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MEU CUNHADO E EU

Ol�, vamos fazer de conta que meu nome � Patty, tenho 25 anos, 1,65m, 50kg, cabelos castanho escuros, sou professora e estou noiva. Bem, tenho uma irm�, vamos chama-la de J�ssica, ela � casada tem 30 anos com, vamos cham�-lo de Fernando. Sempre me senti a mais bonita de n�s duas, acho que foi por isso que esse desejos come�aram a tomar cota de mim. Meu cunhado � o cara que todo mundo gosta, pessoas de diferentes idades. Pode-se dizer que ele coloca meu noivo no chinelo em v�rios sentidos. Menos em beleza, ele n�o � t�o bonito, mas tem alguma coisa nele que me chama aten��o, deve ser seu jeito com as pessoas ou o fato de eu n�o poder t�-lo para mim. Ele sempre me respeitou, nunca demonstrou interesse por mim, ou lan�ou olhares maliciosos sobre mim. Certa vez, quando ele ainda namorava com minha irm�, ele passou por meu quarto e me pegou tirando a blusa. Ele disse que n�o viu nada, mas, naquela noite, fiquei pensando que ele poderia ter visto, s� disse que n�o para n�o me deixar constrangida, a� fiquei imaginando se ele havia gostado do que viu. Meu corpo n�o � daqueles corpos que chama aten��o, sou um pouco magra, seios pequenos, bumbum empinadinho. Sou bastante normal. Certo dia, conversando com minha irm� e outras amigas, come�amos a falar sobre sexo. Mulher quando pega para falar besteira, � pior do que homem. Minha irm� falava do meu cunhado de um jeito que at� hoje sinto meu corpo arrepiar, dizia que ele era muito carinhoso, mas tinha as m�os fortes, firme, sabia o que queria e que fazia o que queria com ela. Aquilo me deixou doida, me imaginei nos bra�os dele. S� que o que mais me deixou curiosa,� que minha irm� disse que ultimamente, estava Aquilo ficou na minha cabe�a, mas n�o tanto quanto os detalhes de meu cunhado fazendo sexo com minha irm�. Algumas semanas se passaram e meu cunhado saiu de f�rias do trabalho. Minha irm� era recepcionista em uma cl�nica odontol�gica e meu querido cunhadinho estava sozinho em casa. Precisava inventar alguma desculpa para aparecer l�. Comentei com minha irm� sobre uma roupa que gostaria de emprestar dela, como sempre faz�amos, mas na �ltima hora, fingi desistir de levar. No dia seguinte, liguei no celular dela e perguntei se poderia emprestar pois eu iria ao shopping . Minha irm� disse, sem que eu pedisse, que fosse l� em casa que o Fernando estaria l�. Disse que era chato e tals, mas ela disse que ligaria para avisar que eu estava indo. Por volta das 14hs do mesmo dia, coloquei uma roupa normal, mas coloquei uma blusa que deixasse mostrar meus seios. Queria que ele pelo menos me olhasse, olhasse para meu corpo. Mesmo sendo apenas esse meu desejo, coloquei minha menor calcinha e fui at� a casa dele depois de ligar para confirmar. Quando cheguei, ele veio me receber com o simp�tico sorriso de sempre. Estava de camiseta e bermuda, mas estava delicioso. Cumprimentei-o com um beijo, que tocou de leve o canto de seus l�bios. Meu corpo era pura eletricidade, estava doida. Entrei e ele me ofereceu uma bebida. Pedi �gua e me sentei no sof� enquanto ele ia a cozinha. Ele voltou e sentou-se ao meu lado. Conversamos um pouco e muita coisa passou por minha cabe�a. Aquilo era errado, quase me levantei e fui embora, mas, entre uma conversinha furada e outra, dei um tapinha na perna dele mas, deixei a m�o ali. Ele olhou e sorriu. Eu tremia e Fernando notou. Ele segurou minha m�o e perguntou se eu estava bem. Disse a verdade, disse que n�o. Segurei a m�o dele e coloquei em meu peito para que ele sentisse meu cora��o. Ele me perguntou por que eu estava assim a� eu disse:_Por isso... e levei sua m�o at� meu seio. Ele arregalou os olhos e perguntou:_O que est� fazendo? a� eu disse com a voz baixa e t�mida:_Quero voc�! Nos aproximamos e nos beijamos. Ele logo recuou e disse:_� loucura! Ele se levantou mas eu me