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A DAMA E A PUTA

Ela chega em casa depois do exausto dia de trabalho. N�o tem vontade de descansar, dormir. Quer correr, amor, gozar. � lua cheia e como loba sente-se agitada, quente, excitada.



Seu marido j� dorme na frente da tv. Ela ainda � uma Dama e como tal resigna-se com seu destino.



Resolve tomar um banho demorado. Deixa a �gua quente do chuveiro correr pelo seu corpo. Sente as gotas descendo pelo seu cabelo, correndo pelo colo, passando por seus seios, pingando no bico r�gido.



Outra gota corre por sua barriga, passando por seu umbigo, se perdendo na sua vulva.



Imagina uma m�o no lugar dessas gotas. Mas n�o uma m�o masculina ..... e sim uma m�o feminina delicada, de dedos longos. Uma m�o que passeia pelo seu corpo com tanta paci�ncia que chega ser cruel. Passa por seus seios, toda seus bicos, desce pela barriga, chega nos seus p�los p�bicos. Diante dessa imagem, com a sua pr�pria m�o, a Dama toca sua vulva molhada e quente. Ela se agita com essa imagem. Seu pudor n�o permite tal ousadia. Mas a Puta que existe nela, ri de tanto pudor diante de um prazer maior. A Dama encerra o banho rapidamente como querendo fugir dos pensamentos, mas isso � em v�o.



Come�a a se enxugar rapidamente at� que se contempla no espelho. Gosta do que v�. � uma mulher de pele clara, pernas grossas e seios fartos. Possui curvas arredondas e convidativas para o sexo. Ela fica excitada com a pr�pria imagem no espelho. Parece ser outra mulher. Pega um creme arom�tico e come�a a passar pelo corpo, lentamente, continuando a se contemplar no espelho.



Novamente imagina aquela m�o delicada lhe tocando. Passa a m�o nos seios. Eles s�o fartos, enchem a m�o de prazer. Os bicos est�o duros. Ela sente vontade de sug�-los. Com os dedos brinca com eles. Sente-se excitada. Sua vulva est� ardente. Pensa nela com prazer. Uma das m�os desce at� a xana e come�a um doce movimentos no clitores. Sente prazer. Instintivamente, d� in�cio a um vai e vem dos quadris. Sua respira��o se acelera e � mais forte. Ela n�o fecha dos olhos. Como um voyer, se v� no espelho, admirando o que contempla. V� uma m�o delicada explorando com fome sua vulva. V� uma m�o apertando o bico dos seus seios. V� uma express�o de gozo no rosto daquela no espelho.



Est� t�o excitada que chega ao cl�max rapidamente. Sentiu prazer mas n�o saciedade. Est� com o rosto vermelho e n�o sabe se � de prazer ou de vergonha.



Coloca sua camisola de seda e vai para cama. A Puta que mora dentro dela se revoltar em ter que dormir t�o excitada. Quer mais. Quer se libertar das amarras convencionais e morais. Quer experimentar. Quer se surpreender. A Dama vira de lado e dorme.



Come�a a sentir um cheiro gostoso, meio doce, meio madeira. Fica envolvida por ele como um abra�o. De repente, sente um beijo de l�bios delicado, l�bios de mulher. N�o tem medo, apenas prazer. Abre a boca e deixa aquela l�ngua explorar sua boca. Sente um corpo sobre o seu. Gosta da sensa��o dos dois pares de seios se tocando. Isso a excita. Brinca com os bicos da outra. De repente aquela boca abandona sua boca e come�a a sugar seus seios. Suga ao mesmo tempo com sofreguid�o e delicadeza. A Dama n�o foge pois a Puta a domina. Mais uma vez sai a Dama e entra Puta. Sente fome e por isso come�a a sugar o seio da outra. No come�o acha algo estranho mas gostoso. Por fim se abandona aos instintos. Passa a ponta da l�ngua nos bicos. Delicia-se em sentir que eles v�o se enrijecendo com seu toque.



A Outra se afasta. Come�a meio que beijar meio que lamber sua barriga. Excitada, a Puta se contorce, movendo os quadris, se oferendo. Est� t�o molhada que sente escorrer o l�quido do prazer da sua xana.



A Outra, com delicadeza, abre suas pernas, expondo sua intimidade. H� um cheiro de sexo no ar. H� um cheiro de gozo.



Com habilidade, a Outra abre seus l�bios maiores e com a ponta da l�ngua come�a um deliciosa vai-e-vem no clitores. A Puta geme de prazer. O vai-e-vem antes lento, acelera. A Puta movimenta os quadris, buscando mais prazer. � uma loba que a est� devorando.



A Outra come�a a chup�-la. Suga os l�bios maiores, depois os menores, sem deixar de manipular o clitores. Vai descendo a l�ngua at� encontrar o canal e penetr�-la. Aquele pequena extens�o daquela doce boca provoca maravilhosas ondas de prazer.



Gulosa, a Puta quer mais e puxa aquela boca mais para perto de si. Quer ser devorada. A Outra n�o para e a Puta goza com plenitude. A Outra continua a sug�-la, chupando seu gozo e continua a toc�-la com a l�ngua no seu sens�vel clitores. N�o para, n�o diminui o ritmo. E a Puta nem teve tempo de se recuperar do gozo e est� excitada novamente. Sente a l�ngua penetrando-a vorazmente. Movimenta os quadris, esfregando a xana naquela boca. E rapidamente chega mais uma onde de gozo.



A Dama abre os olhos. Est� ofegante. Seu marido dorme profundamente ao lado. Meio indecisa, ela toca a sua vulva. Est� cheia de gozo....O pudor volta e ela dorme assustada com tamanho prazer.



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