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UMA LUA DE MEL INESQUEC�VEL

Caros Amigos este relato aconteceu na semana passada.



Como sabem sou negro, 1,74m, pernas grossas, bundinha arrebitada, barriguinha na m�dia, e sou casado uma mulata, seios fartos, pernas grossas, e uma bunda compar�vel a da Mulher Melancia.



N�s fomos passar a lua de mel em B�zios e ficamos num hotel muito legal, onde estavam hospedos v�rios argentinos.



Olha que rotina boa. Caf� de manh� farto, uma loirinha tesuda servindo, depois a van do Hotel levava a gente para as praias de B�zios, à noite a gente ia para o Centro curte à noite.



Chegava em casa a gente fudia muito. A minha esposa sabe como deixar um homem louco de tes�o.



Mas algo aconteceu de anormal no 4� dia de estada.



Pela manh�, por volta das 07:30 da manh�, eu escutei uma conversa de um cara e uma camareira que estava trabalhando no Bang�lo de cima.



Ele dizia que s� queria ter uma change com ela, que ele iria rasgar a bucetinha dela toda.



No primeiro momento a mulher deu um esporro nele dizendo que ela era mulher casada, e para ele procurar alguma solteira por ali.



Ai ele continou dizendo: " QUANDO EU TE PEGAR VOC� VAI SENTIR O PODER DA MINHA PORRA NA SUA CARA."



Na mesma hora a mulher reclamou dizendo: "� RUIM HEIN! NEM MEU MARIDO FAZ ISSO COMIGO."



Aquele conversa me deixou muito excitado, mas at� ent�o n�o sabia quem era a mulher.



Quando o cara foi embora resolvi matar a curiosidade e ver quem era a maluca.



Quando subi no quarto de cima ela estava arrumando o sof� totalmente de quatro, e balan�ando aquele rabo. Aquilo me chamou muito aten��o mas me contive pois afinal de contas estava em lua-de-mel.



Resolvi falar com ela, questionando sobre a conversa que escutei.



Ela no primeiro momento fingiu que n�o sabia que se tratava, depois pediu pelo amor de Deus para n�o realizar reclama��o na ger�ncia pois ela tinha dois filhos pra criar.



Resolvi me aproximar e dando um esporro nela sobre aquela safadeza que estava sendo falada.



Quando virei para ir embora para me dirigir a ger�ncia ela me agarrou pelo bra�o e perguntou se havia alguma coisa que ela poderia fazer.



Ela era uma morena com um corpa�o, peitinhos durinhos, olhos verdes claros, uma boca carnuda, cabelos grandes e lisos, uma verdadeira tesuda, mas apesar de um ligeiro pensamento, disse a ela que n�o haveria nada a ser feito e que eu faria a reclama��o na ger�ncia.



Ela ent�o foi mais abusada, foi logo segurando meu pau eu ainda de bernmuda perguntando se realmente n�o poderia nada para ela fazer.



Na mesma hora meu pau gerou volume, e ela foi logo abrindo o ziper da minha bermuda, botou meu pau pra fora e disse: "nossa que estupidez � essa"



"n�o interessa vou cair de boca assim mesmo"



Eu fiquei louco de tes�o e preocupado pois a minha esposa estava durmindo no quarto de baixo.



ela come�ou lentamente passando a lingua na cabecinha do meu pau e depois em toda a espessura indo at� o saco e depois voltando.



A� ele disse que adorva homens que se depilavam pois ela gostava de chupar at� as bolas.



Aquilo me deixou mais louco de tes�o e comecei a socar a minha rola negra naquela boca carnuda, primeiro devagar, mas depois muito r�pido e muito forte.



Ela correspondia muito bem me pediu para agarr�-la pelos cabelos e meter com vontade na boquinha dela.



A� de repente vi uma situa��o inusitada: Aquela vadia estava tentando engolir o meu caralho negro todo, (nenhuma mulher tinha sequer tentado fazer isso, muitas reclamaram do tamanho), ai eu disse a ela: " A putinha que engolir o meu rola toda"... "cuidado para n�o engasgar".



A� ela pegou firme. E ela quase conseguiu



Vi que ela n�o conseguia respirar pois a minha pica estava chegando na garganta dela.



O pior � que ela n�o estava nem a� e queria mais.



A� resolvi meter a m�o na xainha dela e vi que ela estava completamente molhada.



Eu disse a ela: " A vadia do neg�o t� molhadinha n�". T� gostando n� piranha".



Ela sem responder nada continuou mamando no meu caralho.



Sem pensar duas vezes tirei ela do meu pau, pedi para ela ir para o sof�.



Tirei a calcinha dela bem devararinho, e ela me olhava com aquele olhar de cadela.



Fui devagarinho acariciando o grelhinho dela, e ela come�ou a gemer e às vezes muito alto.



Pedir para ela colocar a almofada na sua boca porque eu s� estava come�ando.



