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O GATO

Ol� meus queridos, quem me l� j� sabe, mas como sempre h� novos leitores farei uma breve apresenta��o nossa.rnMeu esposo e eu formamos um casal liberal e que se ama muito. Praticantes de m�nage e swing h� alguns anos, raramente participamos a encontros sem a companhia do outro.rnEsta aventura ocorreu no outono de 2007.rnEra um dia frio e chuvoso e eu tinha um compromisso de trabalho e precisava sair de qualquer jeito. Como meu carro estava na concession�ria em revis�o, pedi um taxi no ponto pr�ximo de casa. Chegando na portaria do edif�cio, vi que o taxi manobrando para estacionar. Embarquei, falei o endere�o de destino e sa�mos.rnQue tempo ruim e que tr�nsito.rnJ� na Av. Paulista foi que prestei aten��o no motorista, que passei a observar atrav�s da imagem refletida no espelho retrovisor. Ele era um verdadeiro gatinho. Moreno de sol, tinha os cabelos negros bem curtinhos cortados a m�quina, olhar penetrante, do tipo malvado, mas ao mesmo tempo misterioso. O rosto parecia um entalhe de t�o lindo que era. A boca, de l�bios bem desenhados, era suculenta e o queixo, de fazer inveja a muito gal� de novela, com covinha no meio e tudo. Aparentava ter uns 24, 25 anos, n�o mais que isso, mas suas fei��es eram de homem ? e que homem, n�o mais de menino. Era um belo esp�cime macho, um verdadeiro tes�o.rnJuro que me contive e que me comportei direitinho o restante do caminho.rn� noite, j� em casa, comentei sobre ele com meu esposo, revelando meu interesse em conhecer melhor o rapaz e, quem sabe, mais tarde vir a comer o Gatinho. Compreensivo, o Sr. Cinquent�o concordou, mas pediu-me que me contivesse, pois o rapaz havia me pegado na porta de casa e poderia, mais tarde, no caso de o encontro n�o dar certo, me identificar e, quem sabe por vingan�a, comentar com porteiros e comerciantes vizinhos do nosso pr�dio.rnDias e dias se passaram, quando finalmente o Sr. Cinquent�o avisou que naquela semana iria ao trabalho de taxi, na inten��o de embarcar no carro do meu Gato. N�o deu certo naquele, mas no dia seguinte aconteceu, como ele me noticiaria pelo telefone, ap�s chegar no escrit�rio. Estava liberada por ele para o ataque e captura do meu Gato, que nem desconfiava do presente que receberia. O rapaz n�o era taxista. Na realidade el cursava engenharia e temporariamente substitu�a o pai que estava operado e impedido de dirigir.rnDoida por conhecer mais de perto aquele tes�o de homem, vesti um fio dental preto, que logo se encravou no meu rego, e por cima um conjuntinho de legging e top estampado, claro, bem justinho e fui para a rua.rnQue sorte! Enquanto caminhava dei de cara com o Gato que estava parado no ponto. E n�o � que ele me reconheceu...rnEmbarquei no carro dele e dei o endere�o de uma academia que fica pouca coisa distante de casa. Desta vez ele puxou conversa, perguntou meu nome e nem preciso dizer que fomos direto pro motel, mas n�o sem antes telefonar pro marid�o que iria ao nosso encontro.rnL�, diante daquele macho lindo, foi que pude realmente apreciar toda sua beleza. At� que n�o era t�o alto, cerca de 1,77, ombros largos, coxas grossas e com um volume sob a cal�a jeans justa, que parecia que iria rasgar o tecido.rnConfesso que me senti como uma virgem indefesa, quando vi aquele baita homem vindo para cima de mim. Ele pegou suavemente minha m�o e me deu o beijo mais gostoso e molhado que j� havia experimentado at� ent�o. Ele colocava sua l�ngua na minha boca com viol�ncia, invadindo tudo, lambendo e sugando a minha. Enquanto nos beij�vamos, toquei nele. Seu t�rax, seus bra�os e seu pau, me entregando toda, tonta e tr�mula de desejo. Meu Gato me prensou contra uma parede, logo se pondo por tr�s de mim e sem me despir, passou a esfregar o pau duro na minha bunda .rnFoi simplesmente delirante.rnExperiente, o Gato abriu a cal�a e abaixou meu leggin, pondo a cabe�a da pica no meu rego, fazendo com que ela deslizasse por ele e se enfiasse por baixo da minha tanguinha. De t�o melada que eu estava n�o houve dificuldade para que o pau dele se enfiasse entre minhas pernas, passando a comprimir a entrada da xaninha. Foram poucas as bombadas e ele logo me fez e gozar gemendo baixinho.rnAinda com minhas pernas tremendo, ele pegou e beijou minha m�o e sussurrou ao meu ouvido:rn- Gostosa... Fique sabendo que vou te comer todinha, te deixar arrombadinha e encher essa bucetinha de leite, minha putinha safada. Vou devolver voc� pro teu