ol� pessoal, eu me chamo Edgar, tenho 27 anos, sou fotografo, e hoje vou contar sobre uma vez que fotografei duas lindas garotas em uma viagem que fiz para Chicago.rnrnGe�rgia e Babi, foram duas garotas que conheci no metr�, em Chicago, durante as minhas viagens para a casa de uma tia-av� que tenho pra l�.rnrnNa verdade, j� era tarde da noite e eu resolvi pegar o metr� s� para poder fotografar como era Chicago por inteira, estava com uma c�mera �tima que tinha acabado de ganhar, e estava louco para testa-la. Havia estas duas garotas sentadas a poucos metros de mim, elas comentaram algo sobre a minha c�mera, mas, n�o pensaram que eu poderia entender o que elas estavam falando. Eu estava vestido claramente como um brasileiro, estava com uma camisa do brasil, e com uma jaqueta jeans tamb�m com o emblema do Brasil no ombro.rnGe�rgia era ruiva, usava meias finas e uma saia preta, um �culos que demonstrava uma apar�ncia bastante intelectual, e Babi era morena, cabelos curtos, piercing e vestida tradicionalmente como uma garota da cidade de chicago: Blus�o e luvas.rnPara minha sorte, n�o era um dia de tremendo frio, por isso consegui andar com a blusa jeans tranquilamente, mas os ventos de chicago s�o de arrepiar qualquer pelo na nuca.rnrnAs garotas se aproximaram enquanto eu tirava fotos l� fora, quando o metr� parava em alguma esta��o, eu descarregava o dedo de in�meras fotos das paisagens. Primeiro veio Ge�rgia, me perguntou de que parte do Brasil eu vinha. Meu ingl�s nunca foi muito bom, consegui responder com poucas palavras, usando todo meu conhecimento horr�vel e com sotaque caipira.rnrnEla riu do sotaque, depois Babi se aproximou, pediu para ver a c�mera. Disse que aquela era uma �tima vers�o, e que estava pretendendo comprar nas pr�ximas semanas. Eu a perguntei o que elas faziam da vida, e elas responderam que eram operadoras de telemarketing, e que pegavam o metr� todos os dias. Depois disso, nos apresentamos, elas aparentavam ser um pouco mais velhas do que eu, na �poca eu estava com meus 24, sem vergonha alguma, perguntei a idade delas, Ge�rgia tinha 24 e Babi 25.rnrnContinuamos conversando, eu n�o deixei de tirar fotos, em uma parada, Babi pediu para usar a maquina por um instante, pra sentir como era o peso e para ver a velocidade da maquina. A deixei, elas pareciam ser inofensivas.rnrnDepois que tiraram, Ge�rgia disse que a pr�xima parada elas iriam descer, e ent�o me convidaram para ir tomar alguma cerveja num bar pr�ximo ao apartamento delas. N�o fui nem um pouco bobo, aceitei o convite na hora. Afinal, ficar na casa da minha tia av� me faria ter que me masturbar vendo a programa��o porn�, e, ficar com as duas garotas poderia rolar alguma coisa.rnrnDescemos na esta��o pr�ximo ao centro de chicago, deviam ser umas 20 horas, assim que descemos na cal�ada elas j� entraram numa porta de esquina, um bar tipico americano, rodeado de vidros com escrituras art�sticas, o bar todo com luzes amareladas, v�rios quadros nas paredes, estilo caverna, feito de pedras rusticas.rnMe pareceu que a especialidade do bar era a cerveja.rnrnNos sentamos em uma mesa redonda no primeiro andar, uma gar�onete conheciam as duas, e ambas pediram o de sempre, esperaram meu pedido, e eu tamb�m pedi o de sempre.rnrnElas ent�o me perguntaram sobre o brasil, o que eu fazia, e o que estava fazendo por l�.rnrnBom, a conversa tinha que ser r�pida, e se eu quisesse alguma coisa com elas naquela noite, teria que me aprofundar na pornografia: "Eu sou fotografo de ensaios pornograficos, pra vers�o brasileira da Playboy e a revista Sexy", �bvio que era mentira. Ambas se entre olharam, pareceram interessadas. Ent�o, me contaram sobre a rela��o de ambas, elas eram lesbicas, vieram de Nova York pra chicago porque j� nao aguentavam a vida mon�toma da cidade grande. Apesar de chicago ser t�o grande quanto, ali elas estavam sempre protegidas do mundo por causa do frio e dos ventos.rnrnElas me pareceram meio desmioladas, ou talvez, a minha tradu��o e conversa em ingl�s com elas � que n�o estava t�o boa. Elas me convidaram para ir at� o apartamento delas, e que eu poderia tirar algumas fotos delas, juntas. Depois de 4 ta�as de cerveja, elas disseram que as fotos teriam que ser na banheira.rnrnOpa, meu pau j� come�ou a bocejar, estava acordando, e a minha testosterona j� estava acordando. Nos levantamos, elas estavam sorridentes e mais soltas. Fomos caminhando at� o apartamento delas, Ge�rgia grudou