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O BONIT�O DE OLHOS AZUIS

Por Renato, o Mineirinho
Foi numa segunda-feira de dezembro que ele apareceu pela primeira vez. Estava muito quente e uma chuva de ver�o espantou todo mundo das ruas naquele final de tarde. A oficina j� estava vazia e eu me preparava para fech�-la quando um carr�o parou à porta. "Porra, logo agora que eu ia fechar", pensei meio puto. Ele ent�o abriu a porta da caminhonete e veio correndo para dentro da oficina, procurando se esconder da chuva.
- Boa noite! - disse ele. E foi quando eu o vi melhor, sentindo que ali estava o homem que mudaria a minha vida. Com quase dois metros, era um verdadeiro deus grego perdido nos tr�picos. Moreno, tinha cabelos negros, selvagens e muito bem cortados. Um par de olhos azuis me chamou a aten��o para a raridade do esp�cime à minha frente. S� acreditei que ele realmente existia quando ele falou outra vez.
- Meu carro est� com um barulho estranho. Poderia dar uma olhada r�pida? Um amigo foi quem te recomendou... - e me deu uma olhada de cima em baixo, como que checando um material posto à venda.
Ainda sem acreditar naquele monumento à minha frente, tentei balbuciar algumas palavras, j� entendendo o que na verdade ele queria: a minha vara. Meus 22cm eram famosos nas redondezas e n�o era a primeira vez que um cliente me procurava para um "servicinho" especial. Mas com certeza seria a primeira vez que eu faria a felicidade de algu�m t�o bonito. Metido naquele terno moderno e cheirando a perfume importado, o bonit�o de olhos azuis me acendeu logo um fogo no meio das pernas. Estava ainda com meu velho macac�o sujo de graxa e meu cacete come�ava a fazer volume dentro dele, j� que n�o costumo usar cueca.
- Tudo bem, doutor! - falei, encarando ele tamb�m de cima a baixo e passando a m�o no meu saco para ele entender melhor ainda o recado - P�e o carro para dentro que a gente d� um jeito em qualquer problema que o senhor tiver...
- N�o, agora n�o posso. Estou com a minha mulher e temos um compromisso. Eu volto amanh�, ok? - e dizendo isto, foi embora deixando um rastro perfumado no ar e eu com uma cara de babaca.
"O sacana � casado", pensei. "Melhor ainda. O meu tes�o � dobrado quando sei que o cara t� traindo a mulher para levar uma pistolada minha no rabo. Amanh� eu me dou bem".
O bonit�o de olhos azuis n�o demorou a voltar no dia seguinte. Deve ter deixado a mulherzinha ainda dormindo quando chegou na oficina, bem cedo.
- Bom dia. Eu estive aqui ontem e ...
- T� sabendo, doutor! - fui logo cortando e mostrando que eu � que mandava dali para frente. - Deixa o carro a� que os rapazes d�o uma olhada. Enquanto isto, vamos l� pro meu escrit�rio para a gente acertar uns detalhes.
Sentia que ele estava com medo. Medo e tes�o, claro. N�o era do tipo que anda com pessoas como eu, mas era o tipo de gente que vivia desejando ter um homem como eu na cama: forte, rude; um analfabeto, mas um macho de verdade, sem vergonha de nada e com uma vontade danada de foder com todo mundo.
Deixei ele ir na frente, admirando um pouco mais aquela bundinha delineada por um jeans apertado. "'E hoje que boto este filhinho de papai no lugar dele!", pensava. "Agora este burguesinho da porra vai ver quem � que manda. Meu cacete vai arrombar esta bundinha que ele vai sair daqui � de quatro".
Meu escrit�rio � pequeno, mas tem um quartinho na parte de tr�s bem ajeitado, com uma cama de casal e um banheirinho. Gosto de ter do bom e do melhor na minha cama. Mesmo para foder estes carinhas. Os dois rapazes que trabalham comigo sabem do que gosto e quando fecho a porta do escrit�rio, n�o me interrompem pra nada. Afinal de contas, quem manda aqui sou eu!