corninho cheirando a leite da pica desse macho aqui.rnE se p�s a morder minha nuca, a me lamber a orelha, me levando mais uma vez at� o c�u. N�o aguentei, e gozei de novo, com a piroca dura do meu gostos�o ainda entre as pernas.rnQue puta que eu era, pensei.rnJ� n�o me aguentava mais de vontade de sentir a piroca dele dentro de mim, quando o Sr. Cinquent�o chegou.rnTiramos a roupa e tomamos banho a tr�s, onde fui encoxada, beijada, lambida e chupada pelos meus dois machos, meu marid�o e meu Gato. � claro que tamb�m beijei, lambi e chupei, chegando mesmo a ter duas picas ao mesmo tempo dentro da minha boca.rnJ� de camisinha, meu Gato me p�s de quatro e me comeu gostoso a buceta enquanto eu engolia a piroca e as bolas do meu marido. Nem preciso dizer que fui a primeira a gozar. Meu Gato foi o segundo e tamb�m gozou gostoso, urrando feito um enlouquecido, gemendo muito alto, repetindo que eu era a vadia mais gostosa e rabuda que ele j� havia comido. Quando olhamos pra ele, ficamos surpresos com a quantidade de porra contida na camisinha. O Sr. Cinquent�o n�o gozou e enquanto minha xana latejava e minhas pernas tremiam, me beijou a boca com vontade e paix�o.rn Refeito, mas n�o satisfeito, o Gatinho fez com que me deitasse de costas na cama e passou a beijar e lamber meu corpo at� encontrar minha bucetinha que o aguardava bem abertinha. Comecei a pegar fogo novamente, pois com a l�ngua ele lambeu meu grelo e com os l�bios o sugava.rnPensei: Que sorte a minha, al�m dele ser um gato, sabia muito bem chupar uma buceta.rnChupando, ora de leve, ora com for�a, os l�bios dele faziam uma press�o deliciosa, de enlouquecer. Dois dedos me penetraram, passando a entrar e sair de dentro de mim, primeiro devagar, depois num ritmo fren�tico e perfeito at� me fazer gozar. Fiz com que ele se deitasse no sentido inverso sobre mim e lhe retribui meu prazer com um maravilhoso 69. Peguei o pau, arranhando-o devagar com as unhas, lambi, chupei e mamei sua cabe�a inchada, macia e gostosa. Acariciei-lhe o saco, amassei-lhe as bolas, massageei-lhe o cu e com os dedos lubrificados de saliva eu o penetrei fundo comprimindo-lhe a pr�stata. Ele n�o resistiu e gozou, lan�ando jatos e jatos de esperma dentro de minha boca.rnSai da cama para cuspir a porra que come�ava a escorrer pelo canta da minha boca, antes que a engolisse.rnRetornei ao quarto e me sentei junto dos dois que apreciavam as fotos e os pequenos v�deos feitos pelo Sr. Cinquent�o-SP.rnRebuscando nossa valise de ?brinquedos?, meu marido encontrou nossa algema, daquelas que prendem pulsos e tornozelos simultaneamente, deixando a ?v�tima? indefesa e com as pernas abertas enquanto espera seu algoz. Dito e feito, sorrindo ele me deitou com a cara voltada para baixo e me prendeu, deixando minha bucetinha arreganhada. Tratou de se enfiar por baixo de mim, enfiou sua rola em mim, socando com for�a seu mastro na minha xana.rnE novamente eu entrei no clima, gemendo como uma vadia.rnSentindo um tes�o imenso, eu gemia descontroladamente quando meu Gato se decidiu em brincar junto e sem pedir licen�a, se p�s por tr�s de mim e, devagar, tamb�m enfiou o pau na minha buceta. N�o sei como coube, mas agora eu tinha os dois dentro de mim. Acredita? Nossa! Que dor que senti no inicio da penetra��o, mas depois que meus m�sculos se acostumaram ao volume e movimenta��o e recomecei com os gemidos e gritinhos de prazer, sentindo os dois disputando por espa�o dentro da xana.rnPercebendo que eu estava desconfort�vel naquela situa��o, o gatinho tirou o p�nis da vagina e o enterrou no meu rabinho, que j� � amaciado pelo uso e o aguardava dilatado, pronto e ansioso para ser penetrado. Os movimentos alternados e sem sincronia da dupla penetra��o que recebia, fizeram meu prazer aumentar e me levaram a esquecer da posi��o inc�moda em que me encontrava. Sem pararem um segundo, os dois metiam e metiam suas varas em mim, que a esta altura gozava e gritava de prazer, at� que eles, como se tivessem combinado, arrancaram seus mastros de dentro de mim e me deram um brutal banho de porra. Foi porra nas costas, no cabelo, enfim, foi porra para todo lado.rnSaciados, nos recompomos e fizemos o trajeto de volta, com meu gatinho nos deixando na porta de casa.rnHoje em dia o Gato est� formado e casado. Nos tornamos amantes e amigos e, tempos depois, em ocasi�o oportuna, vimos a conhecer sua esposa, que tamb�m se tornou nossa amiga e [email protected]

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