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PUTINHA DA COL�GA DE TRABALHO

Toda vez que ela passava por mim naquele escrit�rio eu reparava nas suas curvas, sua bunda farta combinando com seus seios grandes marcada pela roupa social, pele branquinha que me dava vontade de beijar e acariciar, mas isso n�o era tudo, ela tinha uma atitude que se notava s� pelo andar e isso me encantava, uma dominadora nata que s� pelo olhar me fazia me render, e eu queria isso, queria que ela me dominasse, me fazendo obedecer, eu tenho seios discretos e a bunda grande e coxas grossas.rnEu lamentava n�o termos contato naquele escrit�rio por sermos de setores diferentes e nunca teria coragem de me aproximar se n�o fosse por ela, se ela n�o tivesse vindo falar comigo e puxado assunto me chamando para almo�armos juntas, durante o almo�o ela falava e eu fingia prestar aten��o enquanto imaginava ela me pegando de quatro, horas ria e prestava aten��o na sua boca desejando beij�-la, conversamos por toda hora de almo�o e logo voltamos ao trabalho cada uma se direcionando para seu andar, as horas demoravam a passar, mas quando chegaram oito horas eu j� estava pronta para voltar pra casa, a encontrei no elevador e fomos conversando coisas tolas e ela disse que n�o estava com cabe�a para voltar para casa, disse que precisava sair da rotina e ent�o mesmo sem segundas inten��es a convidei para vir ao meu apartamento, para bebermos e conversarmos, quando chegamos ela se sentou e eu fui buscar o vinho, voltei e come�amos a beber e conversar como velhas amigas, mas nada apagava o meu desejo querendo lhe tocar, e quando ela ergue as pernas colocando em cima da mesinha de centro eu reparei nas suas coxas marcadas na social justa, ela riu quando percebeu e eu corei por ter sido pega disfarcei mas n�o adiantou, ela perguntou se eu gostava e eu respondi que sim, assim a fez aproximar, ambas meio b�badas j� n�o perdemos tempo e nos beijamos com vontade, tinha for�a no beijo, nossas l�nguas lutavam e se acariciavam, ent�o ela me puxou para seu colo, eu fiquei sentada de frente para ela a beijando e puxando seus cabelos curtos com for�a, ela me levantou e fomos pro meu quarto, meu sexo j� pingava de excita��o, ent�o ela me jogou em cima da cama e veio por cima, puxou minha camisa fazendo os bot�es voarem para todos os lados, me chamava de vadia e dizia que ia me ensinar a ser uma putinha, eu obediente fazia tudo o que ela mandava, ela saiu de cima e me mandou tirar a saia junto com a calcinha e eu o fiz, fiquei nua em cima da cama esperando os seus comandos, ela ent�o me olhando disse para ficar de quatro e eu sem reclamar obedeci, assim esperei e ela me invadiu com dois dedos fundo e tudo que eu fiz foi gemer alto e fechar os olhos segurando os len��is, ela veio por cima de mim sem tirar a m�o do seu lugar, mordia o meu pesco�o e chupava, logo se afastou e me dava tapas na bunda que fazia arder, uma dor que eu gostava. Ent�o ela me mandou deitar, disse que queria me ver, deitei e a observei ir at� sua bolsa e tirar um vibrador mediano junto com uma cinta, quando vi pulsei de excita��o, ela disse que queria me foder de todas as formas poss�veis para que eu n�o me esquecesse daquela noite e eu apenas acenti com a cabe�a e mordi o l�bio sorrindo observando ela vir com o vibrador em m�os deixando a cinta em cima da mesa, ent�o ela veio e deitou por cima de mim me beijando e mordendo, sugava forte o meu pesco�o eu sabia que ali ficaria marcas roxas no outro dia, mas n�o ligava, s� queria ser dela. Ela voltou se posicionando entre as minhas pernas e me penetrou rapidamente movimentando forte ele em mim, eu sentia e me contraia, fechei os olhos e sentia ela me observando