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PUTA*****IV-GOZADA DUPLA

PUTA*****IV-Gozada Dupla







As transforma��es continuavam a correr no meu corpo e explorei ao m�ximo a minha �ltima descoberta. As melhores horas foram as dos banhos pois eu conseguia brincar com o novo apendice, apesar dele estar coberto, pela pele do meu saco.

A descoberta me revelou uma nova maneria de gozar, sempre tive a curiosidade de saber o que as mulheres sentem, e devido a minha experi�ncia vou descrever agora.

Uma manh� quando estava sozinho, ao despertar e com todo mundo saido para trabalhar, peguei e pregui�osamente, comecei a tirar o pijama debaixo do sobre len�ol e fiquei nu. O toque do tecido na pele j� era uma del�cia, quando tocou o biquinho do meu peito ent�o, o meu pauzinho endureceu na hora, � um tes�o muito grande, mas eu queria saber o que as mulheres sentem, para ver se � melhor que o gozo dos homens, cuja sensa��o eu j� conhe�o.

Comecei a massagear os meus peitinhos, tentando esquecer o meu pau, n�o conseguia, o lado masculino estava falando mais alto, ele estava rijo. Fui at� a comoda da minha m�e e peguei uma meia cal�a dela e vesti, fiquei me admirando no espelho, de costas vi que as curvas do meu corpo insunuavam o de uma menina em transforma��o, a bunda errebondada e cintura meio fina, virei de frente e l� estava o pau no meio das minhas pernas, o que destoava totalmente do que eu queria. Meio escondido pela meia cal�a mas estava l�, peguei um esparadrapo tipo "micropore", destes de papel bem fino, da cor da pele e prendi o meu pau e o saquinho bem esticado na minha barriguinha, escondi tudo, ele ficou virado para cima. Em seguida peguei uma tesoura e cortei a meia cal�a, bem no local que sentia a bucetinha escondida. O contraste da meia cal�a meio escura e a minha pele descoberta no local, que era mais branquinha, parecia que eu naquele momento n�o tinha penis e sim uma bucetinha fechada, pois a emenda que n�s temos do penis at� o cuzinho, ficava muito evidente. Para parecer mais ainda, peguei um pincel preto e desenhei os contornos, fiquei com uma verdadeira buceta entre as pernas, parecia uma menina, mesmo. Voltei para a cama e com um �ntimo-gel, lambuzei a �rea e comecei a massagear o meu clitoris. Abri bem as pernas e apertava, at� bati de leve em cima, e nada, a inexperiencia dizia que eu deveria tentar outra coisa,instant�neamente acabei lembrando como o meu maninho havia me feito gozar e comecei os movimentos circulares, n�o conhecia direito a maneira, mas em suave compress�o fui aprendendo, a medida que o clitoris vai inchando e ficando durinho, fui intensificando com maior press�o. A massagem vai fazendo o corpo aquecer, os p�s ent�o concentram um calor enorme, a gente fica com vontade de ficar mexendo, querendo ro�ar mais e mais, os mamilos enrigecem, os m�sculos da barrigua tamb�m, a respira��o fica ofegante, sem controle algum e come�a a ficar descompassado, fren�tico. As batidas do cora��o ficam aceleradas, os olhos querem ficar fechados, mas o prazer n�o deixa e a gente come�a a ficar abrindo e fechando, hora arregalando-os. A sensa��o � de total entrega, d� vontade de escancarar as pernas, abrir tudo para recebe alguma coisa para preencher, o calor e o descontrole v�o aumentando e crescendo mais e mais, at� algo explodir por dentro num prazer indescrit�vel, m�gico e sem querer soltei um gemido aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. O gemido tomou conta de toda a casa e com certeza a vizinhan�a tamb�m deve ter ouvido.

Meio cansado recostei no travesseiro e fiquei a desfrutar da nova sensa�ào, deliciosa, senti um orgasmo legal. Soltei o micropore e verifiquei que o pau estava s� lubrificado, com gotinhas destas que saem antes de soltar a porra toda, n�o havia gozado masculinamente, tudo ocorreu conforme eu queria. Para completar, restava gozar e espelir os meus espermas, soltei o meu pau e comecei a bater uma punheta, no princ�pio ele n�o ficou ereto, deve ser pela gozada clitoriana, ent�o peguei fui ao computador e entrei no site "contos er�tiocos" e lendo um dos contos publicados do "Gross�o", ele deu sinal de vida e acelerei a punheta at� gozar, senti que realmente os gozos s�o diferente, o masculino tem o �pice quando a produ��o de espermas come�a a preencher o canal da uretra e explode quando este sai pela boquinha do penis. A sensa��o � de completar uma jornada e uma miss�o, de cumprir algo. � bem diferente, mesmo, nesta a gente acha que precisa estar dentro de algo apertado(tanto que expremi ao m�ximo o pau na hora), que dificulte os movimentos de apertar e n�o permitir o acesso. Gozei sentado na cadeira do escrit�rio. Puta merda, que maravilha poder conhecer os dois lados, sou um ser iluminado pensei.

