No conto passado contei como vi, pelo primeira vez, minha m�e mostrar o que tinha se tornado, uma PUTA, VADIA, SAFADA DE PRIMEIRA! Aquela noite, depois de ter visto ela engolindo litros de porra, pensei que tudo havia acabado, que os dois iriam voltar para a festa, mas estava totalmente enganado. Como se fosse um bebe faminto, minha m�e continuou chupando seu moreno. Incr�dulo, percebi que aquele pau imenso n�o tinha amolecido, por isso ela n�o tinha parado, percebi que ela queria algo mais. Ela, com um olhar de safada e cheio de tes�o, parou de chupa-lo mas sem parar de punheta-lo e disse: "Agora que voc� gozou, � a minha vez!". Mais que depressa, ele a levantou, segurando em sua m�o foi em dire��o a um carro, uma caminhonete enorme. Enquanto andavam, vi aquele mastro enorme, pulsando e balan�ando a cada passo. Chegando no carro, o rapaz abriu-o e adentrara para o banco de tr�s, que mais parecia uma cama de t�o espa�oso, Como quem quisesse fazer um show, vi minha m�e abrindo os vidros do carro. Claramente pude v�-la se despindo, tirando sua saia e sua blusa, mostrando seu corpo incrivelmente definido. Coxas grossas, malhadas, bumbum durinho e arrebitado e seios deliciosos (pude perceber como silicone tinha ficado PERFEITO!!!), grandes, redondos, e com bicos rosados, perfeitos para chupar. O rapaz n�o se conteve, claramente a chamava de gostosa, safada, dizia milhares de coisas obscenas, as quais pelo sua express�o, pude ver que adorava. Deitou-a no banco e come�ou a chupar sua bucetinha rosada, apertada e lisinha. Ela gemia como nunca tinha ouvido mulher nenhuma gemendo. Chupou-a pro uns 19 minutos e com gritos abafados, ela urrava de prazer, anunciando seu gozo! O moreno levantou e sentou no banco. Pude ver sua boca toda lambuzada, com certeza pelo gozo de minha m�e. Com ele sentado e j� despido, vi ela se levantar e sentar em seu colo. Com um movimento de vai e vem, vi ela se esfregando naquela rola grande e grossa, dizendo que estava toda molhadinha, ap�s a incr�vel gozada. Toda lambuzada, Pegou em seu membro e guiou-o para a entrada de sua bucetinha.Aos poucos, foi descendo at� n�o conseguir mais. Fazia caras de dor e tes�o ao mesmo tempo! Tive a certeza de que aquele pau de 21cm tinha entrado inteiro dentro de sua pequena e apertada bucetinha! Ela, com uma cara de puro tes�o cavalgava perfeitamente sobre aquele garanh�o. CONTINUA NO PR�XIMO CONTO.