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DESEJOS OCULTOS DE UM MACHO QUE QUER SER COMIDO

Este conto � diferente de tudo que voc�s costumam ler por aqui, pois n�o tem um final feliz. Vou come�ar me apresentando: Tenho 27 anos, branco, 171m, 70kg, corpo e rosto visualmente atraentes, n�vel universit�rio e t�mido. Sou bissexual. Sempre tive fama de garanh�o pois pegava muita gatinha, principalmente na �poca da escola. As meninas gostam de um carinha bonitinho, educado e simp�tico. Entretanto, tamb�m sempre tive uma vontade imensa de ser explorado por um macho, ser despido e possu�do por um homem. Para mim, isto � meio complicado pois sou muito discreto e medroso demais. Levo uma vida de h�tero, apesar destes meus desejos ocultos. Ningu�m que convive comigo imagina que tamb�m curto homens. Al�m disso, s� sinto atra��o por caras com jeito de heterossexuais. Um olhar ou gesto delicado, j� me corta o tes�o. Apesar de eu tamb�m gostar de mulher e preferir as delicadinhas, com homem � diferente, n�o d� para explicar.

H� quatro meses atr�s, compramos um apto em Vit�ria (ES) para servir como nossa casa de praia. Fomos minha m�e, meu pai e eu para mobili�-lo. Compramos os m�veis e no dia de mont�-los, meu pai e minha m�e tiveram que sair e eu fiquei l� para receber os montadores. Estava esperando que aparecesse caras feios e sem gra�a. Mas para minha surpresa, quando bate a campainha e atendo, aparecem dois caras. Um era normal, n�o me despertou nada. Entretanto, o outro, era um cara de cerca de 20 anos, com uma camiseta que deixava ver seus m�sculos e at� seu mamilo, jeito de playboyzinho comedor (apesar de ser um montador de m�veis), muito bonito e muito gostoso. Tinha um olhar de safado, uma cara de que tra�ava todas as mulheres que lhe atravessassem o caminho. Estes tipos me deixam doido. Na hora que bati o olho nele meu cora��o disparou, parecia que iria sair pela boca. Isto tudo � tes�o acumulada por homem, n�o tenho d�vida.

Os cumprimentei e pedi que entrassem, mostrando os m�veis que deveriam ser montados. Mas eu n�o podia deixar transparecer que estava morrendo de tes�o por ele, pois tinha que manter minha fama de macho. Foi dif�cil, eu nem conseguia parar de olhar para ele, para sua boca, seus olhos, seus b�ceps, seus mamilos que de vez em quando, dava para ver. Mas eu sei disfar�ar muito bem, ningu�m percebe. Para completar, ele estava com uma cal�a de moleton, que dava para ver o contorno do seu pau. Uma parte da sua cueca tava aparecendo. Era branca.

Ele foi para os quartos montar guarda roupa e camas. Seu colega, ficou montando os m�veis da sala e da cozinha. Eu fui com ele para o quarto, pois disse que l� poderia precisar da minha ajuda. L�, come�ou a me lan�ar certos olhares. Achei muito estranho pois nunca tinha passado por uma situa��o assim, n�o sabia como reagir. Mas tenho certeza que ele me olhava com olhos de quem queria me devorar. Perguntou se eu lhe dava a permiss�o de tirar a camisa, pois estava muito calor. Eu disse que sim. Quando ele tirou, fiquei doido, at� perdi a fala e encarei a beiradinha da cueca que ficou para fora. � evidente que ele percebeu meu tes�o. Mas deve ter tamb�m percebido meu medo. Pediu que eu o ajudasse, segurando uma t�bua, que ele iria pregar. Neste momento, ele passou por tr�s de mim, para me ensinar, segurando minha cintura com uma das m�os e me explicando. Neste momento, deu pra sentir que o pau dele deu uma esbarradinha na minha bunda. N�o sei se foi por querer ou n�o. Neste momento, fiquei de lado, como quem n�o havia percebido nada e olhei nos olhos dele. Ele tinha um olhar de um predador que analisava a presa que ele queria muito devorar. Nunca tinha chegado t�o perto de ser devorado por um macho predador, como naquele momento.

Entretanto, o fato do amigo dele estar l� na sala, dos meus pais poderem chegar a qualquer momento e a d�vida se era isto mesmo que ele queria, pois ele n�o era nem um pouco afeminado, me fizeram recuar e me fazer de desintendido.

Fui na sala e quando voltei, ele continuava trabalhando, s� que tinha algo diferente nele: dava pra ver, por debaixo da cal�a, o contorno da sua pica totalmente dura. Fiquei maluquinho na hora que vi aquilo. N�o sabia o que fazer. Minha rea��o foi dizer que eu precisava sair e que eles ficassem a vontade, que eu voltava rapidinho. Nem pensei que eu estava deixando dois estranhos em casa. Sa� e quando voltei, eles estavam terminando. Na sa�da, ele j� estava de camisa, passou por mim, me cumprimentou segurando minha m�o, olhando profundamente nos meus olhos e disse: foi um prazer te conhecer. Mais uma vez estremeci e fiquei mais doido ainda pra cair de boca naquela pica e matar minha vontade. S� respondi: igualmente. Mas na minha mente eu estava dizendo: o prazer poderia ser maior ainda, caso eu tivesse a certeza do que voc� queria e eu n�o fosse t�o bobo e medroso.

Quando eles sa�ram, bati uma bem gostosa pro cara. Fiquei imaginando ele me arrancando a roupa ali no quarto,me agarrando por tr�s, me comendo, me fazendo gemer. Gozei com muita vontade.

Mas depois fiquei com �dio de mim. Por que tive tanto medo e n�o deixei rolar? N�o aguento mais guardar o meu tes�o. Preciso muito satisfazer este meu desejo. Ser dominado e ter meu corpo explorado por um macho.

Depois disso foi que tive a id�ia de vir para a internet tentar encontrar algu�m que me propiciasse ver este outro lado da vida. N�o vou negar que este � o motivo de eu estar descrevendo este acontecimento aqui.

Se voc� � um cara de at� 30 anos com cara e jeito de homem e que tenha interesse em comer um brother inexperiente e bem m�sculo (coisa de macho mesmo), me escreva. Adoro caras com estilo garotao, moleque sacana, mas que ao mesmo tempo � educado e carinhoso. Caras que tenham a manha de fazer um mach�o comedor de buceta se transformar numa putinha devoradora de pica. Afeminados e que frequentem o meio gls eu n�o curto (nada contra, s� n�o me atraem). Quero pelo menos encostar a m�o ou a boca na pica de um macho. Ou s� ter minha bundinha acariciada pelas m�os de um predador, j� me satisfaria. N�o aguento mais de tanta vontade. De preferencia do Espirito Santo, Minas ou Bahia, que s�o os locais onde viajo a trabalho. Me escrevam: [email protected]

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