Ol�, volto a escrever-lhes para dividir mais um fato que ocorreu em minha vida envolvendo desta vez minha cunhadinha deliciosa. Depois de separar-me acabei me envolvendo com uma outra mulher, uma linda jovem de 23 anos que faz amor de um jeito muito gostoso. Ela mora em uma cidade distante da minha cerca de 120km, trabalha em um hospital em turnos que se alternam. Com ela mora minha cunhadinha de 19 anos, uma del�cia de menina que sempre foi uma tenta��o. Como tinha sempre uma tara por transar com duas mulheres ao mesmo tempo, tentei colocar este fetiche na cabe�a da minha namorada, contudo, ela de come�o recusava piamente, sendo que algum tempo depois, ap�s v�rias e insitidas tentativas de falar no assunto, acabou aceitando ao menos fantasiar. eu j� estava louco para que ela aceitasse, mas infelizmente ela ainda aceitava apenas nas nossas fantasias. Certo dia conversava com minha cunhada pelo msn e de repente, cheio de receios mas reunindo toda a coragem que tive naquela hora, convidei minha cunhada para dormir comigo. Disse a ela que iria para NH para visita-las e que se a minha namorada fosse trabalhar a noite ela podia dormir comigo. Ela riou maliciosamente no msn mas acabou recusando, disse que n�o faria jamais isso com a irm� dela. Na pr�xima vez que fui at� o apartamento delas transei deliciosamente com minha namorada, ficamos deliciados mas meu pau continuava querendo mais, s� que ela tinha que ir trabalhar ent�o mandou que eu me aquietasse. A noite ela foi para o hospital e minha cunhada chegou do servi�o quase na mesma hora. Ficou supresa por eu estar em casa, mas enfim, nem cogitou ceder ao meu pedido. Fiz uma janta para n�s dois, jantamos convidei-a para tomar umas cervejas mas ela recusou pois estaria tomando rem�dio para a garganta. Assistimos televis�o e ela disse que iria para o quarto dormir. Perguntei se era para o dela ou para o nosso (meu e da irm� dela) ela disse nem vem tu sabe que n�o rola. Nisso tomou um banho demorado e vestindo apenas uma camiseta e sem calcinha por baixo voltou para a sala com pretexto de pegar um livro na estante pois estava sem sono. Escolheu um dos que estavam na prateleira mais alta e esticou-se toda para alcan�ar o livro, esticando a camiseta e mostrando toda aquela bunda maravilhosa. Virou-se ao pegar o livro e com um sorriso disse que se eu n�o me comportasse contaria para sua irm�. Nisso n�o resisti à tenta��o e fui abra�a-la. Ela esquivou-se e me deu um forte tapa no rosto dizendo que eu era tarado e correu para o quarto rindo. Eu corri atr�s e quando ela foi fechar a porta eu coloquei minha perna entre a porta e a parede impedindo que ela fechasse. Ela disse que ia gritar se eu n�o sa�sse. Ent�o forcei a entrada e ela em p� na minha frente disse novamente que ia gritar. Peguei ela pelos cabelos e puxei-a para junto de mim, j� de pau duro como ferro, dei um tapa no rosto dela e disse que ela iria pagar por ter me batido. Ela gemeu quando sentiu o tapa e soltou completamente o corpo que fiz ajoelhar-se na minha frete. Tirei o pau para fora do cal��o e bati com ele no rosto dela chamando-a de puta, vagabunda, cadela, ela s� gemia de olhos fechados abrindo a boca... enfinei o pau naquela boca quente e disse que ela deveria chupar ou apanharia mais... ela gemeu e come�ou a chupar bem deliciosamente quase me fazendo gozar. Levantei-a pelos cabelos e joguei-a na cama mandando abrir as pernas.. ela fechou-as, me abaixei na frente e abrindo com for�a as pernas daquela putinha comecei a chupar e lamber aquela buceta doce e molhada, ainda com restos de cheiro do sabonete j� misturado com o fluxo gostoso do seu gozo que corria pelas pernas.. lambi sua bucetinha e seu cuzinho enfiando a l�ngua naquele rabo gostoso, naquela xana quente, enfim fiz com que ela gozasse duas vezes na minha boca. Depois virei-a de costas e puxando-a pela cintura fiz com que ficasse de quatro e meti com toda a for�a em uma s� estocada todo meu pau naquela buceta linda.... ela soltou um grito e tentou sair, ent�o prendi-a com o bra�o pela cintura e com o outro, com a m�o, tapei sua boca puxando seu corpo contra o meu. Enfiei forte algumas vezes sentindo que a cada estocada ela gemia e quase gritava, s� n�o conseguindo pela for�a que eu segurava sua boca com a m�o. Depois de algumas estocadas fortes eu deitei-a de bru�os e deitando-me sobre suas costas coloquei o pau ainda completamente duro na entradinha de seu cu apertado. Ela gritou tentou se livrar de tudo que � jeito, implorou que eu n�o fizesse aquilo mas quanto mais ela pedia para n�o fazer mais eu tinha vontade de meter... como o pau ainda estava todo lambuzado daquela buceta linda n�o foi a coisa mais dif�cil do mundo penetrar aquele rabo. Meti forte segurando-a com o peso do meu corpo e invadindo seu cuzinho acabando com todas as preguinhas nele ainda existentes. Depois de bombar muito naquele rabo delicioso e ver minha cunhadinha chorando de dor e prazer, j� rebolando enquanto eu metia, disse no seu ouvido que se ela falasse alguma coisa eu ia dizer que era mentira e que se ela me dissesse n�o outra vez ou me batesse ela teria muito mais dor do que sentia naquela hora. Ela suspirou, gemeu e come�ando a tremer gozou novamente n�o me permitindo mais resistir ao que explodi em um jato de porra quente que inundou o rabo daquela putinha. Depois que me levantei e fui tomar um banho e voltei para a sala ela finalmente saiu do quarto, depois de ter tomado outro banho e disse que se eu n�o fosse mais t�o bruto ela aceitaria dormir comigo... sorrimos um para o outro, desliguei a tv e fomos para o quarto dela onde a �nica coisa que n�o fizemos foi dormir...