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SETENTA E SETE COISAS IMORAIS - PARTE 5

VrnQuando atendi a porta minha vizinha de cima, �rica, apareceu. Ela era uma daquelas mulheres inocentes, que tem os olhos brilhantes e um sorriso f�cil. Pernas finas, cabelos castanhos com aquele ligeiro toque sentimental de ruivos, faiscantes olhos azuis escuros, leves sardas no rosto, principalmente nas bochechas, o que a fazia ter uma express�o de eterna alegria, cintura no comprimento perfeito, seios m�dios um bunda que, pelo menos na roupa que usava, era muito bonita, arrebitada. Ela estava vestida com um daqueles vestidos mais longo, todo florido, um vestido que se fechava na sua cintura perfeita com um la�o e que me fez imaginar por alguns mil�simos, enquato reconhecia que era ela mesmo na porta, as nuances de seu corpo nu. O decote do vestido tambem era algo a se admirar, pois permitia com certa liberdade ver o inicio de seus seios tambem manchados pelas sardas, que eram um convite a descoberta completa, dos pontudos bicos dos seios avermelhados que faziam contraste com a pele branca e manchada. Tudo em �rica era cores.rnParada em frente a minha porta, �rica perguntou-me se eu possuia algum pouco de oleo para ela. N�o venham imaginando que esta era uma desculpa para sexo, como se costuma ver em filmes porn�s ou coisas parecidas, Erica era uma mulher casada e mesmo sendo nova, creio eu que n�o mais que 25 anos, j� era m�e de uma menina. As casas onde moravamos eram relativamente proximas uma das outras, n�o como num corti�o ou vila, mas proximas o bastante para que a vida alheia reberberasse sempre. E como eu era uma daquelas pessoas que n�o costumava sair muito de casa, n�o era um trabalhador convicto, era comum que ela me emprestasse algumas coisas, e que de vez em quando pedisse emprestado. Por sorte eu tinha oleo e emprestei-lhe com prazer. Erica agradeceu-me e continuou conversando na porta de casa, apenas pelo prazer da conversa. Devo admitir que ter contato com alguem t�o alegre, radiante, me fazia bem:rn- Voc� esta a um bom tempo sem sair de casa, n�o �? - Perguntou �rica para mimrn- Pois �. Estava meio cansado, sem vontade de sair, sabe? Cansado.rn- Sei. Eu entendo porque voc� esta cansado, n�o � f�cil mesmo...rnErica terminou esta frase com um sorriso e um inicio de risadas, talvez sendo apenas inocente talvez deixando a entender que se referia mesmo as noitadas de sexo gritado com Vivian. Provavelmente ela tinha ouvido-nos e mesmo que n�o tivesse, Tenho minha grande cota de orgasmos gritados. O mais interessante � que eu percebia levemente no olhar azul de �rica algum tipo de safadeza, de malandragem sexy que pedia nas madrugadas para ser ela a garota que gritava na minha cama, mas talvez isso fosse apenas delirios de alguem que sonha demais com seios por debaixo do decote:rnContinuamos conversando por mais ou menos uns tr�s minutos, um tipo de conversa agradavel, descompromissada e, como j� disse, que estava me enchendo de luxuria por essa jovem senhora-m�e-casada. E quando ela retornou para casa eu entrei no banheiro e me masturbei pensando nela.rnMais ou menos umas duas horas mais tarde, quando j� era aquele come�o de tarde entediante e sonolenta, quando n�o h� absolutamente nada de �til para se fazer, �rica bateu de novo em minha porta. Desta vez estava com um vestido diferente, agora sem flores mas um pouco mais colado no corpo, o que me permitia ver sua linda barriga e cal�ava uma daqueles sapatinhos pequenos que as garotas hoje em dia usam, daqueles onde se � poss�vel ver toda a beleza que s� os belos p�s delicados possuem. Ela novamente me pedia oleo, com