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A SEDU��O DE SABRINA

Era noite. Sabrina estava s� em seu apartamento ap�s um longo dia cansativo no trabalho. Tudo que ela queria se resumia em um bom banho, um vinho e uma companhia. Ah, como seria perfeito algu�m para lhe tirar todo aquele stress. Mas quem? A mo�a havia terminado um relacionamento e desde ent�o resolveu focar-se apenas no trabalho. Imaginou que manter a cabe�a ocupada seria bom para n�o pensar no dito cujo. Enfim, hoje ela se encontra mais do que resolvida. E que mulher resolvida! Sabrina estava no auge de sua forma! Uma perfeita morena dos olhos verdes, com um corpo de invejar qualquer uma. Seios n�o t�o fartos, mas que cabiam na m�o de qualquer homem que desejasse faz�-la feliz, durinhos, macios e muito, mas muito convidativos! Pernas grossas, curvas que se completam formando um c�lice em seu corpo. Seu rosto sereno, olhar fixo e sedutor fazia qualquer um ficar de boca aperta quando passava. E ela n�o dava nem moral. Sabia de seu poder e esperava o homem certo para dar o bote. Naquela noite decidiu que n�o ficaria sozinha. Correu para se arrumar, mas n�o muito, para parecer algu�m que n�o quer nada, n�o espera nada, n�o est� a fim de nada. Ela tamb�m n�o precisava muito, n�? Colocou um vestido florido e rodado, mas que real�ava seus belos pares. Uma maquiagem b�sica, brincos elegantes, um salto descolado. Seu cheiro de mulher se misturava com um aroma doce do Chanel que usava. Desceu at� o t�rreo de seu pr�dio onde se localiza um dos restaurantes mais finos da cidade e se dirigiu ao bar. Logo que chegou avistou um poss�vel candidato, mas este j� estava acompanhado. Como se fosse algum problema para ela… Resolveu investir. Pediu um bom drink e foi sentar-se pr�ximo aos dois. De in�cio lan�ava olhares, mas depois come�ou a provocar com seu corpo. Fazia gestos discretos, mas que estavam tirando o f�lego do jovem! Quando a tal acompanhante se retirou para usar o toalete, Sabrina logo levantou, foi at� o rapaz e sussurrou em seu ouvido: “Estarei te esperando no apartamento 484, daqui 1h. A porta estar� aberta…” O jovem prontamente puxou seu bra�o e perguntou o nome dela, a morena virou-se num rebolado envolvente e disse: “Sabrina, apenas…” . Assim voltou para seu apartamento com a certeza de que o belo jovem desconhecido viria. Ela j� havia pensado em tudo, deixando sua casa preparada para a noite que logo aconteceria. Acendeu velas em seu quarto, colocou uma, como se diz, “sexy music” para tocar e foi deixar a porta encostada. Ah, antes disso, claro, colocou uma lingerie preta a altura de sua beleza. Um suti� de bojo com rendas pretas e brancas, um fio dental com um “inocente” lacinho no bumbum, cinta liga, e uma camisola preta tamb�m, mas transparente. Passou-se uma hora e nada do rapaz… Sabrina come�ou a ficar meio inquieta, pensando que n�o o havia seduzido o suficiente. E ao se levantar para ir trancar sua porta e ir dormir, l� est� ele! Parado, olhando para seu corpo com um olhar de desejo e vontade. Ela d� um sorriso e pede para que ele entre. Ao perguntar seu nome, Sabrina � surpreendida com um caloroso beijo. Daqueles de tirar o f�lego mesmo, sabe? De deixar qualquer mulher molhadinha de tes�o… Porque com um beijo desses o que imaginar do resto? O rapaz continuou beijando-a, mas agora mais lentamente... Seguiu para seu pesco�o dando leves chupadas, mordidinhas na orelha, nuca... Nisso, a empurrou para o sof� e foi descendo. Olhou maravilhado aqueles dois seios empinadinhos e caiu de boca neles… Sabrina cada vez mais ia se enchendo de tes�o, contraindo-se, dando gemidos baixos e pedindo mais. O mo�o depois de muito se deliciar, continuou descendo, passou por sua barriguinha, umbigo, e ao chegar à virilha olhou para ela, deu uma risada malandra e disse: “Sua vez… “. Eles inverteram suas posi��es e ela o beijou com tanto desejo que n�o aguentava mais, foi tirando lhe a roupa numa f�ria de quem quer ser possu�da o quanto antes. Ele apenas sorria para ela como forma de aprova��o. E assim continuaram com as quentes car�cias… Ela n�o se contendo, foi brincar com ele, sim… aquele delicioso pau desconhecido que cada vez a excitava mais! Depois de algum tempo chupando aquele cacete gostoso, se lambuzando toda nele, o homem se levantou e come�ou a meter naquela boquinha que horas antes o estava convidando para uma noite incr�vel. Sabrina estava muuuuito excitada, e n�o aguentando mais pediu para que ele metesse em sua “menininha”. “Quer que eu meta nessa buceta molhada, quer? Vai aguentar mais um pouco, pois quero sentir o gosto do teu prazer!”. Sabrina gemia de tes�o, estava quase gozando de tanto ser lambida, mordida, chupada por um estranho… Enfim, tantas brincadeiras com dedos, com a cabecinha daquele pau duro s� amea�ando entrar, mas nada fazia… Quando ela estava para gozar, o rapaz parou, pegou aquela pica dura e colocou a cabecinha na xaninha de Sabrina para sentir suas contra��es e o meladinho do seu gozo… Mas ele n�o aguentou e os dois come�aram a foder gostoso! E que del�cia sentir aquele pau abrindo sua bucetinha duma vez, indo fundo… Os movimentos eram perfeitamente sincronizados… um vai e vem sacana que deixava Sabrina mais louca do que j� estava. Nunca tinha ficado t�o excitada no sexo quanto hoje… Ser� que era pelo fato de n�o conhecer o rapaz? Ainda n�o sabia, e preferia n�o pensar. Queria aproveitar cada segundo daquela transa safada! Ela pediu para ficar de quatro e quando ele come�ou a com�-la com a vis�o daquele rabo delicioso, n�o aguentou e quis gozar… Tirou o cacete para fora e comentou: “engole tudo, minha safadinha”. Sabrina se deliciou naquela porra quentinha que saia em jato tocando em sua garganta… Ap�s gozar o rapaz rapidamente come�ou a se vestir, e Sabrina sem entender quis conversar. Tentativa em v�o. Ele se vestiu, deu um beijo em sua boca e foi embora, sem nada dizer… Ela n�o entendeu muito, mas tamb�m n�o ligou. A �nica coisa que importava era o sexo, e isso ela conseguiu sem problemas. Gostou tanto que passou a repetir com v�rios outros estranhos, nunca se esquecendo de sua primeira vez…

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