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J�SSICA, EU E NOSSOS NEG�ES

J�ssica avisou que ia aguardar no meu ap�. Alfred�o lhe dera a chave e a mandou recpcionar Silva e Sandoval que estavam a fim de fuder J�ssica e eu. Cheguei mais cedo para me preparar como uma noivinha se prepara para a lua-de-mel. J�ssica que � uma loura�a original, escultural, alta, xana saliente - como se tivesse acabado levar uma surra de pirocada e ficado inchada, – cabelos at� a cintura mas que ela prendera nos lados para n�o lhe cair no rosto nem atrapalhar a foda. Usava uma lingerie que a deixava mais sexy, como se ela precisasse disso. N�o tenho desejo por mulheres, mas se tivesse, certamente J�ssica faria meu g�nero. Pernas roli�as e compridas, coxas lisas, n�degas macias mas bem firmes. Embora eu goste muito de mim, um gay coroa, femea, baixinha , gordinha e bunduda. T�o logo cheguei em casa, fui ao banho de espuma, me higienizei, quando ela entrou no banheiro e disse que Alfred�o mandara ela me colocar uns 'adere�os'...Sa� da banheira, me enxuguei e fui para o quarto para os preparativos finais...(quanto à recep��o dos nossos fudedores, J�ssica j� tinha providenciado tudo... S� faltava eu...)



– Olha, bicha, trouxe esse espartilho para dar uma moldada no seu corpicho... n�o precisa usar fio dental, porque tua bibita mais parece um grelo. Ali�s, � at� menor que o meu... Coloquei o espartilho que cobria meu busto at� o triangulo, deixando minha bibita de fora, na frente: e ia at� o in�cio do meu bumbum na parte de tr�s... Depois ela me entregou uma sand�lia, salto 15, fin�ssimo, com tirinhas sobre o peito do p� e no calcanhar. Passou uma base suavemente, para deixar meu rosto mais claro...me senti poderosa, mas preocupada com Silva e Sandoval que viriam para transar com um viado, com jeito de homem, e n�o com uma cross-dresser ou uma trava.



Minutos depois, a companhia toca e o porteiro anuncia que dois homens negros estavam subindo. O porteiro sabia deles porque Alfred�o j� tinha avisado para deixar eles entrarem direto se J�ssica j� tivesse chegado. Quando ouvimos o elevador no nosso andar, J�ssica e eu fomos at� a porta para receb�-los. Silva, 1m90, forte (sem ser malhado), simp�tico, beijou J�ssica na boca com volupia, enquanto Sandoval , cerca 1m85, cara de marrento, me comprimentava passando a m�o no meu bumbum desejosamente. Depois, tamb�m deu um beijo de 'desentupir pia' em J�ssica, enquando Silva me cumprimentava com palmadinhas na minha bunda. Eles n�o negavam que estavam muito a fim de uma sacanagem arretada, daquelas de arrombar cu e buceta, sem hora para terminar... J� se percebia, o volume entre a perna deles mostrando sinal de vida...



Silva segurou meu rosto com for�a, fazendo minha boca formar um bico, aproximou a boca e disse "quero ser mamado por essa boca gulosa. Guardei bastante leitinho pra ela, porque n�o quero que minha puta fique desidratada por falta de leite"... Enquanto isso, J�ssica voltava da cozinha com uma bandeja, com dois copos de u�sque. Sandoval bebeu um gole e disse "bom...mas n�o vimos aqui para beber...viemos aqui foi pra dar leitinho pra voces putas, e nos divertir...E sentado no confort�vel sof�, j� sem camisa, com seu peitoral e bra�os fortes (mas n�o sarado) n�s, mandou eu tirar seu moleton. A cal�a veio com a cueca junto e logo saltou em estado de pleno desp�rtar um caralho negro, grosso, grande e cabe�udo mostrando que eu e J�ssica ter�amos muito que agrad�-lo, o que nos deixou felizes pelo que viria pela frente... A loura quando viu aquele cacete me olhou com ar sapeca como se dissesse "n�o � s� pra Vc n�o, estamos juntas nessa". Mas voltou às aten��es a Silva j� completamente pelado e com o caralho em riste...



Come�amos a festa com uma sess�o de amamenta��o... Mam�vamos os enormes caralhos dos nossos machos como putas de verdade, que somos, e devem mamar... Isto �, fazer nosso macho gozar e n�o desperdi�ar uma gota siquer do n�ctar do caralho deles... As outras car�cias s�o indispens�veis - chupar, lamber, beijar o caralho do saco à cabe�orra fazem parte - mas sem perder o foco de que Silva e Sandoval adoram ver suas putas degustando seu precioso n�ctar...



