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MINHA PRIMEIRA VEZ, AGORA COMO GAROTA DE PROGRAMA!

Essa � uma hist�ria real que vivi, n�o � uma fic��o ou inven��o... rnrnrnrnComo j� havia contado no conto anterior, me tornei garota de programa por influ�ncia de meu maridinho tarado.rnrnrnrnMe chamo Aretusa, mas assumi o nome de guerra de Miyuko Casada, Miyuko significa agrad�vel alegria em japon�s e � exatamente isso que eu quero passar e ter com meus amigos.rnrnrnrnRecebi a liga��o de meu primeiro cliente um homem educado e de voz sensual. Marcamos e fui ao motel. L� chegando era um homem de boa apar�ncia, alto, simp�tico. Ap�s os cumprimentos, pedi a ele para me acompanhar. Eu estava usando uma mini-saia e blusinha de malha como da primeira vez.rnrnrnrnEu entrei na frente dele e ap�s ele fechar a porta, j� me segurou entre seus bra�os e disse que me queria como namoradinha, e naquele momento eu n�o era mais uma garota de programa e sim sua namoradinha.rnrnrnrnEle come�ou ali mesmo a beijar meu pesco�o, minha boca e come�ou a deslizar as m�os pelo meu corpo, parando nas coxas, onde ficou alisando. Subiu em seguida e come�ou a alisar meus seios por baixo da blusinha. Em seguida levantou a blusinha e come�ou a beij�-los, passeando a l�ngua principalmente pelos bicos, que neste momento, claro, j� estavam durinhos...rnrnrnrnClaro que eu n�o fiquei parada e fui abaixando as m�os at� encontrar o volume que j� estava formado dentro da cal�a dele. Passeando as m�os pela extens�o, percebi que j� estava duro...rnJ� est�vamos excitados ali, mas eu sugeri que fossemos nos despir na cama e depois nos banharmos. Fomos para a beirada da cama e ele gentilmente tirou minha blusinha de vez e abaixou minha saia, me deixando somente de calcinha vermelha. Novamente saboreou meus seios. Do meu lado, depois que ele se sentiu satisfeito, eu fui abrindo a camisa dele e depois, comecei a morder levemente seu pau por sobre a cal�a. Podia sentir que se tratava de um pau enorme e grosso. Sendo sincera eu nunca curti paus enormes, sou abertadinha e em minhas experi�ncias com namorados anteriores isso sempre me machucava e n�o me dava prazer, mas, j� que estava ali eu tinha que satisfazer meu cliente e deixar que ele usa-se me corpo como quisesse. Ent�o abrir a cal�a, come�ando pelo cinto e depois abrindo bot�o e z�per, bem devagarzinho. Ele me ajudou um pouco e em pouco tempo, est�vamos eu somente de calcinha e ele somente de cuecas. Come�amos de novo a nos esfregar ele retirou minha calcinha e passou a m�o me minha bucetinha extraindo meu l�quido que j� ensopava os l�bios de minha bucetinha. Desci e comecei a morder seu pau enorme por cima da cueca, fazendo uma press�o na cabecinha daquela rola enorme que deveria ter bem mais de 20 cm. Rapidinho est�vamos j� sem nada... Percebi ent�o que o volume que eu havia sentido antes se comprovava no tamanho do pau dele. Era grande, grosso, e tinha veias enormes pela extens�o. Mais uma vez deixo bem claro que n�o curto homens de pau grande, mas, aquele pau era grande e me deixava excitada. rnrnrnrnSegurei suavemente e ele ficou delirando de prazer. Fiquei brincando um pouquinho e falei no ouvido dele que eu iria tomar uma ducha. Ele resignou-se e me deixou ir, mas n�o sem antes saborear de novo meus seios.rnrnrnrnEnquanto eu tomava um banho r�pido ele ficou deitado. Voltei e foi a vez dele ir.rnRapidamente est�vamos novamente na cama e comecei a fazer minha massagem relax, com ele de bru�os primeiro, sentindo meu corpo todo n� passeando pelo corpo dele. Na massagem uso m�os, boca, seios e tudo que possa proporcionar prazer ao cliente. Depois de fazer a massagem nele de bru�os, pedi que se virasse e comecei novamente a massagem, s� que dessa vez ele estava vendo tudo... eu subia e descia minhas m�os, depois meus seios e quando chegou a altura do rosto dele, ele n�o resistiu e come�ou a sugar os bicos dos meus seios. Achei aquilo muito bom.rnrnrnrnGentilmente, fui dando beijinhos no pesco�o, no t�rax, barriga e fui descendo, passando levemente minha l�ngua pelo pau dele, seguindo caminho pelas coxas... meus seios ficaram encostando no pau dele, que j� estava absolutamente duro.rnrnrnrnFui voltando minha l�ngua, em dire��o ao meio das pernas dele. Levemente, comecei a dar beijinhos no saco dele, passeando a l�ngua suavemente, somente para senti-lo delirar. Depois de algum tempo, fui subindo minha boca pela extens�o do pau dele que parecia n�o ter