Entramos - eu e o bonit�o de olhos azuis, que se chamava Alex - e tratei de passar a chave na porta.
- Pois � bonit�o, quer dizer que t� precisando dos meus servi�os, n�? - E fui chegando perto dele, passando logo a m�o naquela bunda maravilhosa.
- Ouvi falar que sabe mesmo dar um trato num cara, � verdade? - perguntou o bonit�o, afastando-se um pouco de mim, talvez com medo da minha vara.
- � isso mesmo. Chega mais e pega no meu cacete, cara! - disse, abrindo o meu macac�o e tirando para fora uma lingui�a grossa e grande, ainda mole, mas impressionante.
A vis�o da minha vara assustou o burguesinho, mas mesmo assim ele estendeu a m�o e tocou de leve meu saco, pegando com cuidado minhas bolas. Enquanto olhava direto nos meus olhos, suas m�os acariciavam meu saco de forma gostosa. Com a outra m�o, passeava pelo meu peito peludo. Confesso que fiquei admirado com sua delicadeza e aqueles olhos azuis, penetrantes, me deixaram um pouco sem a��o. Seu sorriso branco na pele bronzeada era lindo demais. Nunca mesmo tinha estado com um homem bonito assim t�o perto de mim.
- Voc� � um homem e tanto, cara. - disse ele, passando a l�ngua nos meus mamilos. Quero te ver peladinho. Tira o teu macac�o todo, vai.
O jeito educado dele pedir me deixou desconcertado. Acostumado a lidar com homens rudes durante todo o dia, estava descobrindo algo novo com aquele bonit�o.
- Vamos para o quartinho. L� � melhor para a gente foder legal, cara - e pegando a m�o fina do rapaz, fomos para o quartinho do lado do escrit�rio. Entrando no quarto, comecei a tirar o macac�o e foi quando algo surpreendente aconteceu. Alex estava atr�s de mim e aproveitou que estava me despindo para me agarrar com for�a.
- Que isso, cara? - gritei, j� sentindo seu pau duro ro�ar na minha bunda. - O macho aqui sou eu!
- Fica quietinho, mec�nico de merda. Eu sou bonitinho, mas n�o sou ot�rio. Vamos ver quem � que manda mesmo aqui!
O cara n�o tava brincando. Por tr�s daquela eleg�ncia e corpo delgado, tinha um puta lutador que sabia imobilizar um cara forte como eu. Tentei sair, mas quanto mais lutava, mais ele me prendia, ao mesmo tempo em que beijava minha nuca e dizia um monte de sacanagem no meu ouvido.
- Isto, cara, vamos ver se � macho mesmo. Sou eu quem vai atolar minha vara no teu rabo, sua putinha .... Vai, tenta sair dos bra�os do teu macho...Vadia!
- Sai pra l�, viado. Eu sei que voc� veio aqui s� para me dar este teu cuzinho perfumado. Relaxa e deixa eu tomar conta de voc�, seu babaca.
Mas, eu come�ava a gostar daquela brincadeira. J� tinha dado meu cu uma vez, h� muito tempo, quando ainda era adolescente, mas n�o pensei que iria fazer isto outra vez. A voz daquele bonit�o no meu ouvindo, sussurrando sacanagem e ro�ando cada vez mais forte o pau nas minhas costas foi me excitando de uma forma que nunca imaginei antes. E foi ent�o que comecei a relaxar, mas sem deixar que ele percebesse. Fazia parte de um jogo e resolvi eu mesmo comandar tudo.
- Voc� n�o vai me comer n�o, seu filhinho de papai. Voc� ainda n�o � homem para isto - instiguei o rapaz.
- Ah, � mesmo? Vamos ver ent�o, seu pobret�o.
Dizendo isto, Alex me empurrou para a cama, caindo deitado em cima de mim. Ainda segurando minhas m�os, por tr�s, lambia minhas orelhas, mordia meu pesco�o e for�ava seu pau ainda mais na minha bunda.
- Fica quieta, sua puta, que eu vou te soltar. Se voc� tentar fugir eu acabo contigo.
