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A GOSTOSA DO CARTORIO

Oi, aqui estou escrevendo o meu 1ª conto, espero que voc�s gostem. Tenho 29 anos, moreno, olhos escuros e corpo de propor��es normais.

Sempre tive um tes�o enorme na tabeli� do Cart�rio da minha cidade,uma cidade do interior de Pernambuco, ela � uma morena muito gostosa de uns 42 anos, divorciada com 1,80 de altura, olhos verdes, corpo atl�tico e muito sarado, uma verdadeira DEUSA sempre muito vaidosa, nunca passa mais de 1 ano sem fazer uma liposinha b�sica para n�o deixar a peteca cair, desejada e cobi�ada por todos na minha cidade apesar de ter a fama de um pouco rodada, ainda deixa muito marmanjo de pica na m�o. Bom, vamos ao que interessa, desde quando tinha uns 19 anos sempre fui muito tarado nela, e nunca tive coragem de demonstrar essa minha tara, por imaginar que por ser mais novo que ela essa minha fantasia nunca se realizaria, at� que depois de um tempo resolvi investir secretamente nela, comprei um chip de celular de numero desconhecido, que ningu�m conhecia e depois de muito insistir consegui o numero do celular dela e comecei a enviar mensagens an�nimas pelo celular, sempre dizendo o quanto era louco por ela, às vezes enviava de dentro do cart�rio mesmo, s� para ver a rea��o dela, no inicio fiquei com medo, pois ela fazia uma cara de poucos amigos quando recebia as mensagens, mas insisti e com o passar do tempo a medida que a sua curiosidade aumentava, percebi que o seu semblante tamb�m mudava quando recebia as mensagens, da� passei a enviar flores anonimamente, e o seu encanto com o passar do tempo s� aumentava, resolvi ent�o a dar a minha cartada final, marquei via celular um encontro em uma cidade vizinha, que � bem maior que a minha pois ela tinha medo por estar em cargo de destaque em uma cidade pequena, de ser vista em local publico com uma pessoa, que at� ent�o ela ainda nem conhecia. Depois ela me confessou que o medo dela era por que j� sabia no que iria dar esse encontro.

No dia marcado, com muito medo da rea��o dela fui ao seu encontro, esperei ela chegar para s� depois me apresentar, ela estava mais uma vez divina, com um vestidinho de al�as na altura dos joelhos e de tecido bem fininho que marcava todo o seu deslumbrante corpo, a calcinha se percebia que estava enterrada no rego, respirei fundo e me apresentei, ela quase desmaiou de susto quando descobriu quem era seu admirador secreto.

-Tenho idade de ser sua m�e.

- Mas, ainda bem que n�o �, faz muito tempo que sou louco por voc� e essa foi a �nica maneira que tive para lhe chamar a aten��o, quer dizer que voc� n�o gostou de ser cantada do modo que lhe cantei?

- Realmente, nunca ningu�m teve essa imagina��o toda para se chegar at� a mim, � verdade que tamb�m j� havia percebido os seus olhares me comendo, faz tempo.

Nessa altura j� hav�amos bebido algumas ta�as de vinho que j� subiam para a cabe�a, ent�o come�ou a tocar uma musica propicia para ser dan�ada a dois, aproveitei a oportunidade e a chamei para dan�ar num local mais discreto da boate, ela depois de pensar um pouco aceitou.