fim, at� alcan�ar a cabe�a, que coloquei com prazer em minha boca. Suguei um pouco e depois fui passeando minha boca, indo e vindo por toda a extens�o daquele pau duro.rnrnrn rnrnEle j� n�o aguentava mais de tanto prazer e ent�o, definitivamente, coloquei a cabe�a do pau na minha boca e fiquei fazendo movimentos de vaiv�m, usando primeiro somente a boca e depois usei as m�os juntamente em movimentos coordenados, masturbando e fazendo oral ao mesmo tempo. N�o conseguia engolir tudo, na verdade mal conseguia engolir metade! Eu colocava minhas duas m�os no pau daquele homem e ainda sobrava espa�o para que eu enfiasse bastante de seu pau em minha boca.rnrnrnrnSenti que se continuasse, ele iria gozar e perguntei a ele se ele queria que eu continuasse ou parasse. Ele pediu que eu colocasse a camisinha. Coloquei e ele pediu que eu me sentasse no pau dele. Eu ent�o me posicionei de tal forma que o pau dele ficou atr�s de mim, com a cabe�a encostada na minha bundinha.rnrnrnrnColoquei minha m�o para tr�s e peguei o pau dele e posicionei na portinha da minha bucetinha e fui for�ando para entrar. Devagarzinho a cabe�a foi entrando e em movimentos suaves, fui encaixando o pau dele lentamente, era muito grande e grosso, estava me sentindo rasgada, a penetra��o ainda que lenta, ardia em minhas entranhas, mas com carinho e devagar fui sentado naquela rola monstruosa at� ficar toda sentada com ele inteiro dentro de mim. Ele come�ou a for�ar ainda mais e em determinado momento ele estava tirando metade do pau dele e socando... Tirava metade e socava. Eu sentia a cabe�a de sua rola tocando meu �tero.rnrnrnrnEu estava muito excitada e ele percebeu rnisso, pois veio sugar os biquinhos dos meus seios que estavam durinhos. Depois ele me puxou para ele e eu fiquei quase de quatro, de rosto colado no rosto dele, em cima dele ainda e ele come�ou a penetrar forte, dobrando as pernas e socando. Tirava quase tudo e socava de uma vez. e foi aumentando o ritmo, socando... tirando...socando..tirando e eu sentindo o pau dele bater no fundo da minha bucetinha... Naquele momento me sentia estuprada por�m, aquilo que causava um tes�o absurdo que nunca senti em minha vida... Surpreendendo a mim mesma senti uma vontade incontrol�vel e um tes�o absurdo... Avisei olhando para ele que se ele continuasse eu iria gozar....ele deu um sorrisinho e disse: "..Goza no meu pau..goza" ....e eu comecei a gemer e gozar.rnrnrnrnEle ent�o, pouco depois, suavemente deu uma paradinha para que eu descansasse. Mas continuou encaixado em mim. Depois de um minuto, ele pediu que eu me virasse de bru�os e encaixou de novo o pau dele na minha bucetinha, deitando-se em cima de mim. Fiquei com aquele homem deitado em cima de mim e empurrando cada vez mais o pau dele at� que senti que tinha chegado ao fim da minha bucetinha e ent�o ele ficou pressionando todo o pau encaixado em mim e fiquei l�, toda penetrada por um pau enorme, grosso e bem duro. Era uma sensa��o muito boa. Senti-me "entalada"...rnrnrnrnEle ent�o se apoiou nos bra�os e ficou socando de novo, com for�a, mas n�o de forma violenta. E fiquei l�, deitada, sentido aquele pau grande entrando e saindo da minha bucetinha, que, claro, estava ensopada de prazer.rnrnrnrnEle ent�o deu uma paradinha e pediu para eu ir me levantando e continuando encaixado, me posicionou de quatro e colocou as m�os em meu quadril e come�ou de novo a enfiar o pau dele em movimentos de vai-vem, inicialmente de forma lenta e depois acelerando e me pegando forte, socando tudo dentro de mim.rnrnrnrnEu comecei a gemer e ele perguntou se eu estava gostando. Eu estava de frente para o espelho e olhei para ele pelo espelho e disse que estava adorando e dei uma apertadinha com minha bucetinha no pau dele, que estava todo l� dentro. Ele adorou e perguntou o que era aquilo que ele havia sentido... Disse a ele que era um beijinho no pau dele com a minha bucetinha e repeti mais duas ou tr�s vezes, em uma t�cnica de pompoar, sugando o pau duro dele com minha bucetinha.rnrnrnrnComo eu disse tudo aquilo estava sendo visto por n�s dois, pois eu estava de frente para o espelho, vendo aquele homem encaixado atr�s de mim. Ele ent�o come�ou a se levantar, sem tirar o pau de dentro e ficou realmente trepado em mim, montado, quase de p� e come�ou a socar, enfiando sempre de forma cuidadosa, mas de forma bem forte, batendo l� no fundo sempre.rnrnrn rnrnEu fiquei l�, acompanhando o ritmo dele com meu corpo e ele come�ou