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UM HOMEM, UM ANIMAL

Um Homem, um Animal!





Quem j� n�o assistiu animais serem domesticados pelo o homem? Em circos, pra�as e at� televis�o. Eu presenciei de uma forma engra�ado e maravilhoso. Foi no final de semana na casa de um amigo de trabalho no decorre do seu aniversario.





Eu, minha esposa e v�rios casais j� frequent�vamos a casa de Valdomiro, que carinhosamente chamado de vav�, pois ele e uma pessoa solit�ria e a �nica fam�lia que ele tem somos n�s. Neste dia havia varias pessoas do bairro e do trabalho, a festa estava animada, muitas bebidas, musica � alegria era total, as horas voaram e o pessoal foram indo embora ficando somente eu, Tomaz e nossas esposas, Adriana e Vivianne.





Ficamos os cinco ali na sala ainda conversando e tomando a cervejinha botando o papo em dias, quando Vav� lembrou que tinha deixado o Preto ( seu c�o) amarrado o dia todo no quintal e correu para liberta-lho. Neste momento, Preto entrou na sala rebolando o rabo no sentido de alegria por est� solto, e ver agente ali, n�s gost�vamos muito dele s� que com um pouco de cuidado, pois ele era realmente grande uma mistura de ra�a que nem o dono saberia dizer que ra�a era. Tomaz e Vivianne estavam dan�ando, uma musica lenta, e Preto, como era de costume, colocar as patas encima da gente, s� que nesta hora o cachorro colocou as patas nas costa da Vivianne, e os tr�s ali dan�ando, era uma coisa engra�ada, mas Preto come�ou a encostar o seu pau em Vivianne, e ficando duro e a cabe�a aparecendo e todos n�s rindo daquela situa��o.







Vav� falou se agente soubesse o que o seu c�o fazia n�o est�vamos rindo e sim preocupados, foi ai que virmos Valdomiro um homem culto, respeitador, mas tinha uma est�ria pra contar e come�ou assim:









“Quando Preto veio para mim era muito pequenininho, cabia em minhas m�os, mas foi desenvolvendo r�pido e ficando forte e grande, desde o come�o eu, uma pessoa t�mida e que nunca houve um relacionamento com outra pessoa, comecei a ter uma atra��o f�sica pelo o cachorro, lhe fazia carinhos com o seu pau, e at� mesmo chupar, e ai quando ele j� estava um pouco grandinho, comecei a lhe ensinar a ficar encima de mim. Lembro-me a primeira vez que ele penetrou em mim, tinha dado-lhe um banho e coloquei talquinho e comecei a pegar no seu pau e logo comecei a chupar, e depois coloquei uns sapatinhos de pano em suas patas, e fique nu de quatro, e ele veio por cima de mim e come�ou a me cutucar, querendo acerta no meu c�, ai peguei na sua ferramenta e encostei e mal tirei a m�o, ele deu umas cutucadas e penetrou no meu virgem cuzinho, que quais desmaio, de tanta dor, foi uma experi�ncia dolorida pois nem eu nem ele sabia como se comportar. Depois que ele gozou, e a sua ferramenta estava l� dentro de mim, ele virou de costa e come�ou quere a sair mais n�o dava pois n�s est�vamos grudados por uma bola de nervos, que fica no meu de seu p�nis, e quando ele tentava sair me carregava juntos, foi muito doloroso, mas agora e diferente depois de muitas vezes e treinamentos, hoje ele faz como um verdadeiro amante do sexo, melhor que alguns homens, prometo!”.







Assunto incr�vel, as perguntas eram tantas, que rolou a noite toda, Vav� respondendo tudo, foi quando Adriana minha esposa, falou tudo bem que um cachorro pudesse trepar, mas n�o como um ser humano principalmente como um verdadeiro amante, s� acreditava si visse , lembrou que vi muitas vezes em filmes mais filmes tem montagens, e assim mesmo d� pra ver a ajuda de outras pessoas para o animal penetrar.Gerou polemica, as mulheres n�o acreditavam, e n�s homens teimando que sim, poderia, eu fui mais al�m, disse que n�o duvidava nada que aquelas coroas, que tinham seu cachorros de estima��o, n�o trepasse de vez enquanto.





