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AVENTURA PERIGOSA PARTE IV

Quando abri os olhos no outro dia, tive vontade de fechar novamente. Tive vontade de nunca mais abri-los. Tive vontade de morrer. Me senti suja, literalmente suja. Pois minha buceta ainda doia, ainda sentia poha dentro de mim. E o escritorio tinha um cheiro estranho. Tinha cheiro de sexo, sujo. Que envolvia trai��es de todos os tipos. Adulterio, pai e filho, amiga e amiga. Tinha cheiro de urina. Tinha cheiro das coisas mais mundanas que eu pude identificar. S� que o que estava feito, nao tinha como desfazer. Tomei coragem e ergui o corpo ainda de cabe�a baixa. Dei longa pausa, nao conseguia erguer a cabe�a. Tinha muito peso, sobre mim. Tomei ar, reuni todas as for�as que pudi, e finalmente consegui erguer a cabe�a. Assim que fiz isso, me deparo com o meu sogro sentado, encostado na parede de frente pro sof� que eu estava. Ele estava com, um semblante serio, triste e sabe-se l� Deus mais o que. Quando o vi, me senti tao envergonhada, tao desesperada, que preferia nao estar viva naquele momento. Ele se levantou, abriu a porta do escritorio e fez sinal pra irmos embora. Eu peguei meus sapatos, ajeitei o vestido e peguei minha calcinha que estava no chao e fui com ele. Queria me sentar atraz, mas ele disse " vai parecer estranho". Sua voz quase nao saiu. Eu congelei e sentei ao lado dele. No caminho pra casa, estava muito transito, pois algumas ruas tinha sofrido bastante com o enorme temporal que teve. N�s estavamos tao loucos na noite passada, que nem percebemos a dimensao que o temporal teve. Com a demora, pra chegarmos em casa. Aquele clima caotico de buzinas. O cheiro dele, a sensa��o que eu estava cheia por dentro. Tudo isso me fez come�ar a chorar. Me sentia imunda, nojenta. Chorava tanto que parecia que nao ia ter fim. Depois de uns minutos me recompus. Quando me atrevi a olhar pro lado percebi que os olhos dele estavam muito inxados. Sabia que ele tinha chorado. E parecia que por muito tempo. Quando entramos na rua da casa dele, ele come�ou a diminuir a velocidade e por fim parou. Entendi perfeitamente o que ele estava sentindo. Como ele poderia encarar aquela casa? A esposa? Como ele poderia conseguir viver com a lembran�a de ter arrega�ado a buceta da namorada do filho, da amiga da esposa, da filha dos amigos que confiam tanto nele que deixaram ela se hospedar na casa dele? Me sentia mal por ele, por mim. Por todos. N�o sei exatamente quanto tempo ele ficou ali parado, s� sei que ele arrancou com o carro e fomos pra casa. Aconteceu tudo muito rapido. Ele se recompos, entrou em casa, ouvi ele dando bom dia pras empregas e falar como a tempestade foi horrivel. Podia ate ver a cena da Bia correndo com os bra�os abertos e os labios pedintes pra cima do marido. Desesperada com a possibilidade de perde-lo. De ter que viver com o fato de nao poder mais esperar por ele. Fiquei ali sentada no carro sem horizonte. N�o tinha for�as pra sair, nao tinha for�as pra respirar. Comecei a chorar. Chorar alto, quando vi a Bia se aproximar. Congelei, enjoei e quase desmaiei. Ela parou do meu lado, me olhou confusa e perguntou o estava fazendo ali. Disse que nao tava me sentindo muito bem, ela falou que o Jorge tinha falado qualquer coisa do tipo. Sem delongas, ela entrou dentro do carro. E disse "vamos no medico entao mocinha, nao quero voc� passando mal. Como � que eu vou te devolver pros seus pais? Tenho que cuidar de voc�" Quando ela disse isso meu cora��o apertou de um jeito, terrivel. O Jorge apareceu, na porta de casa, me vendo dentro do carro com sua esposa ficou meio aterrorizado. A Bia deu um sorriso e disse. "Estranho esse olhar do Jorge, ser� que ele ta com ciume por eu nao falar onde vou com voc�". Eu dei de ombros, e nao sei como tive coragem e for�a de fazer um sinal pra ele dizendo que nao ia contar nada, ele entendeu. Logo que come�amos a andar percebi que aquela historia de medico, era s� pretesto pra fala sobre o Jorge. Ela falava que estava sendo paranoica e que ia mudar. Que no fundo ela sabia que nao existia amante. Era s� uma fase ruim. E que entre os dois existia muito amor ainda. Pegou na minha mao, e disse pra eu perdoa-la por todas as vezes que ela foi grossa comigo. E disse que gostava de mim quase como uma filha. E que estava radiante com a ideia de eu entrar literalmente pra familia. Naquela hora, eu comecei a chorar como jamais chorei em toda minha vida. Tive vontade de me rasgar, de mandar ela me bater, me cuspir, pois noite passada o marido dela enfio tao forte a rola em mim que ainda estava ardida. Ela come�ou a se desesperar e me perguntar o que tinha acontecido. Reuni for�as nao sei de onde, e menti dizendo que devia ser saudade do Derick, meus pais