com aquele sorriso sacana no rosto, ela se inclinou e come�ou a beijar os meus seios e eu puxava os cabelos dela com for�a, ela mordiscava sem parar de me invadir, quando sentiu que eu estava quase gozando parou e tirou ele me deixando na vontade, a olhei e reclamei, e ela disse que eu gozaria quando ela deixasse, ent�o mesmo com o meu sexo pulsando pedindo por mais eu concordei. Ela me disse para esperar e ent�o ela foi at� a mesa vestir a cinta e eu a observava e quando ela voltou disse que eu era a putinha dela e s� dela e que daquela noite em diante eu tinha que pedir permiss�o pra ela para tudo. Mas que naquele momento eu deveria implorar para ser fodida, foi o que eu fiz, pedi por favor para ser fodida pela minha dona, implorava sem vergonha para ganhar o que eu queria, eu j� era sua escrava antes mesmo de provar dela, e agora j� estava mais do que viciada nos seus comandos. Ela riu e disse que me queria de quatro novamente e assim o fiz esperando ela invadir o meu sexo a senti for�ar meu cuzinho com for�a e sem qualquer lubrificante ou aviso ela aprofundou at� o meu limite for�ando o m�ximo e eu gritava de dor e prazer, ent�o ela ficou uns segundos parada, mas logo come�ou a se movimentar devagar por�m aumentando a velocidade rapidamente, eu aguentava calada, ela segurando os meus cabelos e batendo forte na minha bunda me chamando de putinha, e dizendo que eu era a vadia dela. E a m�o que batia foi para o meu clit�ris massageando com for�a, ela dava tapinhas nele que j� latejava me fazendo gemer seu nome alto, mas novamente quando senti que ia gozar ela percebeu e parou me ordenando n�o gozar, era agoniando n�o poder, mas eu queria saber tudo o que aquela mulher queria fazer comigo, ent�o me segurei ao m�ximo, ela disse que queria a cadelinha dela chupando ela e deitou afastando as pernas, me chamou com o dedo e eu fui, me posicionei entre as suas pernas e comecei a passar a minha l�ngua de cima para baixo quase n�o encostando para provoc�-la, ela suspirava e quando penetrei minha l�ngua ela gemeu, prendi o seu clit�ris entre os dentes e soltei delicadamente e ela estremeceu, logo comecei a chup�-la com for�a e vontade sentindo seu gosto que me deixava pingando de excita��o e vontade, eu a penetrei com tr�s dedos e ela pedia mais, assim penetrei mais uma e ela come�ou a gemer alto e sempre pedia mais, eu a fodia r�pido e ela gemia aquele gemido manhoso e alto, assim que a senti estremecer fui com a minha boca para ela sentir seu gozo. Ap�s ela gozar come�ou a rir boba me fazendo rir junto meio sem entender, ent�o ela suspirou e levantou dizendo que era a minha vez de gozar e me puxou me derrubando em cima da cama veio pra me beijar e eu a apertava contra mim querendo a sentir, ela parou o beijo e afastou minhas pernas come�ando com dois dedos, minha bucetinha apertada pulsava e ela penetrou o terceiro, ali eu j� gemia alto e ela sorria maliciosa olhando pra mim, beijava a parte interna da minha coxa e mordia ali, ela perguntou se eu aguentava mais um dedo e eu fechei os olhos dizendo que n�o, ela riu e disse que sim e penetrou o quarto dedo me arrombando, ela penetrava fundo e eu estremecia o tempo todo gemendo e pulsando, ent�o quando ela for�ou o ultimo dedo eu gozei com for�a, gritei alto e com a respira��o ofegante a puxei pra mim, a beijei com press�o e deixei o corpo cair no colch�o, ela riu deitada por cima de mim e ainda dava apertadinhas no meu clit�ris me fazendo contrair j� querendo mais, mas disse que a noite n�o tinha terminado ainda e que s� acabar�amos quando ela decidisse e eu mal poderia esperar. rnrnEscrito pela putinha obediente, ordens da sua dona. rn

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