a ir cada vez mais forte, agora pra ser franca, me sentia cutucada por dentro e um leve incomodo me deixava um pouquinho incomodada... Ele disse olhando para mim no espelho que iria gozar... Eu sorri e pedi a ele para gozar tudo naquele momento e ele come�ou a gemer e gozar, trepado e enfiando tudo at� o fim.... Em seguida deitou-se em minhas costas e fomos ambos deslizando, at� eu ficar de bru�os de novo e ele deitado em cima, ainda com o pau duro dentro de mim.rnrnrnrnFicamos assim por uns minutos e depois ele deu um beijinho no meu pesco�o e foi se lavar. Em seguida eu fiz o mesmo e voltamos para a cama, onde ficamos conversando um pouquinho. Minha bucetinha queimava ainda por ter recebido algo al�m do que eu estava normalmente acostumada... Ela estava ardidinha e inchada, muito inchada! Eu estava ao lado dele e coloquei minhas m�os nas coxas dele, ro�ando de leve seu pau, mas sem nenhuma inten��o maior naquele momento. Fiquei brincando com minhas m�os e pouco depois peguei o pau dele e escutei um gemidinho de prazer. Como n�o fazia nem 19 minutos que hav�amos acabado de transar gostoso, fiquei somente massageando o pau dele, e ele me disse brincando que se eu continuasse assim ele n�o se responsabilizava e teria de come�ar de novo... eu sorri e perguntei a ele se poderia dar uns beijinhos...ele disse que eu poderia fazer o que quisesse.rnrnrnrnEu fui ent�o at� o pau dele e comecei a lamber a cabe�a, que naquele momento estava grossa e dura... Fiquei passando a l�ngua em toda a extens�o do pau dele, indo at� as bolas e voltando... ele gemia de prazer...at� que enfim eu engoli o que foi poss�vel daquele pau enorme e comecei a fazer movimentos s� com a boca de vai-vem e depois de algum tempo comecei a usar as duas m�os, sugando e masturbando ao mesmo tempo, em um ritmo perfeito que aprendi. Ele gemia de prazer... eu fui aumentando o ritmo e ele gemia cada vez mais alto at� que avisou que se eu n�o parasse ele iria encher minha boquinha de gozo... Sem tirar o pau da boca, dei um gemidinho de satisfa��o como aprova��o... A� ele n�o aguentou e disse que iria gozar....comecei a sentir sair o gozo indo direto para minha boca.rnrnrnrnrnE era uma quantidade bem razo�vel de leitinho morno que foi enchendo minha boca... Esperei ele parar de gozar e ai sim, engoli tudo, saboreando ent�o as gotas que ainda teimavam em sair da cabe�a do pau dele e eu dava espremidinhas leves e pegava com a ponta da minha l�ngua.rnrnrnrnFiquei ainda com o pau dele em minha boca durante um tempo, s� agasalhando, sem fazer movimentos e depois fui deitar-me ao lado dele de novo e descansamos um pouco.rnNosso tempo estava se esgotando e enfim, com promessas de repetirmos em breve, n�s nos despedimos.rnrnrnrnNaquela noite, cheguei em casa com minha bucetinha deflorada, inchada, ardida e dilatada por aquele pau enorme me comera durante o fim tarde.rnrnrnrnMeu marido chegou e como de praxe d�i logo perguntando como foi meu dia... Ao relatar o que havia acontecido ele pediu pra ver minha bucetinha. Ao tirar a calcinha era n�tido... Minha bucetinha estava inchada e muito avermelhada devido ao entra e sai carinhoso mas vigoroso daquela rola que tinha 23 cm confirmados pelo seu delicioso dono.rnrnrnrnMeu marido vendo aquilo, inexplicavelmente caiu de boca lambendo e sugando minha bucetinha que ainda latejava. Ele dizia que cuidaria de mim e que ver minha bucetinha dilacerada daquela forma era um pecado... Foi a cozinha, pegou algumas pedrinhas de gelo e come�ou a esfregar no meu clit�ris e nos l�bios da minha bucetinha.rnrnrnrnA sensa��o era deliciosa... O pau de meu marido estava endurecido e latejante. Ele me sugava e me lambia continuamente me chamando de putinha... Era um tes�o. Logo ele apontou seu pau na dire��o da minha fendinha dilatada e ainda ardida e pincelou v�rias vezes a cabecinha de seu pau em minha rachinha. N�o aguentei, abracei seu corpo com minhas pernas e puxei de um s� vez para dentro de mim... Meu tes�o era t�o grande que em pouco minutos eu estava me esvaindo em gozo. Meu marido dizia o como era bom ter uma putinha em casa e dizia como era maravilhoso poder me amar.rnrnrnrnEu mal havia come�ado e j� me sentia maravilhosa e sedutora... Nunca pensei que me tornar puta me daria tanto prazer e traria tanto tes�o a minha vida.rnrnVotem em minha hist�ria de vida... ficarei muito feliz. E quem sabe me animo a colocar outras aventuras.

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