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1� VEZ DE MINHA ESPOSA NO MENAGE

Ola, o que venho contar aqui, realmente aconteceu, foi em fevereiro do ano passado, minha esposa, Caroll, 1,50 de altura, 50 kg,45 anos, loira, seios fartos, fogosa, vinha conversando com um amigo pela net, que vamos chama-lo aqui de Jo�o ( nome fict�cio ), 37 anos, 1.85 de altura, mais ou menos 90 kg, depois viemos a saber que tinha um pau normal, mas grosso, mais grosso que o meu, eles se conheceram pela net, e vinham conversando a um tempo, chegaram a fazer v�rios virtuais, ele nos ligou algumas vezes, transamos pelo telefone (Caroll e eu ) com ele ouvindo, chegamos at� a nos encontrarmo 2 vezes, mas n�o tinha acontecido nada, apenas aquelas conversar apimentadas, est�vamos apenas naquela fase de tacar fogo, para deixa-la com mais vontade, mas de real, nada tinha acontecido ainda, foi quando, nosso amigo nos ligou no meu celular, era s�bado, falando que estava sozinho em casa, e que estava afim de tomar uma cerveja, eram aproximadamente 22:00 hs, eu estava chegando em casa, tinha ido levar meus filhos, para dormir na casa da minha sogra, e aproveitei para comprar umas cervejas mesmo para tomarmos em casa, ao chegar, comentei com minha esposa sobre o convite feito pelo Jo�o, e o que ela achava, se estava afim de tomarmos uma cervejinha, ela topou, mas ficou meio receosa, pois era a primeira vez que iriamos sair para tomarmos uma cerveja com ele em um local reservado, na casa dele, foi onde conversamos e falei que ela n�o se preocupasse, pois estaria segura, pois estar�amos juntos, e na pior das alternativas, seria ele come�ar com alguma conversa picante ou tentar alguma coisa, e se ela n�o gostasse, n�s vir�amos embora, ela topou, colocou uma lingerie preta, que destaca com a pele branquinha que ela tem, colocou uma saia branca, que mostrava a marca de sua calcinha, e um blusinha verde, bem transparente, com decotes que mostravam seus seios de forma fabulosa, alias, como ela sempre gosta de usar; s� no tes�o de nos arrumarmos, e falarmos sobre o assunto, o tes�o foi aumentando, ela falando que n�o era para for�ar nada, e nem deixar que ele tentasse, que se tivesse que rolar, ela me falaria, e assim ficou combinado, mas n�o deix�vamos de falar das alternativas e possibilidade do que poderia acontecer, e isso nos empolgava mais. Quando chegamos la, por volta das 1:00 hs da manha, o Jo�o veio nos receber na porta, estava brincando bastante, e isso foi muito bom, pois quebrou o gelo da situa��o, deixando a Caroll mais tranquila, entramos e ficamos na sala, tomando uma cervejinha, comendo uns petiscos que falando sobre varias coisas. Com o passar do tempo, a conversa foi ficando mais apimentada, est�vamos sentados, eu e a Caroll em um sof� de 3 lugares, ( ela j� come�ando a ficar mais soltinha ) e o Jo�o sentado no sof� na nossa frente, e come�amos a falar das vezes que transamos com ele ouvindo, e nas vezes que ele fazia um virtual com a Caroll, pois sempre que ele transava com a Caroll pela net, ela estava ao mesmo tempo transando comigo, e muitas vezes, ele estava vendo pela cam, e isso o deixava com muito tes�o, enquanto convers�vamos, eu estava encostado no bra�o do sof�, e a Caroll estava deitada no sof� tamb�m entre as minhas pernas; ela come�ando a dar corda na conversa, e eu e ele faz�amos o mesmo, ela com o desenrolar da conversa, foi se virando de lado, ( de frente para ele, mas ainda entre as minhas pernas ), e com a posi��o que ela estava ficando, deixava ainda mais a mostra o seu decote, eu comecei a acaricia-la, e deixando a conversa rolar, e aproveitando para apimentar ainda mais a conversa, o Jo�o, sentindo o clima come�ar a aumentar, come�ou a falar do jeito que a Caroll transava, com ele vendo pela cam, o que ela fazia, como ela transava, ela foi come�ando a se empolgar, e foi se arrumando ainda mais entre as minhas pernas, subindo o corpo, veio me deu um beijo, e falou no meu ouvido que naquela noite iria rolar, ouvindo isso, a beijei com tes�o, e comecei a acaricia-la com mais vontade, enfiando assim, a minha m�o por dentro do seu decote, acariciando seus seios, vendo isso, o Jo�o se levantou e veio se sentar na ponta da poltrona, para poder ver melhor aquela cena; eu e a Caroll est�vamos nos beijando e nos acariciando, ela passando a m�o por cima da minha cal�a, apertando o meu pau, que aquela altura, j� latejava com a cena, eu acariciando seus seios, que a essa altura, ja estavam saindo da blusinha, e eu come�ava a chupa-los com tes�o, e enquanto eu os chupava, desci a m�o entre suas pernas, e levantei sua saia, come�ando a acariciar aquela bucetinha, que a essa altura, ja estava encharcada de tanto tes�o, nesse momento, come�ando a colocar a calcinha dela de lado, e brincando na porta da bucetinha, arrancando da Caroll suspiros