Naquele dia eu estava muito entusiasmado. Meus pais tinham deixado que eu fosse passar minhas f�rias na casa de meus tios na Serra. Minha namorada n�o pode ir pois estava em um curso de ver�o, mas mesmo assim eu sabia que seriam f�rias fant�sticas. Minha tia era uma mulher de seus 40 anos, cabelos negros, morena jambo, seios avantajados, bem cadeiruda e, por ser baixinha, possu�a as coxas bem grossas. J� titio era alto e musculoso, nos seus 42 anos, esbanjando uma sa�de de ferro. Me receberam com muita festa e passei o dia todo passeando com eles. De noite, me recolhi ao meu quarto e acho que o excesso de atividade n�o me permitia dormir. Resolvi beber alguma coisa na cozinha e quando passei pelo quarto de meus tios, ouvi alguns gemidos provenientes de l�. A curiosidade me impulsionou e fui at� a porta que estava entreaberta e olhei com cuidado. A cena que vi foi maravilhosa. Titio estava com as m�os amarradas na cabeceira da cama, totalmente pelado, e com os olhos vendados por uma faixa preta amarrada na nuca. Seu pau era enorme, e estava totalmente duro, apontando para o alto, com suas duas bolas pequenas de tes�o grudadas na base do p�nis, que n�o possu�a qualquer pentelho. Titia estava deitada de bru�os, segurando aquele grande caralho nas m�os, enquanto sua l�ngua passeava lentamente pelas bolas de meu tio. A sua enorme bunda estava empinada para o alto, com as n�degas levemente entreabertas, como que em um convite para uma penetra��o futura. Estava t�o distra�do com aquele rabo delicioso que quando olhei novamente para meus tios fiquei paralisado. Titia estava com toda a piroca dentro da boca, apenas com as bolas do lado de fora, olhando para mim maliciosamente. Eu n�o sabia o que fazer. Ela acenou com a outra m�o mandando que eu entrasse, tirou a boca do cacete e falou: “T� vendo, querido. Nosso sobrinho chegou. N�o falei que o safadinho ia vir ver nossa foda? Agora voc� perdeu a aposta e vai ficar a� vendado, ouvindo ele me comer todinha.”. N�o acreditava que aquilo estava acontecendo...haviam deixado a porta entreaberta de prop�sito por causa da aposta...e o pr�mio era minha tia! “Vem c�, queridinho da titia...deixa eu avaliar seu materialzinho.”. Titia colocou a m�o dentro de minha cal�a e puxou minha pica para fora. Ela ficou impressionada. “Amor, que piroca gorda voc� tem! Deve ser deliciosa!”. Eu n�o tinha um cacete t�o grande como o do titio, mas em compensa��o, minha rola era bem gorda, o dobro da grossura da dele. Titia abriu bem a boca e abocanhou ela todinha, enfiando garganta adentro, at� seus doces l�bios encostarem em minhas bolas. Eu segurei sua cabe�a e comecei os movimentos para frente e para tr�s, fudendo a boca dela. “Ai, titia...que boca deliciosa...voc� � muito gostosa.”. Suas m�os, agarradas a minha bunda, impulsionavam meu corpo para frente de modo que minha rola atolava todinha naquela garganta �mida e quente. Ela percebeu que eu acabaria gozando e retirou a rola da boca e ficou massageando a glande durante alguns segundos. Depois deitou e arreganhou as coxas grossas mostrando uma buceta bem grande, escancarada, totalmente depilada, rosadinha e molhada, latejando como a pedir minha pica. Tamb�m n�o deixei barato. Primeiro coloquei meu rosto todinho em sua xereca e comecei a sugar seu clit�ris. Titia gemia de tes�o, gritando que estava delicioso, e que queria que o sobrinho dela fizesse seu maridinho de corno na frente dele. Enquanto dizia que era uma puta, segurava minha cabe�a com as m�os e arremetia violentamente com a buceta molhada em meu rosto, melando da minha testa ao meu queixo. Acabei engolindo um pouco do seu caldo quente, que escorria da buceta para o buraquinho de seu rabo. “Querido, eu quero esta sua rola gorda na minha xereca agora! Me arromba como voc� faz com sua namoradinha!”. Coloquei a rola na portinha e forcei a entrada do cabe��o. Titia deu um gemido de dor e prazer e ela mesma jogou o quadril para frente enterrando todo o pau na buceta e dando um berro de tes�o. Eu socava aquela buceta com todas as minhas for�as, impactando meu saco contra sua buceta gostosa. Seus seios volumosos saltavam, batendo em seu queixo, o que s� aumentava o tes�o da cena. Titia passava a l�ngua como podia no cacete de titio, que estava com as veias da piroca saltando de excita��o, sabendo que o pr�prio sobrinho estava arrombando sua esposa. Anunciei o gozo. Titia rapidamente colocou-se de quatro na minha frente e lambia com maestria a glande vermelha do meu pau. Ejaculei com viol�ncia, dando urros de prazer, esguichando uma enorme quantidade de porra melada na cara dela. Que foda deliciosa! Titia ent�o tirou a venda de meu tio. “Veja o que seu sobrinho fez comigo, amor.”. Titio p�de contemplar a cena. Minha tia com a cara cheia de porra branca, sorrindo satisfeita, a xereca inchada e vermelha de tanto ser socada, totalmente arrombada pela minha rola gorda. “Amor, agora � a minha vez...sobrinho, voc� � um safadinho, hein? Arrombou minha esposa de jeito. Agora � sua vez de ver como se fode uma bunda gostosa desta. Vou fazer esta cadela gozar pelo rabo!”. Titia nem vacilou. Ficou de c�coras por cima de meu tio com o rabo virado para mim. Apontou a pica para o c�, apoiou as m�os em seus joelhos e come�ou a descer vagarosamente. Eu podia ver seu rosto franzido, os dentes cerrados, aguentando todo aquele mastro no rabo. A piroca de titio entrava arrombando tudo, separando lentamente as n�degas de minha tia devido ao seu tamanho, at� encostar as bolas na bunda dela. E ela come�ou a cavalgar aquele tronco, dando uivos de prazer. “Mete, amor, mete! Arromba o rabo da sua puta que seu sobrinho j� escancarou minha xereca! Me faz uma vagabunda que eu gosto...me fode o c�!”. Titio bombava o seu rabo com viol�ncia, descontando toda sua energia de corno no c� de minha tia. De repente, titia empinou a bunda e desceu com for�a, enterrando todo o cacete de uma s� vez, dando um berro de gozo ardente! Seu corpo tremia e suas n�degas esmagavam com for�a as bolas de meu tio. “Ahhhhhhhhhhhhhhhh! Estou gozando, caralho! Ai, ai, ai...que foda deliciosa...”. Eu estava maravilhado! Titio anunciou seu gozo tamb�m. Minha tia saiu de cima dele e segurou a pica entre seus volumosos seios, ordenhando aquele peda�o de carne vei�do para receber seu merecido pr�mio. Os jatos de porra atingiram o rosto de minha tia com viol�ncia, escorrendo pela sua face e adentrando pelos l�bios entreabertos. Titia olhou para mim. “E ent�o, sobrinho querido...espero que tenha gostado de seu primeiro dia de f�rias com sua titia.”. Eu sorri agradecido, e j� pensando como seriam os dias restantes.