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CAVALO DE TROIA

Cavalo de Tr�ia



By: Carlos



Fazia muito tempo que eu vinha “perturbando” Bia, pedindo para ela um “presente”.

Minha fantasia era ver Bia e uma outra mulher fazendo sexo em nossa cama. Mas somente ver, sem participar ativamente, queria somente participar como espectador.

Mas, Bia sempre saia pela tangente, dizendo que eu n�o seria capaz de somente ver.

Eu, insistia, dizendo: SIM, ser capaz de s� ver e n�o participar.



Bom, deixe nos apresentar: Sou Carlos, 1,7090klmoreno clarocabelos lisosombros largospeito cabeludosem barba e sem bigodepica de 19 cmcapacidade ejacular varias vezes em uma transa.

Bia: 1,6562klmorena claracabelos longos loirosseios fartosxaninha raspadinha e capacidade de gozar v�rias vezes durante uma transa.

Somos casados h� quase 20 anos, curtimos aquilo que chamamos de swing ligth, onde aceitamos com outro casal, a troca de beijos, de oral. De caricias e at� o bi-feminino, porem NUNCA trocamos na penetra��o.



Na �ltima segunda-feira, em nossa casa, Daniela, esposa de um amigo, que sempre participavam de nossas reuni�es de casais, tamb�m entrou nessa discuss�o.



Ela tamb�m afirmou que por eu ser muito tarado, seria incapaz de somente assistir.

No auge da calorosa discuss�o, eu disse que poderia at� estar amarado.

Bia e Daniela come�aram a rir, imaginando a cena.



No s�bado, Bia mandou nossos filhos para a casa de sua m�e.

Imaginei que ela teria convidado algum dos casais amigos nossos para uma festinha VIP.

Por volta das 20:00h, sentamos em nossa varanda e Bia abriu uma wiskey e um energ�tico, e me serviu um copo, nem bem acabei de tomar o primeiro copo, Bia, novamente o estava enchendo.

Disse pra ela ir devagar, sen�o eu poderia ficar embriagado.

Exatamente as 20:30h o celular de Bia tocou, ela atendeu, e disse v�rios SIM.

Perguntei pra ela o que estava pra acontecer, ela me disse que era pra eu apenas fazer TUDO que ela mandasse.

Ela me levou at� nosso quarto, e come�ou a me despir, deixando-me totalmente pelado.

Pediu para eu sentar em uma cadeira de escrit�rio que ali estava, e veio com uma algema e colocou no ferro da cadeira e em meu bra�o esquerdo, com um peda�o de corda, ela amarrou ambas as pernas nas pernas da cadeira, deixando somente meu bra�o direito livre.

Um frio percorreu minha espinha, j� imaginando alguma sacanagem.

Com um novo copo de bebida em m�os, ele me fez beber novamente.

Depois ela pegou um peda�o de pano, e vendou-me os olhos, deixando-me totalmente às escuras.

Uma m�sica bem suave come�ou a tocar em nosso aparelho de DVD.

Senti um beijo em minha face esquerda, um beijo totalmente molhado, uma l�ngua gostosa come�ou a passear pelo meu rosto, pelo meus l�bios. Enfim pelo meu corpo.

De repente, uma outra boca me beija na outra face, fazendo o mesmo percurso que a outra boca, s� que do lado inverso.

Meu cora��o come�ou a disparar, minha pica deu um salto, demonstrando toda sua rigidez.

Os bico de meu peito foram sugados, mordidos...

Duas bocas, uma de cada lado de meu corpo, iam descendo em dire��o a minha pica.

Elas come�aram a disputar cada cent�metro de minha pica, ora uma chupava a cabecinha a outra chupava as bolas, depois invertiam.

Mesmo estando de olhos vendados, dava-se pra saber qual era a “boca” da vez, pela diferen�a de chupada, pela diferen�a de intensidade.

Quando eu comecei a dar meus primeiros sintomas de querer ejacular. Tudo parou.

As bocas se afastaram, e eu fiquei ali com a pica durinha.

A venda de meus olhos foi arrancada, e assim pude contemplar quem eram as minhas algozes.

Bia, somente trajando uma calcinha vermelha ultra-sexy, com os seios livres, um batom vermelho maravilhoso nos l�bios e com os cabelos presos por um coque.

E na outra extremidade estava Daniela, com uma calcinha amarela, com um batom tamb�m da mesma cor que Bia.



Daniela: 1,6065klmorena claracabelos curtos loirosseios m�diosxaninha raspadinha na parte de baixo.



Bia, disse que hoje realizaria a minha fantasia.



As duas foram pra cima da cama e come�aram a se beijar, no in�cio beijos calmos, que logo se transformaram em um verdadeiro duelo de l�ngua.