um daqueles sorrisos atrapalhados que parecem dizer ?desculpe por ser t�o incomoda para voc�?. Eu, como bom vizinho, entrei em casa para procurar mais oleo.rnS� fui perceber que ela tambem estava em casa quando encontrei o oleo, uma metade de garrafa escondido debaixo da pia, ela estava ali na minha frente, recostada de frente na mesa, as m�os para tr�s, balan�ando o corpo meio brincalhona, meio nervosa. Me via agachado e pude perceber um olhar completamente diferente em seus olhos, um azul mais falando libertinagem e safadeza. Levantei-me e fui avan�ando em sua dire��o, o oleo em uma m�o,olhos nos azuis olhos dela. Estavamos nos encarando completamente. Cheguei bem proximo, lhe ofereci o oleo e quando pude perceber ele estava j� jogado no ch�o, n�s nos beijando em cima da mesa da cozinha. Seu beijo era diferente, n�o sei se pela alegria que ela transpirava ou por alguma tecnica pessoal mas depois de cada grande beijo molhado, cheio de linguas e vontades ela mandava outro menor, curto, singelo, sem nem mesmo encostar no resto de minha boca, era quase como um beijo-assinatura, uma marca pessoal que ninguem mais teria alem dela, e enquanto eu levantava seu vestido e passava minha m�o em suas finas coxas, em sua calcinha rosa, em sua molhada buceta, ela j� avan�ava em dire��o do meu pau, ageis dedos me deixando nu. Montou em cima de mim e pude sentir toda a dor que meu pau trazia dentro de seu corpo, as lagrimas que escorriam de seus olhos demonstravam isso, mas sua boca aberta, suas m�os agarrando a base da mesa que estavamos em cima tremendo, deixava claro que esta dor era um prazer.rnEm cima de �rica tudo era uma maravilha, o sol da tarde que entrava pela janela da cozinha refletia em suas sardas nos seios, no bico, em tudo aquilo que eu lambia enquanto metia dentro dela, suas pequenas pernas jogadas pra fora da mesa, a cada impacto de mim mais e mais prazer, mais vontade de se ter prazer, mais �rica pedia que eu a penetrasse como jamais penetrei mulher alguma, como jamais seu esposo a havia penetrado, e eu podia perceber todo o molhado que seu prazer jorrava da buceta, a mesa j� molhada, ela me pedindo mais e eu aumentando a velocidade, comendo-a com mais for�a. Erica grita, n�o deveria gritar pois estamos num conjunto de casas proximo uma das outras e alguem poderia desconfiar que eramos n�s, n�o deveria gritar mais grita, e pede mais de mim dentro dela, eu saio, a coloco de costas deitada na mesa, rosto junto da madeira de que ela � feita, sua pequenina bunda brilha com o suor, com o molhado de sua buceta, e eu entro mais dentro dela, aumento a velocidade e a for�a com esta posi��o, comendo-a mais profundamente, rasgando aquela buceta casada e t�o mal aproveitada. E ent�o subitamente, talvez por ela ser uma garota feliz e eu n�o ter o costume de comer muitas garotas felizes, de bem com a vida, gozo completamente. �rica � rapida para perceber isso, embora seja nova n�o � novata, e rapidamente se vira, chupa meu pau e engole toda a porra que estava entrando dentro dela, sua meu pau, n�o s� esperando toda a porra chegar mas puxando-a, como uma mamadeira, tomando todo o leite, eu perco imediatamente minhas for�a, vencido por aquela pequena gostosura de garota nova, safada e alegre.rnJogado no sof�, completamente acabado e feliz, �rica me afirma que vai buscar a filha na escola, mas que volta mais tarde, que � para eu me preparar, porque ela quer gozar tanto quanto as garotas que ouviu gozar nas madrugadas que passou solit�ria, se masturbando para minhas noitadas de sexo bebado. Eu somente sorrio, vejo-a sair, e durmo.

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