Um padre MSC de 34 anos...
Haveria confiss�es para a P�scoa. Era a �ltima semana da quaresma, antes da semana santa. Eu tinha 19 anos. Fui at� a par�quia onde eu estava acostumada a ir. Haviam 5 padres. 3 idosos e 2 de meia idade. Muitas pessoas se confessando. Esperei. Quando ele entrou. 34 anos, eu descobri depois. Fui confessar com ele. Falei de mim, da minha fam�lia, da escola, dos desentendimentos...
Continuamos conversando sobre esses assuntos corriqueiros. Fui a �ltima a confessar. Como ele era de outra cidade, estava de carro. Ele tirou a batina e eu o acompanhei at� o carro. Ele me deu o telefone da par�quia dele, na cidade vizinha, interior de SP. Pelo telefone, descobri o endere�o, e fui l� no dia da festa da padroeira da par�quia.
Depois da missa, festa. Eu j� estava apaixonada. Ele era jovem, forte, viril.
Conversei com ele um pouco na festa, e fiquei at� o fim. Quando haviam poucas pessoas, eu disse que queria me confessar. Disse isso para ir pra dentro com ele. J� eram onze da noite e ele me perguntou se tinha que ser agora. Eu disse que tinha. Ent�o fomos para a antesala, onde ficam os arm�rios com as batinas, estolas... Ficamos conversando um temp�o l�. N�o havia mais ningu�m na par�quia.
Ent�o eu criei coragem e disse a ele que ele era o padre mais bonito que eu j� conhecera. Aos poucos, toquei no assunto sexo, e ele acabou me contando que era virgem! Falou que ficou �rf�o em idade tenra, e que fora criado por frades, e passou toda a adolescencia no semin�rio.
Insisti nesse assunto e ele parecia incomodado. Normalmente, eu n�o faria isso. Mas tinha tomado uns goles a mais de vinho.
Falei que estava apaixonada por ele, desde a primeira vez que o vira. Pensando bem, acho que tinha tomado muitos goles a mais, porque eu acabei roubando-lhe um beijo!
Fui me aproximando dele. Tocava nele toda hora enquanto falava. Nas pernas, no rosto. Falei de um broxe que ele tinha na camisa, e toquei no peito dele, e desci at� a barriga. Ele segurou minha m�o. Ent�o eu dei um beijo na boca dele!
Ele ficou muito bravo e pediu para eu ir embora e n�o voltar mais l�.
Eu fui embora, mas voltei. Viajava s� para ir à missa e aos eventos da par�quia.
Um dia, eu o encontrei sozinho na par�quia. Uma quinta-feira, às seis da tarde.
Conversei muito com ele, falei que estava arrependida. Implorei para ele viajar at� minha cidade comigo, para benzer uma imagem que eu havia comprado. Ele relutou, falou que tinha que resolver uns neg�cios... mas foi.
N�o tinha ningu�m em casa aquele dia. Meu irm�o estava trabalhando na lanchonete e meu pai e minha m�e haviam ido a uma missa carism�tica (aquelas que costumam demorar 3 horas).
Conversamos, e eu ofereci uma bebida a ele. Falei que era coca-cola, mas enquanto ele estava olhando as aves do meu pai, eu virei a garrafa de vodka na da coca cola 2l com um funil.
Guardei a garrafa de vodka e ofereci coca a ele. Ele tomou. Ele falou da imagem e eu o levei at� o meu quarto.
Fomos at� o meu quarto, ele benzeu a imagem e fez uma ora��o diante de um altar que havia l�.
Eu interrompi a ora��o pra dizer que eu havia mentido quando disse que me arrependera. Falei de novo que o amava. Ele ficou bravo de novo, mas n�o t�o bravo como daquela vez.
Fiz ele sentar na minha cama, e ficamos conversando. Ele parecia estar bem, apesar da bebida.
Ent�o, depois de conversarmos bastante, ele contando da vida dele, e me dando conselhos, eu ofereci mais coca cola (com vodka).
Chegou uma hora em que eu percebi que ele finalmente estava embreagado, porque estava falando demais, e enquanto s�brio, ele fala pouco.
Chegou uma hora em que parecia que ele nem estava se importando se algu�m estava ouvindo o que ele dizia.
Me lembrei que meus pais iriam chegar, j� havia passado algum tempo e eu n�o sabia ao certo o quanto durava a tal missa.