Sandoval tinha um caralho enorme, grosso e extremamente bonito. Tinha uma cabe�orra bem desenhada, que hipnotizava qualquer puta, imagine um viado que realmente gosta de ser puta. Eu tinha sido enfeiti�ada pelo caralho daquele cara quando o vi na Central. S� soube que seu nome era Sandoval quando ele apareceu na bacanal que Alfred�o fez para me castigar. Ele era malencarado e me pusera terror... O cafet�o da Central aproveitou para me dar uns bofet�es e firmar que estava no controle... Silva que amamentava J�ssica entrou na onda e aproveitando que eu estava com o bumbum ao alcance do seu maoz�o tamb�m me aplicou diversas palmadas firmes e fortes do bumbum... Quando Sandoval soltou a primeira golfada de porra quase me afoguei de felicidade... O sabor do meu macho j� me � familiar... Era a terceira vez, que Sandoval e Silva estavam me leitando... Depois da primeira leitada, J�ssica e eu trocamos de machos... Nova se��o de amamenta��o come�ava... agora mais demorada, passado o impacto do boquete inicial... – Estamos com os culh�es cheios de leite para as nossas putas, comentou Sandoval... E, Voc�,viado, hoje n�o me escapa...vou arreganhar esse cu do meu jeito... voc� n�o vai conseguir sentar direito por uns dias...



Silva tinha uns 23 cm de caralho. O de Sandoval provavelmente era menor, mas n�o parecia por que � grosso.

Silva era um viciado em cu, especialista em arrombamento, gostava de deixar a gente esfolada e arrega�ada...como eu disse anteriormente quando contei como foi nossa primeira foda. Ele n�o ia deixar Sandoval se fartar sozinho... Mas eles tinham uma op��o: a buceta de J�ssica. As escravas de Alfred�o n�o podem dar cu para ningu�m que n�o seja ele. Porisso me adotou em seu har�m. Ent�o, beijos, boquetes e xana com J�ssica e boquete e dar o CU era minha responsabilidade... tinha que atender os amigos de Alfred�o.



Eles resolveram dar uma aten��o especial a J�ssica primeiro. Enquanto, um socava sua buceta outro fudia sua boca. Eu aproveitava que Silva estava com o caralho atolado na xana de J�ssica e fui por baixo lamber suas bolas...Quando eles inverteram as posi��es, fiz o mesmo com Sandoval...Eles fuderam J�ssica por mais de meia hora, em cada buraco...parecia que n�o queriam sair de cima dela... J�ssica � uma escrava preparada para atender um pelot�o de caralhudos fudedores e meu cuzinho j� estava inquieto...querendo levar pica... vendo aqueles dois garanh�es de caralhos durissimos meu tez�o aumentava cada vez... De repente o gemido de de Sandoval tomou conta da sala...em seguida foi Silva quem gozou ... J�ssica tinha mostrado como ela � poderosa com aquela buceta quente e faminta... S� n�o fiquei com ci�mes, nem com inveja, porque sei que os amigos de Alfred�o s�o tarados por cu masculino... Ali�s, todo o hetero de verdade, ativa�o, s� prova sua virilidade quando subjuga um homof�mea aos seus instintos de macho, leitando a gulosa e a cucetinha do viado com for�a e domina��o. � um exerc�cio de convic��o heterosexual. Ativa�o, mesmo, e viril. Silva e Sandoval s�o heteros de verdade. Isso faz eu me sentir um femeazinha vadia, vaga, mulherzinha e puta diante da masculinidade desses machos. Assim que viado gosta.



J�ssica nos chamou para o quarto. Sandoval deitou-se com as pernas fora da cama e mandou eu sentar no seu caralho que J�ssica j� tinha lubrificado com sua boca gulosa...Senti meu cuzinho se abrindo todo para aquela trolha maravilhosa... J�ssica ajudou me empurrando pelos ombros contra a pelvis de Sandoval... Depois que meu saquinho encostou nos culh�es de Sandoval, J�ssica levantou minhas pernas ao m�ximo e enquanto Silva segurou uma das pernas, sem largar a outra ela deu a volta colocando sua xana na boca de Sandoval o que deixou minha cucetinha exposta com o caralho de Sandoval atolado nela... Silva deu seu caralho para J�ssica lubrificar com sua saliva e depois veio pela minha frente e ajustou o caralho na minha olhota...Fiz um gesto de rejei��o, e ele aplicou um bofet�o na minha cara e mandou eu ficar quieta, enquanto for�ava a entrada...Eu sabia que iria apanhar e gemi novamente ....Silva n�o fez por menos, me deu outra porrada...e disse "Sua puta, essa vara vai entrar toda de qualquer jeito, queira Voc� ou n�o... Na verdade, era tudo o que eu queria...� a suprema felicidade de um viado mostrar para uma f�mea como J�ssica que tamb�m somos poderosas...mais do que isso, � uma fantasia mas que se transforma em desejo premanente depois que Vc consegue uma dupla penetra��o a primeira vez... Sandoval socava, provocava, mandava eu rebolar para facilitar a entrada do caralho de Silva... derepente, o desejo se transformou num prazer total... metade do caralho de Silva se alojou juntamente com a caceta de Sandoval dentro da minha cucetinha... eles socavam, juntos, cadenciados at� que uns vinte minutos depois explodiram em gozo...Ambos gemiam como dois garotos, como se tivessem , conquistado o caba�o de uma noivinha... Minha cucetinha piscava de satisfa��o...mas eu fiquei sem andar direito por tr�s dias... Enquanto eu me recompunha, J�ssica limpava o caralho deles com sua boca gulosa...



(Se tiver a fim de uma dupla penetra��o, arrume um amigo (caralhudo) e fa�a contato:[email protected])

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