Vav� j� muito alto da bebida, disse amigos, n�o v�o ficar chocados, e nem v�o falar por ai principalmente no trabalho? Levando-se tomou um gole de Winsk, e foi ao quarto e voltou com uns sapatinhos e colocou nas patas de Preto, e pegou uma pe�a de coberto e pos no ch�o, ficando de quatro, nu no ch�o e chamou, “pretinho amor vem querido... vem gostoso.” Todos admirados, assistindo aquela cena, que ficaria por resto da vida em nossos pensamentos.





Preto caminhou perto do seu dono, e come�ou a cheira, e lamber sua bunda e o saco, � este come�ou a endurecer o pau e o cachorro como esperasse por isto come�ou a lamber a cabe�a da chibata de Vav�. Assim como Vav� n�s tamb�m endurecemos o pau e as meninas come�aram a passar as m�os nos seios e entre as pernas como se segurando para n�o explodir de tes�o. O c�o passou uns dez minutos s� lambendo o c� de seu dono, depois com maior delicadeza apoiou as patas na costa do nosso amigo Vav�, e foi aproximando aquela chibata, j� grande, grosso, e ainda totalmente melada no c� de seu dono.







O c�o deu umas entocadas freneticamente, quando seu pau encostou no c� do seu dono, que em quest�o de segundo o pau estava totalmente atolado em Vav�, e ficaram quietos por alguns minutos e logo depois preto tirando aquela enorme ferramenta do c� de nosso amigo, onde ele ainda deu varias lambidas e deixando limpo o cuzinho de Vav�. N�s ali no canto assistindo tudo e n�o dizendo nada, e neste momento me virei para a pessoa que estava ao meu lado, neste momento estava Vivianne e nos olhamos e come�amos a nos beijar e fui tirando suas roupas e ela as minhas, e Tomaz puxou Adriana pelo o bra�o e come�aram a se beijar e foram para o ch�o, ficou uma cena engra�ada, as tr�s, Adriana, Vivianne e a bicha do Vav� de quatro, e nos os tr�s, eu, Tomaz e Preto lambendo a bunda das meninas.





O tes�o era grande, pois eu e Vivianne estava de frente para Tomaz e Adriana, casal olhando um para outro, eu olhava Adriana toda feliz de quatro, levando pau de Tomaz, e Tomaz olhando sua querida esposa, sendo enrabada por mim, exatamente, pois eu fiz justamente o que o c�o fez com seu dono, pegue meu pau passei uma pouco de cuspe na cabe�a, e levei em dire��o ao c� de Vivianne, que esta gemeu e falou baixinho s� para mim,vai gostoso, estou me sentindo igualmente Vav� com seu lindo c�o. O momento era t�o gostoso que gozamos ao mesmo tempo, eu e Tomaz, sa�mos daqueles cus maravilhosos, e sentamos para recuperar o cansa�o, foi ai que caiu a ficha, o que nos ter�amos feito, eu me desculpei com Tomaz dizendo que fique cego de tes�o, e pensei ter Adriana e vez de Vivianne, e ele me abra�ou e disse n�o tem problema, ela gostou e eu mais ainda, por v�-la transar e por cima tamb�m transar com uma mulher maravilhosa, como Adriana e que tinha esta fantasia a muito tempo. Bebemos mais um pouco e fomos dormir ali mesmo na casa de Vav�, pois era seita-feira e no s�bado, n�o ir�amos trabalhar. continua.......



Obs. Sexo � maravilhoso entre nos seres humanos, quando ele � compartilhado e sem culpa, entre um casal ou com v�rios outros casais. Em outra ocasi�o, se eu assistisse aquela cena de sexo, entre minha esposa e meu amigo, obviamente agia de outra forma talvez at� violenta.

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