Eu disse que queria que ele me levasse em um lugar. Fechei a casa, entramos no carro, e ele foi dirigindo at� uma reserva florestal a uns 19 quarteiroes da minha casa. Eu fui falando qual era o caminho, pois ele n�o conhecia.
Chegando, pedi pra ele parar o carro, e fiquei falando que estava apaixonada por ele, que n�o vivia sem ele, que queria muito fazer sexo com ele. Depois de uns goles a mais, eu j� estava implorando pra transar com ele (ele era virgem!).
Mas ele duvidava. Ent�o, eu fiz a �ltima tentativa: comecei a p�r em cheque a masculinidade dele. Falei que ele s� quis ser padre porque, ou era brocha, ou era gay. Ele ficou do mesmo jeito que todos os homens ficam quando se duvida de sua masculinidade: uma fera!
Ele me disse: "voc� fez tudo isso, agora voc� vai se arrepender!". Ele estava muito bravo. Fiquei com medo do que ele pudesse fazer comigo, porque ele estava beba�o. Ele saiu do carro e come�ou a mexer no porta malas. O carro estava engatado, ent�o eu pensei que poderia tomar a dire��o e fugir dali. Mas, apesar de estar com medo, achei melhor n�o. Afinal, o que um cara virgem poderia fazer comigo?
Ele fechou o carro e me levou at� debaixo de uma �rvore. Estava bem escuro. Haviam luzes, mas o bosque tinha muitas �rvores que faziam muita sombra.
Ele me beijou, me acariciou. Tocou nos meus seios, na minha barriga. Eu estava com tanto tes�o que at� a minha barriga estava sens�vel ao toque dele. Ele abriu o z�per da minha cal�a e abaixou a minha cal�a e minha calcinha. Colocou o dedo indicador e ficou acariciando o meu cl�toris. O dedo dele ficou molhado, e ele viu que eu estava excitada.
Ele ficou fazendo movimentos circulares por bastante tempo. Aquilo me excitava, mas por um momento eu achei que n�o fosse passar daquilo. Eu estava com tanto tes�o, que at� sentia dores... dores de tes�o. Tudo o que eu queria era que ele me penetrasse. Ai, parecia que eu ia morrer se ele n�o me penetrasse naquele instante! Nunca tinha sentido isso t�o forte...
Ent�o eu joguei a minha jaqueta no ch�o e deixei em cima dela. Ele come�ou a me lamber. Ent�o eu segurei na cabe�a dele e pressionei forte contra a minha vagina. Ele colocou a l�ngua nela, fazendo movimentos circulares.
Depois ele puxou a pelinha do meu clit�ris e continuou lambendo. Aquilo era muito bom!
Ent�o ele sugou com toda a for�a.
Est�vamos vestidos, somente com as cal�as abaixadas. Ent�o eu pedi para fazermos um 69.
O pinto dele devia ter uns 19 cent�metros! E eu mamei nele, at� fazer ele gozar dentro da minha boca. E eu n�o perdi uma gota.
Depois, quando ele se refez, continuamos a nos acariciar e ele disse que queria me penetrar. Eu disse que n�o queria penetra��o. (eu tomava p�pula, mas tinha muito medo desse neg�cio de aids...).
Ent�o ele ficou louco. Disse que n�o ficaria satisfeito com aquilo. Tirou o cadar�o dos tenis dele e amarrou os meus punhos, abra�ada à arvore, contra a minha vontade. Ele enfiou o dedo no meu c�, eu estremeci. E, sem cerim�nia, ele enfiou aquele pau todo em mim, de uma vez. Eu gemi de dor e ele disse: "quieta sua puta, que voc� j� aguentou pica maior, que eu sei".
Nunca tinha feito sexo assim, mas notei que eu ficava indescritivelmente excitada por estar amarrada, à sua merc�, e por ele estar me xingando...
Ele gozou dentro de mim.
Depois de um tempo, ele se recompos, subiu as minhas cal�as, abotoou o meu z�per, mas n�o me desamarrou.
Disse que o que eu fiz n�o se fazia, e que ele iria me deixar ali amarrada pra eu aprender.
Ele pegou o carro e foi embora! Eu fiquei desesperada! Era umas 9 e meia da noite e eu fiquei ali, amarrada àquela �rvore, com os punhos doloridos, at� umas 4 da manh�, quando ele voltou e me desamarrou, e disse que eu poderia voltar pra casa. E que eu nunca mais o procurasse, porque sen�o seria muito pior.