e TPM. Ela riu e fomos embora. Ela chegou em casa feliz, dando ordens as empregas como era de costume. Enquanto eu um baga�o. Corri pro quarto tirei a roupa, e comecei a me lavar, com tanta for�a que parecia que ia trocar de pele. Chorei, me mordi, estava querendo me machucar me torturar. N�o conseguia aceitar o fato de que aquilo tinha realmente acontecido. Sai do banho completamente atordoada, me joguei na cama e praticamente desmaiei. S� acordei a noite. Ela bateu na minha porta, perguntou se eu estava bem. Se desculpou por nao ter me levado ao medico de verdade. Eu dei a mesma desculpa. TMPsaudade. Ela sorriu e mandou a empregada me levar uma canja. Acabei jogando tudo na privada pra nao dar muita bandeira. Ela perguntou se eu tinha comido, disse que sim e deu o prato pra empregada. Voltei a dormir. Quando acordei era umas 4 da manha. Acordei meio zonza. Desci as escadas e fui pra cozinha. Abri a geladeira e peguei um copo de leite e uns biscoitos. Fiquei sentada na mesa da cozinha. Bebi um pouco de leite, e comecei a pensar em tudo que tinha acontecido. Desde o primeiro dia que cheguei at� a situa��o que eu me encontrava. Minhas lagrimas pingavam silenciosamente. Ainda nao conseguia acreditar em tudo que aconteceu. Fui revisando, memoria por memoria. Pra ver se aquilo tudo nao era um sonho. Ou pra ver se conseguia entender, achar um porque. Fui lembrando da afinidade que tive com o Derick, das promessas que fizemos. De como eu fui egoista por nao entender, que ele estava passando por um problema familiar. Fui lembrando de como fui cruel com a Bia. Fui lembrando at� que cheguei na noite da chuva. Me lembrei de como estava tudo normal, me lembrei que nem eu nem ele tinhamos bebido muito. E entao fui tomada de assalto pela lembran�a da foda. Fui lembrando de como ele fodeu minha buceta. De como pincelou minha raxa, de como foi gostoso sentir sua poha. De como era boa a sensa��o de dar uma mijada numa foda. Aquilo come�ou a me excitar, me deixar louca. Quando percebi estava passando a mao no pes�oco, como se o meu toque pudesse reviver o dele. Quando ia come�ar a sentir repulsa de mim. Abri os olhos e ele estava parado, me observado. Congelei. Esbarrei no corpo de leite e o leite derramou todo em mim. Fiquei nervosa com a situa��o. Agi como uma crian�a assustada e sai correndo. Quando cheguei ao quarto, 3 segundos depois bateram na porta. Eu sabia quem era, mas nao podia ser? Ou ser� que podia? Passou 800 perguntas na minha cabe�a de uma unica vez. Quando dei por mim, estava abrindo a porta. Dei de cara com ele. Antes que eu pudesse respirar ele me tacou na cama. Se atirou em cima de mim, pegou o meu queixo de um jeito que me for�ou a abrir a boca. Logo apos, ele cuspiu dentro dela, duas vezes. Levantou e me olhou com aquele olhar. Eu etendi tudo. Me ajoelhei e botei o pau dele na boca. Era um caralho lindo, gigante, gostoso, macio. Era o meu caralho. Minha buceta come�ou a melar. Na medida que eu ia sugando aquele caralho o meu grelo come�ou a bater sozinho. Fiquei ali boquetando o pau dele. Ele me olhava com um olhar imponente. Senti que aquilo era pra me humilhar. E como eu gostava de ser humilhada por aquele homem. Ele come�ou a fuder minha boca como fudeu minha buceta. Eu babava, tinha ansias e ele delirava.. Aquilo me dava um tesao doentio. Ele gozou tao forte na minha garganta que eu quase vomitei. Eu nem tive pausa pra respirar ele me jogou na cama de bru�os. e come�ou a lamber minha buceta. Lameu gostoso, que eu quase rasguei o traveseiro. Cada lambida, eu quase desmaiava. Sem aviso ele botou o pau dentro da minha buceta. Come�ou a fuder, a fuder e a fuder. Eu estava mais uma vez sendo arrombada. Comecei a gritar baixinho, quase comendo o travesseiro. N�o tinha jeito eu ia mijar novamente. Comecei a arrancar meus cabelos. Ele entendeu.. virou minha buceta pra fora da cama, e eu mijei. Mijei pra caralho, fiquei com a buceta aberta mijando enquanto ele enfiava um dedo no meu cu. Arranquei um fecho de cabelo. Ele me colocou de quatro, deu uma chupada violenta no meu cu. E meteu. Senti tanta dor que quase desmaiei. Mas quando ele come�ou a me masturbar na frente e me comer atraz o tesao veio forte. Comecei a socar a cama, enquanto ele me comia com uma potencia de macho estuprador. Gozou no meu cu, acabou soltando um grito alto e longo. Tremeu inteiro e caiu em cima de mim. Enquanto eu me mijava inteira. Ficamos ali, um de cada lado. Sem for�a, sem razao, como dois animais que tinham acabado de se satisfazer. Porque era isso que eramos. Era esse o efeito que causavamos um no outro. Passado alguns minutos. Bateram na porta do quarto.rnContinua no proximo conto : Aventura Perigosa Parte Finalrn

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