aproximei dele e disse acariciando seus bra�os:_Eu n�o vou contar a ningu�m. _Sua irm� me mata. disse ele, entregando que tamb�m me queria. Nos abra�amos e nos beijamos novamente. Pude sentir que ele ficou excitado. olhei para ele e tirei sua camiseta. Beijei seu peito, acariciando sua barriga. Logo senti suas m�os descendo por meu corpo at� parar na cintura. Suas m�os eram delicadas, mas eu queria sentir a for�a. Me afastei um pouco dele e comecei a tirar minha roupa. Tirei a blusa, tirei minha cal�a e dei uma voltinha. Pude notar em seu olhar que ele me devoraria toda em minutos. Me aproximei dele e voltamos a nos beijar. Agora, su�s m�os desceram at� meu bumbum. Desci minhas m�os at� sua bermuda e comecei a abaix�-la. Eu estava tr�mula e logo me deparei com seu p�nis na altura de meu rosto. Ele estava sem cueca. Agarrei seu membro e comecei a acarici�-lo. Ele acariciou meu rosto e coloquei o pau dele em minha boca. eu n�o era muito f� disso, mas eu queria que ele se lembrasse daquele dia por muito tempo. Nunca tinha ficado t�o excitada praticando oral antes. Assim que parei, perguntei:_Voc� me acha bonita? Ele logo disse:_Sim, a� eu perguntei:_ Mais bonita do que minha irm�? Ele sorriu e logo, algo tomou conta dele e ele me levantou depressa e quando achei que ele fosse me beijar, ele me virou de costas para ele com uma ferocidade, que me senti ficar toda molhada.Era exatamente isso que eu qeuria, a fera, por tr�s do simp�tico cunhadinho que eu conhecia. Ele me segurou pela cintura e pressonou meu bumbum contra seu pau, que j� estava todo duro. Com uma m�o ele me mantia colada em seu corpo e com a outra m�o, ele acariciava meu corpo. Ele soltou meu suti� e senti sua m�o forte acariciar meus seios. Ele beijou minhas costas, acariicou minhas pernas e logo senti sua m�o em volta de minha virilha. Mas ele n�o a tocava, o que me deixou doida. Quando eu ia tentar balbuciar que o queria dentro de mim, ele me virou de frente para ele e me beijou. Com for�a, mas sem me machucar, ele me colocou sobre o sof� e desceu beijando meu pesco�o entre meus seios na barriga, beijou minha xaninha sobre a calcinha, o que me fez gemer mais alto. Quando percebi, sua boca estava em meu seio. Nunca havia sentido aquilo em meus seios, ele beijava, passava a l�ngua devagar e com for�a, como se tentasse arrancar meu mamilo com a l�ngua. Logo senti sua m�o acariciar minha perna e subir para a xereca. Ele acariciou por cima da calcinha e logo e colocou a m�o por dentro, puxando de ladinho a �nica pe�a de roupa que eu estava usando. Com seu dedo, ele acariciou minha xaninha de um jeito que eu tremi, estava toda molhada e ele logo come�ou a fazer sexo oral em mim. Ele colocou o dedo bem leve e o penetrou dentro de mim. Ergui minha cabe�a e implorei ofegante:_Quero voc� dentro de mim. Ele n�o se importou e continuou o trabalho. Coloquei as m�os em seus ombros e disse:_Quero voc�. Subitamente, ele me agarrou pelas pernas, eu envolvi meus bra�os em seu pesco�o e ele se levantou com extrema facilidade comigo em seus bra�os. Ele foi me descendo bem devagar e pude sentir seu membro me penetrando. A situa��o estava me deixando maluca de tes�o. Ele me levantava e me abaixava em uma velocidade que quase desmaiei. Senti que gozei e ele logo me colocou no ch�o, mas eu n�o estava pronta para parar. Antes que eu falasse alguma coisa, ele me colocou de quatro sobre a mesinha de centro e me penetrou. N�o podia acreditar que o marido da minha irm� estava me comendo e com vontade. Quando eu gozei de novo, senti ele tirar seu membro de mim e gozar em minha costas. ele gozou muito e eu me virei para chup�-lo de novo, queria ser a putinha que fez tudo com ele, melhor do que minha irm�. Quando fui embora, me bateu um certo arrependimento, mas, quero deixar bem claro, faria tudo de novo se tivesse a chance.

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