Fiquei quieto, ent�o. Tanto o bonit�o quanto eu est�vamos suados pois me segurar n�o era nada f�cil. Aos poucos, ele foi me soltando e embora tenha tentado fugir à princ�pio - puro fingimento! - deixei ver at� onde aquele cara gostoso ia. Eu j� estava com meu pau tamb�m muito duro de tes�o e queria mesmo era entrar na vara daquele bonit�o que agora come�ava a fazer carinho em mim.
Suas m�os tinham pr�tica. Uma delas segurava com for�a a minha cabe�a encostada na cama, enquanto a outra alisava minha bunda, subindo e descendo meu rego, às vezes indo por baixo e pegando meu saco com vontade. Sua boca n�o ficava parada e percebi que ele gostava de suor de um macho. Sua l�ngua deslizava por minhas costas, mas volta e meia parava debaixo do meu bra�o e lambia meu sovaco com vontade.
- Isto, porc�o, deixa eu limpar teu sovaco gostoso. - E Alex enfiava o nariz e gemia cada vez mais. Eu tamb�m, claro. Vi que n�o ia me aguentar por muito tempo e acabei pedindo arrego.
- A�, bonit�o, deixa eu chupar este teu cacete!
Ele levou um susto com o pedido. Ou pelo menos fingiu levar pois em mat�ria de sexo, os dois sabiam bem o que quer�amos e entre quatro paredes, nada surpreendia: o importante era o prazer que um estava dando ao outro. E que prazer...
- Eu sabia que o mec�nico gostava mesmo de um cacete - disse Alex rindo e soltando minhas m�os. Num gesto forte, me virou de uma vez e sentou-se com as pernas abertas em cima da minha barriga. Ainda estava de jeans mas o volume do seu pau era grande sob a cal�a.
- Abre minha cal�a e d� uma mamada gostosa no meu pinto, seu puto! - ordenou.
N�o pensei duas vezes. Abri logo sua cal�a e por tr�s de uma linda cueca de seda, sua pistola apontou para fora. Peguei com vontade aquele mastro e puxei para fora tamb�m seu saco grande.
- Isto mesmo, safada. Agora enfia esta vara na boca e chupa at� os bagos, minha putinha.
Alex sabia como fazer um cara enlouquecer. Com aquele jeitinho de filhinho de papai, mandava mesmo no mundo. Abri a boca com vontade e ele for�ou seus quadris para frente, enfiando seu pau na minha boca.
- T� gostoso, minha puta?.. Isso...suga tudo....ahhh....viado gostoso...
Quanto mais ele falava, mais eu ficava excitado. Enquanto lambia e chupava tudo o que podia daquela pau maravilhoso, que n�o ficava nada a dever aos meus 22cm, eu batia uma punheta no meu pau com uma m�o, enquanto com a outra, alisava a bundinha firme de Alex . Ele gostava mesmo de sacanagem e rebolava de tanto prazer.
- Agora chupa meu cuzinho, sua vadia. Quero ver se � macho de verdade mesmo, gritava Alex..
Era o que eu mais gostava de fazer. Ele chegou o corpo ainda mais perto de mim e praticamente sentou-se na minha cara. Sua bunda era cheirosa, com uma mistura de sabonete fino e de cu de macho. Estendi minha l�ngua para fora e deslizei ela primeiro do saco at� a portinha do seu buraco.
- Que del�cia...isso, safado....me faz gemer, vadia!....Me fode com tua l�ngua de macho...
E eu punhetando....N�o aguentando mais, Alex saiu de cima de mim, virou-se e caiu de boca no meu caralho, fazendo um 69 espetacular.
- Isso, bonit�o, mama esta vara gostosa tamb�m...quero ver voc� tirar leite dela, filhinho de papai da porra - disse.
N�s dois ficamos nesta posi��o deliciosa por um bom tempo. Ora Alex chupava meu caralho, ora meu saco. Eu tamb�m revezava entre sua pistola magn�fica e seu saco grande e delicioso. A gente gostava mesmo daquilo e enquanto um mamava na vara do outro, nossas m�os passeavam por bundas peludas e firmes, enfiando um ou dois dedos no cu do outro. Eu adorava tudo aquilo e quanto mais ele sugava meu pau, mais eu enfiava o nariz e a l�ngua no cu dele.