de prazer, foi quando, olhei para o Jo�o, ele j� estava com a cal�a abaixada, batendo uma punheta vendo a cena, com o jeito de tamb�m quero participar, afinal, na hora que a Caroll come�a no sexo, ela se transforma, e ele estava vendo isso ali, ao vivo e a cores, foi quando eu levantei a Caroll, tirando a sua blusinha, e tirei seu sutian, deixando aqueles seios lindo a mostra, no que eu virei ela, de costas para mim, e come�ei a beijar sua nuca, apertando seus seios, e arrancando sua saia, ela viu o Jo�o batendo uma punheta, bem na sua frente, pois de tanto virarmos no sof� sem percebermos, ela estava bem pr�xima j� dele, nisso ela se inclinou e come�ou a chupar o pau dele, e enquanto isso, eu comecei a arrancar sua calcinha, e chupar aquela buceta, que pingava de tanto tes�o, ela chupava o Jo�o com gula, colocando o seu pau quase que todo na sua boca, enquanto ele apertava seus seios, e a segurava pelos cabelos, de vez em quando, levantando ela para beija-la, e beijar seu pesco�o e seus seios, segurando com for�a, e chupando, coisa que ele n�o parava de elogia-los, e eu come�ava a enfiar os dedos em sua buceta, e lambia seu cuzinho, deixando ela com mais tes�o ainda, rebolando cada vez mais em minha cara, gemendo, se contorcendo, tentando falar, mas n�o conseguia, pois o Jo�o, n�o deixava o pau sair da sua boca, nisso, eu parei, levantei, tirei minha roupa, e observava aquela cena, realmente, minha mulher na hora do sexo, se transforma, com aquela carinha de vagabunda, adorando sentir outro pau em sua boca, e ele a apertando inteira, enfiando o dedo em sua buceta e em seu cuzinho, nisso, ele vira e fala ? Come ela, que eu quero sentir ela chupar sendo fudida por voc�, n�o pensei, peguei ela pela cintura, e enfiei meu pau de uma s� vez em sua buceta, arrancando suspiros dela, fazendo ela chupar o pau do Jo�o com mais for�a e vontade, socava com for�a, com vontade, e ela cada vez mais rebolava e gemia, foi quando parei, tirei o pau de sua buceta, e encostei em seu cuzinho e comecei a enfiar com calma, nisso, ela diminuiu o ritmo que chupava, j� aguardando o que estava por acontecer, e ao passar a cabe�a enfiei com todo tes�o, ela adora isso, socando de uma vez, e come�ando a soca-la com mais for�a, ela gemia mais e mais, se contorcia como nunca, parava para punhetar aquele pau novo, que ela estava guardando o tes�o por tanto tempo, falava que delicia de pau, como ela estava se sentindo realizada, de ser fodida por mim, tendo aquele pau na sua m�o e boca, que ele era muito gostoso, nisso, ele olhou para mim, dizendo que queria fude-la tamb�m, que era para eu sentir como era diferente, uma mulher chupar um pau sendo fodida por outro homem, nem precisei falar nada, ela j� virou, caindo de boca no meu pau latejando, e virou de costas para ele, ficando de quatro, ele veio e pegou ela pela cintura, ajeito o pau em sua buceta e enfiou com gosto, realmente, ela chupava como nuca, e sua cara de puta, no momento que sentia um pau diferente em sua buceta, enquanto me chupava, era uma coisa que me dava mais tes�o ainda, pois ela estava realmente realizada, nisso, o Jo�o come�ou a alternar, enfiando em sua buceta e em seu cuzinho, ai ela se realizou, gemia, urrava, eu apertando seus seios, suas costas, puxando seus cabelos, enquanto ela me chupava, e o Jo�o, segurando em sua cintura e socando com for�a, abrindo seu cuzinho, e enfiando tamb�m com vontade, que tes�o loco, nisso, eu ja estava para gozar, e o Jo�o e a Caroll, tamb�m disseram que iriam gozar, que o tes�o era demais, gozamos os 3 juntos, a Caroll perdia at� a respira��o de tamanho prazer, deitando no sof� quase desfalecida de tanto gozar e com a cabe�a em mim, o Jo�o veio a sentar suado, no sof�, pr�ximo de sua bunda, beijando a acariciando, logo em seguida, ele foi pegar agu� e alguma coisa para beliscarmos, para recobrarmos as energias, ela levantou, foi ao banheiro, voltou dizendo que ja eram 6 hs da manha, e que iriamos embora, pois ela queria acabar isso outra hora, e se fic�ssemos ali, ela n�o iria aproveitar a segunda rodada como ela queria, ( dupla penetra��o ), logo, nos arrumamos, falamos com o Jo�o, e Marcamos para sairmos de novo, mas isso � uma outra hist�ria, que deixo para contar outro dia, depois dele, n�o somente nos exibimos, mas de real, n�o tivemos mais nenhum outro amigo que viesse a participar de nossas fantasias, j� que mudamos meses depois da nossa cidade, se voc� � um cara ou mulher, paciente ( pois afinal tem que envolver a maior interessada, ela), e gosta desse jogo de conquista, sabendo preparar o terreno, para levar minha mulher mais uma vez a loucura, nos mande um e-mail com fotos, que estaremos analisando com carinho, casais tamb�m estaremos analisando a possibilidade. Mande e-mail para [email protected].

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