Quando fiz 19 anos n�o tinha mais como esconder, os seios cresceram e tive que falar com meu pai.

- Pai, preciso ir consultar um m�dico, est�o acontecendo coisas comigo.

-Que coisas voce est� falando?

-D� uma olhada no meu peito, olhe como eles est�o crescendo demais. Levantei a camiseta e mostrei para ele.

- Nossa, est�o grandes mesmo e s�o macios, como seios de uma menina.

-Pois �, n�o � estranho?

-Realmente,, vamos consultar um m�dico imediatamente.

Achei a atitude dele muito legal, afinal as d�vidas poderiam ser sanadas.

Passaram-se duas semanas e finalmente chegou o dia da consulta.

Fiquei meio apreensivo, afinal era uma consulta imporante.

Chegando ao consult�rio, pedi para o meu pai esperar na sala e entrei sozinho.

-E ent�o, qual � o problema que est� incomodando?

-Bom doutor, o caso � que o meu corpo est� se transformando veja s�.

Comecei a tirar a roupa e mostrei os peitinhos inchados, sem o maior pudor.

-Ora isto n�o � coisa para se preocupar, menina. Estas transforma��es ocorrem no corpo das meninas, quando chegam a esta idade como a sua.

-Com certeza, mas como se faz quando tenho um penis no meio das pernas?

-Nossa, deite-se na cama que vou examinar. Abra bem as pernas, hum � como desconfiava, o seu penis � pequeno e atrofiado. Voc� sente atra��o por meninas?

-Sinto e at� transei com algumas mas como o pinto � pequeno, n�o consegui penetr�-la direito, mas gozei muito.

-Mas doutor, outro dia o meu irm�o descobriu algo a mais, toque abaixo do saco e veja.

-Que � isto, parece uma abertura, vamos fazer uma ressonancia magn�tica para ver.

Depois da ressonancia, ele disse.

-Olha eu nunca havia visto isto antes, sempre soube de casos de hermafroditismos, mas o seu � interessante. Olha aqui, nesta imagem, est� vendo uma vagina, e ele � completa, tem at� um clit�ris. Normamente falta uma parte que se recomp�em atrav�z de uma cirurgia, cortando a parte cavernosa do penis aproveitndo a sensibilidade da glande, mas voce n�o precisa, tem os dois sexos em desenvolvimento.

-E a� doutor o que eu faco?

-Ainda nada, precisamos esperar o desenvolvimento total, que vai acontecer quando voce tiver 19 anos, at� l� ter� que ter paciencia.Vou falat com o seu pai e vamos aguardar, mas quero que venha ao consult�rio daqui a quinze dias para novos exames.

Ele contou o caso ao meu pai, mas com a ignorancia de um pedreiro, n�o entendeu nada e fomos embora para casa. Meu pai deixou em frente a porta de casa e foi trabalhar. Ao entrar fui abordado peo meu irm�o.

-E a�, J� o que o m�dico disse?

- Ele disse que eu tenho uma anomalia, que sou hermafrodita?

-O que?

-� hermafrodita � aquele que tem os dois sexos, e que tenho que esper at� completar 19 anos, para definir o que fazer.

-Bom, vou tomar um banho, para me refrescar.

-Posso ir com voc�?

-Ta bom, vamos juntos, n�o tenho nada a fazer mesmo.

Entramos na banheira e ligamos o chuveiro, o mano foi logo me ensaboando o corpo e eu comecei a sentir o gosto de ser tocado novamente.

-O J�, que corpinho gostozinho, posso fazer uma coisinha para voce se sentir melhor?

-J� t� muito gostoso ser tocado pelo corpo todo, mas fa�a o que quizer.

Para n�o ficar olhando o que iria fazer, deitei no fundo da banheira e fiquei sentindo a �gua cair no meu corpo.

Ele pegou o aparelho de barbear e passando a espuma nos pelos entorno do meu penis, come�ou a raspar, sentindo a lamina tocar na pele, abri os olhos e fiquei a apreciar a cena da lamina cortando todos os pelos deixando tudo peladinho.

-Viu que legal, agora voc� pode passar a m�o e sentir melhor a sua bocetinha, toque para ver.

-Nossa, que gostoso, d� para sentir direitinho a bucetinha, gostei.