no meu bra�o e fomos enganchados at� o apartamento delas. Era no 5ª andar de um pr�dio cinza e com detalhes bege, nunca vou me esquecer da cara do porteiro que parecia um rato.rnrnrnEntramos e fomos direto para a cozinha, tomamos um gole de caf� sem a��car, ambas come�aram a ficar a vontade, tiraram a blusa e socaram um beijo longo, na minha frente. N�o podia perder a oportunidade, saquei a c�mera e surpreendi elas com um flash.rnElas riram, olharam para mim mordiscando os l�bios inferiores, se levantaram e foram para a cama. Babi me disse que eu devia registrar cada momento, e que eu ganharia muito pelo servi�o, a principio recusei o pagamento, eu queria mesmo era estar entre aquelas duas.rnrnDeitaram na cama, come�aram com beijos demorados, Babi foi a primeira a tirar a camisa de Georgia, e depois Georgia j� foi direto nas cal�as de Babi. Ambas n�o paravam de se beijar, os dedos de Ge�rgia percorria as pernas ador�veis de Babi, at� chegar na xotinha dela. Colocou a calcinha de lado e mandou a ver nos dedos m�gicos. Babi se deitou, se aconchegou no travesseiro grande da cama de casal delas, levantou a camisa e come�ou a apertar os bicos dos seios.rnrnrnNeste momento eu j� devia ter tirado mais de 60 fotos delas juntas. N�o estava usando o flash, s� a ilumina��o do abajur dos dois criados mudos ao lado da cama j� dava o contraste perfeito para uma noite de l�sbicas ador�veis. Meu pau, nem preciso dizer, queria muito mordiscar aquelas Aranhas deliciosas e molhadas.rnrnConsegui pegar um close �timo da calcinha molhada de Georgia, assim que ela tirou a saia. Babi, fogosa se sentou na cama, come�ou a alisar e a segurar as n�degas de Georgia. Abriu bem a bunda dela, consegui pegar um close �timo da xota molhada e do cuzinho rosado da fogosa. Babi usou muito bem a lingua naquilo tudo, come�ou a trespassar seus dedinhos indicadores e o do meio na xota molhada de Georgia, alisou devagar no come�ou, at� chegar no clit�ris, onde come�ou a massagem ondular. Come�ou a masturbar Georgia como s� uma garota faria, com cuidado, delicadeza e certa velocidade controlada. Georgia come�ou a gemer, pude ouvir, e eu j� n�o aguentava mais, meu pau j� estava molhado de prazer.rnQueria apimentar tudo aqui, sugeri a ideia que surgiu no bar: "How about swimming?".rnrnAmbas riram, deram um longo beijo e foram se despindo at� o banheiro. Babi ligou a agua para encher a banheira, e eu fui reprogramando a c�mera, no intervalo, comentei com elas que eu estava louco de prazer, e que elas eram incr�veis. N�o surtiu efeito, elas n�o me convidaram para entrar na brincadeira. Conclui que eram l�sbicas e safadas, e que n�o gostavam de um pinto entre elas.rnrnN�o demorou e a banheira j� estava no ponto. Elas entraram e continuaram com os beijos, Babi grudou Ge�rgia contra a parede e come�ou a beija-la a nuca, passou a m�o para tr�s da n�dega e come�ou a masturbar a deliciosa Ge�rgia. Eu n�o parava com as fotos nenhum segundo, as duas gemiam de prazer, a goza de Ge�rgia j� escorria a sua perna, e Babi n�o parava de masturba-la, sua m�o parecia nunca cansar, fazia sempre os mesmos movimentos bruscos pra masturbar a namorada. Ge�rgia n�o aguentou, se contorceu pra beijar Babi na boca, um beijo ador�vel, a l�ngua de fora, consegui um close de saliva nos l�bios de ambas.rnElas se sentaram na banheira, dessa vez foi Georgia que come�ou a chupar Babi que ficou em p�, com a bucetinha na sua cara. N�o parava de chupar. Os movimentos de sua l�ngua entraram em sincronia com os movimentos do quadril de Babi que j� n�o estava aguentando, e descarregou libido na cara da deliciosa Ge�rgia, que espalhou aquela goza nos peitos, onde Babi correu pra chupar.rnrnBabi ficou mamando nos peitos de Ge�rgia por alguns minutos, e tudo acabou num apertado abra�o e num ador�vel "I Love You".rnrnPerguntaram para mim se as fotos haviam ficado boas, eu ri, e mostrei o volume da minha cal�a para ambas, havia gozado junto com elas, sem masturba��o nem nada. E ambas riram, sabiam que eram fogosas e ador�veis, mas n�o podiam me ajudar.rnFomos para o pc da casa delas, descarregamos as fotos, e ambas chamaram uma pizza para jogarmos conversa fora.rnrn Bem, terminei que nao comi ninguem naquela noite, mas o que valeu foi o otimo filme porno ao vivo que ganhei, e os peda�os de pizza que comi. Muito melhor do que ter passado a noite na casa da minha tia av�.rnrntexto originalmente escrito e postado em:rncenasmuitoquentes.blogspot.com