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PRA SEMPRE CASADINHA!!

Escrevo j� faz algum tempo, e sempre deixei dispon�vel uma forma de contato, para conhecer as pessoas que acabam lendo e curtindo meus contos. Uma leitora em especial, me chamou muita aten��o, tanto que ficamos amigos e agora antes de cada conto ser publicado, eu envio para ela “avaliar”. Seu nome � Adriana. Al�m de deix�-la ler meus contos antes de todos, costumamos ter conversas picantes pela madrugada, mas o que mais sonh�vamos era ter uma noite s� nossa. Estamos longe um do outro, mas com a desculpa de um feriado prolongado, resolvemos nos conhecer. Fiquei de busc�-la na aeroporto, e de l� ir�amos para um hotel. Estava ansioso com a chegada dela, pois sentia que algo muito especial iria acontecer. Procurei me arrumar bem, deixar tudo organizado para que nenhum imprevisto me pegasse de surpresa. Estava quase no hor�rio quando cheguei ao aeroporto, meu cora��o estava um pouco acelerado e minhas m�os quentes. Meu celular tocou. Era ela avisando que havia acabado de chegar. Fui ao seu encontro. Chegando ao local combinado, olhei e n�o vi ningu�m. Pensei ter me enganado de lugar, tentei ligar e n�o consegui, s� chamava. Fiquei esperando sentado, quando sinto uma m�o em meu ombro, olho pra tr�s, era o Adriana, uma mo�a, com um olhar doce, sorriso encantador, na mesma hora me senti tranquilo, parecia que conhecia ela h� anos. Ela pegou em minha m�o, e sem precisar de qualquer apresenta��o, nos beijamos intensamente. Pela primeira vez, me senti t�o seguro e t�o completo ao lado de uma mulher. Ap�s o beijo, resolvemos nos apressar e ir direto ao hotel, cada segundo deveria ser muito bem curtido. Chegando ao hotel, organizamos nossas coisas e voltamos a nos beijar, sua m�o apoiada em minhas costas, parecia n�o querer me deixar escapar. Eu estava entregue ao momento mais doce de minha vida. Seus olhos brilhavam, imagino que os meus tamb�m, os abra�os, os carinhos, tudo perfeitamente sincronizado. Ent�o ela abre minha blusa enquanto eu ajudo a tirar seu vestido, e aos poucos, pe�a por pe�a era tirada, e est�vamos nus, deliciando um no corpo do outro. Abra�ados fomos ao banheiro e ent�o ligamos o chuveiro e tomamos banho junto, a respira��o mais forte, as m�os percorrendo os corpos molhados de �gua e tes�o. E ali foi a primeira cena de amor e prazer, ainda no chuveiro, agachei-me e comecei a chupar a xaninha de Adrianas, que estava molhadinhae seu clitoris durinho. Uma sensa��o que n�o tinha como descrever, era apenas eu e ela naquele momento, sua xaninha em minha boca, seus gemidos abafados com o barulho da �gua, o tes�o naquele box era incr�vel, chupava s� o grelinho, enquanto massageava seu mamilo, ali mesmo fiz ela gozar em minha boca. Sa�mos do banho e nos secamos, deitei na cama, dando a impress�o que agora seria a vez dela. Abri bem minhas pernas e deixei meu penis bem exposto para ela, que sem demora, caiu de boca, me chupou como sempre prometeu nas madrugadas em que convers�vamos, eu me contorcia de tes�o enquanto ela se dedicava ao mais prazeroso sexo oral que j� haviam feito em mim. Ela fazia uma press�o no meu penis que simplesmente me tirava o ar, e ent�o ela j� recuperada, ela retornou com sua xaninha na minha boca, enquanto me chupava. Deixei sua xaninha bem molhadinha em minha boca. Depois coloquei ela deitada, e ela me abra�ou e colocou suass pernas pra cima, deixando sua bucetinha bem exposta e sua bundinha tamb�m. Comecei a lamber sua xoxotinha e sua bundinha, e ela agora prestes a gozar, gemia incontrolada, deixando eu fazer o que quisesse. Ent�o ela gozei, seu corpo estava tremulo e suas pernas mole, mas resolvi continuar, agora com meu pau na entrada da sua bucetinha, mergulhei ele bem fundo, lubrificando bem meu pau, pois estava muito molhadinha, e ent�o, mirei meu pau no seu cuzinho, fui