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BOATE GLS

Nunca tinha ido a uma boate GLS e numa noite umas amigas e eu resolvemos mudar o programa habitual e ir-mos a uma, eu tinha uma amiga l�sbica que frequentava direto e foi ela que nos convenceu a ir-mos para l�. rnAo sair-mos do trabalho seguimos todas para l�, quando cheguei achei super interessante o local, havia todo tipo de gente, Gays e heteros se misturavam numa boa... Fomos para o bar e eu pedi um coquetel com �lcool, minha bebida preferida, estava exitada, queria encontrar uma companhia, mais ali seria bem dif�cil, embora n�o seja preconceituosa eu n�o curto mulheres e nunca transei com nenhuma... olhando ao redor via que os poucos homens estavam acompanhados, meio desanimada pensei em ir embora, mais Vanessa minha amiga maluquete me chamou para dan�ar e eu fui para a pista de dan�a, adoro dan�ar... comecei a me exibir, estava com um mini vestido de laycra preto, bem decotado, sou negra e de corpo bem feito, tenho uma bunda imensa e empinada e meus seios s�o pequenos mais duros e bonitos, sempre chamo a aten��o, principalmente de turistas, pois sou o tipo passista de escola de samba...rnLogo de cara uma loira tipo Roxette ficou me encarando, mais nem dei bola, s� queria dan�ar, voltei ao bar e continuei a beber, nesta hora esta loira veio at� mim e sutilmente passou a m�o na minha bunda dizendo: - caralho que bunda � essa minha filha, eu xuparia vc todinha...rnEmpurrei as m�os dela agressivamente e mandei ela xupar uma rola, por que era isso que eu queria naquele momento e n�o uma sapat�o....rnA mulher me olhou com raiva e disse: - cuidado com o que vc deseja piranha...rnPuta da vida voltei para a pista e falei com minhas amigas o ocorrido, mais a noite corria bem, cerca de 03:40 da manha eu j� tava alta e quis ir embora, mais minhas amigas queriam ficar, ent�o eu me despedi e fui para o ponto de t�xi que tinha em frente a boate, entrei e dei o endere�o, encostei a cabe�a e acabei cochilando, ent�o o taxi parou, achei que j� tinha chegado e abri os olhos, para meu desespero eu nem sabia onde estava e quando o carro parou a loira da boate entrou, quando fui reclamar ela me deu um tapa na cara e disse: - n�o te falei piranha que seu desejo podia se realizar, agora vou te ensinar a ser preconceituosa...rnTentei retrucar dizer que n�o era bem assim, mais levei outro tapa na cara, n�o tive como reagir por que al�m de estar b�bada e tonta, vi a arma que o cara do volante me mostrou, dizendo que se eu gritasse ele me matava... entrei em p�nico, imaginando o pior � claro, ao ver minha cara de pavor a loira disse: - calma princesa, n�o vamos te matar n�o, s� vamos brincar com vc...rnO carro entrou por um matagal e logo estava-mos num casebre no meio do nada, a mulher me puxou pelo bra�o e nesta hora eu reagi gritando e me debatendo, foi pior, levei um soco na cara e desmaiei. Quando acordei dei de cara com o casal me olhando, n�o tive muito tempo para raciocinar, o homem um moreno grand�o me puxou pelos cabelos e me levantou a loira veio e me encarou dizendo: - vc vai fazer o que agente mandar sua piranha ou vou te bater tanto que vc vai se arrepender doa dia que nasceu...rnO grand�o segurou meus bra�os e a loira come�ou a apertar meus peitinho pequenos, r�pida ela puxou o meu vestido me deixando s� de calcinha, ela come�ou a lamber meus seios, chupando com for�a um enquanto apertava o outro, ela me lambia de cima a baixo, minha barriga, logo sua m�o encontrou minha xota peludinha que ela apertou com for�a, ela ent�o arrancou minha calcinha, revelando minha xoxota com um grelo imenso, ela riu e disse: - caralho grand�o, olha o tamanho deste grelo, vou me acabar nele.. rnEu n�o parava de chorar... o cara grand�o me puxou junto ao corpo dele e senti o tamanho da sua piroca na minha bunda, meu pavor aumentou ainda mais, ele ent�o me arrastou para um sof�, sentou e me colocou no colo dele, sem largar meus bra�os, a loira veio e abriu as minhas pernas, tentei faze-la parar mais o cara apertou meu pesco�o, entendi o recado e parei de resistir, a loira abaixou abriu minhas pernas e logo meu grel�o estava vis�vel, ela come�ou a me lamber mordiscando o meu grelo, logo seus dedos entraram na minha buceta, ela meteu logo quatro dedos de uma vez, senti dor pela for�a que ela usou e disse que ela tava me machucando e ela disse que era s� o come�o, o cara com uma m�o me segurava pelo pesco�o e a outra apertava meus peitinho com tanta for�a que senti arder, sabia que eles queriam me machucar, a mulher de joelhos socava os dedos na minha xota empurrando o maximo que podia, eu sentia dor, ela ent�o tirou os dedos e deu para o cara cheirar e ele disse: - caralho que buceta cheirosa, deixa um pouco para mim...rnEla ent�o saiu e quando voltou quase tive um treco, estava nua com uma cinta peniana, j� tinha visto em filmes porn�s e o pau era bem grande uns 30cm, ela veio na minha dire��o, segurou nas minhas pernas arreganhando-as novamente e meteu aquilo na minha xota sem pena, eu gritei e ela s� dizia: - toma vadia, vc n�o disse que queria piroca, vou te dar toda piroca que vc aguentar...rnEla meteu com for�a como se fosse um