Ontem est�vamos em casa e o tes�o com vontade de transar foi t�o grande que decidimos sair pra transar... Eu me arrumei e antes de sair me despedi com um longo beijo.
Rodei um pouco pela cidade, passei por alguns bares, tomei um refrigerante (pois n�o bebo nada alco�lico) e enfim decidi ir a uma boate. Chegando à boate pude ver que estava super bombando.
A boate estava muito cheia, com muitas mulheres lindas e provocantes. Peguei um refrigerante e rodei um pouco a boate procurando algu�m para terminar minha noite com um sexo bem gostoso.
Depois de alguns minutos rodando pelos diversos ambientes da boate e flertando com algumas garotas, vi uma garota muito gostosa. Seios fartos e firmes, uma bunda deliciosa e uma cinturinha de viol�o (do jeito que sou amarrado).
Ela estava com um cara que pelo visto j� tinha investido um bom tempo naquela conquista. Ele tocava sua cintura e falava bem pr�ximo ao seu rosto. As vezes tocava seu cabelo e seu queixo, tentando chegar a um beijo, m�s como pude perceber que ela n�o cedia a suas tentativas, apesar do cara ser bem sarado, eu decidi que ela seria minha aquela noite.
Observando mais alguns minutos percebi que ela n�o estava afim de muita conversa. O que realmente faltava naquele pretendente era pegada. Como se atendendo meu pedido ele saiu para buscar uma bebida para os dois.
Rapidamente me aproximei e a chamei para a pista. Ela foi sem muita resist�ncia, pois percebeu que eu n�o estava l� para muita conversa.
Depois de pouco tempo na pista e uma conversa j� bastante apimentada eu a beijei com bastante vontade. Ela retribuiu me apertando contra seu corpo, e essa foi a deixa para sairmos da pista em dire��o a um ambiente mais reservado, por�m que nos deixava ver toda a boate.
L� come�amos a nos beijar cada vez mais fortemente e assim pude descobrir que ela, alem de sem suti�, estava sem calcinha. Ela percebendo minha descoberta deu um pequeno sorriso, como se me desse autoriza��o para prosseguir, ao mesmo tempo pegou com for�a meu pau que j� estava duro.
Ela abriu meu z�per e enfiou sua m�o em minha cal�a segurando diretamente meu pau. Por alguns minutos ela me masturbou com muita habilidade. Quando meu pau j� estava completamente duro e n�o tinha mais como devolve-lo pra cal�a, eu a virei colocando essa mulher deliciosa meio reclinada sobre a mureta de frente para toda a boate.
Levantei suavemente seu vestido e coloquei meu pau em sua bocetinha, que j� estava totalmente lubrificada. Comecei bombando suavemente para n�o sermos percebidos. N�o fui muito eficiente nisso, pois a essa hora j� t�nhamos pelo menos uns 20 observadores. A medida que o tes�o aumentava as bombadas ficavam mais fortes e os gemidos dela tamb�m.
Percebi que logo ser�amos abordados pelos seguran�as da boate, pois n�o era mais poss�vel disfar�ar o que faz�amos, m�s nada me faria parar antes de gozar naquela bocetinha.
Mais uns minutos naquele calor e gozamos quase que ao mesmo tempo, ela chegou primeiro e seus gemidos e suspiros foram t�o fortes que fizeram gozar tamb�m. Gozei de uma forma que achei que colocaria um litro de porra naquela buceta. Ficamos uns segundos ainda conectados depois de terminarmos, quando ela me disse que precisaria ira ao banheiro. Eu coloquei meu pau de volta pra cal�a dei mais um forte beijo nela e me despedi, dizendo “Te espero em casa gatinha”.
Isso mesmo, aquela gostosa era minha esposa...... O que aconteceu com ela antes de nos encontrarmos e depois de nos despedirmos ela vai contar em outro conto.
Somos mus_del => eu “mus” e ela “del”