Bia come�ou a sugar o seio esquerdo de Daniela, com uma das m�os ela passeava pelo corpo dela e a outra ela colocou no meio das pernas de Daniela.

A calcinha amarela foi arrancada em poucos segundos.

Bia deitou Daniela de frente para mim, e come�ou a chupar sua buceta.

Dessa forma Bia ficou de quatro com sua xaninha totalmente aberta para mim, como se estivesse me chamando.

Daniela soltava gemidos sufocados.

Depois foi a vez de Bia, ficar deitada e Daniela a chupar-lhe a buceta.

Ambas come�aram um 69 enlouquecedor.

De onde eu estava, tudo assistia, minha pica do�a.

Com a m�o direita livre comecei a me masturbar.



Bia pegou “seu” brinquedinho que j� estava em cima da cama, um p�nis de borracha que tem + ou – a mesma dimens�o de minha pica.

E na posi��o que elas estavam, 69, Bia passava a p�nis de borracha na xaninha de Daniela, e come�ou a penetr�-la, ora com for�a, ora com carinho.

Comecei a sentir que j� iria gozar, Bia me olhou e disse: Quer? Quer enfiar sua pica nessa buceta? Quer?

Eu nem bem consegui responder, e comecei a gozar em minhas m�os.



Bia, me vendo gozar, enfiava com mais rapidez o p�nis na buceta de Daniela, e passava a l�ngua em seus l�bios.

Daniela, come�ou a ter um orgasmo fant�stico e come�ou a gemer alto.

Depois foi a vez de Bia, levar a pica de borracha, ela se deito na mesma posi��o que Daniela estava, me dando um vis�o privilegiada de sua xaninha.

Daniela pegou a pica de borracha e come�ou a introduzir em Bia, Bia gemia baixinho, e Daniela, me olhava.

Ela me perguntou se eu queira enfiar minha pica em Bia,

Eu, respondi que SIM, que queria muito...

Mas, ela me disse que N�O.

N�o... e N�o.



Por que o combinado seria que eu somente assistiria.

Aquilo que eu tinha pedido como presente come�ou a se transformar em uma tortura.

Eu, ali imobilizado, sem poder ao menos pular na cama, com cadeira e tudo.

Teve um momento que as duas ficaram de quatro, com suas xaninhas viradas em minha dire��o, e elas come�aram a passar a m�o, a abrir a buceta, as fazendo piscarem para mim, de onde eu estava eu via que de suas bucetas escorria um caldinho.

Dessa vez, sem ao menos tocar em minha pica, eu tive meu segundo orgasmo da noite.

Meu saco do�a, minha pica nem conseguia amolecer, mesmo ap�s esse segundo gozo.

Bia e Daniela, pegaram um copo com wiskey e come�aram a beber, e as duas passavam o gelo da boca de uma para outra... At� a pedra acabar, e recome�avam com outra pedra de gelo.



Eu suava feito um frango no forno.



Teve um momento que Bia, me torturou um pouco mais, ela passou a m�o na buceta de Daniela, e trouxe a te minha boca para eu sentir o sabor, depois ela, veio descendo a m�o, e pegou em minha pica...e come�ou a me masturbar, quando ela sentiu que eu iria querer gozar....ela parou.

Na cama, Daniela s� ria.

Nisso Bia, me perguntou se eu estive “solto” o que eu faria?

Eu, rapidamente disse que pularia para cima das duas.

Bia, rindo de meu estado, disse: Ent�o vai continuar ai amarrado.



Ela voltou para a cama e recome�ou tudo novamente com a Daniela.



Por volta das 00:00.



Bia, foi se achegando perto de mim, e ajoelhou entre minhas pernas e come�ou a me chupar... Daniela, tamb�m veio, e come�ou a me beijar...

Depois foi a vez de Daniela me chupar...e as duas come�aram a dividir minha pica em suas bocas.

Quando eu anunciei que iria gozar...

Mais uma vez elas pararam de me chupar...

Bia, pegou minha pica dura entre as m�os e come�ou a me punhetar, com uma velocidade incr�vel... Daniela passava a m�o em meu saco...e enfim eu explodi em um orgasmo fant�stico.



Bia, olhando em meus olhos me disse: Esse foi o pr�mio por voc� ter se comportado.



Escutei ambas dirigindo se ao banheiro, tomaram seu banho, se despediram, e Daniela foi embora.

Bia, calmamente veio em minha dire��o, e come�ou a me dessamarrar.

Meu bra�o esquerdo estava dormente. Minhas pernas formigavam, e minha pica ainda estava dura.

Fui at� o banheiro, tomei um banho gelado.

Quando cheguei em nosso quarto. Bia j� estava dormindo.

E fiquei pensando naquela antiga hist�ria do cavalo de tr�ia, onde um povo achou que tinham ganhado um presente, mas na realidade tinham ganhado a tortura, a MORTE...



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