for�ando com cuidado, at� que meu pau estava todo dentro de dela. Ela for�ou um pouco um vai e vem, mas aquela posi��o n�o estava muito boa, ent�o eu me sentoi e ela fui por cima de mim. Ela agora que controlava a entrada e sa�da do meu pai, ela rebolava bem gostoso, sentia meu pau pulsar dento do seu cuzinho, eu apertava seus seios, beijava seu pesco�o e ela sentando e rebolando, ent�o para deix�-la ver a cena do seu pau sendo enterrado na sua bundinha, coloquei ela de quatro, abrindo aquele cuzinho todo, deixando meu pau invadir aquela bunda. Olhava para o rosta do Adrianq e via que ela se deliciava com a vis�o e com a sensa��o. Ela Come�ou a se masturbar enquanto eu metia naquela bundinha, fiquei doido, e comecei a meter mais forte, e aos poucos aumentando a velocidade. Eu quase gozando de novo e ela tamb�m. Ent�o ela ficou de frente pra mim, e continuou a se masturbar, e eu fiz o mesmo, mirando meu pau em sua boca. Quando comecei a gozar, ela tamb�m come�ou. Foi maravilhoso.rnrnAp�s a maravilhosa transa, ficamos deitados nos recompondo. Em silencio, apenas absorvendo o momento, olhei para ela, que estava ofegante e sorri, ela como resposta sorriu de volta. Deitei meu rosto em seu seios e a paz era tanta que adormeci. Ap�s uns minutos, acordei, e percebi que estava em um hotel com uma pessoa que mal conhecia, mas que me sentia t�o seguro que nem pensei muito nesse detalhe. Pedimos comida, pois est�vamos com fome e n�o quer�amos sair do quarto de jeito nenhum. Enquanto a comida n�o chegava, conversamos sobre varias coisas, e a cada palavra sentia que conhecia ela de algum lugar. A comida chegou, por sinal, deliciosa. Algumas provoca��es de ambos durante a refei��o fez com que o tes�o se reacendesse, e n�o demorou muito estava agarrado a ela novamente, dessa vez eu estava sentado, e ela em meu colo. Beijei-a com paix�o. Sua bucetinha j� estava sendo penetrada pelos meus dedos, eu ora chupava seu pesco�o, ora mordendo sua orelha. Meu pau foi ficando duro e come�ou a ro�ar em suas pernas, ao sentir minha tes�o, ela se ajoelhou e abocanhou meu pau, enquanto chupava, olhava para meus olhos, e via que eu mordia os l�bios, me dando mais vontade ainda de chup�-la. Dei um banho de l�ngua nela, comecei a subir por sua barriga, e passei a l�ngua em cada um de seus mamilos, ent�o o beijei novamente e comecei a descer, voltando a sua xaninha. Quase a fiz gozar de tanto que chupei seu xaninha. Ela estava t�o louca que jogou toda comida que tinha sobrado no ch�o, e e me sentou sobre a mesa. Agachou-se e come�ou a me chupar, sua l�ngua brincava com a cabe�a do meu pau, estava super duro. Queria gozar, mas assim como n�o havia deixado gozar enquanto eu a chupava, n�o me deixou gozar enquanto ela me chupada. Ela se levantou e colocou no meu lugar, abriu bem as pernas e direcionou meu pau na entrada da sua buceta, pedi para ela se masturbar enquanto eu metia, e ela fez sem pensar duas vezes. Comecei a movimentar bem devagar, e ela se masturbando, sua buceta contraia de tanto tes�o que dava pra mim sentir. Minhas m�os apertavam seus seios, e ela gemia muito, pedindo pra mim meter bem gostoso, ent�o quando eu estava quase gozando, tirei meu pau. Imobilizei-a e comecei a chupar seus seios, mas n�o demorei muito, voltoi a enfiar na minha buceta, dessa vez com movimentos mais r�pidos. A mesa vibrava a cada bombada, minhas pernas j� n�o me obedeciam. Ela ainda curtiu mais um tempo, metendo, acelerando e diminuindo a velocidade. E ent�o gozei, t�o forte que senti meus jatos invadindo sua xaninha, ela estava cheia do meu gozo, e depois que terminei, ela me ofereceu para limpar meu pau com minha l�ngua. Foi o feriado mais gostoso que eu j� tive e o in�cio de um relacionamento.rnrnrnrnse vc gatinha!!! gostaria de saber mais, meu msn � [email protected]

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