-Espera a�, ainda n�o acabou, agora vou depilar os pelinos debaixo do bra�o, para ficar relmente como uma menininha. Assim, ficou todo depilado, passe o sabonete voce mesmo no seu novo corpinho.

-Que delicia, o meu corpo sem pelos � muito gostoso de tocar, obrigado.

-Bem j� que voce ficou uma menininha muito gostosa, que tal satisfazer avontade de um machinho que est� com o pau estourando de tes�o?

-Claro meu macho, deixe eu dar um trato em voce, deite na banheira e feche os olhos.

Ele obedeceu e eu comecei a esfregar o meu corpo lisinho, todo ensaboado, fazendo ele sentir os meus seios no peito dele. Fui deitando por sobre o corpo dele e num momento de puro prazer, dei um beijo na boca dele. Ele tentou uma rea��o negativa, mas com bastante vigor, apertei o pau dele com as minhas coxas e fiz com que o pau escapace de algo apertado, ele deu um gemido de tes�o. Era a deixa que estava gostando e correspondeu ao meu beijo, me apertando nos bra�os, acraciando a minha bunda e seios.

Ficamos assim por uns minutos, tava muito gostos, mas como eu me propuzera a satisfaze-lo, afastei dele e abri o chuveiro, que come�ou ajorrar �gua nos nossos corpos, tirando todo o sab�o. N�s levantamos e eu enrolei a toalha no meu corpo e ele se enchugou em outra, pegurei no pau dele e dirigi para a cama.

-J� que del�ci.........................

-N�o fale nada, s� deixe que eu fa�a tudo, deite a�.

Ele deitado com o mastro apontado para o teto, fez com que sentisse muito tes�o, sentei na barriga dele e comecei a beij�-lo todo, fui descendo, acariciando o peito dele e ro�an os meus peitinhos no pau em riste de dele, fui descendo at� que deixando o pau enroscado num dos peitos, fiz press�o at� que o pau encostasse nas coxas dele e esperando que ele escapasse, abri bem a boca e num passe de m�gica, consegui abocanhar aquela pe�a deliciosa.

Ele gemeu mais ainda, comecei a sugar a cabe�ona, coisa que n�o tinha feito ainda, um gosto meio salgadinho comecei a sentir, acendendo mais o meu tes�o. Lambi as bolas do saco dele e comecei a bater uma punheta de leve, ele come�u a pulsar na minha m�o, pensei assim ele vai gozar logo e eu mal comecei, parei e deixei ele se acalmar.

Peguei a bisnaga de lubrificante na cabeceira da cama e expremi metade na ponta do pau dele, ele se contorceu com o contato geladinho e gemia, o corpo n�o atendia ao seu comando, agora chegou o ponto que eu queria.

Posicionei novamente sobre o corpo dele e acariciando pau como se fosse continuar a bater uma punheta, apontei bem para a entrada do meu cuzinho, ardente e desejoso de uma rola dentro, desci com todo o meu peso, fazendo entrar todo aquele pau cheio de veias, num lance s�.

-Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, me come toda, sou sua putinha .

A enfiada foi dolorida demais, mas ele urrou de prazer, puxou o meu corpo para cima dele pela cintura e me abra�ou.

Eu estava entregue inicialmente pela dor, que foi cedendo aos poucos e quando ele come�ou a estocar levemente, o prazer novamente me invadiu, ajeitei o corpo e fiquei ereto, ele percebendo que eu come�ava a gostar tamb�m, dirigiu a m�o para a dire��o do meu saco a procura do meu grelinho.

H�bilmente ele come�ou a fazer movimentos circulat�rios entorno dele, fazendo sentir um tremendo calor nos p�s e eu comecei a rebolar na rola dele e fui me entregando, mais e mais.

A sensa��o era de completo prazer, e foi aumentando, aumentando, at� que o calor da esperma dele me invadindo as entranhas e a massagem fez com que eu gozasse tamb�m.

-Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, to gozando com voce meu macho, como voce sabe fatisfazer uma putinha, que del�cia.

-ADOREI, QUERO DAR SEMPRE PARA VOC�, MEU MACHO TESUDO.

Ao dizer isto deixei o corpo descansar sobre o dele e ainda ganhei um belo belisc�o na bunda, antes de adormecer naquela posi��o, o pau dele entalado no meu cuzinho, ainda mostrava sinal de vida e ma causava tes�o. Para aumentar mais o tes�o ele fazia o ojeto de prazer pulsar dentro do meu cuzinho, � uma del�cia pois ele cresce e abre cada vez mais o cu.

Acordamos quase a noite, na hora do retorno do nosso pai ..............................



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