Fomos para um cantinho e devagarzinho come�amos a dan�ar, de inicio com um pouco de pudor, mas depois de algum tempo nos soltamos e o clima come�ou a esquentar quando a agarrei mais forte e percebi que ela sentiu minha pica (que j� estava quase rasgando minha cal�a) tocou suas coxas, senti sua respira��o acelerar, resolvi beijar seu pesco�o, que de pronto fui respondido com um arrepio acompanhado de um gemido baixinho, era a deixa para ir ao ataque, da� para frente s� avancei,fui passando a m�o por as suas costa at� ir descendo para a sua bunda, que apertei com for�a por cima do vestido, ela soltou um gemido um pouco mais forte, ent�o eu fui at� a sua boca e lhe meti um beijo bem demorado, nossas l�nguas se entrela�aram, nunca imaginei uma boca t�o deliciosa o quanto aquela que estava beijando, a chamei para sairmos dali, que ela de pronto aceitou fomos para o carro que estava estrategicamente estacionado numa rua mais deserta, pr�ximo dali,quando entramos no carro essa mulher se transformou numa cadela no cio, n�o quis nem saber se estava em plena rua, j� foi me puxando e me beijando, com uma vontade que parecia que iria me engolir todo, apertou minha pica por cima da cal�a como quem a queria arrancar dali, eu comecei a passar a m�o por suas coxas levantando o seu vestido, e subindo at� tocar aquela xaninha que j� estava encharcada de tanto tes�o, afastei a calcinha dela para o lado e meti dois dedos naquela gruta �mida, ela foi a loucura, me pedia para a fuder todinha, ent�o alternei entre a sua bucetinha e o seu cuzinho que piscava sem parar, nesse momento ela abriu a minha cal�a, que de pronto a pica saltou como um passarinho quando v� a gaiola aberta, ela sem nenhum pudor caiu de boca, chupava com uma maestria sem igual, ia da cabe�a aos meus test�culos deslizando aquela l�ngua deliciosa como quem queria engolir cada mil�metro de pica, eu j� estava embaixo dela num 69 alucinante, lambia o seu clit�ris de forma que parecia a ultima coisa que iria por na boca pelo resto da minha vida, ahh que delicia, que sabor �nico, chupei aquele cuzinho apertadinho e piscante de forma maluca, e ela continuava a engolir todo o meu caralho nesse momento gozei um jato forte de porra quente e grossa que ela engasgou, mas n�o deixou cair nem uma gota fora, bebeu tudo, ela rebolava feito uma puta na minha l�ngua, foi quando senti que ela come�ou a tremer e desfaleceu.

Resolvi ent�o tocar o carro, para um motel que tinha pr�ximo dali, chegando l� de imediato ela foi para o banheiro tomar um banho, liguei um sonzinho bem rom�ntico e fiquei esperando minha DEUSA sair do seu merecido banho, ela saiu divinamente linda coberta com um roup�o e come�ou a fazer um strip-tease muito sensual, minha pica j� dava sinais de vida novamente, quando ela tirou o roup�o tive uma miragem, todos os meus sonhos viraram realidade, chupei mais uma vez sua buceta que estava bem cheirosinha, j� n�o aguentava mais, e a deitei, abri suas pernas, e meti com uma vontade de quem estava tendo a sua primeira transa, ela chorou de tes�o, me chamava de seu macho, dizia que era a minha cadela, me pedia para meter fundo nela, para a arrobar todinha que ela queria sair dali extasiada de prazer, metemos durante quase uma hora sem parar, at� que pedi para ela virar e ficar de quatro, ela atendeu de pronto e ficando com aquele cuz�o rosado, piscando na minha frente, peguei um lubrificante enchi a m�o e meti um dedo depois outro e mais outro para ela ir se acostumando com a tora, minha pica n�o � t�o grande mas � bem grossa, ent�o meti de uma vez ela soltou um grito fino, mas logo estava rebolando com minha pica toda enterrada dentro do seu cuz�o, ela falava palavras desconexas, pedia mais e mais pica dizia que nunca tinha sido comida daquele jeito, que nunca teve um macho de verdade como tinha naquele momento, nesse momento senti quando ela se contorceu toda, o seu cuzinho parecia que queria arrancar minha pica fora, ent�o comecei a gozar e ela tamb�m, grit�vamos feito loucos e ca�mos extasiados na cama. Ent�o ela me confessou que sempre teve vontade de dar o seu cuzinho a um macho mais jovem que ela, depois desse dia, viramos amantes e muitas outras historias vivemos; como aquela vez que comi ela e suas duas deliciosas filhas no seu sitio de veraneio, mas essa � outra historia para ser contada em outra ocasi�o.



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