m), j� estava com aquele imenso pau duro e quase pulando da cueca, parecia chamar minha boca para uma bela chupada mas me contive. Subi na cama de roup�o pois ele � bem mais alto que eu, e ele me abra�ou e come�amos a nos beijar. Ele deixou o roup�o deslizar pelo meu corpo at� poder me ver com a lingerie que havia sonhado, eu j� estava bem desenibida por causa do vinho e me virei de costas para ele apreciar meu bumbum, j� sabia que ele o comeria naquele dia e j� estava preparada e fogosa de tanta vontade.

Ele come�ou a beijar meus seios sem retirar o soutien, a� ele somente afastou um pouco para poder sentir o gosto e a rigidez dos meus mamilos e enquanto passava a l�nguia por eles meu tes�o aumentava ainda mais, sem poder aguentar ficar longe daquele cacete, me deitei na cama e pedi para ele ro�ar aquele pau nas minhas coxas, ele o fez mas estava t�o enlouquecido tamb�m que tirou a cinta liga enquanto passava a l�ngua na minha virilha e tentava alcan�ar “ela” sem tirar minha calcinha e foi maravilhoso. E foi tirando a cinta e logo retirou a calcinha tamb�m, fiquei com a meia preta 78 que dava mais beleza ainda às pernas e deixava meu bumbum ainda maior, mais gostoso e mais assanhado.

Ele come�ou a me chupar t�o gostoso que eu comecei a rebolar, a me contoncer e para segurar um pouco mais antes de acabar eu usei minhas m�os para afastar meus grandes l�bios e deixar o clit�ris mais exposto para ele poder beijar, lamber, morder e deixar as m�os dele livres para poder enfiar os dedos em mim, sentia a penetra��o de seus dedos em minha vagina e no meu cuzinho, um prazer inigual�vel, maravilhoso e acabei gozando logo mas o tes�o n�o acabava. Deixei ele me penetrar um pouco e senti aquele pau gostoso entrando em mim, j� estava t�o molhada, assanhada que o apertava cada vez mais e parecia que morreria de tanto prazer, aquele pau latejava dentro de mim indo e vindo com calma mas parecia que ia me arrebentar de t�o grande, grosso, me levando à loucura, n�o demorou para eu gozar novamente, aos gritos e gemidos altos pois n�o tinha vizinho. Mas ainda n�o estava saciada e queria deix�-lo com o mesmo tes�o que eu estava.

Parti para cima dele, ainda tr�mula do orgasmo que ele me deu e querendo retribuir. Comecei a beijar aqueles l�bios grossos, ainda com meu gostinho pois havia me chupado muito e adorei. Sentir a sua boca, sua l�ngua era algo que me dava muito tes�o. Ent�o fui descendo, lambendo sua nuca, mordendo de leve a orelha, fazendo-o sentir o calor do meu corpo, da minha respira��o, do meu cora��o que batia forte por estar com o homem que amava, comecei a beijar seus peitos, ele tem muto tes�o no peito e comecei a beijar, lamber e ele se mexia, remexia de tanto que estava bom, acabei me atrevendo a morder os mamilos e ele gritou de prazer, gritava para eu continuar e morder mais forte e eu o mordia e apertava o outro com a m�o e esfregava minha buceta na sua perna de tanto que ela pedia mais e ficava assanhada de ouvir aqueles gritos. Comecei a descer mais e fui beijando sua barriga, descendo com a l�ngua molhada, passando pelo umbigo, mordendo, chupando e ainda me esfregando em sua perna, desci mais e comecei a passar pela virilha, respirando devagar e passando a l�ngua, esfriava com a saliva e esquentava e com a boca, o mesmo fiz com suas bolas, que del�cia de saco, lambia fervorosamente enfiava na boca cada um de uma vez. Continuei a descer novamente, pelas virilhas, pelo meio das coxas, beijando, mordiscando, lambendo fui com a l�ngua encostada at� o seu p�, um p� lindo e que tamb�m dava tes�o, comecei a lamber seu p�, por baixo e fui chegando aos dedos e lambendo entre eles e enfiando-os um a um na minha boca chupando cada um e ao ded�o dei mais aten��o, chupava como se fosse seu pau que estava duro de vontade de uma chupada minha, passei ao outro p�, e fiz a mesma coisa, fiquei um tempo tamb�m chupando seu ded�o como seu fosse seu pinto e ele gemia, se torcia, se segurava.... voltei com a l�ngua molhada subindo nesta perna agora e estava indo em dire��o ao seu pau que me deixava louca. Voltei a esfregar minha buceta na sia perna de tanto tes�o...Ele n�o se continha s� de imaginar que minha boca logo estaria naquele cacete e que tamb�m lamberia seu cuzinho. Fui mais devagar para provocar e voltei para virilha, lambi e chupei aquele saco novamnete pois me dava muito prazer e comecei a passar a l�ngua bem devagar no pau, que latejava e at� se mexia de tanta vontade de ser engolido. Fiquei um tempo brincando com sua cabecinha, dando mordidinhas bem leves, molhando bem com a boca, segurando com as duas m�os, apertando, at� que comecei a chupar, chupar muito, gostoso, enfiando ele inteiro na minha boca, at� a garganta doer de t�o grande, grosso, gostoso, tesudo ele empinava a bunda para tentar enfiar ainda mais e segurava minha cabe�a e a empurrava em dire��o ao pau de um jeito que lhe dava mais prazer ainda. Parei com o pau e desci para lamber seu cuzinho, comecei bem devarinho, dos lados, para ele sentir o calor da minha boca e ent�o comecei a enfiar a pontinha da minha l�ngua e ele urrava de prazer e pela loucura que era, comecei a comer aquele cuzinho com a l�ngua e a punhetar seu pau com a outra m�o e ouvia ele gritar para n�o parar e dizia “que delicia, que loucura, que gostoso” e eu continuei at� perceber que ele poderia gozar e parei por que queria mesmo era que ele gozasse no meu cuzinho ent�o me ofereci a ele, beijei-lhe a boca, disse que o amava e que ainda n�o era hora de gozar que eu queria mais, queria ficar de quatro para ele, queria que ele me visse com a meia preta de um, �ngulo que s� permiti a ele ver. E foi o que eu fiz, me virei de quatro, a meia que cobria as coxas e que parava bem na polpa do bumbum e que deu a ele uma vis�o do que ele tinha e que n�o deveria ter perdido.

Ele ficou de p� ao lado da cama e eu de quatro bem fogosa, empinei bem o bumbum e dei o KY que levamos na sua m�o, uma cena que me deixava ainda mais louca era v�-lo passando o Ky naquele pau que iria enfiar em mim....e assim ele fez e me segurou pela cintura, enfiou um pouquinho na minha buceta e me acariciava por baixo, no clit�ris com a outra m�o me deixando ainda mais excitada e relaxada para o que viria depois. J� loucos de tanto tes�o ele come�ou a enfiar aquela cabecinha gostosa e macia no meu cuzinho, a dor era pequena perto do prazer que ue lhe dava e aguentava firme e me sentia mais especial e mais fogosa, meu cuzinho apertado quase n�o cabia aquela grossura de pau e sentia ele entrando devagar at� encostar as bolas em mim, e ele come�ou a colocar e tirar bem devagar me dando prazer imenso at� que o tes�o falou mais alto e ele come�ou a gritar que iria gozar e come�ou a enfiar bem gostoso, mais r�pido e inteiro e a gemer, urrar, as pernas tremerem e me encher de “n�ctar” e cair acabado, cansado, cora��o disparado e bem, muito bem, gozado!!!!

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