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MINHA NAMORADINHA � UMA VADIA( AMO-A DESSE JEITO)

Namoro com a Renata h� cerca de dois anos, sempre tivemos nossas intimidades, mas ela era virgem e eu respeitei isso.Por isso s� fomos transar depois de mais de um ano de bulina��es, chupetinhas, boquetes, cunetes...Neste ano em que preservei o cabacinho dela rolou de quase tudo...s� n�o rolou anal e sexo na buceta,mas eu esfregava o pinto na xota deliciosa dela,lambia sua bucetinha linda,ela tamb�m me retribu�a na base do boquete e da punheta.



Come�amos a fazer sexo e logo ela j� se demonstrava uma perfeita putinha, a Renata � uma menininha muito delicadinha, tem 19 mas com um corpinho e rostinho de 14...linda,parece uma boneca:dois peitinhos mi�dos, bundinha redonda e pequena.Passamos a foder quase todo dia,at� que surgiu, na escola em que ela, ainda, estuda a id�ia entre as suas amigas de fazer uma festinha caliente na casa de uma delas.A Renatinha perguntou se eu queria ir, e eu, j� vendo que o neg�cio n�o ia prestar n�o pensei duas vezes.



Chegamos no apartamento da colega dela às tr�s da tarde,era um s�bado bem frio, o apartamento era bem pequeno e o clima de putaria parece que tinha se instalado, muito embora houvesse ainda um recatado cuidado por parte de todos.Quando chegamos s� estavam a Juliana( a dona da casa) o Arthur e a Mariana Guedes .Ali�s, quando vi a Mariana j� pensei no que em com�-la.Mas n�o podia dar bandeira:hav�amos combinado que era uma festa quente,n�o uma putaria.A id�ia era assistirmos um filme er�tico, fazermos umas brincadeiras e ir cada qual pro seu canto,todos t�nhamos namoradas.



Bem, foi chegando mais gente,at� que os 5 casais estavam completos Eu e Renatinha, Ju e Barreto, Rafael e Marina, Mariana e Waldo,Fernanda e Jefferson.Nos amontoamos nomeio da sala, era imposs�vel n�o nos tocarmos naquele cub�culo enquanto rolava um filme bem antigo de putaria.O clima estava esquentando e as cervejas j� estavam fazendo o povo esquecer do trato inicial,mas havia ainda um toque de timidez que continha os avan�os.



Durou muito...com cerca de meia hora de filme e umas dez garrafas de ceveja entornadas, Fernandinha prop�s que desligassemos fossemos pro quarto brincar um pouco,a id�ia,disse ela era que as meninas ficassem em cima da cama e os meninos ao redor.Os meninos fariam uma rodada de adedonha e quem perdesse veria namorada tirar uma pe�a de roupa...



Confesso que fiquei nervoso e perdi 3 rodadas seguidas:o vestido, o suti� e pronto:Renata era a primeira a ficar nua:seus seios durinhos,sua boceta em flor faziam os quatro babarem e eu tremer de nervoso.Fiquei ainda mais tenso quando vi a Juliana uma negra escultural de 1.80 tirar a calcinha sob a saia.Era a primeira pe�a que ela tinha sido obrigada a tirar e ela surpreendeu tirando logo de cara aquela pe�a que deveria ser a �ltima.



Eu n�o aguentava mais de tes�o e n�o sei se percebendo isso, Renata pediu pra sai comigo pra sala j� que n�o t�nhamos mais nada a fazer no quarto.O que se ouviu foi um grande N�O,mas permitiram:voc�s j� podem come�ar a fuder se quiserem,mas aqui, na nossa frente.Thamyris topou e em segundos est�vamos trepando no tapete,eu com a cara enfiada entre as coxas roli�as da minha putinha , n�o t�nhamos mais reservas e ela pediu um pau pra chupar.Logo a minha puta, que alguns poucos meses antes era uma virgenzinha com medo de sexo estava sendo chupada e chupando.Havia chegado a minha hora de ser corno, eu sabia.A adedonha s� durou mais 3 rodadas.Logo n�o havia mais um ningu�m vestido naquele apartamento,exceto pela Juliana que, talvez por fetiche, continuava com uma blusinha mas nada que impedisse que calagasse a pir�ca preta do Barreto no meio da sala.Os gemidos se espalhavam por todos os cantos e os an�ncios de orgasmos j� se aproximavam...



Eu fudia a Thamy por toda a casa, fomos at� a cozinha, Rafael trepava com a Mariana,que tinha erguido a perninha lindamente sobre o Botij�o de g�s...era,sem d�vida a mais linda:muito parecida com a Fernanda Paes Leme, um pouco mais clara apenas e mais magrinha.Botei a Thamyris com o rabo empinado, apoiada na pia e meti de novo a piroca...Quando anunciei que ia gozar, aos berros, ela n�o se conteve e pediu para eu melecar sua xoxota de porra.



Chupei a sua buceta mais uns dez minutos, sorvendo em parteminha pr�pria porra e fui dormir.L� estava eu pelada�o na cama, ao lado da Fernanda.Comecei a brinar com seus peitinhos, perguntei se o filho da puta do Jefferson a tinha tratado bem, ela sorriu safadamente e abriu suavemente para me mostrar o grelo vermelho de tanta pirocada.Ouvia o burburinho das piadinhas sujas na sala e o som da m�sica rolando,um cd da Ivete Sangalo,mas nada me faria levantar da cama...estava morto e fiquei feliz ao ver que a Fernandinha tamb�m estava.Dormimos ali,como dois namoradinhos.



Acordei eram por volta da 22 horas .Fernanda ainda dormia e eu ouvia gemidos do quarto,fui ao banheiro, bochechei com um pouco de pasta de dente e �gua e tomei um susto a o chegar à sala. Juliana e Mariana sentadas no sof�, se masturbando mutuamente .Marina fodendo com o Jefferson no outro sof� e minha pobre e inocente Renata levando sendo estuprada pelos outros tr�s:a brincadeira era o rolaentrando, minha namoradinha estava de quatro com um safado fudendo sua bocetinha por tr�s e outro fudendo sua boquinha linda de boqueteira,a cada minuto eles trocavam, o que estava de fora metia na boceta o que estava na boceta ia pra boca e o que estava na boca esperava dava a pica pra minha vagabundazinha punhetar.



N�o me contive,puxei uma cadeira,sentei com cara de babaca comecei a minha solit�ria.S� descansei da punheta quando Juliana veio me chupar o pau.Gozei logo, quando abri os olhos Renata estava com a cara toda cheia de porra,com a buceta arreganhada, no meio da sala...a vadia tinha feito todos os tr�s gozarem na sua boca e eu n�o poderia estar mais satisfeito.At� a noite de domingo s� rolou putaria na casa da J�.Eu conto o resto depois.

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