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MULATINHA SAFADA

Bem caros colegas, eis aqui mais um relato ver�dico vivenciado por mim, trata-se de uma transa que tive a pouco mais de 2 anos, mais nunca consegui esquecer, pois foi �tima.



Bom conheci Adriana (Fict�cio) por meio da internet, n�o recordo se foi orkut, ou sites de casas de swing ou afins...



Adriana � mulata, cerca de 1.72m, uns 64kg, seios m�dios, l�bios carnudos, coxas firmes, bundinha arrebitada, a aut�ntica mulatinha mesmo...



Est�vamos marcando nossa segunda noite juntos j� que a primeira havia acontecido, por�m n�o foi t�o surpreendente quanto esta, combinamos que eu iria a casa dela pois ela estava sozinha naquela noite e de l� ir�amos decidir para onde ir e se ir em algum local.



Por volta das 19:00 cheguei a casa dela, ela veio me receber com 3 beijinhos e j� uma passada de m�o gostosa no meu pau (adoro mulher com atitude, que vai direto ao ponto, mais um joguinho de sedu��o sempre ajuda claro).



Entramos na casa dela e j� na cozinha ela veio me beijando de forma fervorosa, pois quando marcamos ela disse que estava no cio naquela noite e queria muito fazer sexo, n�o dava pra deixar de criar certas expectativas, mais isto poderia acabar atrapalhando o desempenho, por�m n�o foi o que aconteceu, muito pelo contr�rio.



Ent�o ainda na cozinha continu�vamos nos beijando at� que Adriana se abaixou e come�ou a dar mordidinhas no meu pau por cima da cal�a, adorei o que ela fez, ent�o disse que se tirasse a cal�a seria melhor, ent�o ela se levantou e me levou at� no sof� da sala e disse que far�amos sexo pela casa toda, perguntei se ela havia tomado algo pois em nossa primeira vez ela n�o estava t�o “a vontade e solta” ela respondeu rindo que n�o e foi logo tratando de abrir o ziper da cal�a e tira-la, fiquei so de cueca sentado no sof�, ela se ajoelhou no ch�o e foi passando a l�ngua nas minhas coxas e segurando meu pau (ainda de cueca), era �tima a sensa��o de uma mulher realmente liberal sem pudor que adora sexo em sua plenitude, ent�o ela foi aproximando a boca do meu pau e come�ou a tirar a cueca com a boca... hora ela baixava um pouco, hora beijava meu pau, minhas bolas, em um movimento r�pido ent�o ela abocanhou meu pau e com a m�os tirou a cueca e jogou longe...



Ela me chupava com vontade, babava no meu pau, foi ent�o que puxei ela pra cima de mim, dei um beijo de l�ngua bem safado e molhado e fui tirando a roupa dela, quando vi os biquinhos dos seios dela durinhos n�o aguentei e comecei a chupar eles, ela no meu colo de frente pra mim, eu chupando os seios dela, beijando, passando a m�o sentindo aquela bucetinha perto do meu pau, ro�ando se esfregando, n�o aguentei peguei uma camisinha na carteira, quando ela viu arrancou da minha m�o, abriu ela e se p�s a colocar com ca boca, deu uma chupada, lubrificou bem sentou de frente pra mim, come�ou deixando entrar tudo, devagar, curtindo o momento e aos poucos ela come�ou a rebolar no meu pau, cada vez mais r�pido, ent�o ficamos assim por alguns momentos e ela se levantou, virou de costas, foi se abaixando, segurou meu pau, p�s na entrada da bucetinha e sentou com for�a, ent�o come�ou a cavalgar, ela pulava, gemia... e eu massageava a bucetinha dela com o dedo e seguravas os seios dela, diante daquele furac�o em forma de mulher n�o consegui aguentar muito tempo e acabei gozando pela primeira vez, percebendo isso ela deixou o corpo cair sobre mim virou a cabe�a e me beijou.