- Mec�nico fodido, eu vou te comer e � agora - disse Alex em determinado momento. N�o deu tempo para eu fazer nada e com um movimento r�pido, ele saiu de cima de mim e me virou de bru�os na cama. Claro que fiquei relaxado. Naquele momento, o que eu mais queria era mesmo ser comido por aquele bonit�o de olhos azuis.
- Ent�o vem logo, bonit�o. Mostra que � macho pra valer e enfia esta vara bem fundo no meu cuzinho.
- Voc� quer mesmo, safada? Quer ser minha f�mea, n� safado?
Alex alisava minha bunda com viol�ncia, for�ando a abertura das minhas pernas. Senti quando deu uma cusparada na portinha do meu cu e espalhou aquele cuspe gostoso com os dedos.
- Agora voc� � meu, cachorro! - gritava o bonit�o.
Ele n�o estava mesmo para brincadeira. De uma s� vez, encostou a cabe�orra do seu pau na portinha e foi entrando com aquele mastro dentro de mim, sem pena nem d�.
- Puta que pariu, Alex, vai devagar! T� pensando que eu sou o qu�, porra?
- Voc� � minha mulherzinha agora, pobret�o. - e enfiava mais e mais fundo aquele caralho - Voc� t� a fim mesmo desta minha pistola, n�o t�? T� sentido... seu cuzinho t� piscando, viado....
E n�o � que o danado estava certo? Meu cu piscava sem parar Quanto mais eu gemia de dor, mais prazer e tes�o eu sentia com aquele macho me cavalgando. Eu era mesmo a sua puta e ele sabia abusar de mim: com for�a, com seu jeito rude e ao mesmo tempo, t�o fino de macho rico.
- T� gostando, seu safado?
- Me fode, Alex... Aahhh....Vai mais fundo, caralho...Enterra esta jeba toda no meu cu, bonit�o.
- Isto mesmo, vadia...Ahhh...que cuzinho delicioso...adoro cu de macho, cara....Isto, aperta para meu pau varar teu cu com mais vontade....Ahhh...
A brincadeira ia neste entra e sai gostoso sem fim. Enquanto me fodia, Alex lambia minhas costas e vez ou outra, me beijava gostoso, deixando eu chupar sua l�ngua e sugando a minha com for�a num beijo molhado e safado.
- Cara num t� aguentando mais....Ahhh Eu acho que vou gozar...- gemia o bonit�o.
- Ent�o vamos, cara....eu tamb�m n�o t� aguentando...
Alex tirou seu pau do meu cu, me virou para ficar de frente a ele e n�s dois ficamos batendo punheta numa velocidade de quem estava mesmo para gozar.
- Vamos, cara, goza que eu quero ver... goza...- pedia ele com aqueles olhos azuis em cima do meu pau.
- Que tes�o, bonit�o... eu..... n�o t� aguentando...eu.....vou gozar....ahhhhhhh.
E acabamos gozando os dois juntos. Jatos de porra do meu pau foram parar no peito e no pau de Alex, enquanto a porra quente que sa�a daquela vara maravilhosa melecaram minha m�o, barriga e peito. Foi uma del�cia e depois de apertar nossos paus at� sair a �ltima gota daquele leite grosso, demos um longo beijo, colando nossos corpos molhados de suor e de porra.
- Agora, mec�nico, voc� pode dizer quem � que manda aqui...- disse ele num daqueles sorrisos lindos.
- Eu tenho quem comer, mas daqui pr� frente, macho mesmo para mim, s� voc�, bonit�o.
Depois disto, Alex voltou sempre à oficina, para um "servicinho" especial. Algumas vezes, deixava a mulher no carro esperando enquanto eu ficava no escrit�rio mamando aquela vara maravilhosa que mudou minha vida.
(enviado por [email protected])

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