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A ENFERMEIRA SAFADA I

A enfermeira safada

Meu nome � La�s e sou enfermeira, trabalho no turno da noite. E certa noite como de costume cheguei no hospital e fui fazer a ronda pra ver se todos pacientes estavam dormindo e se estavam todos bem.

Faltava apenas um quarto e devagarzinho abrir a porta pra n�o acordar ningu�m, mas s� havia um paciente l� e pra minha surpresa notei um volume muito grande por baixo do len�ol, mim aproximei e lentamente fui puxando at� ver que o paciente estava sem cal�as e com o pinto ereto, estremecei na hora era muito grande e quando tirei o len�ol de cima ficou todo em pezinho como uma vara de duro, olhei pra ele que parecia dormir profundamente e passei a m�o puxando at� deixar aquela cabe�ona vermelha pra fora n�o resistir e chupei-a bem gostoso, esfreguei contra meus l�bios e j� imaginava aquele cacete entrando no meu cuzinho, mas fiquei com medo afinal estava em um hospital, dei mais uma chupada at� sentir um gostinho de porra saindo, mas o cobri novamente e sai dali, fui para o banheiro e bati uma siririca at� gozar da� passei os dedos e levei a boca imaginando o sabor da porra do paciente.

No outro dia de manha voltei ao quarto do paciente cacetudo e ele j� estava acordado e agiu naturalmente sem demonstrar que percebeu o que eu havia feito com ele, mas mesmo assim fiquei na duvida se estava fingindo que estava dormindo. Perguntei se estava tudo bem e ele disse que sim, eu preparava para lhe servir seu caf� da manha e fiquei de costa, propositadamente deixei uma colher cair e mim abaixei pra pegar levantando bem a bunda que ficou quase a mostra, ele ficou de olho e quando fui lhe servir ele pediu para que antes trocasse a roupa de cama que estava muito molhada de suor disse que havia feito muito calor durante a noite ele ent�o se levantou e pude perceber que estava usando um pijama um pouco transparente que evidenciava que estava sem cueca e principalmente com o pau no mesmo estado da outra noite, puxei os len��is que ao eiveis de estarem suados estavam todos esporrados, dei uma risadinha e de costa pra ele sentir uma vara dura, quentinha, estremecer por baixo da minha saia e como eu havia melado minha calcinha quando chupava seu pau a noite j� estava sem ela e pude sentir sua temperatura no meio da minha raxa. Ele falou que todos os dias mim observava, o tamanho dos meus seios, minha bundinha empinada meus l�bios carnudos e rosados e tentava imaginar como eu era sem roupas, que ficava doido de tes�o quando eu pegava na sua bunda pra lhe dar inje��o. Eu so ouvia ardendo em chamas loucapra sentir de novo sua rola na minha boca, n�o demorou muito e mim jogou na cama e meteu a l�ngua na minha xana que pingava porra de tanto desejo, ele sugou tudo, chupava com muito gosto como se estivesse saboriando uma fruta muito gostosa.

Mim colocou em uma posi��o ginecol�gica meteu sua rola no meio na minha raxa massageando meu critoris, meus l�bios que j� estavam todos inchados de prazer,segurei no seu pinto e bati uma punheta bem fren�tica ele gosou ali mesmo espirrando porra no meio das minhas pernas abertas, desci da cama e meti aquela rola escomunal pra dentro da minha boca chupei ate senti-la dura novamente parecia maior ainda e pra minha surpresa ele mim jogou de quatro no carpete e posicionou sua pica e mim disse: agora seu medico vai lhe dar uma inje��ozinha bem gostosa, pra voc� ficar dod�i e mandou com tudo a vara no meu buraquinho que se ragou de dor gemi sem poder gritar, mas quando tirou e enfiou novamente j� n�o sentia dor e sim uma vontade louca de ser fudida e foi o que ele fez meteu num vai e vem muito bom, sentir que �amos gozar ent�o ele meteu com mais for�a podia sentir suas bolas batem na minha buceta melada, gosamos muito ent�o fizemos um 69 e chumamos nossas porras at� ficar limpinhos, chupei o saco dele que estava melada de bater na minha buceta e sentir meu caldo.

Perdemos a no��o do mundo e de repente a porta se abre e agente ali trepados como nois animais no cio e para minha surpresa era o enfermeiro do dia ele ficou sem a��o vendo tudo aquilo na hora seu pau subiu e sem delongas chaviou a porta e pondo a rola pra fora que tamb�m era um espet�culo, veio em nossa dire��o j� dizendo que tamb�m queria brincar, eu j� exausta tive que bater uma pra ele que parecia que ia jorrar uma cascata de porra pra fora, meio atordoada ainda com tudo aquilo pude notar que o paciente tamb�m se masturbava olhando para o enfermeiro com aquela pica enorme que lhe olhou e deu um sorrisinho de consentimento j� mim afastando e dando a sua bundinha j� de fora para o paciente enrabar fiquei so olhando vendo aquela sena excitad�ssima e entrei por baixo do enfermeiro chupando sua rola que rebolava com os movimentos de vai e vem da pica no paciente no seu cuz�o. Os dois gemiam como se o mundo fosse acabar ent�o sentir um leite quentinho saindo da pica do enfermeiro era muito gostoso mamei tudo, e depois puxei o paciente pelo saco e devorei sua rola tamb�m melada de porra, os dois se olaram deram uma risadinha marota e se masturbaram um ao outro ate suas picas ficarem duras novamente se beijaram esfregando suas l�nguas freneticamente o que mim deixou louca, so ent�o saquei o que iria mim acontecer o enfermeiro mandou que eu cavalgasse na sua rola dura e foi o que eu fiz rebolava gostoso naquele cacetao grande e grosso, ent�o sentir que o outro j� abria minha bunda procurando minhas pregas, tive medo mas empinei a bunda pois ele massageava com os dedos, chupava, enfiou um dedo, e mais um e mais e quando percebi meteu a m�o senti que ia ser rasgada, mas quando ele tirou e meteu a rola fui ao del�rio sendo enrabada e fundida ao mesmo tempo por duas rolas muito grossas eles alternavam os movimentos enquando eu gemia e via estrelas, mim chamavam de enfermeira putinha rabo de cadela e era o que sentia que era uma cadela no cio dando o a buceta eo cu pra dois cachorros, quando sentiram que iam gosar me fizeram ajoelhar e meteram sua picas na minha boca sentir que ia morrer engasgada com tanta porra, foi porra pra todo lado, escoria da minha boca, e eles mim chupava toda a buceta, os seios mim jogava para um lado e pro outro mim devorando viva, sentia suas mordidas no seio, no grelho uma sensa��o de dor e esgotamento, mas foi muito bom ser comida pelo enfermeiro e o paciente, os dois ainda trocaram mais umas chupadas de rola que j� estavam todas esfoladas de tanta suruba, meteram o dedo no cu um do outro e chuparam e se prometeram treparem mais vezes. Nos vertimos e sa�mos do quarto o enfermeiro ainda no vesti�rio mim deu mais umas enrabadas dizendo que adorava comer um cuzinho, mas sentir que ele gostava mesmo era de cu de macho pois puxava minha xana comose estivesse puxando um saco escrotal, mas foi muito bom e sempre que t�nhamos outras chances nos nos fudiamos numa transa surreal.



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