Ent�o ela me pediu se eu gostaria de comer algo fora ela, disse que apenas beberia um suco ou algo assim, ela foi preparar o suco e eu me lavar, voltando a cozinha ela j� estava com um cara de safada novamente... em uma m�o segurava o suco e na outra calda de chocolate, olhei na mesa havia uma bandeja com cubos de gelo, dei uma risadinha j� imaginando o que viria a seguir ent�o ela veio pr�ximo a mim, deu o suco e um beijo e perguntou... “Gelo primeiro ou calda de chocolate”, n�o sei por qual motivo escolhi o gelo, fomos ent�o para o quarto dela, deitei na cama, ela deitou ao lado e come�ou a passar o gelo em meu rosto, no pesco�o, na nuca, no peito, foi descendo at� as coxas, confesso que era uma sensa��o nova, nunca havia brincado com gelo, fui ficando novamente excitado a medida que ela aproximava o gelo da virilha e consequentemente do meu pau, quando ela come�ou a passar o gelo em minhas bolas, meu pau j� estava estourando de t�o duro, pedi pra ela parar com a tortura e me chupar, ela disse que gostava de me ver “sofrendo” com aquilo, ent�o ela p�s uma pedrinha de gelo na boca e come�ou a me chupar... que delicia e quanta habilidade ela tinha em fazer aquilo, aquela boca com uma pedra de gelo no meu pau era demais, disse que se ela continuasse n�o iria aguentar e acabaria gozando nela, at� pedi pra parar um pouco, mais era bom demais aquilo e ela n�o me ouviu, o clima e as condi��es que ela havia criado pra essa transa eram perfeitos, estava muito excitado, ela notou isso e como j� havia avisado n�o aguentei e acabei gozando dentro da boca dela, ela deixou o gelo cair e aquela porra escorria pelo canto da boca dela, ela passava a l�ngua nos l�bios provocando com cara de puta safada que sabia o que estava fazendo e sabe como deixar um homem louco de tes�o, ent�o sa�mos da cama e fomos para o banho, tomamos um bom banho na base de beijos algumas chupadas e amassos, ao entrar no quarto deitamos na cama, e no estilo namoradinhos est�vamos conversando sobre sexo em geral e comentei que ela n�o tinha pudor na hora do sexo e isso era �timo, ent�o ela disse que aprendeu com hist�rias na fam�lia de trai��o que a mulher tem que ser liberal, n�o pode ter pudores mais tem que ser respeitado um limite, do contr�rio certamente o homem ir� procurar outra (� um fato).



Acabamos ali abra�adinhos dando uma cochilada r�pida e acordo sendo chupado, demoro um pouco para abrir os olhos s� curtindo aquela delicia, quando abro os olhos e falo que � muito bom ser acordado assim ela responde... “pois �, ainda faltava a calda de chocolate” ent�o olhei pro meu pau e estava todo lambuzado de chocolate, ela derramou um pouco mais e continuou me chupando, como sou todo depilado n�o houve problema com pelos e ela me limpou todinho com a boca, perguntei se ainda havia calda, ela respondeu que sim, coloquei ela deitada e disse que era minha vez de chupar ela, passei calda em seus seios e chupei ela todinha, em seguida derramei o que restava na bucetinha dela e retribui o que ela fez por mim, ent�o coloquei outra camisinha e come�amos meter, de um modo intenso forte, ent�o ela disse que queria que eu gozasse nas costas dela, se colocou de 4 pediu pra meter nela, comecei ent�o a meter forte, o mais fundo que conseguia, podia ver perceber o quanto ela estava gostando, at� que ela come�ou a se retorcer falar que iria gozar, estimulado por isso, continuei no mesmo ritmo, n�o demorou muito e ela soltou um gemido alto seguido por um sorriso e deixou o rosto cair sobre o travesseiro... ent�o tirei o pau de dentro da bucetinha dela, arranquei a camisinha e me masturbei at� gozar nas costas dela, caia na cama junto com ela, com aquela sensa��o de cansa�o prazeroso que o orgasmo masculino da, ficamos ali deitados por cerca de 10m sem falar nada, ent�o olhei no rel�gio e vi que j� eram 5:35hs como as 9:00hs tinha compromisso marcado, tratei de tomar um bom banho (sem ela), notei que minha pernas estavam moles, nunca passei por isso, a transa foi t�o intensa que mesmo com um cochilo r�pido n�o notamos que o tempo passou t�o depressa, nos despedimos e na volta percebi que mal tinha for�as pra pisar na embreagem do carro, mais a transa foi simplesmente a melhor que tive at� hoje, outras transas com ela rolaram, mais nunca daquela forma, e nunca mais consegui ter o mesmo desempenho com outra mulher como tive com esta, acredito que seja uma quest�o de momento certo, circunst�ncias ideais, bom uma s�rie de fatores, espero que tenham gostado at� a pr�xima.

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