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C�MERA INDISCRETA...

K�tia e Aquiles, s�o noivos, possuem uma microempresa de venda e entrega de G�s GLP e �gua Mineral. Desde que est�o juntos, Katia trabalha com ele e ajuda na administra��o.rnrnUm dia, voltando de uma reuni�o com alguns fornecedores, Aquiles chegou ao trabalho no in�cio da tarde. Fisicamente a empresa fica em um galp�o que alugaram e adaptaram para que atendesse a necessidade. Quando Aquiles parou o carro e olhou para o interior da loja viu que K�tia e Lucas, o motoboy que fazia as entregas, conversavam no interior da loja. Aquiles � uma pessoa muito atenta a fei��es e aqueles sorrisos e olhares que eram lan�ados um ao outro lhe diziam alguma coisa. Foi ent�o que desceu do carro e ela veio at� ele e o beijou, tratando-o como sempre foi.rnrnK�tia � uma mulher muito quente, diversas vezes eles transaram na sala, no carro e em diversos lugares proibidos. Aquiles foi para casa deles e ficou o dia todo com esta pulga atr�s da orelha. A noite deixou K�tia na faculdade e, no carro, n�o parava de pensar na possibilidade dela estar lhe traindo.rnrnNeste dia passou em uma loja de Seguran�a e comprou micro-c�meras bem discretas. Levou o t�cnico at� a sua empresa que j� estava fechada e instalou o sistema de c�meras IP, ele tinha acesso a elas em seu notebook.rnrnE como diz o ditado: quem procura... acha!rnrnNo dia seguinte ele e sua noiva foram trabalhar, ela estava muito gostosa, um vestido curto e de sapatos de salto alto. Acho que pra ele aquilo j� era uma prova de sua trai��o, aquela roupa, em ambiente de trabalho?rnrnCome�ou a raciocinar e notou que de um tempo pra c� ela tem ousado mais nas roupas, a mente dele j� lhe dizia que foi logo ap�s a contrata��o de Lucas.rnrnO rapaz chegou 20 minutos ap�s a abertura da loja, j� tinha algumas encomendas para entregar e o fez. O dia ia fluindo como sempre, mas foi a tarde, depois do almo�o, que algo aconteceu.rnrnAquiles ocupou-se na parte da frente, na loja, conferindo o estoque e fazendo o levantamento de vendas.rnrnInicialmente K�tia lhe ajudava, at� que Lucas chegou de uma entrega, encostou a moto na cal�ada e passou por eles dizendo que precisava ir ao banheiro, mas ele viu o funcion�rio olhar para K�tia. Humm...o olhar e o sorriso entre eles... Ah, que raiva!rnrnPassou-se 5 minutos, ela lhe disse que precisa negociar com um fornecedor a compra de um lote de garraf�es. O noivo respondeu que tudo bem, mas j� sabendo que n�o era bem isto. rnrnAssim que K�tia saiu, ele sentou-se numa cadeira atr�s do balc�o e com seu notebook j� ligado, abriu o sistema de gerenciamento das c�meras. L� estava Lucas passando pela mesa de K�tia e imediatamente interrompido por ela que levou as m�os em seu peito encostando-o no m�vel. Viu que ele falou algo e olhava aflito para fora, possivelmente preocupado.rnrnIndiferente à aquela rea��o, sua noiva passou a m�o no corpo do rapaz acariciando seu pau duro de tes�o. Lucas n�o aguentou e come�aram a se beijar. As m�os dele passeavam pelo corpo dela, levantando a saia, ele pegava na bunda e depois na buceta e n�o parava de vigiar a poss�vel presen�a de Aquiles.rnrnK�tia abaixou-se na frente dele, abriu-lhe a cal�a e abocanhou o pau de Lucas chupando o forte. Se por sua vez ele aparentava preocupa��o em ser pego, ela n�o demonstrava nenhuma preocupa��o, fazia tudo sem dar nenhum tipo de espiada para conferir onde Aquiles estaria.rnrnNeste momento l�grimas come�aram a descer pelo rosto de Aquiles, seguido de um sentimento de �dio e desprezo. rnrnK�tia levantou-se e Lucas encostou-a na mesa de costas para ele, levantou novamente sua saia abaixou sua calcinha de renda branca. Agachado atr�s dela, ele a chupava como um animal e ela rebolava na cara dele. Ent�o Lucas levantou-se, ajeitou o pau na buceta de K�tia e penetrou-a, passando estoc�-la bem forte.rnrnAquiles, atrav�s das c�meras viu a mo�a olhar pra tr�s e falar algo, Lucas sorriu pra ela e em seguida tirou seu pau da buceta de K�tia, abriu a bunda dela cuspiu em seu cuzinho e come�ou a penetrar a safada! Lembrou-se que nunca comeu o cuzinho dela, n�o por ela n�o gostar, ela sempre pedia, mas nunca sentiu muito excita��o nisto, sempre achou meio nojento.rnrnE l� estava Lucas, o motoboy, socando a rola em seu cuzinho... rnrnO guarda canetas chegou a cair no ch�o quando ele gozou enchendo a bundinha dela de porra, mas lembrando de Aquiles logo tirou seu pau pra fora. Deu pra perceber que ele queria que terminasse logo, mas ela n�o, e foi isso que deixou Aquiles mais furioso.rnrnEla come�ou a beij�-lo e massagear seu pau punhetando-o at� deix�-lo novamente a excitado. Ent�o se sentou em sua mesa de pernas abertas, tirou todo o seu vestido e o puxou. Lucas voltou a foder sua buceta e tamb�m chupava intensamente seus seios. rnrnPela express�o de Lucas quando olhava para o lado vigiando se Aquiles aparecia, notou que o rapaz estava completamente dominado por ela, era ela que ditava as regras.rnrnEle estocava de forma desesperada at� que disse algo, ela o empurrou, ajoelhou-se e se p�s a chup�-lo. Aquiles viu K�tia engolir toda porra que saiu do pau de Lucas. Viu ela chupar a ultima gota, quando levantou-se sorrindo, limpando a boca com as m�os, chegando at� a lamber os dedos... enquanto Lucas ajeitava-se. rnrnDepois de ajud�-la a se vestir, ele esbo�ava medo e tentava apressar K�tia que n�o parecia ter pressa nenhuma. K�tia entrou no banheiro, Lucas saiu da loja para fazer mais uma entrega, passou por Aquiles sem o encarar.rnrnAquiles entrou para o interior do galp�o e ficou aguardando K�tia. Discutiram, chegaram a pensar em acabar o relacionamento, mas ele gostava muito dela e resolveram o impasse entre os dois fazendo um acordo. Combinaram que todas as vezes que ela sentir desejo de dar o cuzinho o Lucas podia comer, mais nunca no hor�rio e nem no local de trabalho para n�o acumular servi�o e evitar acidentes...rnrnrnrnOBSERVA��O: Os nomes foram trocados para preservar as identidades, mas o conto � real.

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