homem, o cara agora sabendo que eu n�o reagiria soltou meu pesco�o e agarrou meus peitos puxando os bicos at� eu gritar, e ela socava forte, ela ent�o mandou o cara levantar as minhas pernas, colocando-as para cima, minha xora e meu cuzinho ficaram visiveis para aquela filha da puta, ela rindo disse: - Esta � a posi��o certa grand�o, olha o cuzinho desta vadia, vou adorar arrega�ar ele... E voltou a meter na minha buceta com viol�ncia, ela enterrou todo aquele mastro ate o talo e deixou l� dentro, parada ela me encarava e eu chorando pedia para eles pararem, mais ela n�o tinha inten��o de parar, voltou a socar com for�a, por incr�vel que pare�a comecei a sentir um pouco de tes�o, ela ficou quase meia hora socando minha buceta com aquilo, ent�o ela parou tirou a cinta, deitou na cama e abriu as pernas e mandou eu chupar ela, fiz que n�o e tomei outro tapa na cara, o cara me pegou pelos cabelos e levou minha cara at� a buceta da loura e disse: - xupa piranha ou vou fazer vc se arrepender... sem ter escolhas e com nojo, comecei a chupar a buceta da loira, o grand�o mandou eu ficar de joelhos, e logo senti a pica dele me arrombando, eu n�o conseguia me defender, a mulher agarrada no meu cabelo puxava minha cara e esfregava a buceta, enquanto o cara metia com tanta for�a no meu grelo que meus olhos lagrimejavam...rnSem for�as meu corpo desabou sobre a loira que ria alto me chamando de fraquinha e o cara metia cada vez mais forte, seus dedos arrega�avam meu cu, eu n�o reclamava mais, s� deixava eles fazerem o que queriam, mais confesso que a esta altura eu tava gostando daquele cara me comendo, as vezes contra minha vontade eu dava uns gemidos baixinho, ele ent�o parou e me jogou na cama, a loira levantou e pegou um outro consolo, meteu aquilo na pr�pria buceta, ele era para dupla penetra��o, quando metade foi para dentro dela, ela mandou o cara me colocar de quatro, mais minhas pernas n�o respondiam, ele ent�o sentou na cama e me colocou sobre as pernas dele como quando vamos dar palmadas em crian�as, ela veio por traz abriu minhas pernas e come�ou a meter aquilo no meu cu, eu nunca tinha feito anal, tentei me debater mais o cara me agarrou pelos cabelos, batendo na minha cara e dizendo se eu n�o parasse ele mesmo ia arrombar meu cu, caralho senti aquilo rasgar meu rabo, ela esfregava os dedos na minha buceta toda melada do gozo do cara, ela socava dois dedos na minha xota enquanto enterrava aquela pica de pl�stico na minha bunda, ela gemia por que ao empurrar aquilo no meu cu entrava mais e mais na xota dela, agora era ela que puxava meus cabelos socando mais forte aquilo no meu rabo, at� que ela parou e disse: - agora ela � sua grand�o...rnO cara me jogou no ch�o, todo meu corpo do�a, ele mandou eu chupar ele e enterrou o pau na minha boca, chorando eu chupei por que n�o queria apanhar mais, ele enfiava o pau na minha goela com for�a e eu engasgava, ele ent�o me puxou e me jogou de quatro no bra�o do sof� e t�o r�pido quanto a loira enterrou seu pau no meu c�, gritei novamente mais ele tinha muito mais for�a, meus seios ro�avam no tecido gasto do sof� ardendo e ele socando, nesta hora eu me urinei, ao ver que eu estava mijando ele meteu seus dedos na minha buceta que do�a muito, ele ent�o vendo que meu corpo n�o tinha mais for�as para ficar sobre o sof�, sem tirar a pica da minha bunda me segurou e sentou comigo sobre ele, o pau dele enterrou fundo, ele puxou minha cabe�a para o lado e a loira veio e arreganhou minhas pernas, montou em mim enfiando aquele consolo de pl�stico na minha buceta, montada sobre mim ela fodia minha buceta enquanto o amigo dela arrebentava o meu cu, quando ambos gozaram, eles me jogaram na cama e me deixaram ali um tempo...rnOlhei para eles que bebiam e riam. N�o sei que horas eram, ela mandou eu me vestir, mais disse que ia ficar com minha calcinha de lembran�a e mandou o cara me deixar perto da boate, ela desceu antes e ele seguiu para l�... Apesar do meu corpo esta dolorido, eu n�o estava machucada, faltando pouco para chegar-mos a boate, o cara entrou num beco, e mandou eu sair, dei gra�as a Deus por aquilo ter acabado, mais antes que eu fosse embora, ele me agarrou pelos cabelos e me colocou de bru�os no capo do carro dizendo: - adorei sua bucetinha apertadinha, por isso vou te dar uma saideira... Ele levantou meu vestido e meteu a rola na minha buceta inchada, ele socou forte gemendo e dizendo: - caralho minha nega que buceta deliciosa, por mim eu ficaria te fudendo a noite toda... E socou violentamente minha buceta, eu gemia baixo mais n�o resisti, ele tirou o pau da minha xota e meteu no meu cu j� arrombado, eu n�o sei o que aquele cara tomava, por que ele ficou metendo na minha buceta e no meu c� por meia hora, at� que gozou na minha xota dizendo: - o leitinho � cortezia da casa, se vc for a policia ou algo assim, da pr�xima vez ser� pior vadia gostosa...rnMandou eu ir embora, cheguei em casa, tomei banho e dormi e minhas amigas nunca souberam o que aconteceu, achando que eu tinha ido para um motel com algum carinha, nunca mais voltei aquele lugar ou passei perto...rnrnErotika...

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