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HELOISA 19 - VIREI A PUTA DOS GAROTOS DA FACULDADE

Conforme contei no �ltimo conto que escrevi, me tornei muito vol�vel de um ano pra c�. Comecei a dar para muitos caras e isso se tornou frequente. Paguei v�rios boquetes dentro da sala de aula, sem que ningu�m percebesse, vivia no colo dos garotos, as vezes dava pra eles no meio da aula, mas geralmente pro Lu que eu tinha bastante intimidade.



Meu namorado, o Beto, nunca percebeu nem soube de nada, como eu disse, eu dava pra v�rios caras mas era discreta e tinha boa reputa��o.



Um belo dia, estava eu na sala concentrada, sozinha em minha mesa resolvendo uns exercicios quando o Lu me chamou para ir at� a mesa dele. Tinham mais 3 garotos junto, o Bruno o Lucas e o Marcelo, e eles estavam me convidando para um churrasco da turma que iria acontecer a noite. Arroz de festa, topei na hora e disse que estaria l� as 19h. "Sem o namorado, Hel�!".

"Mas � �bvio", respondi. "A festa � da sala apenas."

Juro que falei na inoc�ncia.



Cheguei em casa, avisei o Beto. Ele pediu pra que eu fosse dormir l� depois da festa e que ligasse pra ele me buscar. Me senti mais segura assim e topei. Me arrumei perfeitamente linda, um vestidinho preto curto com botas pretas estilo coturno. O cabelo liso at� a cintura e uma maquiagem escura. Estava de suti� preto e sem calcinha pra n�o marcar na saia do vestido que era just�ssimo. Estava provocante, n�o vulgar. Passei perfume e fui.



Cheguei l� e n�o vi nenhuma das garotas da sala. Eles estavam todos na sala rindo e fumando, e viraram de s�bito quando cheguei. Estavam assustados com a minha beleza, nisso vieram uns 20 e me abra�aram apertado, me deixando no meio. Alguns "sem querer" apalpavam de leve algumas partes do meu corpo e abra�avam novamente. Meu vestido subiu um pouco, entao sa� dali e comecei a beber junto. E bebi um bocado de misturas malucas.



Era tarde demais. Eu realmente era a �nica mulher, e quando me dei conta do quanto bebi, estava sob a mesa da sala, dan�ando funk sem calcinha, descal�a e com o vestido ca�do nos seios. O Bruno me puxou pra baixo e arrancou meu vestido e meu suti�, comecei a dan�ar nua sob a mesa de vidro, feito uma puta. Me esfregava nos vasos, rebolava com o dedo na boca, e todos eles olhando estupefatos ao redor da mesa. Enfiava os dedos na buceta, segurava meus peitos, dan�ava at� o ch�o. Uma hora deitei no sof� e comecei a me masturbar. Estava nua, at� que o primeiro tomou coragem e subiu em cima de mim no sof�, me penetrando sem pedir, enfiando um pau quente e molhado pra dentro de mim. Pegou minhas pernas, jogou pra cima dos seus ombros e come�ou a bombar forte, na mesma hora que os outros come�aram a rir e vieram correndo. Esse primeiro, que n�o sei o nome, tirou o pau da minha buceta, e me jogou no ch�o da sala de quarto, deitando por baixo de mim estocando aquela pica grossa com vigor. Nisso o Lu berrou para a festa inteira: "Venham que tem putinha pra todos comerem na sala!"

N�o tinha sa�da mais... veio outro e enfiou no meu cu com tudo, enquanto outro j� se acomodava ao lado do que estava estocando e os dois come�aram a disputar um espa�o na minha buceta at� que os dois paus entraram rasgando tudo. L� dentro era uma briga de paus, dois na buceta, um no c�, at� que veio o primeiro na boca, o Lu que mandou eu empinar bastante o rabinho e ficar de quatro feito uma cadelinha que naquela noite eu ia tomar pica a noite inteira. Nisso meteu o pau todo melado na minha boca, chamando mais dois, eram agora tr�s paus na boca, dois na buceta e um no c�. V�rios batiam punheta ao redor e gozavam em cima de mim, me chamando de puta vagabunda, molhando meu rabo com porra desconhecida de mais de 20 machos...

Mas n�o havia recebido tudo ainda. Chupava aqueles tr�s paus, minha boca quase arrebentando quando recebi o segundo pau no meu cu. Estava totalmente arrega�ada, haviam 4 caras me comendo, 3 para os quais eu estava pagando boquete, e mais uns 20 gozando em cima de mim. Estava humilhada, de quatro no meio de uma sala levando em todos os buracos. Berravam "vamo l� cadelinha" e eu quieta, submissa, quando sa�am um da buceta outro j� entrava, a porra escorria e eles revezando meus buracos. J� havia chupado uns 30 paus e engolido muita porra, at� de estranhos que eram convidados.

Perto das 6h da manh� o �ltimo gozou no meu cu e foi embora. A casa era do Lu, dormi l� mesmo, mas ele n�o quis dormir comigo por que estava me achando muito nojenta, com porra escorrendo pelo corpo todo e fedendo a homem.

Caguei cerca de 2 litros de porra, e devo ter tomado mais de 1,5 nos boquetes que fiz.



Havia esquecido do Beto! Umas 8h da manh� sa� correndo escondida, peguei um taxi e fui at� o apartamento do Beto. Entrei sorrateira e deitei ao lado dele. Fiquei pensando na noite maravilhosa que tive, enquanto chupava gostoso o seu pau, minha maneira de dizer bom dia. Daquele dia em diante eu passei a me sentir uma verdadeira puta.

Resolvi virar uma vagabunda de verdade, e comecei a aceitar os convites para ser a putinha das festas, com muita frequ�ncia passaram a acontecer. Toda semana o Lu perguntava sem mais rodeios "E a� Helo, topa ser nossa putinha findi?"

Conheci lugares lindos, me levaram pra praia, pra churrascos, viagens mil. A cl�usula deles era eu viajar ou ir as festas totalmente disponivel, poderia estar no onibus dormindo, todos podiam me comer a qualquer hora que quissessem, sem pedir. N�o foram poucas as vezes que eu acordei com algu�m metendo no meu cu (eu tinha que viajar no onibus pelada) e outro na buceta. Passava horas chupando os paus deles, e tinha que engolir toda a porra.



Na sala de aula todos me respeitavam, mas sabiam que eu era a putinha e me tratavam com intimidade j�. Todos j� tinham me comido, at� mesmo os casados, ent�o passei a me soltar mais ainda. Virei amante de boa parte deles, e dava regularmente pra todos, inclusive pros casados quando me levavam pra "comer fora". Paguei um boquete uma vez pro Jorge, um casado, dentro do seu carro em frente sua casa, sua mulher chegando e eu ali chupando, fiz ele gozar na minha boca e ela veio falar conosco. Eu falava com aquela porra grudando no dente e escorrendo na boca. Ela percebeu que eu estava babando gozo do seu marido, e o proibiu de me encontrar. N�o conseguiu. Nos encontramos quase todo dia pra transar no carro dele.



Tudo isso durou meio ano at� eu conhecer o Carlos, um moreno de olho azul que mudou minha vida sexual pra sempre. Mas isso fica pra outro conto.



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