Abrir as pernas delas e fui colocando devagarinho a minha lingua dentro daquela xoxota quente.



Enquando acariciava o cuzinho dela ia rodando com a minha lingua l� dentro daquela bucetinha.



Ela ficou louca de tes�o, tirou a blusa e o suti� e falou: "Aperta dos biquinhos da sua vadia vai".



Ent�o enquanto lambia aquela xana, comecei a apertar devagarinho os biquinhos dos seios dela.



Depois disso eu disse: " Agora o papai aqui quer meter gostoso na vadia dele"



A� Ela disse: "na xotinha n�o, pelo amor de Deus, Voc� via me arrombar e o meu marido vai descobrir".



Ent�o eu quero comer essa bundinha



Ela disse "poxa vai doer n�". "Se doer n�o � legal"



Olhe nos olhos dela e disse que se doesse eu pararia.



Coloquei ela de quatro, dei um tapinha naquela rab�o.



Ent�o ela disse: "Hum, d� de novo d� uma tapinha na sua vadia".



Ent�o dei outro tapa mais forte, agarrei as n�degas dela, as abrir eu dei uma lamdida bem forte no cuzinho dela.



Ela quando sentiu rebolou na minha cara e disse que queria mais.



ent�o comecei a passar a lingua v�rias vezes e muito r�pido naquele cuzinho apertadinho, e de vez em quando ela rebola na minha cara.



Resolvi cuspi no cuzinho dela e enfiar o meu dedo devagarinho.



Ela no in�cio resmugou. Algumas vezes pediu para tirar, mas finalmente resolveu deixar eu meter o dedo todinho no cuzinho dela.



Ela totalmente excitada pediu para eu meter bem devagarinho no cuzinho dela.



Fui colocando e ela gemendo muito pedia para tirar e foi assim umas cinco vezes.



At� em uma metida ela disse que eu poderia ir mais al�m, mas que era para ir devagar.



Nesse compasso fui metendo devagarinho naquele cuzinho, (naquele momento eu j� nem queria saber se minha esposa tinha acordado), e comecei a meter com mais for�a.



Ai eu perguntei: " A putinha t� gostando". "Quer que eu pare"



Ela disse: "n�o pode ir."



Ai fui mordendo as costas dela e senti que o meu cacete tinha entrado todo naquele cuzinho.



Foi nesse momento que a agarrei pelo cabelo e disse a ela: "Sua Piranha, voc� gosta de dar o apertadinho n�".



Ela gemendo disse que sim.



A� eu perguntei: voc� quer mais



ela disse: Enfia essa rola toda em mim



"Acaba comigo"



"me rasga todinha"



N�o pensei duas vezes.



Ainda com o pau no cuzinho dela comecei a enfiar mais forte e com mais for�a.





Ela gritava muito, mas disse para eu n�o parar.



Metendo naquele cuzinho e agarrando ela pelos cabelos perguntei: " A putinha t� gostando"



E Ela s� gemia n�o dizia nada j� com a cara na almofada para abafar o seu grito.



A� senti que eu ia gozar e retirei o meu pau do cuzinho dela e disse: " A vadia do papai vai levar porra na boca"



Ela ent�o me disse que n�o, j� meio fraca porque ela n�o gostava.



A� agarrei ela pelos cabelos e enfiei a minha rola naquela boca de novo e disse a ela: "Voc� n�o gosta disso, vai gostar do leitinho tamb�m".



Ela n�o resistiu e comecei a gozar na boca dela e quando tive a surpresa: Ela engoliu tudinho e ainda ficou lambendo os restos de porra de ficou no meu pau.



Depois disso nos vestimos e eu fui para o meu quarto, encontrando a minha esposa dormindo ainda.



No dia seguinte no caf� da manh� vi que ela ia fazer a faxina do meu quarto e disse a minha esposa que iia pegar a c�mera para tirar algumas fotos.



Quando l� cheguei, antes que eu dizesse algo ela me disse:

" S� engolir a sua porra porque estava com muito tes�o, mas nunca tinha feito com ningu�m". N�o era isso que voc� queria saber.



Ent�o eu disse: "Era tamb�m." Mas queria mesmo era saber o seu telefone para a gente n�o perder o contato."



Ent�o ela disse que n�o tinha telefone, depois disse que n�o iria dar pois aquilo que fizemos foi muito bom e que dev�amos para por ali, sen�o nossos casamentos iriam acabar.



Quando estava saindo com a cam�ra ela me disse: "Ah, agora estamos quites"



Eu perguntei: "Quite com o que?



"Quites". "Se voc� contar sobre aquela conversa que voc� ouviu na ger�ncia, eu conto a sua mulher sobre nossa transa.



Que safada.



Mulheres que quiserem me conhecer mehor eou dividir experi�ncias � s� me adcionar no MSM.



Abra�os a todos.

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